{"id":4197,"date":"2025-02-27T16:06:44","date_gmt":"2025-02-27T19:06:44","guid":{"rendered":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/?p=4197"},"modified":"2025-03-05T14:29:17","modified_gmt":"2025-03-05T17:29:17","slug":"viagem-fantastica-a-era-dos-nanorrobos-ja-comecou","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/viagem-fantastica-a-era-dos-nanorrobos-ja-comecou\/","title":{"rendered":"\u201cViagem Fant\u00e1stica\u201d: a era dos nanorrob\u00f4s j\u00e1 come\u00e7ou!"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/nano01.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4198\" width=\"493\" height=\"335\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica de um nanorrob\u00f4 produzida por IA.<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 quem n\u00e3o saiba o que s\u00e3o rob\u00f4s, n\u00e3o \u00e9 verdade? Rob\u00f4s s\u00e3o m\u00e1quinas programadas e que executam tarefas de forma autom\u00e1tica. O termo, surgido h\u00e1 cerca de cem anos em uma obra de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica do escritor checo <strong>Karel \u010capek<\/strong>, tamb\u00e9m serve para identificar m\u00e1quinas \u201ccom cara de gente\u201d, como as que vemos nos filmes.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/553px-Karel_Capek_podepisuje_prvni_vytisky_Povetrone_Pestry_tyden_27.1.1934.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4200\" width=\"152\" height=\"198\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em><strong>Karel \u010capek<\/strong>. Fonte: Wikipedia.<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Mas, voc\u00ea sabe o que s\u00e3o nanorrob\u00f4s? Devem ser rob\u00f4s bem pequenininhos, certo? Certo! Nanorrob\u00f4s s\u00e3o m\u00e1quinas espetaculares, que passaram a ser desenvolvidas e aprimoradas nos \u00faltimos anos para miss\u00f5es bem especiais. Vamos conhec\u00ea-las? Seja bem-vindo a mais uma edi\u00e7\u00e3o de \u201cFuturo Presente\u201d!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Pequenininhos, mesmo!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Tudo o que come\u00e7a com o prefixo \u201cnano\u201d, quando o assunto \u00e9 ci\u00eancia e tecnologia, \u00e9 bem pequeno. E bota pequeno nisso! Para se ter uma ideia, um nan\u00f4metro equivale a um bilion\u00e9simo de metro (1 nm = 10\u207b\u2079 metros). <strong>Se esse n\u00famero n\u00e3o diz muita coisa, basta imaginar a espessura de um fio de cabelo&#8230; e dividi-la por cem mil!<\/strong> \u00c9 muito pequeno, at\u00f4mico mesmo! Tanto, que s\u00f3 pode ser visto com microsc\u00f3pios eletr\u00f4nicos, que s\u00e3o os mais potentes. Ali\u00e1s, se usamos \u00e1tomos como refer\u00eancia, 1 nm equivale a algo entre 3 a 5 \u00e1tomos alinhados.<\/p>\n\n\n\n<p>Com essa medida em mente, podemos pensar, de modo geral, em nanorrob\u00f4s: s\u00e3o m\u00e1quinas constru\u00eddas em escala nano, ou seja, com por\u00e7\u00f5es muito reduzidas, at\u00f4micas, de mat\u00e9ria. E, mesmo assim, s\u00e3o capazes de realizar tarefas complexas, como transportar medicamentos para dentro de c\u00e9lulas cancerosas, por exemplo. Elas s\u00e3o compostas por um motor, que possibilita seus movimentos, e por um sensor, que permite uma resposta diante de determinadas situa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>E, ao contr\u00e1rio do que manda a nossa imagina\u00e7\u00e3o (n\u00e3o h\u00e1 como n\u00e3o imagin\u00e1-los como aquelas m\u00e1quinas humanoides dos filmes), eles, de modo geral, s\u00e3o mais parecidos com um peda\u00e7o de tecido com capacidade de rea\u00e7\u00e3o: quando \u201cpercebem\u201d um alvo (uma c\u00e9lula cancerosa, por exemplo), podem mudar de forma, catalisar (ou seja, acionar uma rea\u00e7\u00e3o) e \u201cdisparar\u201d uma subst\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Viagem Fant\u00e1stica<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/nano02.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4199\" width=\"377\" height=\"281\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Fonte: Wikipedia.<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Em 1966, o filme <strong>\u201cViagem Fant\u00e1stica\u201d<\/strong> (\u201cFantastic Voyage\u201d &#8211; cartaz do filme ao lado), um grande sucesso do cinema de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, trouxe uma ideia instigante: na hist\u00f3ria, cientistas conseguem miniaturizar objetos e seres vivos em uma escala muito reduzida. Ent\u00e3o, eles miniaturizam uma \u201cnave\u201d, com tripula\u00e7\u00e3o e tudo, e a injetam na corrente sangu\u00ednea de uma pessoa com um co\u00e1gulo no c\u00e9rebro; a miss\u00e3o dos \u201corganismautas\u201d \u2013 se podemos batiz\u00e1-los assim \u2013 seria drenar este co\u00e1gulo e salvar a vida do paciente. Legal, n\u00e9? Legal e engenhoso!