Quando falamos em saúde e ciência, falamos de conhecimento que transforma. Em um primeiro nível, é ele que vai permitir o desenvolvimento de tratamentos, terapias e medicamentos. E, em um segundo nível, não menos importante, ele vai produzir esclarecimento, trazendo esperança e afastando o medo,o preconceito e o obscurantismo.
Quando falamos em Outubro Rosa, os dois níveis se complementam. Afinal, a campanha global de saúde da mulher mobiliza a sociedade civil, instituições e governos para financiar pesquisas e tratamentos em muitos países. Mais do que isso, porém, ela traz a saúde da mulher para o centro das atenções, gerando esclarecimentos que previnem e salvam milhares vidas todos os anos.
Neste artigo, vamos trazer algumas das principais fontes nacionais relacionadas ao Outubro Rosa e, principalmente, à prevenção e tratamento dos cânceres de mama e de colo de útero. Para ler, conhecer e compartilhar!
Portal desenvolvido pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FebrasGo), Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO), Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM), Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) e Sociedade Brasileira de Radioterapia (SBRT). Traz números dos cânceres que mais atingem as mulheres, assim como dicas práticas de prevenção e matérias jornalísticas verificadas sobre o tema.
Ligado ao Ministério da Saúde, o INCA é o responsável, no Brasil, por coordenar e executar a política nacional de prevenção, diagnóstico, tratamento e controle do câncer no Brasil. Em seu site oficial é possível encontrar fatos e estatísticas sobre o câncer no Brasil, assim como dados importantes para pessoas em tratamento ou que buscam saber mais sobre as formas de prevenção.
Fundado em 2014 pelos oncologistas Antonio Buzaid, Fernando Maluf e Drauzio Varella, o Instituto Vencer o Câncer é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público com o objetivo de informar e construir políticas públicas eficazes para pacientes oncológicos. No site, é possível acessar muitas informações sobre o câncer – fatores de risco, manifestações, prevenção, tratamentos – transmitidas de forma amigável e precisa.
Na conta de Instagram da Fundação, instituição civil criada há 15 anos, o foco é a proximidade e o acolhimento de mulheres que estão tratando o câncer. Dicas, cuidados, recursos de prevenção e mais, em linguagem acessível e calorosa.
A FEMAMA é uma associação civil sem fins econômicos que busca ampliar o acesso ágil e adequado ao diagnóstico e ao tratamento do câncer de mama para todas as pacientes. Presente na maioria dos estados brasileiros por meio de ONGs associadas, articula uma agenda nacional única para influenciar a criação de políticas públicas de atenção à saúde da mama. Em seu site oficial, é possível encontrar diversos dados relevantes, começando pelas relativas ao câncer de mama. De forma clara e acessível.
Vale observar que, além de oferecer conteúdos valiosos, todos os sites indicados também trazem referências, links e programações para a mobilização das mulheres e de toda a sociedade em eventos, marchas, encontros e seminários.
Em síntese: com informação, a prevenção e a cura estão muito mais próximos! Feliz Outubro Rosa!
Município parceiro da Editora Opet em RO avançou significativamente na Educação nos últimos anos
Previsto em lei, o “Aluno Nota 10” valoriza os estudantes e o trabalho das escolas. Fonte: SMCS/Vilhena
A noite de ontem, quarta-feira (24), foi de celebração em Vilhena, um dos principais parceiros da Editora Opet em Rondônia. Em uma cerimônia realizada no salão nobre da Faculdade Favoo, a prefeitura diplomou os 138 “Alunos Nota 10” da rede municipal de ensino.
O evento teve a presença do prefeito Flori Cordeiro e do secretário municipal de Educação, Flávio de Jesus, além de gestores, professores, estudantes e familiares. A entrega dos certificados foi realizada por ano escolar, com chamada dos estudantes por escola e turma. Foram 87 alunos do 1º ano, 25 do 2º ano, 19 do 3º ano, cinco do 4º ano e dois do 5º ano.
As famílias dos estudantes se emocionaram com a diplomação. Fonte: SMCS/Vilhena.
Aluno Nota 10
A homenagem é prevista pela Lei Municipal nº 6.907, que institui o Diploma “Aluno Nota 10” e estabelece critérios para o reconhecimento dos estudantes que se destacaram na Rede Municipal de Ensino. Entre eles estão o desempenho com nota 10 (100% de acerto) nas avaliações do PAIC/PROALFA, as melhores médias bimestrais das turmas e a manutenção de média superior a 9,0.
Evolução e valorização
O prefeito Flori Cordeiro destacou que os resultados da educação municipal refletem o trabalho desenvolvido nas escolas e a valorização da aprendizagem.
“Vilhena tem, hoje, a maior rede municipal de ensino do Estado, tanto em número de alunos quanto pelos resultados nas avaliações. Alcançamos a maior nota da nossa história no Saeb: 6,37 nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, um resultado que nos posiciona entre os municípios com melhor desempenho de Rondônia. Isso mostra que estamos avançando e que o investimento em educação precisa continuar”, enfatizou.
O estímulo da Opet
Além dos diplomas, os alunos receberam um presente especial da Opet: sacolas com agenda, caneta e o estojo. Um reconhecimento por seu esforço e um estímulo para que sigam nesse caminho de desenvolvimento por meio da educação.
A Editora Opet presenteou os alunos nota 10 com kits. Fonte: Editora Opet.
“Essa premiação, que está em seu terceiro ano, representa muito mais que a entrega de um certificado”, observa o secretário municipal de Educação, Flávio de Jesus. “O ‘Aluno Nota 10’ é a forma que encontramos de dizer a cada estudante: seu esforço, dedicação e disciplina valem a pena e são reconhecidos por toda a cidade.”
O secretário destaca o papel das escolas, equipes gestoras e da Secretaria de Educação nessa conquista. “De forma muito especial, nessa conquista, estão os nossos professores, que tanto se dedicam para que nossos discentes aprendam da melhor maneira. Essa premiação é deles também.” Flávio de Jesus reforça a opção do município pela educação, pela criação de uma cultura que valoriza a aprendizagem e o mérito.
Parceria de valor
Questionado sobre a parceria com a Editora Opet – que oferece as coleções, formações pedagógicas e acompanhamento técnico para os Anos Iniciais (1º ao 5º) do Ensino Fundamental, o secretário de Educação de Vilhena diz que ela se mostra uma experiência de fortalecimento das nossas práticas pedagógicas.
O parceiro comercial da Opet em Rondônia, Gilberto Muniz, prestigiou a diplomação. Fonte: SMCS/Vilhena.
“Não se trata apenas de fornecimento de material, mas de uma parceria pedagógica de verdade. A Opet trouxe para a nossa rede um material didático com boas possibilidades, moderno, contextualizado e alinhado à BNCC, que oferece ao professor diversas ferramentas para trabalhar em sala de aula e ao aluno um conteúdo muito mais atrativo e significativo”, avalia.
“Isso tem contribuído para alavancar os nossos indicadores de aprendizagem. E esse trabalho se materializou em resultado concreto: a melhoria no IDEB do nosso município, que nos elevou ao patamar de maior índice entre os maiores municípios do estado de Rondônia”, reforça. “Esse resultado não é por acaso, é fruto de trabalho sério, de investimento contínuo e de parcerias certas como a que temos com a Opet.”
