{"id":4554,"date":"2026-01-26T10:07:05","date_gmt":"2026-01-26T13:07:05","guid":{"rendered":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/?p=4554"},"modified":"2026-01-26T10:08:02","modified_gmt":"2026-01-26T13:08:02","slug":"as-raizes-africanas-do-carnaval-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/as-raizes-africanas-do-carnaval-brasileiro\/","title":{"rendered":"As ra\u00edzes africanas do Carnaval brasileiro"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1015\" height=\"518\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/CARNAVAL_00.jpg\" alt=\"Carnaval Brasileiro. Fonte: Getty Images.\" class=\"wp-image-4555\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Multid\u00f5es nas ruas, m\u00fasica, alegria, calor, brilho, criatividade e muito trabalho conjunto. S\u00f3 quem vive no <strong>\u201cpa\u00eds do Carnaval\u201d<\/strong> tem a dimens\u00e3o da import\u00e2ncia sociocultural que a festa pode alcan\u00e7ar. Outros pa\u00edses, \u00e9 claro, tamb\u00e9m festejam o Carnaval \u2013 uma celebra\u00e7\u00e3o de origem europeia <strong>relacionada ao calend\u00e1rio da Igreja<\/strong> desde a Idade M\u00e9dia, h\u00e1 pelo menos mil anos \u2013, mas s\u00f3 no Brasil houve essa fus\u00e3o criativa de culturas com resultados t\u00e3o brilhantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta edi\u00e7\u00e3o momesca de <strong>#Educa\u00e7\u00e3oHumaniza<\/strong>, vamos investigar as <strong>origens africanas<\/strong> do Carnaval brasileiro. Aque\u00e7a os tamborins&#8230; e venha com a gente!<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A busca por uma origem<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Quando buscamos as ra\u00edzes africanas do Carnaval brasileiro, a pergunta a se fazer \u00e9: <strong>como se deu essa aproxima\u00e7\u00e3o?<\/strong> Afinal, como apontamos acima, a festa est\u00e1 diretamente ligada ao catolicismo europeu. O Carnaval \u00e9 uma <strong>\u201ccompensa\u00e7\u00e3o pr\u00e9via\u201d<\/strong>, feita de excessos e alegria, antes da quaresma, per\u00edodo de observ\u00e2ncia de jejuns, abstin\u00eancia e ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Dito isso, vem a pergunta: o que, afinal, os <strong>povos africanos<\/strong> \u2013 muitos dos quais, originalmente seguidores de religi\u00f5es tradicionais pr\u00f3prias ou, ent\u00e3o, mu\u00e7ulmanos \u2013 tinham a ver com esse calend\u00e1rio?<\/p>\n\n\n\n<p>A resposta passa pela <strong>pol\u00edtica colonial portuguesa<\/strong>, que somava a viol\u00eancia da escraviza\u00e7\u00e3o, a economia transatl\u00e2ntica e a imposi\u00e7\u00e3o religiosa. Vamos saber mais.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1015\" height=\"449\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/CARNAVAL_01.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4556\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Representa\u00e7\u00e3o de Carnaval medieval por Pieter Bruegel, o Velho (1559). Fonte: Wikipedia.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Um drama em dois continentes<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>S\u00f3 de imaginar o processo de escraviza\u00e7\u00e3o aplicado pelos portugueses (e por outros povos europeus) <strong>entre o s\u00e9culo XVI e a primeira metade do s\u00e9culo XIX<\/strong>, a gente j\u00e1 se arrepia. N\u00e3o \u00e9 caso, por\u00e9m, de s\u00f3 imaginar, uma vez que ele est\u00e1 bem documentado em obras como <strong>\u201cO Navio Negreiro\u201d<\/strong>, de Castro Alves, a trilogia \u201cEscravid\u00e3o\u201d, de Laurentino Gomes, e em \u201cCasa Grande e Senzala\u201d, de Gilberto Freyre. \u00c9, sim, caso de indignar-se \u2013 e de tentar acrescentar uma camada extra de compreens\u00e3o sobre a hist\u00f3ria do nosso pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>No <strong>tr\u00e1fico transatl\u00e2ntico<\/strong>, mulheres, homens e crian\u00e7as eram arrancados de sua terra natal na <strong>Costa Ocidental Africana<\/strong> (Golfo de Benin, Angola, Congo, Mo\u00e7ambique) \u2013, sequestrados ou, ent\u00e3o, vendidos como prisioneiros para mercadores de pessoas \u2013 e enviados ao Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Aqui, se sobrevivessem \u00e0s condi\u00e7\u00f5es dur\u00edssimas da travessia, eram revendidos e empregados na lavoura extensiva de culturas como a cana-de-a\u00e7\u00facar e caf\u00e9 (o chamado \u201ceito\u201d), atividades dom\u00e9sticas e obras p\u00fablicas.