<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda n\u00e3o conseguimos criar uma tecnologia que reduza o tamanho de um objeto; por\u00e9m, j\u00e1 temos nas l\u00e2minas dos microsc\u00f3pios muitos nanorrob\u00f4s especialmente criados para miss\u00f5es semelhantes \u00e0 do filme. Vamos descobrir quando tudo come\u00e7ou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Entram em cena os \u201cnanobots\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/RichardFeynman-PaineMansionWoods1984_copyrightTamikoThiel_bw.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4201\" width=\"200\" height=\"230\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em><strong><strong>Richard Feynman<\/strong><\/strong>.  Fonte: Wikipedia.<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>O ano era 1959. Em uma confer\u00eancia nos Estados Unidos, o f\u00edsico <strong>Richard Feynman<\/strong>, vencedor do Pr\u00eamio Nobel em 1965, usou pela primeira vez a express\u00e3o \u201cnanobots\u201d (em portugu\u00eas, \u201cnanorrob\u00f4s\u201d) para se referir a futuras m\u00e1quinas, em escala nanom\u00e9trica, capazes de curar doen\u00e7as card\u00edacas com interven\u00e7\u00f5es ao mesmo tempo muito reduzidas e precisas. Alguns anos depois, outro cientista, <strong>Eric Drexler<\/strong>, aproveitou a ideia para escrever um livro em que falava da possibilidade de constru\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas em escala molecular, para uso em aplica\u00e7\u00f5es no campo da biologia celular.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1999, o f\u00edsico <strong>Robert Freitas Jr.<\/strong> lan\u00e7ou o primeiro estudo com foco na viabilidade e no desenvolvimento desses aparelhos. Ele prop\u00f4s a cria\u00e7\u00e3o de nanorrob\u00f4s m\u00e9dicos, a que batizou \u201crespir\u00f3citos\u201d \u2013 sua fun\u00e7\u00e3o seria semelhante \u00e0 dos gl\u00f3bulos vermelhos. A partir de ent\u00e3o, os estudos e as inven\u00e7\u00f5es n\u00e3o pararam mais!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Desafios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Tendo em mente o tamanho das m\u00e1quinas, podemos concluir que sua produ\u00e7\u00e3o implique por\u00e7\u00f5es min\u00fasculas de materiais e ferramentas igualmente nanosc\u00f3picas \u2013 o que pede investimentos altos e muito conhecimento. E \u00e9 isso mesmo! Em nosso tempo, os nanorrob\u00f4s s\u00e3o produzidos a partir de materiais org\u00e2nicos, como prote\u00ednas e polinucleot\u00eddeos (mol\u00e9culas formadas por nucleot\u00eddeos, que s\u00e3o os blocos b\u00e1sicos do DNA e RNA), e tamb\u00e9m a partir de materiais inorg\u00e2nicos como metais (como a prata e o ouro) ou diamante.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Helical_nanomotor.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4202\" width=\"423\" height=\"273\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Nanomotor helicoidal coberto por um filme de ferro<\/em>. Fonte: Wikipedia.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>A coisa, por\u00e9m, \u00e9 bem complexa.<\/strong> Como observamos alguns par\u00e1grafos acima, essas m\u00e1quinas possuem sensores e propulsores, e podem at\u00e9 contar com dep\u00f3sitos para o transporte de outros materiais em escala nano. Muitas vezes, inclusive, seu desenho foge \u00e0 ideia que temos do que seria uma m\u00e1quina \u2013 com engrenagens e bra\u00e7os, por exemplo, comuns aos equipamentos mec\u00e2nicos que fazem parte do nosso dia a dia.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa complexidade torna o desenvolvimento dos nanorrob\u00f4s muito desafiador. Como construir componentes t\u00e3o pequenos? Como energiz\u00e1-los? Como, enfim, comunicar-se com eles? E \u00e9 necess\u00e1rio pensar, tamb\u00e9m, em como o ambiente em que v\u00e3o atuar reage \u00e0 sua presen\u00e7a \u2013 poder\u00e1 ocorrer, por exemplo, algum tipo de contamina\u00e7\u00e3o? E, depois que a tarefa for cumprida, o organismo ou ambiente hospedeiro precisar\u00e1 \u201cexpulsar\u201d os nanorrob\u00f4s? Os cientistas est\u00e3o buscando respostas a essas e outras perguntas. Eles buscam solu\u00e7\u00f5es em um maior conhecimento da pr\u00f3pria natureza (do funcionamento dos tecidos humanos, por exemplo), em t\u00e9cnicas ainda mais refinadas para a constru\u00e7\u00e3o das m\u00e1quinas, para a comunica\u00e7\u00e3o com os \u201cnanos\u201d e para o controle das subst\u00e2ncias que podem ser transportadas por eles.