Leitura dos cartões de resposta foi feita com o app do Indica, que agiliza processo e garante mais segurança
A nova etapa de avaliações diagnósticas do Programa inDICA em Varginha (MG), realizada nos dias 15 e 16 de setembro, envolveu nada menos do que 8,5 mil estudantes do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental. Ao todo, foram 17 mil avaliações!
A avaliação, explica a coordenadora do inDICA, Silneia Chiquetto, foi a segunda deste ano – e vai trazer dados estratégicos. “É uma avaliação que chamamos ‘de saída’ porque ela nos permite comparar os dados e conhecer a evolução dos estudantes em relação à primeira avaliação do ano, realizada no 1º semestre”, observa.
“Estamos no quinto ano de aplicação das avaliações Indica na rede municipal de Varginha. Desde o início, temos utilizado essas avaliações como referência para acompanhar o desenvolvimento dos nossos estudantes em relação às habilidades que precisam ser construídas”, conta Rosana de Almeida Resende Lima, coordenadora pedagógica dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental.
“A segunda aplicação é de extrema importância, pois permite comparar os resultados com os do início do ano, ou seja, avalia a evolução da aprendizagem ao longo do período e sinaliza quais habilidades ainda exigem maior atenção, enquanto ainda há tempo de trabalhá-las até o final do ano letivo. Dessa forma, a intencionalidade das ações pedagógicas torna-se muito mais certeira”.
Novidade digital
Em Varginha, a avaliação também trouxe uma novidade: a leitura digital dos cartões-resposta foi realizada com uso do aplicativo do Programa inDICA, pelos professores aplicadores, coordenadores e equipe da Secretaria de Educação. A funcionalidade fortalece ainda mais a segurança do processo e, principalmente, a velocidade de transferência dos dados para a geração dos relatórios com os resultados.
App transforma smartphone em um leitor ótico de cartões
“O app de leitura dos cartões foi desenvolvido pelo setor de Tecnologia Educacional (TE) da Editora para facilitar e agilizar o processo. Ele é muito amigável e teve grande aceitação”, conta Silneia. “Nossa assessora de TE, Rogéria Nassarden, esteve com os aplicadores e passou todas as informações. E as próprias equipes, as coordenadoras do Ensino Fundamental, trabalharam para compartilhar informações. O resultado foi excelente”, avalia Silneia.
“Contar com a presença da Silneia e da Rogéria durante a aplicação é essencial: qualquer dúvida ou eventual problema é resolvido na hora, algo que não ocorre nas avaliações aplicadas por grandes institutos. É a verdadeira personalização do atendimento”, observa Rosana.
Aceleração do processo
Com a nova funcionalidade há uma redução de 15 dias na entrega dos relatórios da avaliação. Um tempo precioso e que permite que as ações de intervenção pedagógica comecem mais cedo. “Varginha é o sétimo município parceiro do Indica a receber a leitura dos cartões via aplicativo, e é uma das nossas maiores redes parceiras. Nossa meta é levar essa mudança a todos os parceiros nos próximos meses”, explica Silneia.
“É inegável que a utilização do aplicativo agiliza consideravelmente o processo, que antes dependia do recolhimento dos gabaritos, do envio pelos Correios e de vários dias de espera até a chegada à editora para digitalização. Contudo, todo novo processo exige um período de adaptação, e estamos passando por ele”, destaca Rosana. “Temos um canal direto com a equipe de TE, que nos auxilia em tempo real diante de qualquer dificuldade.”
Silneia, Rogéria e a equipe da Escola Municipal Domingos Ribeiro de Rezende, em Varginha.
Segundo a coordenadora, a maioria das dúvidas está relacionada ao manuseio do novo instrumento ou ao cadastro de professores – intercorrências comuns que, com o tempo e o costume, serão reduzidas. “Acreditamos também que aprender faz parte da formação permanente dos educadores. O domínio de uma nova ferramenta tecnológica pode, inclusive, inspirar novas estratégias aplicáveis na própria sala de aula”, analisa.
Uma cultura avaliativa
Para Rosana de Almeida Resende Lima, há alguns anos Varginha trabalha na perspectiva de criar uma cultura da avaliação diagnóstica. Segundo ela, não é possível desenvolver um trabalho educacional de qualidade sem evidências, e as avaliações são justamente o instrumento que as coleta. “Os resultados disponibilizados na plataforma e as análises feitas pelos formadores nas devolutivas pós-aplicação são fundamentais para compreender os avanços e as dificuldades de cada estudante, de cada turma, de cada escola e da rede como um todo”, pondera.
“Esse trabalho de análise dos resultados está em fase de consolidação. Trata-se de um processo contínuo no qual avançamos a cada edição, conquistando a clareza necessária para que o planejamento e as práticas pedagógicas sejam cada vez mais pontuais e assertivas.”
A Editora Opet acaba de divulgar os projetos educacionais que tiveram a inscrição aceita para a primeira etapa, de leitura e apreciação, do 16º Prêmio Ação Destaque. Ao todo, 169 projetos de municípios parceiros tiveram a inscrição aceita. Agora, esses projetos passarão pela etapa de leitura. Ela envolve três leituras críticas, independentes, feitas por pareceristas – professores especialistas nas etapas representadas em cada uma das 6 categorias do Prêmio.
Com base nessas leituras e na pontuação dada pelos pareceristas será construída a lista dos trabalhos finalistas – que será divulgada nas próximas semanas. Assim, fique atento!
Confira a relação de projetos aprovados para leitura e apreciação:
1. Adelaine de Oliveira Pires, Santana de Parnaíba (SP) – “Programa Chá Inclusivo – Família Presente, Aprendizagem Potente”
2 Adilaine Nadia Dos Santos Vieira, Lavras, (MG) – “Descobrindo a Multiplicação (aprender, representar, resolver e criar)”
3 Adriana Aparecida De Oliveira Silva, Andradas (MG) – “Ecos da imaginação: pequenos exploradores em uma aventura sonora.”
5 Adriane Ranieri Valente, Santana de Parnaíba (SP) – “Colecionando conhecimentos para desenvolver habilidades”
6 Alex Sandra Taís Dociatti, Quilombo (SC) – “A cultura que vive em nós”
7 Alice Pereira de Brito Azevedo, Varginha (MG) – “Um espetáculo de cores e vozes”
8 Aline Cristiane Gomes de Souza, Lavras (MG) – “Agrupamento Temporário por Hipóteses de Escrita: a gestão pedagógica que transforma a heterogeneidade da sala de aula em instrumento de aprendizagem”
9 Aline Risso Sousa Rodrigues, Santana de Parnaíba (SP) – “Pontes de afeto, fronteiras sem fim: A Interculturalidade no Acolhimento Escolar”
10 Amanda Aparecida Taveira Silva, São Lourenço (MG) – “Oficina da Fluência Leitora e Escrita: Recomposição da Aprendizagem à Prosódia e Autonomia no 3º Ano”
11 Amanda Bastos Souza, Santana de Parnaíba (SP) – “‘Olhos d’água’ e ‘Olhos de quem?’: da escrita de Conceição Evaristo à dos alunos do 8º ano”
13 Ana Cristina Aguiar de Lima da Costa, Varginha (MG) – “Quando o cheiro virou pergunta: Uma investigação sobre nossas escolhas e os caminhos dos resíduos”
