{"id":4837,"date":"2026-07-14T15:13:35","date_gmt":"2026-07-14T18:13:35","guid":{"rendered":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/?p=4837"},"modified":"2026-07-14T15:17:11","modified_gmt":"2026-07-14T18:17:11","slug":"a-licao-que-vem-com-os-caes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/a-licao-que-vem-com-os-caes\/","title":{"rendered":"A li\u00e7\u00e3o que vem com os c\u00e3es"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1200\" height=\"574\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/dogo_01.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4838\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Voc\u00ea sabia que 26 de agosto \u00e9 celebrado o \u201cDia Mundial do Cachorro\u201d?<\/strong> A data mobiliza muita gente para celebrar essa esp\u00e9cie peluda, alegre, inteligente e fiel com que mantemos uma rela\u00e7\u00e3o \u00fanica. Ali\u00e1s, conhecer a nossa parceria com os c\u00e3es \u00e9 <strong>transitar<\/strong> pela Cultura, Hist\u00f3ria, Biologia, Psicologia e pelo Direito. \u00c9 conhec\u00ea-los e conhecer a n\u00f3s mesmos \u2013 \u00e9 <strong>educa\u00e7\u00e3o<\/strong>! Nesta edi\u00e7\u00e3o de <strong>#Educa\u00e7\u00e3oHumaniza<\/strong>, vamos saber mais sobre como tudo come\u00e7ou.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Uma rela\u00e7\u00e3o sempre nova<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Quando pens\u00e1vamos que tudo sobre cachorros j\u00e1 havia sido vivido ou criado, a internet nos brinda com milh\u00f5es de v\u00eddeos que registram nossas intera\u00e7\u00f5es com eles. Sem contar os milhares de produtos que fazem com que a vida deles seja ainda mais feliz \u2013 e, sim, <strong>ainda mais parecida com a nossa!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1200\" height=\"574\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/dogo_02.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4839\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Pesquisas mostram que o <strong>processo de \u201chumaniza\u00e7\u00e3o\u201d<\/strong> desses animais se acelerou. Por um lado, h\u00e1 uma sensa\u00e7\u00e3o de proximidade e cumplicidade; por outro, novos <strong>arranjos socioculturais<\/strong> fazem com que os bichos ocupem um lugar especial em muitas fam\u00edlias. <strong>O resultado?<\/strong> Seres entendidos quase que como filhos ou irm\u00e3os, com cuidados, roupas, brinquedos, alimentos especiais e mais. C\u00e3es, enfim, do s\u00e9culo XXI, que olham do alto de <strong>milhares de anos de conviv\u00eancia<\/strong>. \u00c9 esse passado que vamos conhecer agora.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O lobo que chegou mais perto<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para come\u00e7ar, \u00e9 interessante situar os c\u00e3es dentro da natureza. Afinal, eles constituem <strong>uma \u00fanica esp\u00e9cie<\/strong>? Sim! E ela atende pelo nome de <em>Canis lupus familiaris<\/em>. E descende do <strong>lobo cinzento<\/strong> (<em>Canis lupus<\/em>)que possui popula\u00e7\u00f5es naturais na \u00c1sia, Europa e Am\u00e9rica do Norte.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1200\" height=\"574\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/dogo_03.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4840\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Ind\u00edcios mostram que a domestica\u00e7\u00e3o dos lobos cinzentos aconteceu <strong>entre 30 mil e 15 mil anos no passado<\/strong>, em v\u00e1rios lugares. Na medida em que as popula\u00e7\u00f5es cresciam, aumentava a intera\u00e7\u00e3o com os lobos, que se aproximavam <strong>em busca de comida<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses animais despertavam interesse por sua pele e tamb\u00e9m por sua ferocidade, que, se devidamente controlada, poderia representar um diferencial de poder.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O lobo amigo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nossos antepassados perceberam que alguns lobos eram menos agressivos e mais soci\u00e1veis. E fizeram uso dessa informa\u00e7\u00e3o ao <strong>selecionar filhotes<\/strong> \u201cmais desej\u00e1veis\u201d, que eram criados. Com o tempo, esses tra\u00e7os gen\u00e9ticos acabaram se firmando pela sele\u00e7\u00e3o humana e foram \u201cconstruindo\u201d os c\u00e3es dom\u00e9sticos. O que significa que esses animais constituem <strong>uma esp\u00e9cie gerada culturalmente<\/strong>!<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1200\" height=\"574\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/dogo_04.