Reconhecimento: Vilhena premia seus “Alunos Nota 10”

Município parceiro da Editora Opet em RO avançou significativamente na Educação nos últimos anos

Previsto em lei, o “Aluno Nota 10” valoriza os estudantes e o trabalho das escolas. Fonte: SMCS/Vilhena

A noite de ontem, quarta-feira (24), foi de celebração em Vilhena, um dos principais parceiros da Editora Opet em Rondônia. Em uma cerimônia realizada no salão nobre da Faculdade Favoo, a prefeitura diplomou os 138 “Alunos Nota 10” da rede municipal de ensino.

O evento teve a presença do prefeito Flori Cordeiro e do secretário municipal de Educação, Flávio de Jesus, além de gestores, professores, estudantes e familiares. A entrega dos certificados foi realizada por ano escolar, com chamada dos estudantes por escola e turma. Foram 87 alunos do 1º ano, 25 do 2º ano, 19 do 3º ano, cinco do 4º ano e dois do 5º ano.

As famílias dos estudantes se emocionaram com a diplomação. Fonte: SMCS/Vilhena.

Aluno Nota 10

A homenagem é prevista pela Lei Municipal nº 6.907, que institui o Diploma “Aluno Nota 10” e estabelece critérios para o reconhecimento dos estudantes que se destacaram na Rede Municipal de Ensino. Entre eles estão o desempenho com nota 10 (100% de acerto) nas avaliações do PAIC/PROALFA, as melhores médias bimestrais das turmas e a manutenção de média superior a 9,0.

Evolução e valorização

O prefeito Flori Cordeiro destacou que os resultados da educação municipal refletem o trabalho desenvolvido nas escolas e a valorização da aprendizagem.

“Vilhena tem, hoje, a maior rede municipal de ensino do Estado, tanto em número de alunos quanto pelos resultados nas avaliações. Alcançamos a maior nota da nossa história no Saeb: 6,37 nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, um resultado que nos posiciona entre os municípios com melhor desempenho de Rondônia. Isso mostra que estamos avançando e que o investimento em educação precisa continuar”, enfatizou.

O estímulo da Opet

Além dos diplomas, os alunos receberam um presente especial da Opet: sacolas com agenda, caneta e o estojo. Um reconhecimento por seu esforço e um estímulo para que sigam nesse caminho de desenvolvimento por meio da educação.

A Editora Opet presenteou os alunos nota 10 com kits. Fonte: Editora Opet.

“Essa premiação, que está em seu terceiro ano, representa muito mais que a entrega de um certificado”, observa o secretário municipal de Educação, Flávio de Jesus. “O ‘Aluno Nota 10’ é a forma que encontramos de dizer a cada estudante: seu esforço, dedicação e disciplina valem a pena e são reconhecidos por toda a cidade.”

O secretário destaca o papel das escolas, equipes gestoras e da Secretaria de Educação nessa conquista. “De forma muito especial, nessa conquista, estão os nossos professores, que tanto se dedicam para que nossos discentes aprendam da melhor maneira. Essa premiação é deles também.” Flávio de Jesus reforça a opção do município pela educação, pela criação de uma cultura que valoriza a aprendizagem e o mérito.

Parceria de valor

Questionado sobre a parceria com a Editora Opet – que oferece as coleções, formações pedagógicas e acompanhamento técnico para os Anos Iniciais (1º ao 5º) do Ensino Fundamental, o secretário de Educação de Vilhena diz que ela se mostra uma experiência de fortalecimento das nossas práticas pedagógicas.

O parceiro comercial da Opet em Rondônia, Gilberto Muniz, prestigiou a diplomação. Fonte: SMCS/Vilhena.

“Não se trata apenas de fornecimento de material, mas de uma parceria pedagógica de verdade. A Opet trouxe para a nossa rede um material didático com boas possibilidades, moderno, contextualizado e alinhado à BNCC, que oferece ao professor diversas ferramentas para trabalhar em sala de aula e ao aluno um conteúdo muito mais atrativo e significativo”, avalia.

“Isso tem contribuído para alavancar os nossos indicadores de aprendizagem. E esse trabalho se materializou em resultado concreto: a melhoria no IDEB do nosso município, que nos elevou ao patamar de maior índice entre os maiores municípios do estado de Rondônia”, reforça. “Esse resultado não é por acaso, é fruto de trabalho sério, de investimento contínuo e de parcerias certas como a que temos com a Opet.”

(*) – Com informações e imagens da SMCS/Vilhena.

#PrêmioAçãoDestaque: em primeira mão!

A Editora Opet acaba de divulgar os projetos educacionais que tiveram a inscrição aceita para a primeira etapa, de leitura e apreciação, do 16º Prêmio Ação Destaque. Ao todo, 169 projetos de municípios parceiros tiveram a inscrição aceita. Agora, esses projetos passarão pela etapa de leitura. Ela envolve três leituras críticas, independentes, feitas por pareceristas – professores especialistas nas etapas representadas em cada uma das 6 categorias do Prêmio.

Com base nessas leituras e na pontuação dada pelos pareceristas será construída a lista dos trabalhos finalistas – que será divulgada nas próximas semanas. Assim, fique atento!

Confira a relação de projetos aprovados para leitura e apreciação:

1. Adelaine de Oliveira Pires, Santana de Parnaíba (SP) – “Programa Chá Inclusivo – Família Presente, Aprendizagem Potente”

2 Adilaine Nadia Dos Santos Vieira, Lavras, (MG) – “Descobrindo a Multiplicação (aprender, representar, resolver e criar)”

3 Adriana Aparecida De Oliveira Silva, Andradas (MG) – “Ecos da imaginação: pequenos exploradores em uma aventura sonora.”

4 Adriana Silva Lopes Muniz, Andradas (MG) – “Gibiteca Viva”

5 Adriane Ranieri Valente, Santana de Parnaíba (SP) – “Colecionando conhecimentos para desenvolver habilidades”

6 Alex Sandra Taís Dociatti, Quilombo (SC) – “A cultura que vive em nós”

7 Alice Pereira de Brito Azevedo, Varginha (MG) – “Um espetáculo de cores e vozes”

8 Aline Cristiane Gomes de Souza, Lavras (MG) – “Agrupamento Temporário por Hipóteses de Escrita: a gestão pedagógica que transforma a heterogeneidade da sala de aula em instrumento de aprendizagem”

9 Aline Risso Sousa Rodrigues, Santana de Parnaíba (SP) – “Pontes de afeto, fronteiras sem fim: A Interculturalidade no Acolhimento Escolar”

10 Amanda Aparecida Taveira Silva, São Lourenço (MG) – “Oficina da Fluência Leitora e Escrita: Recomposição da Aprendizagem à Prosódia e Autonomia no 3º Ano”

11 Amanda Bastos Souza, Santana de Parnaíba (SP) – “‘Olhos d’água’ e ‘Olhos de quem?’: da escrita de Conceição Evaristo à dos alunos do 8º ano”

12 Amélia Cândida Ferreira Lara, Itabirito (MG) – “A Lagarta do Manacá”

13 Ana Cristina Aguiar de Lima da Costa, Varginha (MG) – “Quando o cheiro virou pergunta: Uma investigação sobre nossas escolhas e os caminhos dos resíduos”

14 Ana Flávia de Souza Rodrigues Cruz, Andradas (MG) – “Comer bem é uma aventura!”

15 Ana Paula Avi, Colombo (PR) – “Brincadeiras nas obras de Ivan Cruz”

16 Ana Paula Couto, Andradas (MG) – “Do campo à escola: Memórias”

17 Ana Paula Lucas Pereira, Loanda (PR) – “Contos que moram na memória”

18 Anderson Franciosi, Arroio Trinta (SC) – “Transforma + Arroio Trinta”

19 Andréa Moutinho do Nascimento, Santana de Parnaíba (SP) – “Minha Voz Também Conta”

20 Andrea Rodrigues Abdalla, Santana de Parnaíba (SP) – “Do Planejamento por Habilidades ao Uso Intencional da IA”

21 Andréia Rangel Santos, Santana de Parnaíba (SP) – “A Geografia na Copa do Mundo (As Américas entram em campo)”

22 Andréia da Silva, Lavras (MG) – “Laboratório de Informática potencializando os saberes”

23 Andressa Maria Ferreira de Souza Oliveira, Lavras (MG) – “Do Livro ao Território”

24 Angélica Barbosa da Silva, Santana de Parnaíba (SP) – “A arte em movimento (Vicent Van Gogh)”

25 Antonio Flávio Maciel de Souza Júnior, Redenção (CE) – “Estratégia de gestão para documentar, valorizar e compartilhar as experiências das infâncias na rede municipal de Redenção/CE: mostra de práticas pedagógicas”

26 Arethuza Antunes dos Santos, Itabirito (MG) – “Horta Vertical: Cultivando Alimentos, Valores e Afetos”

27 Ariana Aparecida dos Santos Rodrigues, Santana de Parnaíba (SP) – “Vivenciar para Experienciar”

28 Arminda Amarante Cruz Panseri, Andradas (MG) – “Quintal da Anninha: “Do campo à escola: um espaço de descobertas, leitura e aprendizagem”

29 Astrit Maria Savaris Tozzo, Chapecó (SC) – “Família Presente: Escola Forte”

30 Beatriz de Paula Vieira Silqueira, Santana de Parnaíba (SP) – “O que nos torna únicos”

31 Beatriz Molina Pizapio Rizzo, Cerejeiras (RO) – “Cidadania em ação: conhecer o sistema político para participar, transformar e acreditar em um futuro melhor”