14 Ana Flávia de Souza Rodrigues Cruz, Andradas (MG) – “Comer bem é uma aventura!”
15 Ana Paula Avi, Colombo (PR) – “Brincadeiras nas obras de Ivan Cruz”
16 Ana Paula Couto, Andradas (MG) – “Do campo à escola: Memórias”
17 Ana Paula Lucas Pereira, Loanda (PR) – “Contos que moram na memória”
19 Andréa Moutinho do Nascimento, Santana de Parnaíba (SP) – “Minha Voz Também Conta”
20 Andrea Rodrigues Abdalla, Santana de Parnaíba (SP) – “Do Planejamento por Habilidades ao Uso Intencional da IA”
21 Andréia Rangel Santos, Santana de Parnaíba (SP) – “A Geografia na Copa do Mundo (As Américas entram em campo)”
22 Andréia da Silva, Lavras (MG) – “Laboratório de Informática potencializando os saberes”
23 Andressa Maria Ferreira de Souza Oliveira, Lavras (MG) – “Do Livro ao Território”
24 Angélica Barbosa da Silva, Santana de Parnaíba (SP) – “A arte em movimento (Vicent Van Gogh)”
25 Antonio Flávio Maciel de Souza Júnior, Redenção (CE) – “Estratégia de gestão para documentar, valorizar e compartilhar as experiências das infâncias na rede municipal de Redenção/CE: mostra de práticas pedagógicas”
26 Arethuza Antunes dos Santos, Itabirito (MG) – “Horta Vertical: Cultivando Alimentos, Valores e Afetos”
27 Ariana Aparecida dos Santos Rodrigues, Santana de Parnaíba (SP) – “Vivenciar para Experienciar”
28 Arminda Amarante Cruz Panseri, Andradas (MG) – “Quintal da Anninha: “Do campo à escola: um espaço de descobertas, leitura e aprendizagem”
29 Astrit Maria Savaris Tozzo, Chapecó (SC) – “Família Presente: Escola Forte”
30 Beatriz de Paula Vieira Silqueira, Santana de Parnaíba (SP) – “O que nos torna únicos”
31 Beatriz Molina Pizapio Rizzo, Cerejeiras (RO) – “Cidadania em ação: conhecer o sistema político para participar, transformar e acreditar em um futuro melhor”
32 Beatriz Schneider da Costa Pasierppski, Chapecó (SC) – “Sentir para entender e respeitar”
33 Bruna de Oliveira Lage, Itabirito (MG) – “Nosso bairro, um lugar para viver e amar”
34 Bruna Maria Nascimento Orlando, Lavras (MG) – “Laboratório das Chances: quando a matemática encontra palavras”
35 Bruna Nátali da Rosa, Chapecó (SC) – “Mãos que Contam Histórias: Conhecendo a Cultura Brasileira através do Artesanato”
36 Bruna Pereira da Costa, Itabirito (MG) – “Tantas coisas para fazer – o brincar como centro da prática pedagógica”
37 Camila di Lorenzo Oliveira Lago, Varginha (MG) – “Projeto Cultura Maker Sem Fronteiras: Uma Abordagem STEAM Interescolar com MicroPython, C++ e Sustentabilidade”
38 Carlos André Lourenço e Silva, Santana de Parnaíba (SP) – “Cultivando Saberes (Quando o Conteúdo ganha sentido)”
39 Carolina Pauly Silveira, Chapecó (SC) – “Projeto: pequenos pontos, um grande universo”
40 Cinara Rosa Galdino de Lima, Varginha (MG) – “Galopinhos do Saber”
41 Claudia Kely Enderle, Quilombo (SC) – “Do planejamento à experiência: uma gestão presente que articula pessoas, espaços e aprendizagens”
42 Claudia Pacheco dos Anjos, Colombo (PR) – “Educação é reciclar”
43 Cláudia Regina Ribeiro, Pouso Alto (MG) – “África em nós: Raízes que transformaram o Brasil”
44 Conceição Aparecida Martini Matos, São Sebastião da Amoreira (PR) – “Brincadeiras Cantadas”
45 Crislane de Sousa Gonçalves Reis, Santana de Parnaíba (SP) – “Eu Sou Natureza”
46 Cristiana da Silva Norberto Domanski, Colombo (PR) – “The Lost World”
47 Cristiane Juvêncio da Silva, Varginha (MG) – “Pequenos gestos, grandes valores”
48 Daniele de Fátima Vieira Seco, Andradas (MG) – “O Tempo Deixa Marcas”
49 Dayana Graça da Silva, São Lourenço (MG) – “Operação matemática: do cotidiano ao campo de batalha”
50 Débora Aparecida Siqueira André da Silva, Pouso Alto (MG) – “Entre folhas, frutos e cores – natureza, sabores e arte nas descobertas da infância”
51 Denise Aparecida Costa Silva, Santana de Parnaíba (SP) – “Descobrir, Brincar e Investigar: O pensamento computacional como estratégia para investigar, brincar, explorar e construir significados”
52 Diego Marques Ribeiro, Loanda (PR) – “A Criança e a Natureza: Experiências Sensíveis de Cuidado, Descoberta e Pertencimento”
53 Edicleia Aparecida Pilar, Colombo (PR) – “Brincando e explorando a África: África – cores, sons, histórias e culturas”
54 Edicleia Kulkamp, Ivaiporã (PR) – “Além dos Muros da Escola: Amor, Cuidado e Educação Compartilhada na Primeira Infância”
55 Edilaine Rodrigues Coimbra Antunes, Santana de Parnaíba (SP) – “Do Argumento à Poesia: a Palavra em Movimento”
56 Edilene Jesus de Araújo, Vilhena (RO) – “Expressão e Cores: Regulação e Afeto”
57 Edineia Nunes da Silva Lima, Astorga (PR) – “Vovô e Vovó: Tesouros da Nossa História”
58 Edrise de Cássia Araújo Domiciano, Itabirito (MG) – “Chapeuzinho, o lobo no reino do Cinderela”
59 Eliana Márcia Alberton, Chapecó (SC) – “Da Balança à Equação: Construindo o Conceito de Igualdade Matemática”
60 Eliane Alves Queiroz Jarandia, Santana de Parnaíba (SP) – “Clique sem idade: Saberes que Conectam Gerações”
61 Emila Lemos Póvoa, São Lourenço (MG) – “Entre laços e histórias (A literatura como ponte entre criança, família e escola)”
62 Emily Bomfim Souza, Santana de Parnaíba (SP) – “Caminhos sensíveis: O Pequeno Príncipe pelo Brasil”
63 Emily Garcia Batista Souza, Santa Cruz do Rio Pardo (SP) – “Inclusão: Missão (Im)possível?”
64 Érika Santicioli de Lima, Andradas (MG) – “Entre Livros, Vozes e Histórias (Como nasce um Leitor?)”
72 Grace Pinto Nasario, Chapecó (SC) – “My body, my love (aprendendo inglês de corpo e alma)”
73 Helani Cristina Fortaleza da Silva, Itabirito (MG) – “Crianças que investigam, crianças que transformam: Descobrindo novas formas de cuidar do corpo, da natureza e da vida!”
74 Helen Esther Reinbold Arcega dos Santos, Colombo (PR) – “Our mascots, our story – Celebrando 70 anos de identidade e pertencimento.”
