A Plataforma Educacional Opet INSpira vai ganhar novos jogos! (e você vai saber como eles são criados)

Um diferencial da espécie humana é o seu gosto pelos jogos: as pessoas adoram jogar, brincar, enfrentar desafios e solucionar enigmas. E, ao fazer isso, elas se relacionam com outras pessoas, testam e aprimoram o raciocínio, descobrem coisas e aprendem. O tamanho do mercado dos jogos digitais é a melhor prova disso: no ano de 2020, segundo a consultoria internacional Superdata/Nilsen, a receita global do setor chegou a US$ 126,6 bilhões, com um aumento de 12% em relação ao ano anterior. Muito dinheiro e, é claro, muita gente jogando!

A educação participa desse mercado. O segmento dos jogos educacionais digitais vem crescendo muito, e bons produtos são desenvolvidos a partir de um trabalho cuidadoso em relação a conteúdos, fundamentos pedagógicos e objetivos. A ideia é unir aprendizagem significativa e diversão.

Desde o ano passado, quando lançou a plataforma educacional Opet INspira, a Editora Opet trabalha com a criação e a publicação de jogos educacionais digitais para seus estudantes e professores parceiros. Esses jogos são desenvolvidos pelos especialistas da Editora, dentro de um projeto que prevê a criação de mais de 200 jogos em português e inglês para a Educação Infantil o Ensino Fundamental e o Ensino Médio.

Já foram publicados 35 jogos, produzidos na primeira etapa do projeto – eles são voltados à Educação Infantil, Alfabetização e Matemática. Na segunda etapa, já iniciada e prevista para ser concluída até agosto, serão outros 30, dirigidos ao Ensino Fundamental (Anos Iniciais, 6º e 7º anos), em componentes curriculares como História e Geografia, e à Educação Infantil. “Ao produzir os jogos, assumimos um nível de qualidade compatível com o da plataforma Opet INspira e alinhamos a proposta aos fundamentos pedagógicos das coleções da Editora Opet”, explica Luciano Rocha, coordenador de Projetos em Tecnologias Educacionais da Editora.

Luciano Rocha com um dos novos jogos em fase de finalização.

O desenvolvimento de cada jogo passa por várias etapas: briefing, iconografia, design, análise linguística e revisão ortográfica, programação, análise e validação e, por fim, publicação na plataforma educacional Opet INspira. Os jogos são desenvolvidos em linguagem HTML5. Eles são visualmente atraentes, funcionam bem e podem ser jogados em desktops e smartphones.

E como são os jogos? “Eles são desenvolvidos com base em ‘mecânicas’ apropriadas para o contexto educacional, ou seja, formas e caminhos de jogar. E, aí, trabalhamos com movimento, memória, associações, estratégia, texto… são muitas as possibilidades, sempre com a ideia de engajamento do estudante”, explica Luciano.

Jogos também trabalham com temas socialmente relevantes, como a reciclagem de materiais.

Questão de validação – É importante que os jogos educacionais sejam testados e validados, inclusive em relação ao potencial de engajamento dos estudantes. Perguntado sobre essa validação, Luciano conta, sorrindo, que um importante testador é seu filho, de 12 anos. “Ele testa todos os jogos que desenvolvemos e é muito crítico!”, comenta.

Além dessa validação empírica, existe, é claro, uma validação técnica cuidadosa. Ela é feita por Cristina Pereira Chagas, colaboradora da equipe de Tecnologias Educacionais da Editora Opet e mestre em Educação e Novas Tecnologias. Ela é autora do “Almanaque do Mestre – Cultura Digital”, material complementar da própria Editora, e do livro “Tecnologias e Cognição: aprimorando habilidades e saberes docentes com jogos digitais”.

“A etapa de análise e validação possui dois objetivos principais: um tecnológico e outro educacional”, explica Cristina. A análise tecnológica possui duas fases, chamadas “alfa e beta”, em que o analista testa o jogo em diferentes navegadores de internet e em computadores e dispositivos móveis. “Isso garante a eficiência e a portabilidade pelos usuários da Opet INspira na maioria absoluta dos dispositivos digitais disponíveis.”

A segunda etapa, educacional, avalia se o jogo atende os requisitos de jogabilidade, usabilidade, feedback e objetivos pedagógicos. “Ela garante que as crianças e os estudantes terão autonomia e os professores poderão utilizar o jogo em uma proposta pedagógica integrada ao trabalho com os materiais didáticos e as metodologias ativas”.