32 Beatriz Schneider da Costa Pasierppski, Chapecó (SC) – “Sentir para entender e respeitar”

33 Bruna de Oliveira Lage, Itabirito (MG) – “Nosso bairro, um lugar para viver e amar”

34 Bruna Maria Nascimento Orlando, Lavras (MG) – “Laboratório das Chances: quando a matemática encontra palavras”

35 Bruna Nátali da Rosa, Chapecó (SC) – “Mãos que Contam Histórias: Conhecendo a Cultura Brasileira através do Artesanato”

36 Bruna Pereira da Costa, Itabirito (MG) – “Tantas coisas para fazer – o brincar como centro da prática pedagógica”

37 Camila di Lorenzo Oliveira Lago, Varginha (MG) – “Projeto Cultura Maker Sem Fronteiras: Uma Abordagem STEAM Interescolar com MicroPython, C++ e Sustentabilidade”

38 Carlos André Lourenço e Silva, Santana de Parnaíba (SP) – “Cultivando Saberes (Quando o Conteúdo ganha sentido)”

39 Carolina Pauly Silveira, Chapecó (SC) – “Projeto: pequenos pontos, um grande universo”

40 Cinara Rosa Galdino de Lima, Varginha (MG) – “Galopinhos do Saber”

41 Claudia Kely Enderle, Quilombo (SC) – “Do planejamento à experiência: uma gestão presente que articula pessoas, espaços e aprendizagens”

42 Claudia Pacheco dos Anjos, Colombo (PR) – “Educação é reciclar”

43 Cláudia Regina Ribeiro, Pouso Alto (MG) – “África em nós: Raízes que transformaram o Brasil”

44 Conceição Aparecida Martini Matos, São Sebastião da Amoreira (PR) – “Brincadeiras Cantadas”

45 Crislane de Sousa Gonçalves Reis, Santana de Parnaíba (SP) – “Eu Sou Natureza”

46 Cristiana da Silva Norberto Domanski, Colombo (PR) – “The Lost World”

47 Cristiane Juvêncio da Silva, Varginha (MG) – “Pequenos gestos, grandes valores”

48 Daniele de Fátima Vieira Seco, Andradas (MG) – “O Tempo Deixa Marcas”

49 Dayana Graça da Silva, São Lourenço (MG) – “Operação matemática: do cotidiano ao campo de batalha”

50 Débora Aparecida Siqueira André da Silva, Pouso Alto (MG) – “Entre folhas, frutos e cores – natureza, sabores e arte nas descobertas da infância”

51 Denise Aparecida Costa Silva, Santana de Parnaíba (SP) – “Descobrir, Brincar e Investigar: O pensamento computacional como estratégia para investigar, brincar, explorar e construir significados”

52 Diego Marques Ribeiro, Loanda (PR) – “A Criança e a Natureza: Experiências Sensíveis de Cuidado, Descoberta e Pertencimento”

53 Edicleia Aparecida Pilar, Colombo (PR) – “Brincando e explorando a África: África – cores, sons, histórias e culturas”

54 Edicleia Kulkamp, Ivaiporã (PR) – “Além dos Muros da Escola: Amor, Cuidado e Educação Compartilhada na Primeira Infância”

55 Edilaine Rodrigues Coimbra Antunes, Santana de Parnaíba (SP) – “Do Argumento à Poesia: a Palavra em Movimento”

56 Edilene Jesus de Araújo, Vilhena (RO) – “Expressão e Cores: Regulação e Afeto”

57 Edineia Nunes da Silva Lima, Astorga (PR) – “Vovô e Vovó: Tesouros da Nossa História”

58 Edrise de Cássia Araújo Domiciano, Itabirito (MG) – “Chapeuzinho, o lobo no reino do Cinderela”

59 Eliana Márcia Alberton, Chapecó (SC) – “Da Balança à Equação: Construindo o Conceito de Igualdade Matemática”

60 Eliane Alves Queiroz Jarandia, Santana de Parnaíba (SP) – “Clique sem idade: Saberes que Conectam Gerações”

61 Emila Lemos Póvoa, São Lourenço (MG) – “Entre laços e histórias (A literatura como ponte entre criança, família e escola)”

62 Emily Bomfim Souza, Santana de Parnaíba (SP) – “Caminhos sensíveis: O Pequeno Príncipe pelo Brasil”

63 Emily Garcia Batista Souza, Santa Cruz do Rio Pardo (SP) – “Inclusão: Missão (Im)possível?”

64 Érika Santicioli de Lima, Andradas (MG) – “Entre Livros, Vozes e Histórias (Como nasce um Leitor?)”

65 Evandra Barankevicz, Colombo (PR) – “World Cup”

66 Fabia Pacheco Alves Lobo, Itabirito (MG) – “O livro viajante: Despertando mentes criativas e mãos produtivas”

67 Fábio Delmonico, Vilhena (RO) – “Culinária afro-brasileira: sabores, memórias, identidade e valorização da cultura negra”

68 Gabriel Candido Costa, Jaboti (PR) – “O Caminho do Alimento até a Nossa Mesa: cultivando conhecimento, sustentabilidade e alimentação saudável”

69 Gabriely Cristine de Souza, Jundiaí do Sul (PR) – “A Lua está me seguindo?”

70 Giovana Gomes da Silva Bueno, São Sebastião da Amoreira (PR) – “Contos da Infância”

71 Giovana Moreira Januário, Lavras (MG) – “Mercadinho consciente”

72 Grace Pinto Nasario, Chapecó (SC) – “My body, my love (aprendendo inglês de corpo e alma)”

73 Helani Cristina Fortaleza da Silva, Itabirito (MG) – “Crianças que investigam, crianças que transformam: Descobrindo novas formas de cuidar do corpo, da natureza e da vida!”

74 Helen Esther Reinbold Arcega dos Santos, Colombo (PR) – “Our mascots, our story – Celebrando 70 anos de identidade e pertencimento.”

75 Hellen Priscila Soares, Jaboti (PR) – “Nosso mercadinho: brincar, aprender e descobrir”

76 Iracema Noronha de Oliveira Linhares, Colombo (PR) – “Brincar é bom demais!!!”

77 Ivanete Pedroso Pompeo da Silva, Chapecó (SC) – “Caminhos de Leitura, Vivências de Aprendizagens”

78 Jakeline Mendes, Chapecó (SC) – “Habilidades pré-alfabetização e ensino de línguas: uma abordagem interdisciplinar com o primeiro ano do ensino fundamental”

79 João Batista Soares de Souza, Aquiraz (CE) – “A caixa matemática: aprender, explorar e resolver”

80 João Carlos de Souza, Ivaiporã (PR) – “O silencioso mundo de Maria: Família, escola e inclusão”

81 Joice Gaspari Kaefer, Xaxim (SC) – “Toda semana uma nova história para explorar”

82 José de Barros Silva Neto, Chapecó (SC) – “Huka-Huka: corpo, cultura e ancestralidade na Educação Física”

83 José Fernando Ribeiro de Sousa, Colombo (PR) – “Entrelinhas do conhecimento infantil, professora e coordenação escrevendo o conhecimento com o olhar da criança”

84 Josemar Silmara Galiani, Arapongas (PR) – “Somos natureza: Pomar e Pasto Apícola para abelhas Jataí”

85 Josiane Azevedo da Silva, Ivaiporã (PR) – “Entre vivências e páginas: Escola e família juntas”

86 Josiane Weber Sehnem Ferreira, Ivaiporã (PR) – “Identidade no Berçário”

87 Joyce Vanessa de Oliveira Santos, Loanda (PR) – “Desconecta e Brinca”

88 Julia Maria Gomes da Silva, Santana de Parnaíba (SP) – “Jogando com Números”

89 Juliana Isabel Abreu Genesi, Lavras (MG) – “Caminhos que transformam: gestão democrática com propósito”

90 Juliana Lima de Almeida Schneider, Quilombo (SC) – “Geração Sustentável”

91 Juliana Spuri Lopes, Varginha (MG) – “Inovação, IA e Cultura Digital: o Plano de ação para a transformação tecnológica da rede municipal de Varginha”

92 Julio Cesar Silva, Chapecó (SC) – “Lutas que ensinam: culturas indígenas e africanas e jogos digitais”

93 Jussara Ott Bandeira dos Prazeres, Colombo (PR) – “Moradias”

94 Karla Alessandra Bomfim Sales, Colombo (PR) – “Pequenos Exploradores do Jardim: A Lente do Caracol e o Voo da Libélula”

95 Katrini de Godoi, Chapecó (SC) – “Corpo que dança, corpo que aprende”

96 Keli Cristina Brumati Ostroski, Arapongas (PR) – “Quando Campo Floresce na Cidade: a força da avicultura transformando espaços, pessoas e comunidade”

97 Kelimar Silva Reis, Vilhena (RO) – “Apostila de Ensino Religioso ‘Valores para a vida’”

98 Larissa de Lara Bonierski Ribeiro Colombo (PR) – “Pequenos bichinhos, grandes descobertas”

99 Laura Riva, Matos Costa (SC) – “Um Mate de histórias: crianças, cultura e descobertas”

100 Leonira Ofrunã Rodrigues Bresciani, Vilhena (RO) – “Conectando territórios, saberes e aprendizagens: a parceria com a editora Opet e o AEE como espaço de inclusão, protagonismo e transformação”

101 Lilian Cristina Ribeiro Garcia, Santana de Parnaíba (SP) – “Feira de profissões: construindo projetos de vida e conhecendo o mundo do trabalho”

