{"id":4155,"date":"2025-02-11T15:28:14","date_gmt":"2025-02-11T18:28:14","guid":{"rendered":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/?p=4155"},"modified":"2025-02-11T15:32:41","modified_gmt":"2025-02-11T18:32:41","slug":"4155-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/4155-2\/","title":{"rendered":"&#8220;De outros carnavais&#8221;: a origem da maior festa brasileira!"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/carna01.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4156\" width=\"572\" height=\"381\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>O Carnaval \u00e9 a grande festa brasileira. Ela, por\u00e9m, \u00e9 bem mais antiga que o pr\u00f3prio Brasil!<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Todos os anos, para a alegria de muita gente (e at\u00e9 para o desgosto de quem n\u00e3o gosta da festa), tem Carnaval: \u00e9 tempo de bloco na rua, fantasia, samba enredo, confete, escola de samba, pandeiro, cu\u00edca, maracatu, brincadeira, marchinha, trio el\u00e9trico, ala das baianas, abad\u00e1 e muita dan\u00e7a. No caso do Brasil, \u00e9 tempo de colocar na rua toda a alegria e toda a criatividade que fazem nosso povo conhecido em todo o mundo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>E \u00e9 interessante: h\u00e1 poucas festas no mundo que, apesar de repetir um padr\u00e3o, se renovam tanto. Todo ano tem Carnaval e, mesmo assim, cada Carnaval \u00e9 \u00fanico. <strong>Uma festa extraordin\u00e1ria!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A \u201cjovialidade\u201d do Carnaval faz at\u00e9 com que a gente se esque\u00e7a que a festa \u00e9 muito antiga. M<strong>as, voc\u00ea sabe quando come\u00e7ou o Carnaval?<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/997px-Pieter_Bruegel_d._A._066.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4158\" width=\"768\" height=\"553\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>&#8220;A Luta entre o Carnaval e a Quaresma&#8221;, pintura de 1559 do artista neerland\u00eas Pieter Bruegel.<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Uma festa cat\u00f3lica e romana<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Antes de chegar \u00e0 origem hist\u00f3rica do Carnaval, \u00e9 interessante a gente saber o motivo da festa. Por que, afinal, isso de \u201ccarnaval\u201d, uma festa que aposta na alegria, na desinibi\u00e7\u00e3o e at\u00e9 na invers\u00e3o dos elementos conhecidos? O que a \u201ccarne\u201d, que aparentemente aparece no nome da festa, tem a ver com o reco-reco e o pandeiro? <strong>Vamos descobrir!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O Carnaval \u00e9 uma celebra\u00e7\u00e3o originalmente cat\u00f3lica, diretamente relacionada \u00e0 Quaresma<\/strong>, o intervalo de 40 dias que antecede a P\u00e1scoa estabelecido pela Igreja. Nesse per\u00edodo, em respeito ao supl\u00edcio e \u00e0 ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus \u2013 o elemento mais importante do mist\u00e9rio crist\u00e3o \u2013, os fi\u00e9is se abstinham de consumir carne.<\/p>\n\n\n\n<p>Ali\u00e1s, o termo \u201ccarnaval\u201d vem da\u00ed: da express\u00e3o latina <em>&#8220;carnis levale&#8221; <\/em>ou<em> &#8220;carnem levare&#8221;<\/em>, que significa, literalmente, \u201ctirar a carne\u201d. E tamb\u00e9m trocar outros h\u00e1bitos \u201cmundanos\u201d por reflex\u00f5es, ora\u00e7\u00f5es e presen\u00e7a mais ass\u00eddua \u00e0 missa.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, antes que chegasse esse per\u00edodo de apaziguamento, as pessoas faziam uma despedida \u201cem grande estilo\u201d dos velhos h\u00e1bitos. <strong>Com dan\u00e7a, comida, bebida e brincadeiras.<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/carna08.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4157\" width=\"790\" height=\"378\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>A civiliza\u00e7\u00e3o e os festivais romanos, como a Saturn\u00e1lia, s\u00e3o uma grande inspira\u00e7\u00e3o do Carnaval.<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Mas, quando come\u00e7ou?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Localizado o contexto, podemos buscar o in\u00edcio da festa. Os primeiros movimentos no sentido de se guardar um per\u00edodo antes da P\u00e1scoa datam do s\u00e9culo 2 d.C. e v\u00eam de Roma. Ou seja: se a Quaresma nasceu nesse contexto, \u00e9 bem poss\u00edvel que o Carnaval tenha surgido na mesma \u00e9poca. E a coisa foi se organizando \u2013 tanto para a Quaresma quanto para o Carnaval. Na Idade M\u00e9dia, ambos os momentos j\u00e1 estavam mais do que consolidados. <strong>E chegaram ao Brasil no s\u00e9culo XVI com o catolicismo portugu\u00eas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Vale observar que, se o Carnaval como data associada \u00e0 religi\u00e3o nasce nos primeiros s\u00e9culos da Era Crist\u00e3, seus componentes \u2013 festa, dan\u00e7a, m\u00fasica, comilan\u00e7a e brincadeiras \u2013 s\u00e3o ainda mais antigos.