{"id":4112,"date":"2025-01-20T10:35:57","date_gmt":"2025-01-20T13:35:57","guid":{"rendered":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/?p=4112"},"modified":"2025-01-20T11:58:00","modified_gmt":"2025-01-20T14:58:00","slug":"futuropresente-nosso-proximo-passo-no-espaco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/futuropresente-nosso-proximo-passo-no-espaco\/","title":{"rendered":"FuturoPresente #03: nosso pr\u00f3ximo passo&#8230; no espa\u00e7o sideral!"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/artemis_01.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4113\" width=\"582\" height=\"437\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Terra e Lua vistas da \u00f3rbita lunar, em imagem tomada do m\u00f3dulo da Miss\u00e3o Artemis I, da NASA. Foto: NASA.<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre a humanidade e o c\u00e9u \u00e9 muito antiga. Desde o in\u00edcio da civiliza\u00e7\u00e3o, olhamos para o alto e ficamos encantados! Essa rela\u00e7\u00e3o com o c\u00e9u gerou mitos, poesias e divindades! A uma certa altura, criamos obras liter\u00e1rias que nos levavam at\u00e9 l\u00e1! Se voc\u00ea pensou em <strong>J\u00falio Verne (foto) e em \u201cViagem \u00e0 Lua\u201d<\/strong>, \u00e9 isso mesmo! E o autor franc\u00eas \u00e9 apenas um entre milhares de escritores da fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica \u201cespacial\u201d, de <strong>Isaac Asimov<\/strong> a <strong>Ray Bradbury<\/strong>.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/Felix_Nadar_1820-1910_portraits_Jules_Verne.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4116\" width=\"222\" height=\"311\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Julio Verne (1828-1905)<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Da\u00ed, no s\u00e9culo XX, veio a ci\u00eancia e, com base em tecnologias desenvolvidas durante a Segunda Guerra Mundial (foguetes, materiais, combust\u00edveis, radar, t\u00e9cnicas de gest\u00e3o de projetos), levou mesmo pessoas ao espa\u00e7o. Primeiro, chegamos \u00e0 nossa pr\u00f3pria \u00f3rbita, com o cosmonauta russo\/sovi\u00e9tico <strong>Iuri Gagarin<\/strong>, em 1961, a bordo da espa\u00e7onave <strong>Vostok<\/strong> (ele subiu a uma altura de cerca de 300 km); depois, em 1968, \u00e0 Lua, com <strong>Buzz Aldrin<\/strong> e <strong>Neil Armstrong<\/strong>, tendo como piloto do m\u00f3dulo orbital <strong>Michael Collins<\/strong>, na <strong>Miss\u00e3o Apollo 11<\/strong> (dist\u00e2ncia total percorrida: aproximadamente 800 mil km!).<\/p>\n\n\n\n<p>A \u00faltima \u201cpisada fora da Terra\u201d aconteceu em 1972, na Miss\u00e3o Apollo 17, com os astronautas <strong>Eugene Cernan, Ronald Evans<\/strong> (piloto do m\u00f3dulo orbital) e <strong>Harrison Schmitt<\/strong>. Depois disso, muitas miss\u00f5es foram enviadas ao espa\u00e7o e muita coisa aconteceu (dos \u00f4nibus espaciais \u00e0 esta\u00e7\u00e3o espacial internacional, para ficar em dois exemplos), mas nunca mais \u201csa\u00edmos em pessoa\u201d dos limites da \u00f3rbita terrestre. Nesse per\u00edodo, as tecnologias avan\u00e7aram enormemente, o que aumenta as possibilidades de &#8220;colocar o p\u00e9 no universo&#8221; com sucesso. Dito isso, a expectativa \u00e9 gigantesca!<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1079\" height=\"597\" data-id=\"4117\"  src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/fevereiro_jipe.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4117\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><strong><kbd>\"Jipe Espacial\" pilotado na Miss\u00e3o Apollo 17, em 1972.<\/kbd> Foto: NASA\/Wikipedia.<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">\ud83d\ude80\ud83c\udf1d <strong>Mas, qual ser\u00e1 o pr\u00f3ximo corpo celeste a ser alcan\u00e7ado por p\u00e9s humanos?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ser\u00e1 a Lua, para onde, em princ\u00edpio, devemos retornar com a <strong>Miss\u00e3o Artemis, da NASA<\/strong>. Em 2025, ela deve enviar astronautas para um voo tripulado ao redor da Lua; e, em 2026, eles devem pisar no Polo Sul do sat\u00e9lite.