102 Liliane Henrique Torres, Lavras (MG) – “Nossas Raízes, Nossa História: Aprendendo com José Luiz de Mesquita”

103 Lorena Cezario Alves da Silva, Colombo (PR) – “Paws of support”

104 Lucas Silva de Souza, Santana de Parnaíba (SP) – “Escrita à vista de todos: família e escola acompanhando juntos os avanços do Pré II”

105 Lucia Bueno Ribeiro, Arapongas (PR) – “Da horta para nossa mesa: plantando, cuidando e compartilhando”

106 Luiza Fabiana Dias Megliato, Ivaiporã (PR) – “Economizar Hoje, Sonhar Amanhã”

107 Lurdete Heiderscheidt Griga, Rancho Queimado (SC) – “Construindo Caminhos na Educação Infantil: Formação e Planejamento Coletivo em Rancho Queimado/SC”

108 Maitê Santos da Silva, Colombo (PR) – “Da estratégia à pratica: vivenciando e fortalecendo a aprendizagem”

109 Márcia Aparecida Ayala Braga, São Sebastião da Amoreira (PR) – “Movimento que Conecta”

110 Márcia Mara Campolina Cordeiro Coelho, Itabirito (MG) – “Pequenos Guardiões do Planeta”

111 Márcia Tezza Re, Meleiro (SC) – “People Who care for you”

112 Márcio Dalmazzo Sato Junior, Colombo (PR) – “Ocean Creatures!’

113 Maria Angélica Rego, Santa Cruz do Rio Pardo (SP) – “Família presente, escola que acolhe: construindo juntos caminhos para aprender e crescer”

114 Maria Daniela Ferreira de Paula, Andradas (MG) – “Laços de Amor: Família e Escola (Cuidar, Educar e Compartilhar)”

115 Maria Eunice de Sousa Azevedo, Lavras (MG) – “Carta ao leitor, uma experiência real de leitura e escrita”

116 Maria Luisa Augusto dos Santos, Santana de Parnaíba (SP) – “Palavras em versos, vozes e histórias: literatura, cultura e diversidade”

117 Maria Luiza Alves Silva, Lavras (MG) – “O uso dos jogos opet em uma turma multisseriada: uma conexão de conteúdos”

118 Maria Paula Queiroz dos Reis, Arapongas (PR) – “Receitas que Contam Histórias: Memórias Afetivas na Educação Infantil”

119 Mariana Ataides e Silva Sperandio, Loanda (PR) – “Pequenos Investidores do Saber”

120 Mariane Gomes, Matos Costa (SC) – “O Morango que Virou Ciência: um percurso investigativo entre cultura escrita e território”

121 Mariane Pereira de Carvalho Divino, Colombo (PR) – “Um Pedrinho para chamar de meu”

122 Marinês de Souza Silva, Vilhena (RO) – “Véstias, adereços e culinária da cultura afro-brasileira”

123 Marlon Eustaquio da Silva, Lavras (MG) – “Fluência Leitora”

124 Maycon Diego Amaral Queiroz, Santana de Parnaíba (SP) – “Slam Jahmaycon”

125 Michele da Conceição Pinto, Santana de Parnaíba (SP) – “Projeto Integradores: Experiência de Ensino-Aprendizagem em Arte no Ensino Médio”

126 Mileny de Macedo Farias, Itabirito (MG) – “Onde cabe uma história? Tecendo novos espaços para ler, brincar e pertencer”

127 Mirian Fumagalli, Chapecó (SC) – “Um Caminho para Todos: Descobrindo, Localizando e Aprendendo”

128 Miriângela Soares Nogueira de Miranda Alves, Pouso Alto (MG) – “O universo saboroso da Magali”

129 Naiara Aparecida Ribeiro, Santa Mariana (PR) – “Cada gota conta: da aprendizagem à transformações sociais.”

130 Natali Amanda Francisco, Varginha (MG) – “Família e Escola Conectadas pela Justiça”

131 Natália da Silva, Rancho Queimado (SC) – “Contadores de histórias”

132 Neusa Claudiana Basilio dos Santos, Itabirito (MG) – “Viagem pelo Céu: Descobrindo Infinitos”

133 Nirisnéia de Souza Estevo dos Santos, Ivaiporã (PR) – “Como Estrelas na Terra (Pequenos Artistas)”

134 Núbia Gomes Luzia da Fonseca Itabirito (MG) – “Leiturinha: formando pequenos leitores”

135 Núbia Rafaela Martins da Silva, Santana de Parnaíba (SP) – “IncluiAção (Adequar para Incluir, Flexibilizar para aprender)”

136 Nubia Rosana Reinher Foschiera, Água Boa (MT) – “Pequenos no Trânsito, Grandes na cidadania”

137 Patricia Lopes de Aguiar Teixeira, Colombo (PR) – “Pequenos Guardiões da Natureza”

138 Patrícia Roberta dos Santos, Diamante do Norte (PR) – “Entre livros e histórias: construímos laços”

139 Priscila Moutinho Pires Vilas Boas, Varginha (MG) – “Expedição Literária 2026”

140 Raquel Aparecida Silva, Santana de Parnaíba (SP) – “Do Rap à Redação”

141 Raquel Silvia de Paula, Cerejeiras (RO) – “Do descarte à inovação: Inteligência que preserva e ação que transforma”

142 Regina Carla Zamprogna Galli, Xaxim (SC) – “Sustentabilidade ambiental através das tampinhas”

143 Rejane Rodhiguero Lunardi, Xaxim (SC) – “Da evidência à gestão da aprendizagem: o Indica em Xaxim/SC”

144 Renata Amarante Cruz Barbosa, Andradas (MG) – “Arte que inspira e vida que pulsa no quintal da Anninha”

145 Renata Donizete Rodrigues, Varginha (MG) – “Por todo canto, me encanto e aprendo”

146 Rogeria Santos Fraga Rosa, Jundiaí do Sul (PR) – “Brincar junto é criar memórias que ficam para sempre”

147 Rosa Ramos da Rocha Oliveira, Jundiaí do Sul (PR) – “Museu Estrela do Amanhã”

148 Rosana de Almeida Resende Lima, Varginha (MG) – “Do contexto ao texto: gêneros textuais e prática social na rede municipal de Varginha”

149 Roseli Rossi Saquet, Xaxim (SC) – “Horta Encantada: Raízes do Futuro – Cultivando Vida, Sustentabilidade e Saberes na Escola”.

150 Rosicler Joana Ribeiro de Moraes, Santana de Parnaíba (SP) – “Fios do Protagonismo: a Cultura Maker e o Letramento Digital na Ressignificação do Recreio Dirigido”

151 Sabrina Cardoso Tavares, Santa Cruz do Rio Pardo (SP) – “Investigação e descobertas: o que uma árvore pode nos contar?”

152 Sabrina Felipe Costa de Mattos, São Sebastião da Amoreira (PR) – “Descobrindo Meu Nome: Entrelinhas, Letras e Brincadeiras”

153 Sarah Danielle Dalla Costa Azevedo, Santa Mariana (PR) – “Eu existo, eu tenho direitos: documentação civil e cidadania desde a infância”

154 Silvane Bianchet, Chapecó (SC) – “Chapecó em foco: história, cultura e desenvolvimento em uma perspectiva interdisciplinar”

155 Stefanie Aparecida Panigaz, Arroio Trinta (SC) – “Nossa história, nossa cultura: A influência italiana na identidade de Arroio Trinta”

156 Stella Vieira Raduy, Colombo (PR) – “Treasure hunt game”

157 Suelen Martini Azambuja, Chapecó (SC) – “Copa do Mundo na escola agropecuária”

158 Susane Aparecida Bertolino, Colombo (PR) – “Alimentação saudável na Educação Infantil”

159 Tayla Jamaira de Aguiar Siqueira Osawa, Arapongas (PR) – “Asas da Descoberta: experiências heurísticas no Jardim das Abelhas”

160 Thais Iane dos Santos, Quilombo (SC) – “Entre Lendas, Brincadeiras e Tradições”

161 Thiago Fogaça Nunes, Santana de Parnaíba (SP) – “Números da Escravidão”

162 Valeska Souza Silva, Lavras (MG) – “Projeto Escola Municipal Doutora Dâmina: Histórias e Memórias para ‘Semear na escola e colher no futuro’”

163 Valquiria Marcilio Chaves de Oliveira, São Lourenço (MG) – “Arquitetos do Saber: Onde a geometria encontra a nossa vizinhança”

164 Vania Dantas Machado, Santana de Parnaíba (SP) – “Cativando Pessoas e Saberes”

165 Vera Clarinda de Siqueira, Pouso Alto (MG) – “Herança, Luta e Cultura ‘Sementes de história, frutos de diversidade’”

166 Viviane Candido Dias, Santana de Parnaíba (SP) – “Conquistas reais, o valor das minhas atitudes”

167 Viviane Justino de Figueiredo Cantarino, Varginha (MG) – “Mão na massa e Troco no bolso: A Matemática da Cultura Mineira”

168 Viviane Rodrigues de Souza, Loanda (PR) – “Literatura e linguagem na Educação Infantil”

169 Yasmim Hélen Quirino, Lavras (MG) – “Gêneros Textuais no Cotidiano. Protagonismo e Intencionalidade na Comunidade Escolar”

As primeiras formações de setembro!