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo com tantos desafios, o campo da nanorrob\u00f3tica est\u00e1 crescendo. Um exemplo recente \u2013 do segundo semestre de 2024 \u2013 <a href=\"https:\/\/www.cnnbrasil.com.br\/saude\/cientistas-desenvolvem-nanorrobos-que-podem-matar-celulas-cancerigenas\/\"><strong>vem do Instituto Karolinska<\/strong><\/a>, da Su\u00e9cia. L\u00e1, pesquisadores criaram nanorrob\u00f4s que matam c\u00e9lulas cancerosas e reduzem o crescimento de tumores. Ao \u201cler\u201d o tecido celular onde est\u00e3o mergulhados \u2013 a partir do contato com subst\u00e2ncias qu\u00edmicas e at\u00e9 de respostas eletromagn\u00e9ticas associadas ao metabolismo \u2013, eles s\u00e3o capazes de identificar as c\u00e9lulas doentes, que, ent\u00e3o, s\u00e3o atacadas e destru\u00eddas, sem preju\u00edzo \u00e0s c\u00e9lulas saud\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Outras aplica\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Se os usos e o potencial da nanorrob\u00f3tica na Medicina s\u00e3o apaixonantes, imagine que os \u201cnanos\u201d tamb\u00e9m podem ser usados em muitas outras \u00e1reas. Quer alguns exemplos?<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li>Na restaura\u00e7\u00e3o e limpeza de obras de arte e pe\u00e7as arqueol\u00f3gicas, que pedem, sempre, interven\u00e7\u00f5es muito cuidadosas;<\/li>\n\n\n\n<li>Na montagem e repara\u00e7\u00e3o de componentes eletr\u00f4nicos em escala microsc\u00f3pica;<\/li>\n\n\n\n<li>Na despolui\u00e7\u00e3o de rios e no tratamento da \u00e1gua;<\/li>\n\n\n\n<li>No monitoramento e na nutri\u00e7\u00e3o de zonas de cultivo.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Para todos esses casos, vale observar, n\u00e3o estamos falando de nanorrob\u00f4s isolados, mas de verdadeiros \u201cex\u00e9rcitos\u201d de nanom\u00e1quinas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/nano05.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4203\" width=\"552\" height=\"356\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica, gerada por IA, de um rob\u00f4 restaurando uma obra de arte. No caso dos &#8220;nanos&#8221;, a escala \u00e9 infinitamente menor!<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>E o Brasil?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em nosso pa\u00eds, h\u00e1 v\u00e1rias iniciativas no campo da nanotecnologia, inclusive algumas que trabalham com nanorrob\u00f4s. Na medida, por\u00e9m, em que esse \u00e9 um campo que exige grande investimento, muita especializa\u00e7\u00e3o e interdisciplinaridade, o Brasil n\u00e3o est\u00e1 na vanguarda \u2013 caso de pa\u00edses como Estados Unidos, China, Jap\u00e3o, Alemanha, Coreia e Su\u00ed\u00e7a. Esse \u201cclube\u201d, ali\u00e1s, \u00e9 bem restrito!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Mas, onde est\u00e3o os nossos \u201cnanoexperts\u201d?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Entre os centros acad\u00eamicos de pesquisa e forma\u00e7\u00e3o na \u00e1rea de nanotecnologia \u2013 que abrange a nanorrob\u00f3tica -, podemos citar as seguintes institui\u00e7\u00f5es: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio de Janeiro (PUC-Rio); Universidade de S\u00e3o Paulo (USP); Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR); Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP); Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Da fic\u00e7\u00e3o&#8230; para a sua vida!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O caminho dos nanorrob\u00f4s \u00e9 longo e est\u00e1 s\u00f3 come\u00e7ando (e olhe, que j\u00e1 s\u00e3o muitas as conquistas!). E, com o aporte de novas tecnologias \u00e0s pesquisas \u2013 como as de novos materiais e, certamente, a da IA \u2013, \u00e9 de se esperar que, nos pr\u00f3ximos anos, tenhamos muitas not\u00edcias sobre essas \u201cmaquininhas\u201d t\u00e3o instigantes. Um dos campos mais promissores, sem d\u00favida, \u00e9 o da sa\u00fade, no tratamento de tumores, na reconstru\u00e7\u00e3o de tecidos, no ataque a v\u00edrus e no tratamento de aneurismas, por exemplo. Em s\u00edntese: \u00e9 Futuro Presente!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>#DESAFIO:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Agora, pare e pense: se voc\u00ea fosse um cientista, que tipo de solu\u00e7\u00e3o voc\u00ea criaria usando nanorrob\u00f4s?<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o h\u00e1 quem n\u00e3o saiba o que s\u00e3o rob\u00f4s, n\u00e3o \u00e9 verdade? Rob\u00f4s s\u00e3o m\u00e1quinas programadas e que executam tarefas de forma autom\u00e1tica. 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