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/1079px-Bonecos_de_Olinda_-_Pernambuco_Brasil.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4159\" width=\"685\" height=\"456\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Os bonecos gigantes de Olinda s\u00e3o uma atra\u00e7\u00e3o \u00e0 parte no Carnaval do Nordeste!<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Em Roma, como os romanos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Algumas linhas acima, localizamos a origem da festa entre os crist\u00e3os primitivos de Roma, capital de um Imp\u00e9rio muito poderoso cujo calend\u00e1rio religioso estava repleto de celebra\u00e7\u00f5es. Havia muitas religi\u00f5es e divindades \u201cdispon\u00edveis\u201d \u2013 al\u00e9m de seus pr\u00f3prios deuses, os romanos podiam venerar livremente e participar de rituais e festas. E eles, por sua vez, podiam ser generosos em termos do que chamar\u00edamos de \u201cexcessos\u201d, em especial quando associadas a deuses como Baco (Dion\u00edsio, para os gregos), relacionado ao<strong> vinho, \u00e0 festa, ao teatro e ao \u00eaxtase<\/strong><strong>.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ao chegar em Roma e fazer seguidores entre os moradores da cidade, <strong>o Cristianismo incorporou h\u00e1bitos e condutas locais<\/strong>, que se somaram para formar a grande festa do in\u00edcio do ano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Brasil: um Carnaval ainda mais rico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil, ao longo de mais de 500 anos, a festa ganhou uma quantidade enorme de elementos culturais, significados e formatos em diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds. Come\u00e7ando por um distanciamento em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 religi\u00e3o. Hoje em dia, muita gente j\u00e1 n\u00e3o v\u00ea e nem sabe que existe uma liga\u00e7\u00e3o entre o Carnaval e a Quaresma. Tanto, que estamos falando a respeito neste artigo!<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O contato dos portugueses com os povos origin\u00e1rios ind\u00edgenas e com os povos oriundos de diferentes partes da \u00c1frica no per\u00edodo da escravid\u00e3o somou ao Carnaval brasileiro caracter\u00edsticas \u00fanicas. <\/strong>Se a celebra\u00e7\u00e3o crist\u00e3 europeia incorporava elementos pr\u00e9-crist\u00e3os, a celebra\u00e7\u00e3o brasileira somou os elementos europeus aos de outras culturas antigas e ricas \u2013 e isto aparece nos temas, roupas, instrumentos e estilos musicais. O Carnaval brasileiro tem muitas refer\u00eancias, do Amazonas a Veneza, do Egito ao Jap\u00e3o!<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/carna04.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4162\" width=\"516\" height=\"432\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>\u201cMarimba. Passeio de domingo \u00e0 tarde&#8221;. Aquarela de Jean-Baptiste Debret, de 1826. Observe os instrumentos musicais e as roupas dos participantes, que s\u00e3o negros brasileiros.<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Um mundo de instrumentos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Pense apenas, por exemplo, nos instrumentos de percuss\u00e3o que constroem a sonoridade carnavalesca das nossas avenidas e ladeiras. L\u00e1 est\u00e3o, entre outros instrumentos, o surdo (um grande bumbo de marca\u00e7\u00e3o, universal), o pandeiro (portugu\u00eas), a cu\u00edca (bantu\/africano), a caixa (europeia), o agog\u00f4 (iorub\u00e1\/africano) e da\u00ed por diante. <strong>Ali\u00e1s, convidamos voc\u00ea a descobrir a origem de outros instrumentos \u2013 segue a lista: tamborim, repinique, agog\u00f4, reco-reco, chocalho, ganz\u00e1, repique de m\u00e3o, alfaia, timbal, xequer\u00ea e tri\u00e2ngulo. Voc\u00ea vai se surpreender!<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/carna03.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4161\" width=\"652\" height=\"435\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Voc\u00ea conhece o agog\u00f4? \u00c9 um instrumento de Carnaval que nasceu com o povo Yourub\u00e1, na Nig\u00e9ria, e veio ao Brasil com os povos escravizados.<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>O Carnaval no Brasil moderno<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Seguindo daqui: a festa foi se organizando, se conformando, at\u00e9 chegar aos s\u00e9culos 19 e 20. Em um Brasil independente e cada vez mais urbano, com acesso a novas tecnologias comunicacionais \u2013 o r\u00e1dio, o disco, a tev\u00ea \u2013, o carnaval cresceu e os sambistas come\u00e7aram a ter mais reconhecimento.