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4841\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O c\u00e3o crian\u00e7a<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Se voc\u00ea observar um lobo cinzento, perceber\u00e1 uma <strong>ferocidade natural<\/strong>. Os lobos adultos s\u00e3o independentes, t\u00eam hierarquia definida, raramente latem e brincam pouco. Fisicamente, possuem as orelhas levantadas e o focinho longo.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 os c\u00e3es podem ser ferozes e desconfiados. Mas, na m\u00e9dia, s\u00e3o amig\u00e1veis, curiosos e brincalh\u00f5es. Suas orelhas s\u00e3o ca\u00eddas e o tamanho de seu focinho varia enormemente. <strong>Tra\u00e7os t\u00edpicos de lobos filhotes!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O que explica esse fen\u00f4meno \u00e9 a chamada <strong>neotenia<\/strong>: a manuten\u00e7\u00e3o, em animais adultos, de tra\u00e7os infantis, que se d\u00e1 pela sele\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica. Aqueles tra\u00e7os preferidos pelos humanos, de que tratamos acima.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>E o olhar pid\u00e3o?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Pesquisas mostraram que os c\u00e3es diferem dos lobos por mudan\u00e7as em um <strong>m\u00fasculo situado ao redor dos olhos<\/strong>, o <em>levator anguli oculi medialis<\/em>, normalmente ausente ou reduzido nos \u201cprimos selvagens\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1200\" height=\"574\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/dogo_05.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4842\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Esse m\u00fasculo, devidamente evolu\u00eddo, permite aos cachorros fazer o famoso <strong>\u201colhar pid\u00e3o\u201d<\/strong>! Um processo evolutivo que surgiu sem que nos d\u00e9ssemos conta. N\u00e3o \u00e9 exagero dizer que os c\u00e3es evolu\u00edram para nos conquistar&#8230; pelo olhar!<\/p>\n\n\n\n<p>Configurado o bicho, perguntamos: quando surgiram as <strong>primeiras ra\u00e7as<\/strong> de c\u00e3es?<\/p>\n\n\n\n<p><strong>C\u00e3es sob medida<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A domestica\u00e7\u00e3o aconteceu na <strong>Eur\u00e1sia e na Am\u00e9rica do Norte<\/strong>. No entanto, existem ra\u00e7as antigas de c\u00e3es tamb\u00e9m na <strong>\u00c1frica, Am\u00e9ricas Central e do Sul e Austr\u00e1lia<\/strong>. Isso se explica pela circula\u00e7\u00e3o dos grupos humanos em tempos remotos. Essas popula\u00e7\u00f5es se deslocavam e levavam seus bichos, que cruzavam entre si ou, ent\u00e3o, com outros c\u00e3es locais. O que, ao longo do tempo, gerou as primeiras ra\u00e7as!<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Um c\u00e3o para cada grupo humano<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As ra\u00e7as, vale observar, tamb\u00e9m eram assentadas com base nas <strong>atividades econ\u00f4micas<\/strong>. Grupos n\u00f4mades, por exemplo, demandavam c\u00e3es capazes de caminhar e correr muito, controlar outros animais e resistir ao frio. Essa \u201cconstru\u00e7\u00e3o sob medida\u201d tem nome: diversifica\u00e7\u00e3o funcional.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1200\" height=\"574\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/dogo_06.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4843\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>As ra\u00e7as antes das ra\u00e7as<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As primeiras ra\u00e7as caninas surgiram antes da ideia de ra\u00e7a. \u00c9 que, por mil\u00eanios, as pessoas tinham seus animais e n\u00e3o se davam conta de suas caracter\u00edsticas. Essa percep\u00e7\u00e3o aconteceu na <strong>Idade M\u00e9dia europeia<\/strong>, quando ser ligado a um bicho da ra\u00e7a \u201cx\u201d ou \u201cy\u201d passou a indicar status profissional ou social.<\/p>\n\n\n\n<p>As ra\u00e7as \u201cexplodiram\u201d<strong> a partir do s\u00e9culo XVIII <\/strong>e cresceram ainda mais com o avan\u00e7o nos conhecimentos sobre gen\u00e9tica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Do Himalaia ao M\u00e9xico: as ra\u00e7as mais antigas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para encontrar a ra\u00e7a canina mais antiga \u00e9 preciso olhar para o \u201cteto do mundo\u201d. \u00c9 l\u00e1 onde vive o <strong>mastim tibetano<\/strong>, cuja diferencia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica em rela\u00e7\u00e3o aos lobos cinzentos teria ocorrido h\u00e1 58 mil anos!