76 Iracema Noronha de Oliveira Linhares, Colombo (PR) – “Brincar é bom demais!!!”
77 Ivanete Pedroso Pompeo da Silva, Chapecó (SC) – “Caminhos de Leitura, Vivências de Aprendizagens”
78 Jakeline Mendes, Chapecó (SC) – “Habilidades pré-alfabetização e ensino de línguas: uma abordagem interdisciplinar com o primeiro ano do ensino fundamental”
79 João Batista Soares de Souza, Aquiraz (CE) – “A caixa matemática: aprender, explorar e resolver”
80 João Carlos de Souza, Ivaiporã (PR) – “O silencioso mundo de Maria: Família, escola e inclusão”
81 Joice Gaspari Kaefer, Xaxim (SC) – “Toda semana uma nova história para explorar”
82 José de Barros Silva Neto, Chapecó (SC) – “Huka-Huka: corpo, cultura e ancestralidade na Educação Física”
83 José Fernando Ribeiro de Sousa, Colombo (PR) – “Entrelinhas do conhecimento infantil, professora e coordenação escrevendo o conhecimento com o olhar da criança”
84 Josemar Silmara Galiani, Arapongas (PR) – “Somos natureza: Pomar e Pasto Apícola para abelhas Jataí”
85 Josiane Azevedo da Silva, Ivaiporã (PR) – “Entre vivências e páginas: Escola e família juntas”
87 Joyce Vanessa de Oliveira Santos, Loanda (PR) – “Desconecta e Brinca”
88 Julia Maria Gomes da Silva, Santana de Parnaíba (SP) – “Jogando com Números”
89 Juliana Isabel Abreu Genesi, Lavras (MG) – “Caminhos que transformam: gestão democrática com propósito”
90 Juliana Lima de Almeida Schneider, Quilombo (SC) – “Geração Sustentável”
91 Juliana Spuri Lopes, Varginha (MG) – “Inovação, IA e Cultura Digital: o Plano de ação para a transformação tecnológica da rede municipal de Varginha”
92 Julio Cesar Silva, Chapecó (SC) – “Lutas que ensinam: culturas indígenas e africanas e jogos digitais”
93 Jussara Ott Bandeira dos Prazeres, Colombo (PR) – “Moradias”
94 Karla Alessandra Bomfim Sales, Colombo (PR) – “Pequenos Exploradores do Jardim: A Lente do Caracol e o Voo da Libélula”
95 Katrini de Godoi, Chapecó (SC) – “Corpo que dança, corpo que aprende”
96 Keli Cristina Brumati Ostroski, Arapongas (PR) – “Quando Campo Floresce na Cidade: a força da avicultura transformando espaços, pessoas e comunidade”
97 Kelimar Silva Reis, Vilhena (RO) – “Apostila de Ensino Religioso ‘Valores para a vida’”
98 Larissa de Lara Bonierski Ribeiro Colombo (PR) – “Pequenos bichinhos, grandes descobertas”
99 Laura Riva, Matos Costa (SC) – “Um Mate de histórias: crianças, cultura e descobertas”
100 Leonira Ofrunã Rodrigues Bresciani, Vilhena (RO) – “Conectando territórios, saberes e aprendizagens: a parceria com a editora Opet e o AEE como espaço de inclusão, protagonismo e transformação”
101 Lilian Cristina Ribeiro Garcia, Santana de Parnaíba (SP) – “Feira de profissões: construindo projetos de vida e conhecendo o mundo do trabalho”
102 Liliane Henrique Torres, Lavras (MG) – “Nossas Raízes, Nossa História: Aprendendo com José Luiz de Mesquita”
103 Lorena Cezario Alves da Silva, Colombo (PR) – “Paws of support”
104 Lucas Silva de Souza, Santana de Parnaíba (SP) – “Escrita à vista de todos: família e escola acompanhando juntos os avanços do Pré II”
105 Lucia Bueno Ribeiro, Arapongas (PR) – “Da horta para nossa mesa: plantando, cuidando e compartilhando”
107 Lurdete Heiderscheidt Griga, Rancho Queimado (SC) – “Construindo Caminhos na Educação Infantil: Formação e Planejamento Coletivo em Rancho Queimado/SC”
108 Maitê Santos da Silva, Colombo (PR) – “Da estratégia à pratica: vivenciando e fortalecendo a aprendizagem”
109 Márcia Aparecida Ayala Braga, São Sebastião da Amoreira (PR) – “Movimento que Conecta”
110 Márcia Mara Campolina Cordeiro Coelho, Itabirito (MG) – “Pequenos Guardiões do Planeta”
111 Márcia Tezza Re, Meleiro (SC) – “People Who care for you”
112 Márcio Dalmazzo Sato Junior, Colombo (PR) – “Ocean Creatures!’
113 Maria Angélica Rego, Santa Cruz do Rio Pardo (SP) – “Família presente, escola que acolhe: construindo juntos caminhos para aprender e crescer”
114 Maria Daniela Ferreira de Paula, Andradas (MG) – “Laços de Amor: Família e Escola (Cuidar, Educar e Compartilhar)”
115 Maria Eunice de Sousa Azevedo, Lavras (MG) – “Carta ao leitor, uma experiência real de leitura e escrita”
116 Maria Luisa Augusto dos Santos, Santana de Parnaíba (SP) – “Palavras em versos, vozes e histórias: literatura, cultura e diversidade”
117 Maria Luiza Alves Silva, Lavras (MG) – “O uso dos jogos opet em uma turma multisseriada: uma conexão de conteúdos”
118 Maria Paula Queiroz dos Reis, Arapongas (PR) – “Receitas que Contam Histórias: Memórias Afetivas na Educação Infantil”
119 Mariana Ataides e Silva Sperandio, Loanda (PR) – “Pequenos Investidores do Saber”
120 Mariane Gomes, Matos Costa (SC) – “O Morango que Virou Ciência: um percurso investigativo entre cultura escrita e território”
121 Mariane Pereira de Carvalho Divino, Colombo (PR) – “Um Pedrinho para chamar de meu”
122 Marinês de Souza Silva, Vilhena (RO) – “Véstias, adereços e culinária da cultura afro-brasileira”
123 Marlon Eustaquio da Silva, Lavras (MG) – “Fluência Leitora”
124 Maycon Diego Amaral Queiroz, Santana de Parnaíba (SP) – “Slam Jahmaycon”
125 Michele da Conceição Pinto, Santana de Parnaíba (SP) – “Projeto Integradores: Experiência de Ensino-Aprendizagem em Arte no Ensino Médio”
126 Mileny de Macedo Farias, Itabirito (MG) – “Onde cabe uma história? Tecendo novos espaços para ler, brincar e pertencer”