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse processo, em nome do controle por seus dominadores, <strong>eram convertidos \u00e0 for\u00e7a ao catolicismo<\/strong>, religi\u00e3o oficial do imp\u00e9rio portugu\u00eas. Tinham suas pr\u00e1ticas religiosas originais proibidas, eram batizados com nomes crist\u00e3os (muitas vezes, os sobrenomes de seus \u201csenhores\u201d ou, ent\u00e3o, de ordens religiosas) <strong>e eram obrigados a participar de cerim\u00f4nias e rituais do calend\u00e1rio lit\u00fargico.<\/strong> E \u00e9 justamente esse o ponto de intersec\u00e7\u00e3o, o ponto de partida da rela\u00e7\u00e3o entre o Carnaval e as culturas africanas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1015\" height=\"319\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/CARNAVAL_02.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4558\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Plano construtivo do navio negreiro ingl\u00eas \u201cBrooks\u201d (s\u00e9c. XIX). Fonte: Wikipedia.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Espa\u00e7os de resist\u00eancia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Movimentos de resist\u00eancia \u00e0 domina\u00e7\u00e3o passam, muitas vezes, pela percep\u00e7\u00e3o daqueles espa\u00e7os em que \u00e9 poss\u00edvel entrar e <strong>afirmar a pr\u00f3pria identidade<\/strong>. Foi exatamente isso que aconteceu em rela\u00e7\u00e3o ao Carnaval, festa popular que, por seu car\u00e1ter disruptivo e irreverente, abriu espa\u00e7o para manifesta\u00e7\u00f5es culturais africanas. Uma festa de ru\u00eddos, bulha e invers\u00e3o criativa, como bem observou o fil\u00f3sofo <strong>Mikhail Bakhtin<\/strong>, grande especialista no tema e em sua rela\u00e7\u00e3o com a cultura.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse momento t\u00e3o interessante, t\u00e3o peculiar, essas manifesta\u00e7\u00f5es negras \u2013 que, por sua rela\u00e7\u00e3o com a quaresma, se ligavam \u00e0 \u201caceita\u00e7\u00e3o\u201d da f\u00e9 cat\u00f3lica \u2013 surgiam e, aos poucos, tamb\u00e9m iam sendo incorporadas e transformadas em algo novo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 nesse encontro entre <strong>repress\u00e3o e criatividade<\/strong>, entre <strong>opress\u00e3o e resist\u00eancia<\/strong>, que surgem os batuques, os cortejos e os ritmos que moldaram o Carnaval brasileiro. Ou seriam \u201cos Carnavais brasileiros\u201d? \u00c9 o que vamos ver agora.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1015\" height=\"450\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/CARNAVAL_03.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4559\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>\u201cO Berimbau\u201d, desenho de Jean-Baptiste Debret (1768-1848). Fonte: Wikipedia.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>A presen\u00e7a negra nos muitos carnavais brasileiros<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Antes de avan\u00e7ar para as contribui\u00e7\u00f5es africanas ao carnaval brasileiro, \u00e9 interessante observar que o nosso pa\u00eds n\u00e3o possui apenas um carnaval, mas carnavais. A festa \u00e9 uma s\u00f3, mas com caracter\u00edsticas culturais locais.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 bem verdade que, nas \u00faltimas d\u00e9cadas, essa diversidade cedeu terreno a uma festa mais uniforme, mediada pelos meios de comunica\u00e7\u00e3o; mesmo assim, em v\u00e1rias regi\u00f5es ainda h\u00e1 festas bem caracter\u00edsticas, bem tradicionais, como os afox\u00e9s da Bahia e os Papangus do Carnaval de Bezerros (Pernambuco).<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, as fontes culturais que formam o nosso carnaval \u2013 europeias, ind\u00edgenas e africanas \u2013 podem aparecer com maior ou menor preval\u00eancia. A presen\u00e7a africana, por\u00e9m, \u00e9 sempre muito poderosa, em especial na sonoridade da celebra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1015\" height=\"571\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/CARNAVAL_04.