<\/p>\n\n\n\n<p>A volta \u00e0 Lua faz parte de um plano ainda mais ambicioso: <strong>levar astronautas at\u00e9 Marte<\/strong>, o que pode acontecer em 2040 \u2013 este ano \u00e9 uma estimativa, mas \u00e9 bem poss\u00edvel que o voo aconte\u00e7a, mesmo por esta \u00e9poca. J\u00e1 pensou? Com todos os recursos comunicacionais que ent\u00e3o teremos, ser\u00e1 sensacional!<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"800\" height=\"592\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/artemis_02.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4118\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>A tripula\u00e7\u00e3o da Miss\u00e3o Artemis 2, que deve marcar a volta dos astronautas \u00e0 Lua. Da esquerda para a direita, os astronautas Christina Koch, Victor Glover e Reid Wiseman (NASA), e Jeremy Hansen (da Ag\u00eancia Espacial Canadense).<\/em> Foto: Josh Valcarcel\/NASA.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/do-espaco-sideral-ao-quarto-de-dormir-como-a-corrida-espacial-transformou-nossas-vidas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>#ESPECIAL: <\/strong>&#8220;<strong>Do espa\u00e7o sideral ao quarto de dormir: como a Corrida Espacial transformou nossas vidas!&#8221;<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>\ud83c\udf0c<strong>Uma nova Corrida Espacial<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A ag\u00eancia espacial dos Estados Unidos n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica a sonhar com essas miss\u00f5es. Elas est\u00e3o nos radares de outras ag\u00eancias espaciais nacionais, da <strong>China, R\u00fassia, Jap\u00e3o, \u00cdndia e da Comunidade Europeia<\/strong>. Sem contar os planos de empresas privadas, como a <strong>SpaceX<\/strong> e a <strong>Blue Origin<\/strong>, que j\u00e1 est\u00e3o realizando fa\u00e7anhas incr\u00edveis no espa\u00e7o, com voos que envolvem, por exemplo, naves que podem voar v\u00e1rias miss\u00f5es e at\u00e9 \u201cpousar de r\u00e9\u201d \u2013 fant\u00e1stico!<\/p>\n\n\n\n<p>E h\u00e1, tamb\u00e9m, projetos desenvolvidos de forma colaborativa entre pa\u00edses, entre os quais o <strong>Brasil<\/strong>, que tamb\u00e9m possui um programa espacial bastante avan\u00e7ado.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1280\" height=\"441\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/1280px-GSLV_F11_GSAT-7A_campaign-_Vehicle_roll_out_01.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4119\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Centro Espacial Satish Dhawan, em Andra Pradesh, \u00cdndia. No destaque, o lan\u00e7ador de sat\u00e9lites geoss\u00edncronos. <\/em>Foto: Ag\u00eancia Espacial Indiana.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>\ud83d\udce1\ud83d\udc69\ud83c\udfff\u200d\ud83d\ude80<strong>Mas, por que explorar o espa\u00e7o?<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/Starship_full_stack.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4121\" width=\"239\" height=\"745\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Starship, nave espacial &#8220;retorn\u00e1vel&#8221; desenvolvida pela empresa Space-X.<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Como observamos no in\u00edcio deste artigo, explorar o espa\u00e7o faz parte de um sonho muito antigo da humanidade. <strong>Faz parte da eterna curiosidade humana! <\/strong>Mas, tamb\u00e9m envolve <strong>fatores pol\u00edticos<\/strong> (a \u201cCorrida Espacial\u201d travada por Estados Unidos e URSS \u00e9 um bom exemplo destes fatores), <strong>interesses econ\u00f4micos<\/strong> (como o de explorar mat\u00e9rias-primas e processos industriais no espa\u00e7o) <strong>e cient\u00edficos<\/strong> (a busca pelo conhecimento puro, pela origem do universo, por formas de vida, por novos materiais e medicamentos, entre outros). E, sem d\u00favida, <strong>a possibilidade de coloniza\u00e7\u00e3o<\/strong> de outros corpos celestes, como planetas e sat\u00e9lites.