127 Mirian Fumagalli, Chapecó (SC) – “Um Caminho para Todos: Descobrindo, Localizando e Aprendendo”
128 Miriângela Soares Nogueira de Miranda Alves, Pouso Alto (MG) – “O universo saboroso da Magali”
129 Naiara Aparecida Ribeiro, Santa Mariana (PR) – “Cada gota conta: da aprendizagem à transformações sociais.”
130 Natali Amanda Francisco, Varginha (MG) – “Família e Escola Conectadas pela Justiça”
131 Natália da Silva, Rancho Queimado (SC) – “Contadores de histórias”
132 Neusa Claudiana Basilio dos Santos, Itabirito (MG) – “Viagem pelo Céu: Descobrindo Infinitos”
133 Nirisnéia de Souza Estevo dos Santos, Ivaiporã (PR) – “Como Estrelas na Terra (Pequenos Artistas)”
140 Raquel Aparecida Silva, Santana de Parnaíba (SP) – “Do Rap à Redação”
141 Raquel Silvia de Paula, Cerejeiras (RO) – “Do descarte à inovação: Inteligência que preserva e ação que transforma”
142 Regina Carla Zamprogna Galli, Xaxim (SC) – “Sustentabilidade ambiental através das tampinhas”
143 Rejane Rodhiguero Lunardi, Xaxim (SC) – “Da evidência à gestão da aprendizagem: o Indica em Xaxim/SC”
144 Renata Amarante Cruz Barbosa, Andradas (MG) – “Arte que inspira e vida que pulsa no quintal da Anninha”
145 Renata Donizete Rodrigues, Varginha (MG) – “Por todo canto, me encanto e aprendo”
146 Rogeria Santos Fraga Rosa, Jundiaí do Sul (PR) – “Brincar junto é criar memórias que ficam para sempre”
147 Rosa Ramos da Rocha Oliveira, Jundiaí do Sul (PR) – “Museu Estrela do Amanhã”
148 Rosana de Almeida Resende Lima, Varginha (MG) – “Do contexto ao texto: gêneros textuais e prática social na rede municipal de Varginha”
149 Roseli Rossi Saquet, Xaxim (SC) – “Horta Encantada: Raízes do Futuro – Cultivando Vida, Sustentabilidade e Saberes na Escola”.
150 Rosicler Joana Ribeiro de Moraes, Santana de Parnaíba (SP) – “Fios do Protagonismo: a Cultura Maker e o Letramento Digital na Ressignificação do Recreio Dirigido”
151 Sabrina Cardoso Tavares, Santa Cruz do Rio Pardo (SP) – “Investigação e descobertas: o que uma árvore pode nos contar?”
152 Sabrina Felipe Costa de Mattos, São Sebastião da Amoreira (PR) – “Descobrindo Meu Nome: Entrelinhas, Letras e Brincadeiras”
153 Sarah Danielle Dalla Costa Azevedo, Santa Mariana (PR) – “Eu existo, eu tenho direitos: documentação civil e cidadania desde a infância”
154 Silvane Bianchet, Chapecó (SC) – “Chapecó em foco: história, cultura e desenvolvimento em uma perspectiva interdisciplinar”
155 Stefanie Aparecida Panigaz, Arroio Trinta (SC) – “Nossa história, nossa cultura: A influência italiana na identidade de Arroio Trinta”
Muitas horas de planejamento, milhares de quilômetros percorridos e milhares de pessoas contatadas, entre professores, gestores e familiares dos estudantes. A jornada formativa da Editora Opet não para! Nos primeiros dias de setembro, estivemos em redes de Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina para formações pedagógicas, reuniões técnicas e visitas técnicas de acompanhamento pedagógico, além dos EFAM – os encontros com familiares. Confira!
🗨️ MG: Encontro com gestores em Varginha
Varginha, um dos municípios mais conhecidos do sul de Minas Gerais, é, também, um dos parceiros estratégicos da Editora Opet no Estado. Lá, nos dias 31 de agosto, 01º e 02 de outubro, aconteceu uma reunião técnica com o time da Secretaria Municipal de Educação e, também, uma formação que envolveu as equipes gestoras das unidades escolares da rede municipal.
Conduzido pela gerente pedagógica Rubia Cristina dos Santos, o evento com os gestores foi o segundo de um ciclo que prevê quatro encontros ao longo de 2026. O foco, como destaca a prefeitura de Varginha, está no aprimoramento das práticas de liderança e no fortalecimento da gestão escolar, contemplando especialmente os diretores que assumiram a gestão neste ano, além de supervisores pedagógicos e orientadores educacionais.
A gerente pedagógica Rubia Cristina conversou com os gestores sobre a conduta do líder na Educação Básica. Crédito/foto: Prefeitura de Varginha.
Durante os trabalhos, os diretores escolares abordam o tema “Identidade, atribuições e conduta do líder na educação básica”. Simultaneamente, supervisores pedagógicos e orientadores educacionais aprofundaram os estudos sobre “Gestão democrática, documentação pedagógica e organização do trabalho”, fortalecendo a rotina pedagógica nas instituições.
O prefeito de Varginha, Leonardo Ciacci, prestigiou a formação e destacou a importância do investimento permanente do município no desenvolvimento dos gestores para assegurar a qualidade da educação municipal. A secretária Municipal de Educação, Juliana de Paula Mendonça, reforçou o compromisso da gestão com o suporte técnico e pedagógico às equipes, garantindo que o aprendizado e o bem-estar dos estudantes permaneçam no centro das ações educacionais. (*)
✍️ PR: uma formação especial em Jaboti
Localizado no Norte Pioneiro paranaense, o município de Jaboti é um importante parceiro da Editora Opet. E, nos dias 01º e 02 de setembro, realizou a formação para os professores da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. O trabalho, coordenado pelo supervisor regional Fernando Corrêa, foi desenvolvido em oito oficinas (quatro para cada segmento). Entre os temas, “As plantas também têm nome”, “Infâncias Digitais: pensar, criar e explorar na Educação Infantil”, “A heterogeneidade em sala de aula e Produção de textos: um olhar social e computacional”.
Formação foi realizada em formato de oficina. Crédito/foto: Editora Opet.
“Somos parceiros da Opet há três anos e, neste ano, iniciamos o trabalho com a Educação Infantil 3, 4 e 5”, conta a secretária municipal de Educação de Jaboti, Juliane Aparecida de Melo Silva. “E a formação pedagógica foi excelente. Ela trouxe experiência para os nossos professores no sentido de explorar o que a criança pode construir de de vivência alinhada ao ensino-aprendizagem. Como o professor vai conduzir, principalmente o material didático-pedagógico, para desenvolver a capacidade de aprendizagem do nosso aluno.”
A secretária também destacou o trabalho realizado com os professores dos Anos Iniciais, em que houve enfoque em temas críticos como leitura, escrita, equidade e pensamento computacional. “Foi uma das melhores capacitações que nós tivemos, tanto na Educação Infantil quanto no Ensino Fundamental”.
Professores de Jaboti: as formações da Editora envolvem, sempre, o diálogo e a contrução conjunta do conhecimento. Crédito/foto: Editora Opet.
Conduzido pela assessora pedagógica Daniele Pires, o encontro com os familiares dos estudantes (EFAM) teve como tema “Família e Mundo Digital: a importância das relações saudáveis”. “As mães e pais acharam o tema muito pertinente. Ele trouxe uma reflexão importante sobre temas como o tempo de uso de tela pela criança, os conteúdos acessados e o monitoramento pela família, assim como os impactos do uso excessivo na educação e no próprio desenvolvimento. Foi muito interessante”, observa a secretária Juliane.
🇺🇸 SC: Em Meleiro, atenção total à Língua Inglesa
Em Santa Catarina, estivemos em Meleiro, município parceiro na região sul do Estado. Lá, o trabalho formativo envolveu os professores que utilizam a Coleção Joy, de Língua Inglesa (1º ao 5º ano do Ensino Fundamental), e foi conduzido pela autora do material, a professora Vera Rauta, com a supervisão regional de Glaylson Rodrigues. Além da formação, ela fez visitas técnicas para o assessoramento direto do trabalho com o Inglês nas escolas.