Muitas horas de planejamento, milhares de quilômetros percorridos e milhares de pessoas contatadas, entre professores, gestores e familiares dos estudantes. A jornada formativa da Editora Opet não para! Nos primeiros dias de setembro, estivemos em redes de Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina para formações pedagógicas, reuniões técnicas e visitas técnicas de acompanhamento pedagógico, além dos EFAM – os encontros com familiares. Confira!

🗨️ MG: Encontro com gestores em Varginha

Varginha, um dos municípios mais conhecidos do sul de Minas Gerais, é, também, um dos parceiros estratégicos da Editora Opet no Estado. Lá, nos dias 31 de agosto, 01º e 02 de outubro, aconteceu uma reunião técnica com o time da Secretaria Municipal de Educação e, também, uma formação que envolveu as equipes gestoras das unidades escolares da rede municipal.

Conduzido pela gerente pedagógica Rubia Cristina dos Santos, o evento com os gestores foi o segundo de um ciclo que prevê quatro encontros ao longo de 2026. O foco, como destaca a prefeitura de Varginha, está no aprimoramento das práticas de liderança e no fortalecimento da gestão escolar, contemplando especialmente os diretores que assumiram a gestão neste ano, além de supervisores pedagógicos e orientadores educacionais.

A gerente pedagógica Rubia Cristina conversou com os gestores sobre a conduta do líder na Educação Básica. Crédito/foto: Prefeitura de Varginha.

Durante os trabalhos, os diretores escolares abordam o tema “Identidade, atribuições e conduta do líder na educação básica”. Simultaneamente, supervisores pedagógicos e orientadores educacionais aprofundaram os estudos sobre “Gestão democrática, documentação pedagógica e organização do trabalho”, fortalecendo a rotina pedagógica nas instituições.

O prefeito de Varginha, Leonardo Ciacci, prestigiou a formação e destacou a importância do investimento permanente do município no desenvolvimento dos gestores para assegurar a qualidade da educação municipal. A secretária Municipal de Educação, Juliana de Paula Mendonça, reforçou o compromisso da gestão com o suporte técnico e pedagógico às equipes, garantindo que o aprendizado e o bem-estar dos estudantes permaneçam no centro das ações educacionais. (*)

✍️ PR: uma formação especial em Jaboti

Localizado no Norte Pioneiro paranaense, o município de Jaboti é um importante parceiro da Editora Opet. E, nos dias 01º e 02 de setembro, realizou a formação para os professores da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. O trabalho, coordenado pelo supervisor regional Fernando Corrêa, foi desenvolvido em oito oficinas (quatro para cada segmento). Entre os temas, “As plantas também têm nome”, “Infâncias Digitais: pensar, criar e explorar na Educação Infantil”, “A heterogeneidade em sala de aula e Produção de textos: um olhar social e computacional”.

Formação foi realizada em formato de oficina. Crédito/foto: Editora Opet.

“Somos parceiros da Opet há três anos e, neste ano, iniciamos o trabalho com a Educação Infantil 3, 4 e 5”, conta a secretária municipal de Educação de Jaboti, Juliane Aparecida de Melo Silva. “E a formação pedagógica foi excelente. Ela trouxe experiência para os nossos professores no sentido de explorar o que a criança pode construir de de vivência alinhada ao ensino-aprendizagem. Como o professor vai conduzir, principalmente o material didático-pedagógico, para desenvolver a capacidade de aprendizagem do nosso aluno.”

A secretária também destacou o trabalho realizado com os professores dos Anos Iniciais, em que houve enfoque em temas críticos como leitura, escrita, equidade e pensamento computacional. “Foi uma das melhores capacitações que nós tivemos, tanto na Educação Infantil quanto no Ensino Fundamental”.

Professores de Jaboti: as formações da Editora envolvem, sempre, o diálogo e a contrução conjunta do conhecimento. Crédito/foto: Editora Opet.

Conduzido pela assessora pedagógica Daniele Pires, o encontro com os familiares dos estudantes (EFAM) teve como tema “Família e Mundo Digital: a importância das relações saudáveis”. “As mães e pais acharam o tema muito pertinente. Ele trouxe uma reflexão importante sobre temas como o tempo de uso de tela pela criança, os conteúdos acessados e o monitoramento pela família, assim como os impactos do uso excessivo na educação e no próprio desenvolvimento. Foi muito interessante”, observa a secretária Juliane.

🇺🇸 SC: Em Meleiro, atenção total à Língua Inglesa

Em Santa Catarina, estivemos em Meleiro, município parceiro na região sul do Estado. Lá, o trabalho formativo envolveu os professores que utilizam a Coleção Joy, de Língua Inglesa (1º ao 5º ano do Ensino Fundamental), e foi conduzido pela autora do material, a professora Vera Rauta, com a supervisão regional de Glaylson Rodrigues. Além da formação, ela fez visitas técnicas para o assessoramento direto do trabalho com o Inglês nas escolas.

(*) – Com informações da SEDUC Varginha.

“Navegar é preciso”: o Dia do Mar e o conhecimento!

Um oceano azul profundo, vastíssimo. Ou então, de águas verdes semitransparentes, brilhando contra o céu limpo. Ou, ainda, de águas embarradas de um estuário repleto de vida. Águas quentes, águas frias, agitadas ou serenas. Todas essas frases falam do mar, essa grande fronteira que, ao mesmo tempo, divide e une a humanidade. Nesta edição de #EDUCAÇÃOHUMANIZA, vamos celebrar o Dia Mundial do Mar (26 de setembro) de uma forma diferente – mostrando a sua importância para a humanidade a partir de dados curiosos que mostram como as águas e a cultura se misturam. Como diria Fernando Pessoa: navegar é preciso. Então, navegue com a gente!

Os primeiros navegantes

Você já ouviu falar em navegação de cabotagem? Historicamente, em relação ao mar, é a navegação marítima em trechos de costa ou, então, da zona continental para alguma ilha próxima – uma forma de circulação em que o navegante se afasta pouco da terra. Hoje em dia, o termo também identifica viagens que ocorrem dentro de águas jurisdicionais (ou seja, pertencente a um país) contínuas, ainda que de longa distância – como a que liga a Espanha continental às Ilhas Canárias (que são parte da Espanha).

As navegações de cabotagem são bem antigas: os registros mais remotos anotados pelos arqueólogos datam de cerca de 2.000 a.C. na região do Mar Mediterrâneo. Os navegantes? Egípcios e, por volta de 1.500 a.C., fenícios (que habitavam a região do atual Líbano), circulando entre portos e colônias em barcos de madeira.

As navegações oceânicas – muito mais complexas, arriscadas e longas – começaram com os polinésios por volta de 1.000 a.C. Além de excepcionais navegantes, eles eram engenheiros geniais, cortando os oceanos com canoas de casco duplo (que hoje chamamos catamarãs) e canoas simples com estabilizados laterais, as chamadas “batangas”.

Com barcos leves e resistentes – e dominando muitas das “bússolas” naturais, como as estrelas, correntes oceânicas e até a direção das aves marinhas –, ao longo dos séculos eles ocuparam ilhas (como o arquipélago havaiano, a ilha da Páscoa e a Nova Zelândia) em uma área equivalente em tamanho à África! E é bem provável, inclusive, que tenham chegado à América dois ou três séculos antes de Colombo – hipótese apoiada, por exemplo, pela presença de fósseis de plantas de batata-doce, espécie natural da América do Sul, em ilhas da Polinésia.  

Gravura do final do século XVIII mostrando um catamarã – barco de dois cascos – havaiano. Fonte: Wiki.

Correntes oceânicas: as “estradas do mar”

Quando a gente vê aquele “marzão”, aquela massa de água infinita, não se dá conta de que ela abriga correntes oceânicas que, por muito tempo, governaram as navegações. Em certa medida, elas participam até hoje da economia oceânica, uma vez que, mesmo com motor, é possível navegar a favor da corrente e contra a corrente, e isto implica gasto ou economia de combustível. Sem contar que a água transporta uma enormidade de vida, com efeitos sobre o ritmo da pesca, por exemplo.

Ao longo do tempo, seja pela prática da própria navegação ou de estudos científicos (oceanográficos), a humanidade identificou dezenas de correntes oceânicas. Elas se dividem em sistemas que os cientistas chamam de “giros”, que, como o nome indica, promovem grandes movimentos circulares.

Existem cinco grandes “giros oceânicos”: Atlântico Norte, Atlântico Sul, Pacífico Norte, Pacífico Sul e Índico. E, dentro deles, muitas correntes específicas, dentre as quais algumas são especialmente importantes para a navegação e o clima – como as correntes do Golfo, Kuroshio, do Brasil, Humboldt e das Malvinas. Uma curiosidade: no Hemisfério Norte, os giros são em sentido horário; no Hemisfério Sul, em sentido anti-horário (e é claro que isto fez toda a diferença no período das Grandes Navegações, quando os navios eram impulsionados pela soma entre ventos e correntes oceânicas).

Mas, o que faz com que o oceano forme essas “esteiras de transporte”? São muitos os fatores: uma combinação de ventos (que afetam as águas superficiais), a rotação da Terra (que gera o chamado “Efeito Coriolis”), diferenças de temperatura e salinidade (que afetam a densidade das águas) e até os limites físicos impostos pelos continentes. Somado, esse conjunto recebe o nome de circulação termoalina.