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Muitos deles, mulheres e homens negros oriundos de comunidades carentes economicamente. Outros, vindos de uma classe m\u00e9dia urbana. Uma lista que inclui nomes como Cartola, Noel Rosa, Nelson Cavaquinho, Clara Nunes, Alcione, Paulinho da Viola, Candeia, Batatinha, Beth Carvalho, Adoniram Barbosa, Martinho da Vila, Nelson Sargento, Clementina de Jesus, Jamel\u00e3o, Elza Soares, Zeca Pagodinho, Dona Ivone Lara e muitos outros!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A valoriza\u00e7\u00e3o do samba e dos demais ritmos carnavalescos (como o coco, o frevo, o maracatu e o carimb\u00f3) n\u00e3o foi, evidentemente, um processo simples ou pac\u00edfico \u2013 ela foi poss\u00edvel, na verdade, gra\u00e7as ao enorme valor cultural envolvido. <strong>Por muito tempo, especialmente as manifesta\u00e7\u00f5es associadas \u00e0s ra\u00edzes n\u00e3o europeias foram vistas com suspei\u00e7\u00e3o e preconceito. Aos poucos, por\u00e9m, esse preconceito vem sendo superado.<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"600\" height=\"346\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/carna06.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4163\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>O artista franc\u00eas Jean Baptiste Debret registrou muitas festas e folguedos no Brasil. Como esses &#8220;Meninos brincando de Soldados&#8221;, de 1827.<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Um Brasil de muitos carnavais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Se voc\u00ea fechasse os olhos e pensasse no Carnaval brasileiro, que imagem viria \u00e0 sua cabe\u00e7a? A das escolas de samba do Rio e de S\u00e3o Paulo? Das ruas de Salvador? Do frevo das ladeiras de Olinda e Recife? Dos maracatus de Pernambuco? Dos blocos do Rio e de muitas capitais brasileiras? Do boi-bumb\u00e1 do Norte e Nordeste? Dos desfiles de fantasia? Qualquer uma delas \u00e9 perfeita! Isso porque <strong>o Carnaval brasileiro \u00e9 multifacetado \u2013 s\u00e3o muitos carnavais, com atra\u00e7\u00f5es para todos os gostos, at\u00e9 mesmo para pessoas de outros pa\u00edses!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No s\u00e9culo 21, em nosso tempo, o Carnaval brasileiro \u00e9 uma festa de alcance internacional. Com a chegada de tecnologias digitais ainda mais poderosas \u2013 e um investimento pesado de empresas e do poder p\u00fablico \u2013, propaga suas m\u00fasicas, artistas e modas com uma velocidade impressionante.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao mesmo tempo, por\u00e9m, em especial na \u00e1rea rural e em comunidades mais afastadas e\/ou mais tradicionais, cultiva antigas dan\u00e7as, ritmos e fantasias. Em s\u00edntese: \u00e9 um Carnaval poderoso, que pode ser visto, lido e curtido em diferentes formatos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Assim, esquente o seu pandeiro (ou n\u00e3o!) e bom Carnaval!<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"600\" height=\"400\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/carna07.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4164\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>O bloco e o trio el\u00e9trico &#8211; cria\u00e7\u00f5es do Carnaval brasileiro!<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Para ir mais longe \u2013 sites que trazem conte\u00fados hist\u00f3ricos e educativos sobre o Carnaval<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/enciclopedia.itaucultural.org.br\/\">Enciclop\u00e9dia Ita\u00fa Cultural<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/www.museuafrobrasil.org.br\/\">Museu Afro Brasil<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/artsandculture.google.com\/story\/DQXhlc-2T3zaIQ?hl=pt-BR\">O Frevo e sua Hist\u00f3ria \u2013 Google Arts &amp; Culture<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.museudosamba.org.br\/\">Museu do Samba (RJ)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/dicionariompb.com.br\">Dicion\u00e1rio Cravo Albin da M\u00fasica Popular Brasileira<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Todos os anos, para a alegria de muita gente (e at\u00e9 para o desgosto de quem n\u00e3o gosta da festa), tem Carnaval: \u00e9 tempo de bloco na rua, fantasia, samba enredo, confete, escola de samba, pandeiro, cu\u00edca, maracatu, brincadeira, marchinha, trio el\u00e9trico, ala das baianas, abad\u00e1 e muita dan\u00e7a. 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