O mês de agosto foi de muito trabalho para a equipe da Editora Opet. Um tempo voltado a formações pedagógicas, apresentação de novos recursos educacionais, diálogo, conhecimento – e muitos avanços na educação pública! Confira:
MG: formação e encontro de gestores fortalecem a articulação entre redes no Circuito das Águas
A gerente pedagógica da Editora Opet, Rúbia Cristina dos Santos, falou aos gestores municipais de São Lourenço, Caxambu e Pouso Alto.
Nos dias 11 e 12 de agosto, a Editora Opet esteve em São Lourenço (MG) para uma agenda formativa que reuniu profissionais da rede municipal de ensino e gestores de municípios parceiros do Circuito das Águas. Durante os dois dias, foram realizadas formações destinadas aos professores da Educação Infantil e do Ensino Fundamental – Anos Iniciais de São Lourenço, promovendo momentos de estudo, reflexão e troca de experiências voltados ao fortalecimento das práticas pedagógicas e à aprendizagem das crianças e dos estudantes. Paralelamente à formação dos professores, São Lourenço sediou o Encontro Multirregional de Gestores Municipais do Circuito das Águas, reunindo 53 gestores de São Lourenço, Caxambu e Pouso Alto. Conduzido pela gerente pedagógica da Editora Opet, Rúbia Cristina dos Santos, o encontro teve como tema “Identidade, Papel e Postura do Gestor da Educação Básica”. A proposta partiu da compreensão de que, diante dos desafios contemporâneos da educação, o papel da gestão vai além da organização administrativa: envolve liderança pedagógica, capacidade de articulação, tomada de decisões e construção coletiva de caminhos para qualificar o trabalho das redes de ensino. “Esse senso de pertencimento, esse olhar para dentro e para o grupo, é muito importante para os gestores. No caso dos três municípios, eles são próximos e compartilham muitos desafios e possibilidades. Momentos como esse favorecem a reflexão sobre a prática, a troca de experiências e a construção conjunta de estratégias que podem contribuir para o trabalho das equipes e para a qualidade da educação”, avalia a supervisora regional da Editora, Jéssica Soares, responsável pela mobilização dos gestores para o encontro. O prefeito de São Lourenço, Walter José Lessa, prestigiou o encontro. Em sua fala aos participantes, destacou os atendimentos realizados pela Editora Opet e a importância da parceria para o desenvolvimento da educação no município.
SC: Chapecó reúne mais de mil profissionais em formação continuada
Nos dias 17 e 18 de agosto, o segundo ciclo formativo de 2026 da Editora Opet em Chapecó (SC) reuniu cerca de cerca de 1.100 profissionais que atuam com crianças da Educação Infantil e com estudantes do Ensino Fundamental. A programação foi organizada em diferentes polos educacionais e contou com oficinas direcionadas, criando espaços para estudo, diálogo e troca de experiências entre os profissionais. As propostas buscaram aproximar conhecimentos das práticas cotidianas das unidades educativas, fortalecendo o desenvolvimento profissional e as vivências pedagógicas da rede. Para a secretária de Educação de Chapecó, Astrit Tozzo, a formação continuada é um importante espaço de desenvolvimento profissional e construção coletiva. “Esses momentos são muito importantes, pois possibilitam a troca de experiências, o esclarecimento de dúvidas, a interação com profissionais de diferentes espaços, o diálogo com a nossa equipe de articuladores e com formadores. Nosso objetivo é proporcionar sempre o melhor aos nossos estudantes, e a formação continuada dos professores é parte fundamental para alcançarmos esse propósito”, destaca.
SC: Xaxim promove formação para professores da rede municipal
Em Xaxim (SC), a formação continuada realizada nos dias 20 e 21 de agosto reuniu cerca de 350 profissionais da rede municipal de ensino, contemplando professores da Educação Infantil e do Ensino Fundamental – Anos Iniciais e Anos Finais, além de profissionais da gestão e da Secretaria Municipal de Educação. A programação foi organizada a partir de oficinas direcionadas, proporcionando momentos de estudo, reflexão e troca de experiências. A proposta teve como foco apoiar os profissionais diante dos desafios do cotidiano escolar e ampliar possibilidades para o desenvolvimento do trabalho pedagógico. De acordo com a Prefeitura de Xaxim, iniciativas de formação continuada como essa contribuem para ampliar conhecimentos e possibilidades de atuação dos profissionais diante dos desafios educacionais, fortalecendo o compromisso da rede com a qualidade da aprendizagem dos estudantes.
PR: equipe de gestores de Loanda participa de agenda técnica em Curitiba
Nos dias 20 e 21 de agosto, a Editora Opet recebeu em Curitiba a equipe pedagógica da Secretaria Municipal de Educação de Loanda, município parceiro localizado no noroeste do Paraná. A agenda foi dedicada à apresentação técnica de diferentes soluções educacionais, entre elas as coleções “Vivências e Memórias”, novo lançamento da Editora para a Educação Infantil; “Robótica Sustentável”, proposta adicional que trabalha a Robótica de forma transversal e inovadora; e “Caminhos e Vivências”, voltada aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Os profissionais também conheceram a Plataforma Semente, direcionada à avaliação diagnóstica e ao desenvolvimento socioemocional dos estudantes. A programação foi complementada por uma experiência no laboratório de Gastronomia do UniOpet, com uma atividade prática de preparo de pratos em equipe. A proposta buscou ampliar os espaços de interação e integração entre os profissionais, valorizando também experiências que favoreçam a colaboração e a construção coletiva.
“É sempre uma alegria receber, em Curitiba, os educadores dos municípios parceiros. O encontro com a equipe de Loanda foi especialmente significativo: além da apresentação das coleções e da rica troca de experiências, a dinâmica realizada no UniOpet trouxe leveza e integração à programação, reafirmando o propósito que nos une: promover uma educação de qualidade e fortalecer parcerias”, afirma Rúbia Cristina dos Santos, gerente pedagógica da Editora Opet.
(*) – Com informações das prefeituras de São Lourenço, Chapecó e Xaxim.
Encontro reuniu 2,3 mil educadores em Santana. Foto: SMCS-Santana de Parnaíba.
Em 7 e 8 de julho, a equipe pedagógica da Editora Opet esteve em Santana de Parnaíba (SP) para um grande momento da Educação municipal! A programação, que abrangeu o VIII Seminário de Alfabetização e Letramento (para Gestores e professores dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental) e uma grande formação pedagógica, envolveu 2.364 educadores!
Neurociência e Educação
Cristina Vidolin. Fonte: Editora Opet.
Para o Seminário, a psicopedagoga e formadora da Editora Opet Maria Cristina Vidolin (foto) trouxe o tema “Quais as contribuições da Neurociência Cognitiva para a Educação?”. A palestra, realizada na Arena de Eventos do município, foi prestigiada pelo prefeito Elvis Cezar, pela secretária de Educação Denise Marques da Silva e pela equipe da SME.
E as formações aconteceram em 3 polos, com os professores da Educação Infantil, Educação Inclusiva, Anos Iniciais e Finais do Ensino Fundamental, gestores municipais e professores adjuntos.
Assertividade
“Em Santana de Parnaíba, trabalhamos com temas atuais da educação, com intencionalidade e foco em propostas de ampliação para o uso assertivo das Coleções”, explica o supervisor regional Fernando Corrêa, responsável, na Editora, pela condução do trabalho. “E ficamos muito satisfeitos com o engajamento de todos os participantes.”