Cristina Chagas: a especialista que analisa e valida os jogos produzidos pela Editora Opet.

Vai ser sucesso? – Jogo validado e publicado, chega-se a um outro momento crítico: o da recepção. Alguns jogos educacionais fazem mais sucesso do que outros. Mas, o que define se um jogo será, ou não, um “best seller”?

São vários os fatores envolvidos. “Se eu pudesse resumir, diria que são três: a motivação, a experiência do usuário e a aprendizagem”, avalia Cristina. A motivação diz respeito às habilidades envolvidas, à relevância dos conteúdos aprendidos no jogo e a satisfação de estar ali, jogando. A experiência do usuário contempla a imersão, o engajamento e a diversão. E a aprendizagem vai além dos conteúdos curriculares, pois contempla, também, o desenvolvimento de habilidades cognitivas e socioemocionais.

O melhor resultado? A educação! “Aliados aos materiais didáticos e aos objetos educacionais da plataforma Opet INspira, os jogos compõem uma estratégia completa junto ao plano de ação pedagógico”, garante Cristina. Ela destaca o papel dessas ferramentas na aquisição, pelos estudantes, da quinta competência da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a da Cultura Digital. “Adquirir essa competência ludicamente é sempre algo muito interessante!”, conclui.

ENTREVISTA: A concepção pedagógica dos jogos educacionais da Editora Opet

Ross Mary Strano Vieira (foto) é editora na Editora Opet. Ela também é responsável pela concepção educacional dos jogos desenvolvidos pela equipe para a plataforma educacional Opet INspira. Nesta entrevista, ela explica como funciona a concepção dos jogos.

Editora Opet – Produzir um jogo educacional é diferente de produzir um jogo digital comum. Como editora e como especialista em educação, a que elementos você fica atenta no processo de concepção e construção dos jogos?

Ross Mary – Os jogos educacionais digitais e os jogos casuais têm elementos comuns em sua estrutura que sustentam a ideia de jogo, como por exemplo o desafio, as regras e a interatividade. Porém, o objetivo é o elemento que diferencia esses dois tipos de jogos. Nos jogos casuais, o objetivo é apenas o entretenimento, a diversão, enquanto que nos jogos educacionais a criança está envolvida, de modo divertido, num processo de aprendizagem. Portanto, a concepção do jogo educacional digital deve estar atrelada ao objetivo pedagógico que se quer alcançar.

EO – Você é a especialista responsável pela parte educacional dos jogos, por aproximá-los dos objetivos pedagógicos. Como funciona, exatamente o seu trabalho? Você trabalha, por exemplo, com a proposição dos jogos?

RM – A produção de um jogo educacional digital é um processo longo e minucioso, que envolve diversos profissionais e suas expertises. Até que um jogo seja disponibilizado na Plataforma Opet INspira, ele passa por ao menos dez fases. Meu trabalho começa logo após a aquisição do motor do jogo, quando faço uma análise para definir uma concepção de jogo que potencialize as aprendizagens das crianças, elencando as adequações necessárias para tornar o jogo interativo, dinâmico, envolvente e adequado à faixa etária a qual será destinado. Nessa fase, a determinação do objetivo pedagógico é que direciona todas as escolhas e decisões. Após essa fase inicial de determinação de objetivos e da mecânica de jogo, o trabalho segue um fluxo que passa por outros profissionais para complementar com iconografia, design de telas, programação e customização, até retornar para que eu faça a validação e o produto siga para revisão, análise, testes e cadastro e indexação na Plataforma Opet INspira.

EO – A que elementos uma especialista como você deve estar atenta ao “conversar” com os diferentes públicos da educação?

RM – Para que os jogos atendam as diferentes faixas etárias e níveis de ensino é necessário conhecer e respeitar as características das crianças/estudantes e as relações que estabelecem com o conhecimento. É importante salientar que cada jogo educacional digital da Plataforma Opet INspira é pensado a partir das propostas presentes nas coleções da Editora Opet. Dessa forma, garante-se que o jogo contribua para o percurso educativo das crianças, pois está atrelado aos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento propostos para cada faixa etária.

EO – Por fim: como educadora, como você avalia o papel dos jogos educacionais digitais para a educação?