<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1200\" height=\"574\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/dogo_07.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4844\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Na Gr\u00e9cia, os antigos c\u00e3es de grande porte eram chamados de <strong>\u201cmolossos\u201d<\/strong> (\u039c\u03bf\u03bb\u03bf\u03c3\u03c3\u03cc\u03c2), nome que deriva de uma antiga tribo de \u00c9piro. Pois os molossos s\u00e3o a base de algumas das ra\u00e7as mais antigas da Europa, como o mastim ingl\u00eas, o mastim napolitano, o s\u00e3o bernardo, o dogue alem\u00e3o, o rottweiler e c\u00e3o-pastor grego. E s\u00e3o \u201cav\u00f3s\u201d do <strong>fila brasileiro<\/strong>, ra\u00e7a configurada aqui pelos portugueses a partir dos s\u00e9culos XVI e XVII.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m h\u00e1 ra\u00e7as antigas fora do eixo euroasi\u00e1tico. Como o <strong>basenji<\/strong>, da \u00c1frica Central (4 mil anos), o <strong>saluki<\/strong>, do Egito (7 mil anos) e o <strong>xoloitzcuintle<\/strong>, do M\u00e9xico (o chamado \u201cc\u00e3o pelado mexicano\u201d, de pelo menos 3 mil anos &#8211; foto). Hoje, essas esp\u00e9cies fazem parte de uma lista de ao menos 300 ra\u00e7as caninas, sem contar os <strong>\u201cvira-latas\u201d<\/strong> \u2013 que formam uma maioria muito querida. Bichos grandes, pequenos, peludos, pelados, pernaltas, compridos, atarracados&#8230;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1200\" height=\"574\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/dogo_08.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4845\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os c\u00e3es do mundo no s\u00e9culo XXI<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Estados nacionais, crescimento da vida urbana, Revolu\u00e7\u00e3o Industrial, Reforma religiosa, fortalecimento da burguesia, navega\u00e7\u00f5es, projeto colonial e descoloniza\u00e7\u00e3o, Revolu\u00e7\u00e3o Cient\u00edfico-tecnol\u00f3gica, aproxima\u00e7\u00e3o e choque entre povos. Nos \u00faltimos 400 anos, a humanidade vivenciou um <strong>processo acelerado de transforma\u00e7\u00f5es<\/strong> que tamb\u00e9m afetou os c\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n<p>A come\u00e7ar pela dissemina\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de novas ra\u00e7as, o surgimento dos primeiros <strong>clubes de criadores<\/strong> (o mais antigo \u00e9 o ingl\u00eas <em>The Kennel Club<\/em>, de 1873) e o nascimento de uma ind\u00fastria voltada ao bem-estar animal. Hoje, apenas para se ter uma ideia, o mercado global de alimenta\u00e7\u00e3o canina movimenta <strong>mais de US$ 100 bilh\u00f5es por ano<\/strong>!<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1200\" height=\"574\" src=\"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/dogo_09.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4846\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Um movimento t\u00e3o intenso tamb\u00e9m alterou a forma como vemos e convivemos com os c\u00e3es. Em legisla\u00e7\u00f5es de todo o mundo, eles se tornaram <strong>sujeitos de direitos<\/strong>, assumindo uma posi\u00e7\u00e3o \u00fanica entre todas as esp\u00e9cies. E que nos permite, inclusive, refletir sobre o nosso pr\u00f3prio papel em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s outras esp\u00e9cies e ao mundo. <strong>E celebrar o Dia Mundial do Cachorro!<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea sabia que 26 de agosto \u00e9 celebrado o \u201cDia Mundial do Cachorro\u201d? A data mobiliza muita gente para celebrar essa esp\u00e9cie peluda, alegre, inteligente e fiel com que mantemos uma rela\u00e7\u00e3o \u00fanica. Ali\u00e1s, conhecer a nossa parceria com os c\u00e3es \u00e9 transitar pela Cultura, Hist\u00f3ria, Biologia, Psicologia e pelo Direito. \u00c9 conhec\u00ea-los e conhecer [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[208,130,196],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4837"}],"collection":[{"href":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4837"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4837\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4848,"href":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4837\/revisions\/4848"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4837"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4837"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoraopet.com.br\/blog_opet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4837"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}