As Formações aconteceram em 3 polos simultaneamente, com aprofundamento no uso dos materiais da Editora Opet. Fonte: Editora Opet.
Um feito logístico impressionante
O diretor de Ensino de Santana de Parnaíba, professor Cleber Aparecido Martinelli Hernandes, destaca a importância do momento formativo para o desenvolvimento da educação na rede municipal. “Mais do que um feito logístico impressionante, reunir cerca de 2.300 profissionais em um grande movimento formativo é a prova concreta de que Santana de Parnaíba coloca o futuro das nossas crianças e estudantes no centro das prioridades”, observa.
Segundo ele a imersão coletiva não apenas fortaleceu os laços entre os educadores, mas trouxe a inspiração e o fôlego necessários para um início de segundo semestre repleto de novas ideias e práticas transformadoras dentro da sala de aula.
Trabalho impecável
Quanto ao trabalho desenvolvido pela equipe da Editora Opet, Cleber o classificou como impecável. “Coordenar a formação de milhares de profissionais de forma simultânea divididos em polos presenciais exige precisão cirúrgica e, acima de tudo, muita sensibilidade humana”, afirma. “Desde a logística de acolhimento, com a distribuição dos kits de lanche para os participantes, até a curadoria cuidadosa na contratação e no alinhamento de palestrantes de renome nacional para o Seminário de Alfabetização, a equipe da Opet demonstrou um compromisso que vai muito além do cumprimento de um contrato.”
Xaxim: em 6 anos, as avaliações já chegaram a 20 mil estudantes da Educação Básica. Foto: Editora Opet.
Nos últimos seis anos, o município de Xaxim, no Oeste de Santa Catarina, colocou a avaliação diagnóstica da aprendizagem entre suas prioridades.
O foco: evolução dos estudantes, fortalecimento do trabalho docente e estruturação da aprendizagem. Para alcançar esses objetivos, tem o apoio do Programa Indica, da Editora Opet, que desde 2021 realiza avaliações com os estudantes do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental.
“Desde o início da parceria, foram aplicadas 40 mil provas que avaliaram 20 mil estudantes”, conta a coordenadora do Indica, Silneia Chiquetto. O trabalho envolveu os professores e os gestores do município em orientações para a aplicação. E, é claro, os estudantes e suas famílias, protagonistas de todo o processo.
Estratégico
Em Xaxim, o trabalho com a avaliação diagnóstica é coordenado por uma equipe formada pelas professoras Marineiva Moro, Rejane Lunardi,Liamara Tonello e Claudia Matiello. Na avaliação de Marineiva, que é doutora em Educação e coordenadora na Secretaria Municipal de Educação de Xaxim, o trabalho com o Indica é muito importante. “Hoje, contamos com dados reais de aprendizagem, o que nos permite compreender melhor o desenvolvimento dos estudantes e planejar ações pedagógicas mais efetivas”, explica. “Esses dados se tornaram insumos fundamentais para o planejamento do ensino, auxiliando professores e gestores na tomada de decisões e na construção de estratégias que potencializam o aprender de cada estudante.”
Nova etapa
Nos dias 2 e 3 de junho ocorreu mais uma etapa avaliativa, que envolveu todos os estudantes do 1º ao 9º ano. A novidade foi a adoção dos novos cadernos de prova, que tiveram as questões atualizadas. “Não houve uma mudança estrutural nas provas, apenas nas questões. Assim, os estudantes não sentiram diferença”, explica Silneia. “Os cadernos atualizados permitem uma avaliação mais precisa.”
Para Rejane Lunardi, os ajustes nos cadernos de prova foram muito positivos. “De acordo com os relatos que recebemos das coordenações pedagógicas, os instrumentos estão mais alinhados aos conteúdos trabalhados nacionalmente, sem deixar de respeitar as singularidades da realidade de Xaxim”, observa. “Isso contribui para que a avaliação seja mais coerente com o percurso formativo dos estudantes e ofereça resultados ainda mais consistentes para análise pedagógica.”
Dados
Depois de preenchidos pelos estudantes, os cartões-resposta são enviados a Curitiba e digitalizados. As respostas são analisadas e transformadas em relatórios disponíveis na Plataforma Indica. Todos esses dados, destaca Silneia, também são apresentados aos educadores ao vivo junto com ideias para o planejamento das ações de intervenção.
Olhando de perto
O engajamento de professores e gestores tem sido fundamental para o sucesso do processo avaliativo. Foto: Editora Opet.
A equipe do Indica também esteve em seis das dez escolas participantes para acompanhar as provas. “Esse momento permitiu esclarecer dúvidas e perceber o ‘clima’ do processo”, explica Silneia. “Vimos que já existe uma cultura internalizada de avaliação, o que é excelente porque o retrato da aprendizagem que nasce das provas é ainda mais fiel.” Nesse sentido, Liamara Tonello destaca que Xaxim quer avançar. “Vamos intensificar o diálogo com professores e famílias para que todos compreendam o Indica como um instrumento de qualificação do processo de desenvolvimento cognitivo dos estudantes, e não apenas como uma prova.” Ela conta que estão previstas reuniões com as famílias ao final do processo avaliativo para apresentação e discussão dos dados.
Avaliações foram realizadas com os novos cadernos de provas. Foto: Editora Opet.
Novidades do Programa
Silneia também esteve reunida com os coordenadores da Secretaria e das escolas para apresentar as novidades do Programa, como os novos cadernos de provas, a ferramenta de IA para a construção dos planos de intervenção, os leitores digitais dos cartões-resposta e a possibilidade de realização das provas em formato online. O município também trouxe uma novidade: uma das escolas participantes, a EBM Ari Lunardi, montou, em caráter de projeto-piloto, um comitê de aplicação de provas. “Houve formação específica para os aplicadores e foi realizado um processo de seleção e remanejamento de profissionais a comissão. Essa organização buscou garantir a seriedade, a transparência e a qualidade do processo avaliativo, além de fortalecer a cultura de responsabilidade coletiva em torno da avaliação”, explica Claudia Matiello. A criação desse comitê, destaca Silneia, reforça a seriedade com que Xaxim trabalha com a avaliação diagnóstica. “É um passo importante para tornar o trabalho ainda mais individualizado, mais atento à qualidade e às questões locais. Algo que nós, do Indica, valorizamos muito porque se reflete em melhora na aprendizagem e evolução na educação.”
Professor ou gestor parceiro da Editora Opet: quando você se conectar à Plataforma Educacional Opet Inspira, vai perceber algo diferente. No canto inferior direito da tela inicial vai aparecer o ícone da assistente virtual Lia.
Ela foi desenvolvida pelo time de Tecnologia Educacional (TE) da Editora Opet para facilitar a vida dos educadores e melhorar a qualidade do atendimento. Ela está na Plataforma, nos atendimentos via Whatsapp (pelo 41 99806-1273) e também por e-mail (atendimentote@opeteducation.com.br).
“Quando concebemos a Lia, pensamos em um assistente virtual que somasse o poder da IA com a intencionalidade do atendimento”, explica Rogéria Nassarden, assessora de TE da Editora. “Um recurso amigável, humanizado e altamente responsivo, isto é, que respondesse às demandas.”
Lia: assistente virtual agiliza a resolução de problemas de TE.