Muito bem: o oceano é enorme e nós somos pequenos. Temos o poder de alterar os giros e as correntes oceânicas? A resposta é: sim! Isso porque, em virtude do efeito estufa – com um aumento das temperaturas médias no planeta por conta do aprisionamento do CO2 na atmosfera –, está acontecendo um derretimento acelerado e anormal das geleiras nas regiões polares. Um maior volume de água doce chegando aos oceanos significa mudanças na densidade da água, o que afeta diretamente as trocas aquáticas – com resultados potencialmente sérios. Os cientistas temem, por exemplo, que a Corrente do Golfo (Gulf Stream), que leva calor à Europa Ocidental, colapse justamente por isso. Nesse caso, cidades europeias, que não sofrem com invernos tão rigorosos, possam registrar temperaturas muito mais baixas no inverno. Apenas para se ter uma ideia: Nova Iorque e Madrid se situam aproximadamente na mesma latitude; no entanto, os invernos nova-iorquinos são muito mais rigorosos que os madrilenos, o que tem tudo a ver com o transporte de calor oeste-leste propiciado pela Corrente do Golfo.

Os oceanos e a cultura: quem conhece e quem não conhece

Hoje em dia, é difícil imaginar que haja pessoas que não conheçam os oceanos. No entanto, basta trazer um exemplo concreto para descobrir que há pessoas que, de fato, sequer suspeitam da existência dos oceanos. Pense, por exemplo, nos cerca de 115 grupos indígenas isolados e não contatados que vivem em outro “oceano”, o “oceano verde” de floresta da Amazônia brasileira. A maioria absoluta deles está em porções muito interiores do território, afastadas do litoral. Eles conhecem, é claro, os rios amazônicos – alguns deles, muito largos –, mas não o mar, ao menos diretamente.

A pergunta é: se eles nunca viram o mar, podem ter criado palavras que o identifiquem? Podem situá-lo dentro de um horizonte de cultura com mitos e narrativas? A resposta é: muito provavelmente, não! Sem ter visto o mar diretamente, é difícil “transportá-lo para dentro” da mente e da cultura. Ah, e se eles efetivamente dispõem de palavras, isto pode significar que, um dia, viveram em lugares perto do mar!

Essa percepção ajudou os linguistas e os arqueólogos a detectarem e documentar as grandes migrações humanas, em especial em tempos mais recuados da História e da pré-história.

Um exemplo, mas que ainda segue em grande parte envolto em mistério, é o dos povos e línguas que formaram a civilização grega, marcada pelo encontro (nem sempre pacífico) de povos “do mar” – a civilização minoica, que vivia nas ilhas gregas e tinha grande conhecimento de navegação – e “do interior”, no caso, grupos indo-europeus que se deslocaram do sul da Rússia para a península balcânica entre 2.000 e 1.600 a.C. Ainda que não tenham decifrado parte dos sistemas de escrita desses antigos povos, os pesquisadores supõem fortemente que os termos ligados ao mar – e também as divindades e os mitos – vêm, via de regra, da “herança minoica”.

Conclusão: nós somos o mar!

Neste artigo, trouxemos algumas curiosidades sobre o mar para celebrar um dia mundial que abarca, também, os oceanos. Mar que se liga de muitas maneiras à nossa vida: nos pescados e frutos do mar que consumimos, nas compras que fazemos e recebemos de longe, na ideia que fazemos da praia como um lugar de descanso e até na arte ligada às imagens do mar, em músicas como as de Dorival Caymmi e poemas de Fernando Pessoa. Mar que somos nós e que, como alertam os cientistas, também são de nossa responsabilidade. Refletir a respeito, saber mais, conhecer, é essencial. Para os próprios mares e para a vida!

Formação continuada e articulação entre redes marcam ações da Editora em MG, SC e PR

O mês de agosto foi de muito trabalho para a equipe da Editora Opet. Um tempo voltado a formações pedagógicas, apresentação de novos recursos educacionais, diálogo, conhecimento – e muitos avanços na educação pública! Confira:

MG: formação e encontro de gestores fortalecem a articulação entre redes no Circuito das Águas

A gerente pedagógica da Editora Opet, Rúbia Cristina dos Santos, falou aos gestores municipais de São Lourenço, Caxambu e Pouso Alto.

Nos dias 11 e 12 de agosto, a Editora Opet esteve em São Lourenço (MG) para uma agenda formativa que reuniu profissionais da rede municipal de ensino e gestores de municípios parceiros do Circuito das Águas. Durante os dois dias, foram realizadas formações destinadas aos professores da Educação Infantil e do Ensino Fundamental – Anos Iniciais de São Lourenço, promovendo momentos de estudo, reflexão e troca de experiências voltados ao fortalecimento das práticas pedagógicas e à aprendizagem das crianças e dos estudantes.
Paralelamente à formação dos professores, São Lourenço sediou o Encontro Multirregional de Gestores Municipais do Circuito das Águas, reunindo 53 gestores de São Lourenço, Caxambu e Pouso Alto. Conduzido pela gerente pedagógica da Editora Opet, Rúbia Cristina dos Santos, o encontro teve como tema “Identidade, Papel e Postura do Gestor da Educação Básica”.
A proposta partiu da compreensão de que, diante dos desafios contemporâneos da educação, o papel da gestão vai além da organização administrativa: envolve liderança pedagógica, capacidade de articulação, tomada de decisões e construção coletiva de caminhos para qualificar o trabalho das redes de ensino.
“Esse senso de pertencimento, esse olhar para dentro e para o grupo, é muito importante para os gestores. No caso dos três municípios, eles são próximos e compartilham muitos desafios e possibilidades. Momentos como esse favorecem a reflexão sobre a prática, a troca de experiências e a construção conjunta de estratégias que podem contribuir para o trabalho das equipes e para a qualidade da educação”, avalia a supervisora regional da Editora, Jéssica Soares, responsável pela mobilização dos gestores para o encontro.
O prefeito de São Lourenço, Walter José Lessa, prestigiou o encontro. Em sua fala aos participantes, destacou os atendimentos realizados pela Editora Opet e a importância da parceria para o desenvolvimento da educação no município.

SC: Chapecó reúne mais de mil profissionais em formação continuada

Nos dias 17 e 18 de agosto, o segundo ciclo formativo de 2026 da Editora Opet em Chapecó (SC) reuniu cerca de cerca de 1.100 profissionais que atuam com crianças da Educação Infantil e com estudantes do Ensino Fundamental. A programação foi organizada em diferentes polos educacionais e contou com oficinas direcionadas, criando espaços para estudo, diálogo e troca de experiências entre os profissionais. As propostas buscaram aproximar conhecimentos das práticas cotidianas das unidades educativas, fortalecendo o desenvolvimento profissional e as vivências pedagógicas da rede.
Para a secretária de Educação de Chapecó, Astrit Tozzo, a formação continuada é um importante espaço de desenvolvimento profissional e construção coletiva.
“Esses momentos são muito importantes, pois possibilitam a troca de experiências, o esclarecimento de dúvidas, a interação com profissionais de diferentes espaços, o diálogo com a nossa equipe de articuladores e com formadores. Nosso objetivo é proporcionar sempre o melhor aos nossos estudantes, e a formação continuada dos professores é parte fundamental para alcançarmos esse propósito”, destaca.

SC: Xaxim promove formação para professores da rede municipal

Em Xaxim (SC), a formação continuada realizada nos dias 20 e 21 de agosto reuniu cerca de 350 profissionais da rede municipal de ensino, contemplando professores da Educação Infantil e do Ensino Fundamental – Anos Iniciais e Anos Finais, além de profissionais da gestão e da Secretaria Municipal de Educação.
A programação foi organizada a partir de oficinas direcionadas, proporcionando momentos de estudo, reflexão e troca de experiências. A proposta teve como foco apoiar os profissionais diante dos desafios do cotidiano escolar e ampliar possibilidades para o desenvolvimento do trabalho pedagógico.
De acordo com a Prefeitura de Xaxim, iniciativas de formação continuada como essa contribuem para ampliar conhecimentos e possibilidades de atuação dos profissionais diante dos desafios educacionais, fortalecendo o compromisso da rede com a qualidade da aprendizagem dos estudantes.

PR: equipe de gestores de Loanda participa de agenda técnica em Curitiba

Nos dias 20 e 21 de agosto, a Editora Opet recebeu em Curitiba a equipe pedagógica da Secretaria Municipal de Educação de Loanda, município parceiro localizado no noroeste do Paraná.
A agenda foi dedicada à apresentação técnica de diferentes soluções educacionais, entre elas as coleções “Vivências e Memórias”, novo lançamento da Editora para a Educação Infantil; “Robótica Sustentável”, proposta adicional que trabalha a Robótica de forma transversal e inovadora; e “Caminhos e Vivências”, voltada aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental.
Os profissionais também conheceram a Plataforma Semente, direcionada à avaliação diagnóstica e ao desenvolvimento socioemocional dos estudantes.
A programação foi complementada por uma experiência no laboratório de Gastronomia do UniOpet, com uma atividade prática de preparo de pratos em equipe. A proposta buscou ampliar os espaços de interação e integração entre os profissionais, valorizando também experiências que favoreçam a colaboração e a construção coletiva.

“É sempre uma alegria receber, em Curitiba, os educadores dos municípios parceiros. O encontro com a equipe de Loanda foi especialmente significativo: além da apresentação das coleções e da rica troca de experiências, a dinâmica realizada no UniOpet trouxe leveza e integração à programação, reafirmando o propósito que nos une: promover uma educação de qualidade e fortalecer parcerias”, afirma Rúbia Cristina dos Santos, gerente pedagógica da Editora Opet.

(*) – Com informações das prefeituras de São Lourenço, Chapecó e Xaxim.