RM – Os jogos são recursos amplamente utilizados nas Instituições de Educação Infantil e nas escolas porque são ferramentas eficientes e efetivas para potencializar a aprendizagem e o desenvolvimento da criança e do estudante. De forma lúdica e prazerosa a criança se defronta com desafios e problemas, tendo oportunidade de fazer reflexões e estabelecer relações para a busca de soluções. Paralelo ao uso de jogos físicos como tabuleiros com jogos de percurso e cartas, por exemplo, os jogos educacionais digitais constituem uma tecnologia que amplia a diversidade de estratégias que visam o aprendizado. Acrescente a isso o fator de inclusão digital que esse tipo de jogo proporciona, o que colabora para o desenvolvimento da competência relacionada à Cultura Digital – prevista na BNCC – que prevê que o estudante compreenda, utilize e crie tecnologias digitais de forma crítica, significativa, reflexiva e ética. Portanto, os jogos educacionais digitais são potentes recursos didáticos, em especial quando fazem parte de um bom planejamento pedagógico e são mediados pelo professor, no sentido de ajudar o estudante a desenvolver autonomia, aprendendo a aprender. Nosso objetivo é que os estudantes das instituições conveniadas, que utilizam os materiais didáticos da Editora Opet, vivenciem experiências de aprendizagem lúdicas, desafiadoras e comprometidas com seu desenvolvimento.

Maio, tempo de Inglês! Formações chegam a municípios do PR, SC e MT

A Editora Opet desenvolve um dos melhores trabalhos do país com o ensino da Língua Inglesa para estudantes dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Esse trabalho tem como carro-chefe a Coleção Joy!, de autoria da professora Vera Rauta. Ao longo deste mês (dos dias 03 a 20), a Editora Opet está realizando implantações e formações pedagógicas para o trabalho do primeiro semestre em várias cidades do país.

Professora Vera Rauta durante uma das formações online.

Neste momento, estão sendo atendidos os professores de Língua Inglesa das redes públicas de municípios do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso. Em alguns casos, são implantações, ou seja, o trabalho está começando agora. Todas as ações estão sendo feitas de forma remota, seguindo os protocolos de sanidade do período da pandemia.

Aproximação – Vera Rauta vê com alegria a participação dos professores nas formações online. “Esse engajamento é um ponto alto de toda formação pedagógica. Todos comparecem ansiosos pelas novidades, discussões e reflexões”, conta.

Segundo ela, o formato das formações favorece não apenas a transmissão dos conteúdos da Língua Inglesa que serão trabalhados com os estudantes, mas também o domínio das ferramentas digitais colocadas à disposição dos professores pela Editora Opet – no caso, a plataforma educacional Opet INspira e o Google Workspace for Education. “O professor percebe a possibilidade de uso desses recursos e os leva para as suas aulas, sejam elas remotas, híbridas ou presenciais. Quem ganha é o estudante”, observa.

Integração – Vera explica que as ferramentas digitais “conversam” de diferentes formas com a coleção. “Os livros digitais da coleção – livro do aluno e manual do professor – ganham espaço nas salas de aula em formato presencial ou remoto. É um recurso que encanta as crianças e os familiares, que podem participar da formação de seus filhos.”

Os áudios dos livros, que são utilizados na prática da oralidade – ou seja, para familiarizar os alunos com o falar, o ouvir e a pronúncia –, também foram disponibilizados na plataforma Opet INspira para uso pelo professor e pelos estudantes. O que impacta positivamente na relação de ensino-aprendizagem da Língua Inglesa.

Além disso, a plataforma permite a criação de quizzes – jogos formados por listas de perguntas – pelo professor para seus estudantes. Com o Google Workspace for Education, os professores têm acesso às ferramentas que utilizam no seu dia-a-dia, como a sala de aula (Classroom), Google Docs, Jamboard, Drive e Agenda, além do Meet, espaço onde acontecem as formações pedagógicas. “Os objetos de conhecimento da coleção são ampliados nesses espaços virtuais e nos propiciam novas formas de ver, desfrutar e compartilhar os conhecimentos do mundo”, avalia Vera.

Avanços digitais – A autora da coleção Joy! vê o momento atual, de consolidação do ensino remoto, como sendo de desafios e oportunidades. Segundo Vera, a necessidade de adaptação quase que instantânea ao ensino remoto, no início da pandemia, gerou algumas dificuldades.