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1, evidentemente, enormes desafios, come\u00e7ando pela obten\u00e7\u00e3o de <strong>recursos financeiros<\/strong> para bancar as miss\u00f5es. E tamb\u00e9m os de produzir tecnologias que permitam <strong>a sa\u00edda das naves da Terra com maior efici\u00eancia e menor custo<\/strong>, o desenvolvimento de formas mais avan\u00e7adas de sustenta\u00e7\u00e3o da vida humana em outros ambientes, a cria\u00e7\u00e3o de materiais mais resistentes \u00e0s longas jornadas etc. <\/p>\n\n\n\n<p>Em uma outra vertente, a da F\u00edsica, busca-se formas de <strong>superar as brutais dist\u00e2ncias espaciais<\/strong>, que, hoje, tornam viagens mais longas simplesmente imposs\u00edveis (um exemplo: viajando \u00e0 velocidade da luz, que \u00e9 de 300 mil km\/s, levar\u00edamos 105,7 mil anos para cruzar apenas a extens\u00e3o da nossa gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea). As tecnologias de propuls\u00e3o baseadas na f\u00edsica newtoniana (como foguetes qu\u00edmicos), atualmente dispon\u00edveis, s\u00e3o muito lentas para alcan\u00e7ar planetas distantes em prazos razo\u00e1veis. Viagens para al\u00e9m de Marte j\u00e1 enfrentam desafios de tempo consider\u00e1vel, e alcan\u00e7ar sistemas estelares pr\u00f3ximos levaria milhares de anos com os meios atuais.<\/p>\n\n\n\n<p>E h\u00e1 que considerar, tamb\u00e9m, as muitas quest\u00f5es legais e \u00e9ticas associadas \u00e0 explora\u00e7\u00e3o de outros mundos: novos mundos pertenceriam a quem? E se encontramos formas de vida extraterrestre, como proceder? \ud83d\udc7e<\/p>\n\n\n\n<p>Sonhos e realiza\u00e7\u00f5es que s\u00f3 s\u00e3o poss\u00edveis gra\u00e7as \u00e0 ci\u00eancia, que nasce na educa\u00e7\u00e3o! E essa \u00e9 a <em>\u201cvibe\u201d <\/em>da s\u00e9rie <strong>#FuturoPresente<\/strong>, da Editora Opet!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Refer\u00eancias para voc\u00ea ir mais longe:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>1. <a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/specials\/artemis\/\">Projeto Artemis (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>2. <a href=\"https:\/\/www.esa.int\/\">Ag\u00eancia Espacial Europeia (ESA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>3. <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/aeb\/\">Ag\u00eancia Espacial Brasileira (AEB)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>4. <a href=\"https:\/\/www.isro.gov.in\/\">Ag\u00eancia Espacial Indiana (ISRO)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>5. <a href=\"http:\/\/www.cnsa.gov.cn\/\">Ag\u00eancia Espacial Chinesa (CNSA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>6. <a href=\"https:\/\/www.jaxa.jp\/\">Ag\u00eancia Espacial Japonesa (JAXA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>7. <a href=\"https:\/\/www.spacex.com\/\">SpaceX<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>8. <a href=\"https:\/\/www.blueorigin.com\/\">Blue Origin<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>9. <a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/apollo\/index.html\">Miss\u00e3o Apollo (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A rela\u00e7\u00e3o entre a humanidade e o c\u00e9u \u00e9 muito antiga. Desde o in\u00edcio da civiliza\u00e7\u00e3o, olhamos para o alto e ficamos encantados! Essa rela\u00e7\u00e3o com o c\u00e9u gerou mitos, poesias e divindades! A uma certa altura, criamos obras liter\u00e1rias que nos levavam at\u00e9 l\u00e1! Se voc\u00ea pensou em J\u00falio Verne (foto) e em \u201cViagem [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[198,2,130,196,3,146,150,1,140],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4112"}],"collection":[{"href":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4112"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4112\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4126,"href":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4112\/revisions\/4126"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4112"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4112"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4112"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}