#EDUCAÇÃOHUMANIZA: Novos olhares sobre a Independência do Brasil

Uma das novidades da Educação brasileira nas últimas décadas, estabelecida em normativas como a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), foi a transformação de temas e conteúdos em análise e relação, em uma perspectiva transversal, voltada ao raciocínio e ao pensamento crítico.

O anterior conteudismo, marcado pela valorização de datas, personagens e fórmulas abstratas, deu lugar a uma abordagem que desenvolve e aplica competências e habilidades a situações-problema. Os dados passaram a ser gerenciados de forma diferente, privilegiando o pensamento sobre a memória de longa duração.

Para o ensino da História, essa mudança foi poderosa. E o componente curricular, visto por muita gente como chato, desinteressante ou desconectado da realidade, passou a revelar o que é de verdade: um campo instigante e vivo, conectado ao tempo presente e às pessoas.

Independência todo dia

Um dos temas “salvos do aborrecimento” foi a Independência do Brasil, que, por décadas, foi resumido em datas, nomes e no famoso “Grito do Ipiranga”, imortalizado na célebre pintura de Pedro Américo. Não há, enfim, quem não lembre da figura de Dom Pedro I em seu cavalo, sabre na mão, cercado de seus “dragões da Independência”…

Mas, o que foi a Independência do Brasil? Como ela começou a ser gerada? Qual sua relação com outros movimentos políticos nas Américas e com as revoluções que ocorriam na Europa? Qual sua relação com Napoleão Bonaparte? Se Dom Pedro I era príncipe de Portugal, como ele acabou se tornando imperador do Brasil? Que grupos econômicos apoiaram a independência e por quê? Qual a relação com a escravidão? Como ela chegou a todo o território nacional de então? E o povo brasileiro, como participou do movimento, de forma ativa ou passiva?

Novos olhares, novo encantamento

Essas são algumas das questões que nascem em uma olhada breve para o episódio histórico. E que, na perspectiva de uma “nova educação”, vêm produzindo trabalhos importantes de pesquisa, em livros, documentários e até em redes sociais que se aproximam da linguagem jornalística para transmitir conhecimento e gerar raciocínio e interesse.

Ao fim e ao cabo, é refrescante e animador saber que a Independência continua tendo muito a ensinar, e que isto acontece porque há pessoas produzindo abordagens novas e ricas. Que, de tão interessantes, compartilham os espaços de sala de aula e de entretenimento, transformando-os em um incrível contínuo de aprendizagem. Vamos conhecer alguns desses trabalhos!

#LIVRO – “Às margens do Ipiranga: a viagem da Independência”, Rodrigo Trespach (Editora Citadel, 2024)

Em “Às margens do Ipiranga”, o historiador gaúcho Rodrigo Trespach (laureado com a Ordem do Mérito do Livro, da Biblioteca Nacional, em 2022), parte de um elemento instigante para abordar a Independência: a longa viagem de D. Pedro I e seu grupo do Rio de Janeiro a São Paulo. Uma jornada de 1.400 km por grandes territórios vazios entremeados por vilas que, juntas, não somavam 12 mil habitantes. O que levou o jovem príncipe (24 anos) a fazer essa viagem? Como viajava? O que encontrou pelo caminho? Além de viajar, ele também governou de fato nesse período? Como foi seu encontro com as pessoas comuns? Nessa abordagem, o episódio “épico” da Independência é enriquecido com informações sobre o Brasil de então.

LIVRO – “Passado em Caleidoscópio: versões quadrinizadas da Independência do Brasil”, Raquel França dos Santos Ferreira e colaboradores (Appris, 2024)

Muita gente se lembra de “Independência ou Morte”, filme de 1972 estrelado por Tarcísio Meira – uma atração infalível na grade da tevê aberta nas décadas de 1970 e 1980. A produção trouxe um dado interessante: a Independência era “pop”, e também chegava às pessoas pela indústria cultural. Em “Passado em Caleidoscópio”, Raquel Ferreira (doutora em História pela UFF) e seu time abordam o episódio a partir das histórias em quadrinhos. Como a Independência era contada nessas obras? Como elas ajudaram a fixar a imagem que temos, hoje, de Dom Pedro I e seu papel? E como elas trataram dos brasileiros “esquecidos” – figuras como o carroceiro que aparece lateralmente na tela “Independência ou Morte!”, de Pedro Américo? Uma obra instigante porque “lê as leituras” da Independência.

PODCAST – “Ecos do Ipiranga”, produção do Museu do Ipiranga (da USP) com apresentação de Débora Aladim (2020)

Pesquisas apontam que o Brasil é um dos maiores produtores e consumidores mundiais de podcasts, mídia “herdeira do rádio” e que agrada por ser muito amigável. Nos 10 episódios (de 20 a 30 minutos de duração) de “Ecos do Ipiranga”, os pesquisadores do Museu do Ipiranga/USP revelam a Independência a partir de diferentes enfoques, da análise da pintura de Pedro Américo à relação entre o Brasil livre de Portugal e a escravidão. Com uma linguagem acessível e informações de alta qualidade! Disponível em plataformas como Spotify, Deezer, Apple Podcasts e também no site do Museu do Ipiranga.

PODCAST – “História FM”, episódios 108 e 212, apresentado por Icles Rodrigues

Com mais de 460 mil seguidores no YouTube, o projeto “História FM”, conduzido pelo doutor em História pela UFSC Icles Rodrigues com a participação de especialistas, é provavelmente o mais popular podcast do Brasil voltado à temática histórica. E reservou dois de seus 253 episódios para tratar da Independência: “Independência do Brasil – A história da separação de Brasil de Portugal” (episódio 108) e “Guerra da Independência: os conflitos após o sete de setembro” (episódio 212). Em ambos os episódios – com cerca de 2 horas de duração cada –, os temas são tratados em profundidade. Como no segundo, que derruba o mito de que a Independência foi uma espécie de “batida na mesa” sem resistências, combates ou participação popular.

Todas essas obras – e, com certeza, muitas outras, mais antigas e mais recentes – podem e devem ser conhecidas e comparadas pelos estudantes. E não só por eles! De uma perspectiva da educação como elemento essencial para a construção da realidade, ampliar o conhecimento histórico significa, em um primeiro momento, conhecer a si mesmo. E também abrir novas possibilidades para a vida social, da valorização cultural ao turismo e à sustentabilidade.

Xaxim (SC): exemplo em avaliação diagnóstica da aprendizagem

Xaxim: em 6 anos, as avaliações já chegaram a 20 mil estudantes da Educação Básica. Foto: Editora Opet.

Nos últimos seis anos, o município de Xaxim, no Oeste de Santa Catarina, colocou a avaliação diagnóstica da aprendizagem entre suas prioridades.

O foco: evolução dos estudantes, fortalecimento do trabalho docente e estruturação da aprendizagem. Para alcançar esses objetivos, tem o apoio do Programa Indica, da Editora Opet, que desde 2021 realiza avaliações com os estudantes do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental.

“Desde o início da parceria, foram aplicadas 40 mil provas que avaliaram 20 mil estudantes”, conta a coordenadora do Indica, Silneia Chiquetto. O trabalho envolveu os professores e os gestores do município em orientações para a aplicação. E, é claro, os estudantes e suas famílias, protagonistas de todo o processo.

Estratégico

Em Xaxim, o trabalho com a avaliação diagnóstica é coordenado por uma equipe formada pelas professoras Marineiva Moro, Rejane Lunardi, Liamara Tonello e Claudia Matiello. Na avaliação de Marineiva, que é doutora em Educação e coordenadora na Secretaria Municipal de Educação de Xaxim, o trabalho com o Indica é muito importante. “Hoje, contamos com dados reais de aprendizagem, o que nos permite compreender melhor o desenvolvimento dos estudantes e planejar ações pedagógicas mais efetivas”, explica. “Esses dados se tornaram insumos fundamentais para o planejamento do ensino, auxiliando professores e gestores na tomada de decisões e na construção de estratégias que potencializam o aprender de cada estudante.”

Nova etapa

Nos dias 2 e 3 de junho ocorreu mais uma etapa avaliativa, que envolveu todos os estudantes do 1º ao 9º ano. A novidade foi a adoção dos novos cadernos de prova, que tiveram as questões atualizadas.
“Não houve uma mudança estrutural nas provas, apenas nas questões. Assim, os estudantes não sentiram diferença”, explica Silneia. “Os cadernos atualizados permitem uma avaliação mais precisa.”

Para Rejane Lunardi, os ajustes nos cadernos de prova foram muito positivos. “De acordo com os relatos que recebemos das coordenações pedagógicas, os instrumentos estão mais alinhados aos conteúdos trabalhados nacionalmente, sem deixar de respeitar as singularidades da realidade de Xaxim”, observa. “Isso contribui para que a avaliação seja mais coerente com o percurso formativo dos estudantes e ofereça resultados ainda mais consistentes para análise pedagógica.”

Dados

Depois de preenchidos pelos estudantes, os cartões-resposta são enviados a Curitiba e digitalizados. As respostas são analisadas e transformadas em relatórios disponíveis na Plataforma Indica. Todos esses dados, destaca Silneia, também são apresentados aos educadores ao vivo junto com ideias para o planejamento das ações de intervenção.

Olhando de perto

O engajamento de professores e gestores tem sido fundamental para o sucesso do processo avaliativo. Foto: Editora Opet.