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4557\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Papangus do Carnaval de Olinda, Pernambuco. Fonte: Wikipedia.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Do barulho aos ritmos carnavalescos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Bumbos, pratos, cornetas, matracas e gritos sempre fizeram parte do Carnaval. A <strong>\u201cbarulheira\u201d<\/strong> era uma das caracter\u00edsticas da celebra\u00e7\u00e3o medieval, que se opunha justamente ao sil\u00eancio que deveria ser guardado a seguir, na Quaresma.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi esse o contexto de entrada dos <strong>instrumentos musicais africanos tradicionais<\/strong>; eles n\u00e3o vieram, por\u00e9m, apenas como \u201cm\u00e1quinas de fazer barulho\u201d, mas chegaram trazendo <strong>ritmos, marca\u00e7\u00f5es e um sentido musical<\/strong>, o que contribuiu de forma decisiva para a musicalidade do Carnaval brasileiro em todas as suas vertentes \u2013 dos afox\u00e9s ao \u201cpartido alto\u201d, do frevo ao ax\u00e9. Ou seja: boa parte da m\u00fasica carnavalesca tem, sim, suas ra\u00edzes na \u00c1frica.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1015\" height=\"674\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/CARNAVAL_07.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4560\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Tocadores de tambor de Gana, \u00c1frica Ocidental. Fonte: Wikipedia.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>E que instrumentos africanos \u2013 ou herdeiros deles \u2013 encontramos no nosso Carnaval?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O mais c\u00e9lebre deles \u00e9 o <strong>pandeiro<\/strong>, cuja origem n\u00e3o \u00e9 apenas africana, mas que chegou a partir da \u00c1frica com os pr\u00f3prios escravizados ou, ent\u00e3o, com os portugueses sob influ\u00eancia dos povos \u00e1rabes do Norte da \u00c1frica.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1015\" height=\"483\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/CARNAVAL_05.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4561\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Pandeiro. Fonte: Getty Images.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Outra \u201cfigurinha carimbada\u201d \u00e9 a <strong>cu\u00edca<\/strong>, instrumento original\u00edssimo, comum no Carnaval carioca, herdeiro dos instrumentos africanos de fric\u00e7\u00e3o. Sua ideia \u00e9 interessante: materiais distintos s\u00e3o friccionados junto a uma caixa de resson\u00e2ncia, gerando um \u201cgemido\u201d muito peculiar. E, com habilidade, o sambista consegue fazer o instrumento \u201cfalar\u201d!<\/p>\n\n\n\n<p>Protagonistas nas cerim\u00f4nias das religi\u00f5es de matriz africana, os <strong>atabaques<\/strong> \u2013 tambores altos em forma de pinh\u00e3o \u2013 est\u00e3o muito presentes nos blocos afro e afox\u00e9s, imprimindo uma cad\u00eancia poderosa \u00e0s m\u00fasicas.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso do <strong>agog\u00f4<\/strong>, o pr\u00f3prio nome indica a origem do instrumento. \u00c9 uma palavra de origem <strong>iorub\u00e1<\/strong>, de povos que vivem no oeste da \u00c1frica (Nig\u00e9ria, Benin e Togo) e t\u00eam uma cultura musical muito rica \u2013 uma das grandes matrizes da nossa m\u00fasica carnavalesca. O agog\u00f4 \u00e9 um tipo de sino normalmente met\u00e1lico que, quando percutido com uma haste, gera um som agudo que participa diretamente da marca\u00e7\u00e3o do ritmo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1015\" height=\"388\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/CARNAVAL_06.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4562\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Agog\u00f4. Fonte: Getty Images.