“O trabalho com a oralidade, eixo linguístico que envolve as práticas de linguagem em situações de uso, foi, a princípio, prejudicado, dando espaço para atividades de leitura e escrita produzidas pelos professores e enviadas aos estudantes que estavam com aulas remotas”, conta.

Já a formação continuada, a implementação da plataforma Opet INspira e das ferramentas Google trouxeram novas possibilidades de trabalho com a integração dos eixos linguísticos mediados pela tecnologia. “Assim, a Língua Inglesa foi para dentro da casa das crianças. Vimos filhos ensinando Inglês aos pais, irmãos menores e avós. Houve conectividade. Creio que, mesmo que as aulas retornem ao formato presencial em breve, o aprendizado construído neste momento vai permanecer.” E os professores, segundo Vera, demonstram o desejo por continuar utilizando as ferramentas em suas aulas e fazendo essa mediação pedagógica.

Primeiros passos – Ouro Verde é um município situado na região oeste de Santa Catarina. Parceira recente da Editora Opet, sua rede municipal de ensino está implantando neste momento a Coleção “Joy!”, dentro da formação multirregional de maio. Sua secretária de Educação, a professora Elaine Scheis, destaca a importância do momento.

“A implantação do estudo da coleção Joy! é de suma importância para nossa educação, pois ofertamos essa disciplina aos alunos e não temos nenhum professor formado na área até o momento”, conta. “Vejo que é um ensino eficaz e necessário. O professor precisa conhecer teorias de aquisição de língua estrangeira e adicionar a teoria, a prática, a criatividade e o conhecimento – assim, atingirá seu objetivo.

Ela destaca a importância da aquisição da Língua Inglesa na infância. “A aprendizagem acontece de maneira mais fácil e rápida porque se dá de forma descontraída. E, isso, a coleção Joy! oferece. Assim, considero uma conquista de nossa gestão e, com certeza, nossos alunos irão colher os frutos logo.”

A secretária também elogia o trabalho formativo desenvolvido pela Editora Opet. “Tenho relatos dos professores de que está sendo ótimo participar da formação exclusiva para a Língua Inglesa. Com isso, o trabalho em sala de aula, ficará bem mais tranquilo e menos complicado.”

Para o secretário municipal de Educação de Salto Veloso (também em Santa Catarina), Josias Pasin, o investimento do município em Inglês atende não somente uma exigência legal, mas uma demanda da nossa época, que pede intercâmbio, conhecimentos em tecnologia e a interação com outras culturas e formas de ver o mundo – para além do contexto escolar.

E ele está satisfeito com o trabalho oferecido pela parceria com a Editora Opet. “O material é maravilhoso, de excelente qualidade, e ajuda o trabalho remoto. Quanto ao engajamento dos professores na formação online, eles se envolveram bastante – e o fato de a formação ser ministrada pela autora dos materiais, a professora Vera, também é algo importante”, avalia.

A importância da formação continuada

Educar é preparar as pessoas para a vida em sociedade. Para a convivência, a colaboração, os desafios, a sustentabilidade e, é claro, as transformações que acontecem sem parar. Se quem está em sociedade precisa “correr” o tempo todo, quem ensina precisa correr mais ainda! E isso porque os professores têm uma grande responsabilidade. Mas, como preparar quem prepara outras pessoas? Apoiando suas iniciativas e, é claro, investindo em formação continuada.

Um bom exemplo de como as transformações sociais impactam a educação e exigem atualização constante do professor é o cenário atual. Desde o início da pandemia, toda a estrutura de aulas precisou ser modificada. Rapidamente, o ensino passou a ser aplicado no modelo on-line ou híbrido. Isso exigiu novos conhecimentos, metodologias e ferramentas.

 

Evolução tecnológica e neurociências mudam os rumos da educação 

Outro exemplo de transformação social que altera a forma de ensinar é a evolução tecnológica, que se acelerou nas últimas décadas, em especial com a popularização dos computadores e da internet. Ela é responsável por levar para a escola recursos digitais que modificam a estrutura das aulas e possibilitam maior inclusão e um aprofundamento dos conteúdos e possibilidades didático-pedagógicas.

Além disso, os avanços das neurociências também contribuem para modificar a forma de ensinar. Esse é um campo de estudo que visa compreender o modo como o cérebro aprende: a cada descoberta, novas práticas de ensino são incorporadas na educação a fim de garantir uma aprendizagem mais significativa aos educandos.