A equipe do Indica também esteve em seis das dez escolas participantes para acompanhar as provas. “Esse momento permitiu esclarecer dúvidas e perceber o ‘clima’ do processo”, explica Silneia. “Vimos que já existe uma cultura internalizada de avaliação, o que é excelente porque o retrato da aprendizagem que nasce das provas é ainda mais fiel.”
Nesse sentido, Liamara Tonello destaca que Xaxim quer avançar. “Vamos intensificar o diálogo com professores e famílias para que todos compreendam o Indica como um instrumento de qualificação do processo de desenvolvimento cognitivo dos estudantes, e não apenas como uma prova.” Ela conta que estão previstas reuniões com as famílias ao final do processo avaliativo para apresentação e discussão dos dados.

Avaliações foram realizadas com os novos cadernos de provas. Foto: Editora Opet.

Novidades do Programa

Silneia também esteve reunida com os coordenadores da Secretaria e das escolas para apresentar as novidades do Programa, como os novos cadernos de provas, a ferramenta de IA para a construção dos planos de intervenção, os leitores digitais dos cartões-resposta e a possibilidade de realização das provas em formato online.
O município também trouxe uma novidade: uma das escolas participantes, a EBM Ari Lunardi, montou, em caráter de projeto-piloto, um comitê de aplicação de provas. “Houve formação específica para os aplicadores e foi realizado um processo de seleção e remanejamento de profissionais a comissão. Essa organização buscou garantir a seriedade, a transparência e a qualidade do processo avaliativo, além de fortalecer a cultura de responsabilidade coletiva em torno da avaliação”, explica Claudia Matiello.
A criação desse comitê, destaca Silneia, reforça a seriedade com que Xaxim trabalha com a avaliação diagnóstica. “É um passo importante para tornar o trabalho ainda mais individualizado, mais atento à qualidade e às questões locais. Algo que nós, do Indica, valorizamos muito porque se reflete em melhora na aprendizagem e evolução na educação.”

Conheça a Lia: sua parceira virtual na educação!

Professor ou gestor parceiro da Editora Opet: quando você se conectar à Plataforma Educacional Opet Inspira, vai perceber algo diferente. No canto inferior direito da tela inicial vai aparecer o ícone da assistente virtual Lia.

Ela foi desenvolvida pelo time de Tecnologia Educacional (TE) da Editora Opet para facilitar a vida dos educadores e melhorar a qualidade do atendimento. Ela está na Plataforma, nos atendimentos via Whatsapp (pelo 41 99806-1273) e também por e-mail (atendimentote@opeteducation.com.br).

“Quando concebemos a Lia, pensamos em um assistente virtual que somasse o poder da IA com a intencionalidade do atendimento”, explica Rogéria Nassarden, assessora de TE da Editora. “Um recurso amigável, humanizado e altamente responsivo, isto é, que respondesse às demandas.”

Lia: assistente virtual agiliza a resolução de problemas de TE.

O trabalho envolveu toda a equipe, que realizou diversos testes ao longo do desenvolvimento e implantação, nos últimos meses, para garantir sua qualidade e funcionamento. O avatar – representando uma professora brasileira – foi desenvolvido pela designer Danielly Schmidt, do Marketing da Editora.

Quem pode utilizar?

O foco são os professores e gestores das redes pública e privada parceiros da Editora Opet.

“Na Plataforma Opet Inspira, o acesso é feito exclusivamente pelo perfil ‘docente’. Queremos que a Lia funcione como um parceiro ideal dos profissionais de educação”, explica Rogéria.

E quando usar?

Nesta primeira fase, a assistente estará totalmente focada em apoiar os educadores em dúvidas relacionadas à própria Tecnologia Educacional (TE).

“Isso significa que pode ser acionada para ajudar na navegação da Plataforma Opet Inspira, acesso a materiais digitais, uso de ferramentas e suporte técnico. Se o desafio for tecnológico, a LIA resolve!”, garante Rogéria.

Perto da TE, junto das pessoas

A implantação da assistente virtual marca um fortalecimento do trabalho da TE na Editora. Isso porque a ferramenta trabalha junto com a equipe, ampliando sua capacidade de resposta.

“Quando as dúvidas são mais relacionadas às questões do dia a dia, a LIA responde rápido e com precisão. Nos casos mais complexos ou específicos, ela aciona diretamente a equipe, que soluciona o problema. Em outras palavras: o professor nunca fica sem resposta e tem um canal facilitado com os nossos especialistas sempre que precisar”, explica.

Gostou?

Então, acesse a plataforma!  Agora é sua vez de conhecer a Lia e descobrir como ela pode facilitar o seu dia a dia na educação!

Leonardo na internet: um tesouro de arte e ciência nas suas mãos!

Possível auto-retrato de da Vinci. Fonte: Wikipedia.

Anatomista, naturalista, inventor, engenheiro, desenhista, pintor, escultor, escritor. É possível afirmar que poucos personagens reúnem tantos atributos ligados à sabedoria quanto Leonardo da Vinci. Leonardo, podemos brincar, são muitos Leonardos. Ele, aliás, é a própria encarnação do que o dicionário define como “polímata” – um conhecedor profundo de muitas áreas. O personagem símbolo do Renascimento, etapa da História ocidental marcada pelo retorno de uma visão mais ampla e livre para o mundo, o passado e a natureza. E, certamente, um personagem inspirador para uma educação que olha ao seu redor com encantamento, em uma perspectiva transversal focada nos projetos e no fazer.

Se, em sua época, Leonardo foi reconhecido por seus pares e por quem detinha o poder (a Igreja, os nobres das cidades-estado italianas e reis como o da França), nos últimos dois séculos ele se tornou um verdadeiro “astro pop”, visto, lido e relido por escritores e cineastas. E teve seus trabalhos reproduzidos muitas e muitas vezes, em muitas mídias.

Estudo de Leonardo para a “Santa Ceia”. Fonte: Wikipedia.

Nesta edição “davíncica” de #EducaçãoHumaniza, vamos tratar dos acervos – em especial, os digitais – de Leonardo da Vinci, para que você possa acessar e desfrutar do talento desta inigualável figura. Ajeite-se no seu ornitóptero e vamos voar!

🖼️ Como começou o sucesso de Leonardo?

Como observamos, Leonardo já era um artista reconhecido desde o século XV (e no início do XVI), período em que viveu. No entanto, ele só “caiu nas graças do povo” a partir da segunda metade do século XVIII, quando Estados que emergiam da “Era das Revoluções” começaram a transformar as coleções reais artísticas e científicas em museus. Foi quando as pessoas “comuns” puderam ver de perto suas obras.

Vicenzo Peruggia. Fonte: Wikipedia.

No caso do nosso personagem, seu status mudou graças ao furto daquela que viria a se tornar a obra de arte mais célebre do mundo. Em 21 de agosto de 1911, o italiano Vincenzo Peruggia (foto ao lado) aproveitou-se de sua condição de prestador de serviços do museu do Louvre, tirou a tela da “Mona Lisa” da moldura e desapareceu. A obra – que teria sido escolhida não por ser de Leonardo da Vinci, mas por suas dimensões reduzidas (77 x 53 cm), que facilitariam a subtração –, sumiu e virou manchete.

Os jornais, então, estavam se popularizando, assim como a própria literatura policial, e a cobertura do furto foi um enorme sucesso. O crime, aliás, só foi resolvido dois anos depois, quando, já em terras italianas, o autor tentou vender a pintura. A volta da “Mona Lisa” ao Louvre foi um evento grandioso. Nascia, então, a mais “pop” das pinturas, que somava qualidade artística única a uma história fantástica.

Leonardo, porém, é a “Mona Lisa” e muito mais. A partir de agora, vamos descobrir onde “se esconde” – ou melhor, onde está disponível em formato digital – todo esse acervo.

💻 O acervo de Leonardo

Ao examinar a obra do célebre artista italiano, poderíamos dividi-la em quatro grandes campos. Essa divisão, vale reforçar, é arbitrária, ou seja, é uma escolha entre muitas outras possíveis – mas, dá conta do recado.

É possível pensar em um Leonardo (1) pintor, (2) projetista, (3) investigador da natureza e anatomista, e também (4) escritor.

🎨 Leonardo pintor

A famosa “Mona Lisa”, pintada entre 1503 e 1506. Fonte: Wikipedia.

Sim, foi a “Mona Lisa” a grande responsável pela identificação imediata de Leonardo da Vinci como pintor. E, é claro, suas obras são, todas, obras-primas. Porém, o fato é que Leonardo produziu menos pinturas do que poderíamos imaginar à primeira vista. Os especialistas reconhecem apenas entre 15 e 17 obras de sua autoria; destas, oito são consideradas universalmente “da mão do pintor”, enquanto as restantes permanecem em debate pelos especialistas. Não que sejam falsas: elas podem ser oriundas do ateliê dele (de autoria de algum de seus aprendizes) ou, então, cópias feitas na época sem intenção criminosa. Em tempo: no século XV, quando viveu, não era comum que os artistas assinassem seus trabalhos – a assinatura era o próprio traço, enfim.

São consideradas “100% Leonardo” as seguintes obras: “Mona Lisa”, “A Última Ceia”, “Virgem das Rochas” (do Louvre), “Virgem e o Menino com Santa Ana”, “São João Batista”, “Adoração dos Magos” e “São Jerônimo no Deserto”. E são aceitas pela maioria como de autoria do pintor italiano as telas “Sala delle Asse”, “Anunciação”, “Ginevra de’ Benci”, “Madona Benois”, “Dama com Arminho” (foto), “La Belle Ferronnière” e “Retrato de Músico”. Uma última peça, “Salvator Mundi” é vista com suspeita por muitos especialistas e aceita por outros tantos.