O trabalho envolveu toda a equipe, que realizou diversos testes ao longo do desenvolvimento e implantação, nos últimos meses, para garantir sua qualidade e funcionamento. O avatar – representando uma professora brasileira – foi desenvolvido pela designer Danielly Schmidt, do Marketing da Editora.
Quem pode utilizar?
O foco são os professores e gestores das redes pública e privada parceiros da Editora Opet.
“Na Plataforma Opet Inspira, o acesso é feito exclusivamente pelo perfil ‘docente’. Queremos que a Lia funcione como um parceiro ideal dos profissionais de educação”, explica Rogéria.
E quando usar?
Nesta primeira fase, a assistente estará totalmente focada em apoiar os educadores em dúvidas relacionadas à própria Tecnologia Educacional (TE).
“Isso significa que pode ser acionada para ajudar na navegação da Plataforma Opet Inspira, acesso a materiais digitais, uso de ferramentas e suporte técnico. Se o desafio for tecnológico, a LIA resolve!”, garante Rogéria.
Perto da TE, junto das pessoas
A implantação da assistente virtual marca um fortalecimento do trabalho da TE na Editora. Isso porque a ferramenta trabalha junto com a equipe, ampliando sua capacidade de resposta.
“Quando as dúvidas são mais relacionadas às questões do dia a dia, a LIA responde rápido e com precisão. Nos casos mais complexos ou específicos, ela aciona diretamente a equipe, que soluciona o problema. Em outras palavras: o professor nunca fica sem resposta e tem um canal facilitado com os nossos especialistas sempre que precisar”, explica.
Gostou?
Então, acesse a plataforma! Agora é sua vez de conhecer a Lia e descobrir como ela pode facilitar o seu dia a dia na educação!
No contexto da Educação Infantil, as palavras “vivências” e “memórias” têm um significado especial. Elas evocam a potencialidade das vivências das crianças como experiências de aprendizagem concretas, sociais e culturais que sustentam práticas de registro, narrativa, linguagem, escuta e reflexão.
E é por isso que elas foram escolhidas para batizar a nova Coleção da Editora Opet para a Educação Infantil na área pública. “A coleção Vivências e Memórias caminha exatamente nessa direção”, explica a gerente editorial da Editora, Marcele Quaglio Tavares. E faz isso olhando para os documentos oficiais da educação brasileira e, também, para a Pedagogia Histórico-Crítica.
Capas do “Livro de Vivências”, componente essencial da Coleção Vivências e Memórias.
“Nessa perspectiva, compreendemos a infância como um tempo de experiências significativas, construção de sentidos e formação humana integral”, observa. “A linha editorial articula experiência, cultura e aprendizagem, apoiando o professor em práticas consistentes e intencionalmente planejadas.”
🗨️ Escuta e criação
A Coleção, reforça a gerente, também nasceu do contato permanente dos formadores pedagógicos da Editora com professores e gestores da Educação Infantil de todo o país, nas redes municipais parceiras.
Esse, aliás, foi o primeiro passo. “Para começar, nós escutamos as pessoas que seriam impactadas pela coleção. A proposta nasceu desse encontro e do entendimento das necessidades e desejos de quem está na escola, no dia a dia com as nossas crianças”, explica.
A partir disso, foi feita uma articulação com a linha pedagógico-editorial da Editora. Então, a Coleção e seus materiais complementares começaram a ser desenhados com as características técnicas adequadas para atender às necessidades das crianças e dos educadores.
Na sequência, a equipe trabalhou na criação de um conceito visual que representasse essa intencionalidade pedagógica. E, em seguida, foi feito o convite às autoras do material, especialistas com grande vivência na Educação Infantil um olhar alinhado à concepção da Coleção.
🌱 Zelo pela Educação Infantil
“Acredito que conseguimos oferecer uma Coleção que se destaca pelo respeito às infâncias e ao tempo das crianças da Educação Infantil”, analisa Marcele. “Cuidamos com muito zelo de cada escolha de imagem, da adequação das propostas e da clareza na comunicação. Construímos materiais completos e de uso prático pelos educadores, com propostas claras e objetivas para dar todo o suporte de que eles necessitam.”
🧸 Estrutura
“Vivências e Memórias” é formada por dois volumes principais, o “Livro de Vivências” e o “Livro de Memórias”. “No Livro de Vivências, apresentamos propostas de experiências significativas para incentivar brincadeiras e interações das crianças. E, no Livro de Memórias, a criança protagoniza o registro das narrativas conforme sua escolha e suas lembranças.”
Capas do “Livro de Memórias”.
Esse arco de experiências, explica Marcele, é complementado por uma série especial de livros de literatura (dez títulos, dois para cada nível) sensíveis e aderentes à proposta da Coleção.
Algumas das capas dos livros de Literatura da Coleção. Ideia é aproximar as crianças dos livros e da leitura.
O “Livro Diário” acrescenta mais uma camada ao trabalho, dando suporte à comunicação família-escola e reforçando um aspecto-chave da proposta Opet, o da proximidade por uma formação integral.
E os recursos complementares do professor – como o “Calendário” e os painéis “Nosso Dia” e “Nossa Rotina” – contribuem para a composição do ambiente de aprendizagem.
🤲 Para os educadores
Professores e coordenadores pedagógicos contam com dois livros específicos que apoiam o trabalho. No caso dos docentes, o Livro do Professor (imagem abaixo), semestral, integra a fundamentação teórica com um guia prático de mediação e traz, ainda, orientações em páginas espelhadas do Livro da Criança.
E os coordenadores pedagógicos contam com o Livro da Coordenação, desenvolvido para apoiar a gestão na Educação Infantil com acolhimento, consistência e excelência.
🤖 A Coleção e os REDs
No desenvolvimento da Coleção “Vivências e Memórias”, conta Marcele, houve uma preocupação muito grande em relação aos recursos educacionais digitais (REDs), que se caracterizam pela intencionalidade pedagógica. “São vídeos, animações, jogos, músicas e até recursos de Realidade Aumentada (RA) para oportunizar vivências significativas e que favoreçam a relação da criança com o mundo digital de forma segura, responsável e adequada à faixa etária”, explica.
Todos os REDs estão disponíveis no ambiente da criança, na Plataforma Opet Inspira. Para facilitar o acesso, sempre que há algum recurso digital associado ele é sinalizado com um QR Code nas páginas do “Livro de Vivências”.
–
[DESTAQUE] Um projeto gráfico centrado na criança
Encantamento. Tempo. Natureza. Espaço. Cor. Sensibilidade. Conhecimento. Juntas, essas palavras poderiam resumir o que é o projeto gráfico da Coleção “Vivências e Memórias”, que reúne intencionalidade pedagógica e protagonismo da criança. As páginas são “limpas”, isto é, sem excessos gráficos, e focam na natureza e nas miudezas da vivência no cotidiano infantil. “Além disso, demos prioridades a imagens reais, que a criança consegue reconhecer e relacionar com suas observações do mundo”, conta Marcele. “Escolhemos cuidadosamente os estilos das ilustrações utilizadas no material, evitando estereótipos e trazendo riqueza artística para a coleção.”
As capas são do artista piauiense Irineu Santiago, cujas obras se caracterizam pela sensibilidade e expressividade. “Os traços e as cores geram emoção. Essa escolha representa o nosso cuidado estético e a valorização da forma de representar o corpo, o gesto e o movimento, que são pilares para a aprendizagem das crianças”, conclui Marcele.