 

Como as tecnologias e as neurociências se relacionam e impactam a educação

Para deixar mais claro como todos esses elementos – tecnológicos e neurocientíficos – influenciam a educação e exigem do professor um aprimoramento constante, podemos citar alguns novos estilos de ensino baseados em tais descobertas. Os principais modos de ensino recentes são a chamada “cultura maker”, a “educação STEM” e a educação baseada em projetos ou em problemas. Mas existem vários outros que se encaixam nesse cenário de novidades educacionais.

Todos eles têm como ponto de partida o conceito de aprender fazendo. Isso porque, cada vez mais, os estudos neurocientíficos têm demonstrado que praticar algo é uma das formas mais poderosas de aprender um conteúdo novo. Outro ponto que os novos modelos de ensino possuem em comum é o uso de tecnologias no processo de desenvolvimento das atividades.

A aprendizagem STEM, por exemplo, propõe um ensino baseado nas áreas de Ciências, Tecnologias, Engenharia e Matemática (STEM é a sigla formada pelos nomes destas disciplinas em inglês). E isso não só porque essas áreas são mais exigidas no mercado de trabalho atual, mas porque elas se relacionam ao desenvolvimento da cognição – uma verdadeira “musculação cerebral”!

Esse método pode ser aplicado sozinho, mas também pode ser associado aos demais citados anteriormente. Uma das formas de fazer isso é associá-lo à educação baseada em problemas, em que todo o desenvolvimento do trabalho escolar parte de um problema específico que deve ser analisado por meio de hipóteses e observações e resolvido a partir de ferramentas educacionais tecnológicas.

Tantas novidades, é claro, pedem uma escola preparada. E, quando falamos em escola, estamos falando de infraestrutura, gestores e PROFESSORES.

 

O conteúdo da formação continuada deve ser associado a conhecimentos clássicos da educação 

Todos esses novos métodos dialogam e podem ser adaptados ao que o professor foi aprendeu na graduação, como os métodos dos principais teóricos educacionais e os aspectos da psicologia e sociologia do ensino. O fato é: o que se aprende na faculdade é fundamental, mas deve ser conectado e fortalecido por outros conhecimentos, saberes e fazeres, especialmente os relacionados às mudanças tecnológicas mais recentes. Isso atualiza e mantém os conhecimentos. A formação continuada garante ao professor maior conhecimento sobre recursos personalizados e inclusivos.

Além dos métodos e práticas de ensino, a tecnologia também possibilita o uso e até a criação de instrumentos de ensino, como trilhas de aprendizagem e sequências didáticas que facilitam o acesso dos estudantes aos conteúdos e avaliações.

Também contribuem para a elaboração de recursos de tecnologias assistivas, instrumentos que permitem a inclusão de crianças com deficiências ou transtornos de aprendizagem. Esses recursos garantem, por exemplo, a criação de funções personalizadas aos estudantes que utilizam a língua de sinais ou precisam de softwares de voz.

 

As tecnologias digitais facilitam a formação continuada dos educadores 

Os profissionais da educação devem estar atentos às possibilidades que os recursos digitais podem oferecer. Mas, com o dia a dia corrido, cheio de obrigações e responsabilidades, fica complicado encontrar um tempo para manter a rotina contínua de estudos. Um dos pontos positivos das novas tecnologias digitais é que elas facilitam não apenas a educação dos estudantes, mas também a formação continuada dos educadores.

Além disso, sistemas de ensino bem-estruturados e participativos, como é o caso dos oferecidos pela Editora Opet, também oferecem possibilidades para a formação continuada dos docentes. Esse, aliás, é um diferencial Opet: a excelência no trabalho pedagógico.

 

Professores podem se capacitar mesmo a distância 

Afinal, além das capacitações presenciais, existe a possibilidade de os educadores continuarem seus estudos na educação a distância (EAD) – outra facilidade disponibilizada pela Editora Opet aos seus parceiros.  Além disso, os gestores escolares podem implementar, nas escolas, diversas ferramentas e técnicas que aumentam as possibilidades de capacitação dos profissionais da educação.

 

Onde encontrar formas de manter os conhecimentos pedagógicos atualizados? 