“Dama com Arminho” (1489-1490). Fonte: Wikipedia.

E que países abrigam essas pinturas? Cinco delas estão na França; outras cinco, na Itália; Vaitcano, Polônia, Rússia e Estados Unidos detêm, cada um, uma peça; e uma delas – justamente, “Salvator Mundi”, está em destino incerto porque pertence a um colecionador particular (provavelmente, está guardada em um banco na Suíça).

Você pode ver cada uma dessas peças em seus museus – tomara que vá! No entanto, elas também estão disponíveis na internet, digitalizadas. E podem ser encontradas nesses endereços:

📌“Mona Lisa”, Museu do Louvre

📌“A Última Ceia”, Museo del Cenacolo Vinciano

📌“Virgem das Rochas” Museu do Louvre

📌“Virgem e o Menino com Santa Ana”, Museu do Louvre

📌“São João Batista”, Museu do Louvre

📌“Adoração dos Magos”, Galleria degli Uffizi

📌“Anunciação”, Galleria degli Uffizi

📌“São Jerônimo no Deserto”, Museus Vaticanos

📌“Sala delle Asse” Castelo Sforzesco

📌“Ginevra de’ Benci”, National Gallery of Art

📌“Madona Benois”, Museu Hermitage

📌“Dama com Arminho”, Museu Czartoryski

📌“La Belle Ferronnière”, Museu do Louvre

📌“Retrato de Músico”, Pinacoteca Ambrosiana

📌“Salvator Mundi”, coleção particular

📐 Leonardo projetista

O “ornitóptero”, máquina de voar projetada por da Vinci. Fonte: Wikipedia.

Como bom “sabe-tudo” que era – um gênio –, Leonardo também colocava o cérebro em ação para projetos de engenharia. Ele, aliás, era um talentoso projetista militar, em uma época cheia de demanda por armas arrasadoras, defesas incríveis e mais.

Entre os seus projetos militares mais célebres – que, até onde se sabe, não saíram do papel – estão um tanque blindado, uma besta gigante, um carro com foices para cortar tudo que cruzasse pelo caminho e um navio com esporão móvel. Ele também desenhou fortificações inovadoras, que se baseavam em ângulos para reduzir o impacto das balas de canhão.

Para além da guerra, ele também desenhou projetos “civis” como pontes móveis – o projeto da “Ponte auto-suportada de Leonardo” é um clássico reproduzido em todo o mundo –, uma máquina voadora de asas móveis (o famoso “ornitóptero”), um paraquedas, o chamado “parafuso aéreo”, baseado no princípio de funcionamento da hélice, e uma máquina de mergulho.

Mas, onde encontrar esses projetos? E até como saber se eles eram realmente efetivos? O ornitóptero, por exemplo, poderia voar, não fosse pela ausência de motores suficientemente rápidos para sustentar o voo (este, aliás, é um problema com as asas móveis, como já vimos em um artigo anterior).

Muitos projetos de engenharia de Leonardo foram digitalizados por instituições de várias partes do mundo. Uma das mais célebres é a “Leonardotheka” do Museo Galileo, de Florença. Lá, é possível encontrar centenas de projetos davincianos – dentre eles, 50 de engenharia militar, 200 de engenharia civil e mecânica, 30 relacionados ao voo, 100 de engenharia hidráulica e 50 de arquitetura e urbanismo.

🔎🐛 Leonardo investigador da natureza e anatomista

“Estudo dos ossos do braço” (cerca de 1510). Fonte: Wikipedia.

É difícil afirmar uma faceta mais fascinante de Leonardo. Afinal, tudo o que ele fez era genial, mesmo se não funcionasse! Isso porque, para além da forma estava o princípio, a regra que nasce da observação, e nisto o polímata italiano era um craque. Mas, se pudéssemos escolher um aspecto de Leonardo mais instigante, seria seu olhar para a natureza.

Um olhar que, em certa medida, reproduzia o dos filósofos naturalistas gregos e ainda desafiava as regras rígidas impostas pela Igreja naquela virada de Idade Média para Idade Moderna.

Pense, por exemplo, em seus cerca de 750 desenhos anatômicos, que reproduziam à perfeição o corpo e os órgãos humanos e ainda intuíam seu funcionamento. Leonardo examinou e descreveu, por exemplo, o sistema músculo-esquelético, o coração, o crânio e o cérebro (e também o feto, os órgãos genitais e mais). Para isso, driblou as regras da religião – examinando e dissecando cadáveres –, em nome do conhecimento. As cerca de 30 dissecações foram feitas entre 1509 e 1513 em companhia de Marcantonio dela Torre, professor da universidade de Pádua.

Ainda nessa mirada para a natureza, ele também enxergou coisas como o voo dos pássaros, o padrão matemático das folhas de uma planta e até o fluxo da água em uma correnteza. E, com o chamado “Homem Vitruviano” (referência a Marco Vitruvio Polião, arquiteto romano do século I), demonstrou que o ser humano pode ser uma medida para o mundo.

Mas, onde encontrar as obras do Leonardo naturalista e anatomista? O grande repositório de obras está no Google Arts and Culture, que reúne uma enormidade de dados sobre Leonardo – inclusive, seus códices naturalistas e de anatomia.

📖 Leonardo escritor

Quando pensamos nos escritos de Leonardo, a imagem que salta aos olhos é a da “escrita espelhada” que ele, canhoteiro, usava em todos os seus códices. Essa forma de escrita tão peculiar – para lê-la, era necessário colocar o papel diante de um espelho – não apenas prevenia borrões de tinta pelo arrasto da mão como também era um elemento de preservação da informação.

Mais do que a forma, porém, importava o conteúdo. Não apenas as geniais anotações técnicas e de observação dos fenômenos, mas histórias curtas de fundo moral – em sua maioria, fábulas, que Leonardo também escreveu. Essas histórias, aliás, talvez sejam a parte menos conhecida e menos disponível de sua obra, ao menos no universo digital. Porém, é possível acessá-las em português, na Biblioteca Digital da Unesp – para isto, é preciso fazer uma inscrição gratuita.

💡 Conclusão: Leonardo, educador

A extensão dos conteúdos de Leonardo da Vinci disponíveis na internet (e não contamos, aqui, tudo o que se produziu a respeito dele) mostra seu enorme valor. Leonardo é pop. Mais do que isso, ele espelha o que deve ser a própria ciência: curiosa, investigativa, imaginativa, criadora, protagonista, intencionada, desafiadora de limites. E também, é claro, espelha a arte: simplesmente inigualável.

Todos, elementos almejados e desejáveis pela educação, que inspiram professores e estudantes. Portanto, inspire-se!

Avaliação atualizada: chegaram os novos cadernos de prova do Programa Indica!

O Programa Indica, da Editora Opet, tem um compromisso absoluto com a qualidade da avaliação diagnóstica. Nessa perspectiva, acaba de lançar os novos cadernos de prova do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental, que são o núcleo do Programa.

A atualização, explica a coordenadora do Indica, Silneia Chiquetto, é permanente – trata-se de um componente essencial para que o Indica entregue dados precisos às redes públicas e privadas parceiras. “Uma premissa da avaliação diagnóstica é a da atualização – em relação às necessidades das escolas, às mudanças do cenário educacional e à evolução dos estudantes que já se beneficiam das avaliações”, pondera. “Em termos figurados, é como se estivéssemos ‘afiando a ferramenta’ para obter os dados mais precisos para a construção dos planos de intervenção.”

Processo minucioso

A atualização dos cadernos de prova abrangeu a verificação de todos os elementos de suporte das questões, como textos, fotos, ilustrações e quadrinhos. E envolveu autores, editores técnicos e pedagógicos, revisores e iconógrafos.
“Não poupamos esforços. Mobilizamos profissionais com grande conhecimento e que prestam serviço, por exemplo, para o Inep, que organiza as principais avaliações do Brasil, como o Saeb e o Enem”, explica Silneia.

Atualização dos cadernos de prova vale, também, para a versão digital das avaliações. Foto: Editora Opet.

O papel da TRI

Esse trabalho envolveu o elemento-chave das avaliações brasileiras: a produção, análise e processamento dos resultados a partir da Teoria da Resposta ao Item, a TRI.
A TRI é um modelo matemático – e uma metodologia de correção de provas – desenvolvido para tornar a correção mais justa e precisa. Ele foi adotado pelos organizadores do Enem a partir de 2009 (CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS).
“Os itens construídos para correção em TRI passam por critérios rigorosos durante a sua construção, bem como o conjunto de itens que formam a prova. É um trabalho minucioso, que somente profissionais experientes e com muito conhecimento conseguem garantir”, explica Silneia.

O uso da TRI para a construção das questões e a correção das provas torna os resultados ainda mais precisos. Foto: Getty Images.

O olhar dos parceiros

A atualização das provas passou, também, por um validador crítico: as redes parceiras que já adotam as avaliações do Indica. Em muitas delas, os ciclos avaliativos são realizados há anos, o que produziu um olhar ainda mais ajustado paras as necessidades e para as minúcias da aplicação das provas.
“O olhar dos nossos parceiros está em primeiro lugar”, destaca Silneia. “Na atualização dos cadernos, ele foi cruzado com as curvas e as séries históricas de resultados, resultando em avaliações mais próximas e precisas”, observa.

Novos cadernos já estão nas escolas

As novas provas já estão sendo aplicadas. Neste início de junho, por exemplo, estão chegando a uma grande rede parceira, do município catarinense de Xaxim. “Nossa equipe estará lá para dar todo o suporte à aplicação”, conta Silneia.