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><em>\u201cBum-bum, bum-bum, bum-bum&#8230;\u201d<\/em> \u2013 quando voc\u00ea est\u00e1 acompanhando um samba-enredo e percebe aqueles \u201cbatid\u00f5es\u201d l\u00e1 no fundo, graves e poderosos, pode ter certeza de que est\u00e1 escutando um ou mais <strong>surdos<\/strong> em a\u00e7\u00e3o. Esses grandes tambores, cujas dimens\u00f5es e profundidades podem variar, s\u00e3o essenciais no Carnaval brasileiro. E, \u00e9 claro, t\u00eam origem nos tambores cerimoniais africanos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conclus\u00e3o: a m\u00e3o que toca o tambor<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Instrumentos musicais n\u00e3o chegam sozinhos a uma festa e, evidentemente, tamb\u00e9m n\u00e3o tocam sozinhos. Por tr\u00e1s deles h\u00e1 <strong>pessoas e intencionalidade<\/strong>, conhecimentos pr\u00e9vios e cultura. Dito isso, podemos retomar uma ideia colocada alguns par\u00e1grafos acima, de que os povos africanos n\u00e3o apenas trouxeram instrumentos, <strong>mas colaboraram de forma decisiva para os ritmos e para a riqueza da m\u00fasica de carnaval <\/strong>\u2013 e, \u00e9 claro, para a pr\u00f3pria <strong>M\u00fasica Popular Brasileira (MPB)<\/strong>. Com intelig\u00eancia sonora, criatividade e sensibilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o se pode esquecer, tamb\u00e9m, que a presen\u00e7a negra \u2013 africana e afro-brasileira \u2013 tamb\u00e9m colaborou e colabora muito para a <strong>est\u00e9tica<\/strong> do Carnaval do Brasil e para a sua <strong>tem\u00e1tica<\/strong>. Nas dan\u00e7as, na corporeidade e nos enredos &#8211; sobre suas lutas, desafios, saudades, refer\u00eancias \u00e0s culturas, religi\u00f5es e religiosidades da \u00c1frica. E \u00e9 justamente isso que faz do Carnaval Brasileiro um espet\u00e1culo de alcance global.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Para saber mais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\"><strong>Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (MUNCAB)<\/strong><\/a><strong>, Salvador &#8211; <\/strong>O MUNCAB \u00e9 um museu com \u00eanfase na valoriza\u00e7\u00e3o de aspectos da cultura de matriz africana, destacando a sua influ\u00eancia sobre a cultura brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/museuafrobrasil.org.br\/\"><strong>Museu Afro Brasil Emanoel Araujo<\/strong><\/a><strong>, S\u00e3o Paulo \u2013<\/strong> Fundado em 2004, \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o da Secretaria de Cultura, Economia e Ind\u00fastria Criativas do Estado de S\u00e3o Paulo. Localizado no Parque Ibirapuera, ocupa 12 mil m\u00b2 e abriga um acervo com mais de 8 mil obras.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.museudosamba.org.br\/\"><strong>Museu do Samba<\/strong><\/a><strong>, Rio de Janeiro<\/strong> &#8211; O Museu do Samba nasceu como Centro Cultural Cartola, fundado em 2001 pelos netos de Cartola e Dona Zica, lideran\u00e7as da comunidade onde a institui\u00e7\u00e3o est\u00e1 sediada, na cidade do Rio de Janeiro, RJ. Desde 2007, \u00e9 respons\u00e1vel pela salvaguarda das Matrizes do Samba do Rio de Janeiro registradas como patrim\u00f4nio imaterial pelo IPHAN.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><a href=\"https:\/\/guiademuseus.com.br\/detalheponto.aspx?fk_ponto=78\">Instrumentos Musicais Tradicionais Afro-Brasileiros e Africanos<\/a><\/strong> \u2013 Da cole\u00e7\u00e3o do Centro Cultural Solar Ferr\u00e3o, de Salvador, Bahia.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/dicionariompb.com.br\/\"><strong>Dicion\u00e1rio Cravo Albin da M\u00fasica Popular Brasileira<\/strong><\/a> &#8211; \u00danico dicion\u00e1rio brasileiro dedicado exclusivamente \u00e0 M\u00fasica Popular Brasileira, iniciado em 1995 pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), por meio do Departamento de Letras, e pela Editora Francisco Alves, com o apoio t\u00e9cnico do IES \u2013 Engenharia de Inform\u00e1tica e Sistemas. Em 1999, o Minist\u00e9rio da Cultura retomou o projeto do Dicion\u00e1rio por meio da Funda\u00e7\u00e3o Biblioteca Nacional.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Multid\u00f5es nas ruas, m\u00fasica, alegria, calor, brilho, criatividade e muito trabalho conjunto. S\u00f3 quem vive no \u201cpa\u00eds do Carnaval\u201d tem a dimens\u00e3o da import\u00e2ncia sociocultural que a festa pode alcan\u00e7ar. 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