Na Opet INspira, uma plataforma educacional da Editora Opet, há diversos recursos, materiais didáticos e objetos de aprendizagem que podem ser incorporados ao dia a dia da escola. Todos eles estão alinhados com as necessidades educacionais da atualidade. Para utilizá-los, basta acessar os documentos e tutoriais disponíveis na plataforma – eles são amigáveis e garantem um acesso rápido e seguro aos recursos. Para quem já é conveniado, basta acessar usando seu login e senha – os mesmos usados para acessar os recursos Google Workspace for Education. Se você não é conveniado, entre em contato conosco e peça para conhecer!

Todos juntos! A acessibilidade e as formações pedagógicas dos professores parceiros Opet

A acessibilidade é um grande tema da educação. Que tem a ver, em primeiro lugar, com cidadania: garantir a todas as pessoas o direito de acessar o conhecimento, aprender e crescer. Para isso, gestores e educadores vêm desenvolvendo formas de garantir equidade no processo de ensino-aprendizagem e, assim, superar ou minorar os efeitos das deficiências que afetam os estudantes.

A Editora Opet está atenta a essa questão. Há muitos anos, desenvolve um trabalho cuidadoso de acessibilidade em seus materiais impressos. E, mais recentemente, com a plataforma educacional Opet INspira, passou a oferecer um dos conjuntos de ferramentas educacionais digitais mais acessíveis do país – com um índice de acessibilidade de 91%, segundo o padrão internacional WCAG 2.0.

Menu de acessibilidade da plataforma educacional Opet INspira. A plataforma é uma das mais acessíveis do mercado, segundo critérios internacionais.

Professores perto – Isso garante aos estudantes com deficiência acesso ao ensino digital. Mas, e quando a questão envolve os professores? Na medida em que eles também participam de implantações, formações pedagógicas e acompanhamento online com a equipe da Editora – e, é claro, do trabalho com suas próprias turmas –, é necessário garantir o mesmo acesso aos recursos e ao conhecimento. E é exatamente isso que a Editora Opet faz.

“Estamos trabalhando para garantir a equidade no atendimento a todos os professores parceiros”, explica Cliciane Élen Augusto, gerente pedagógica da Editora. “É um processo que envolve o aprendizado em relação às deficiências e às ferramentas que permitem superá-las, o diálogo com os professores e com seus gestores. É desafiador e enriquecedor”, observa.

Um dos desafios foi colocado pelo próprio ensino remoto, que modificou a forma de ministrar aulas e colocou interfaces – as telas de computadores de smartphones – entre as pessoas. No caso das pessoas portadoras de deficiência, essas interfaces podem representar um problema. “Felizmente, as ferramentas do Google Workspace for Education estão se adaptando rapidamente às demandas surgidas a partir dos usuários portadores de deficiência. Já temos vários recursos e eles vão avançar mais”, conta Cliciane. Entre esses recursos estão ferramentas de ampliação e a digitação por voz. Além disso, em breve, o Meet receberá uma atualização importante que já existe em inglês, a da legenda automática, que será oferecida em português e espanhol. No caso dos recursos da plataforma educacional Opet INspira, como já observamos, eles estão entre os mais acessíveis do Brasil.

Aproximação – A oferta de recursos digitais acessíveis, porém, é apenas uma parte da questão. Como aproximar-se mais dos professores que têm deficiências? Como acolhê-los de forma mais efetiva, garantindo a mesma vivência pedagógica nos encontros formativos? Para responder essas e outras questões, na última semana a gerência pedagógica da Editora iniciou um processo formativo de sua própria equipe. A pessoa chamada a falar foi Eliana Cunha Lima, professora da Educação Especial e parceira Opet há muitos anos. No primeiro encontro, ela abordou as deficiências associadas à visão (cegueira e baixa visão) e à audição (surdez e baixa audição).

Formação online da equipe pedagógica para o trabalho com acessibilidade. Objetivo é aproximar e integrar.

“Esse encontro foi muito importe porque já nos trouxe perspectivas e caminhos. Nós, como professores, precisamos criar estratégias pedagógicas de aproximação desses professores, para que eles tenham exatamente o mesmo atendimento, o mesmo acesso ao conhecimento, de seus colegas”, observa Cliciane.

Segundo ela, a primeira grande lição é a da empatia com o público-alvo. “O professor e o formador devem se colocar no lugar do outro o tempo todo. Esse é um exercício contínuo que nos ajuda a encontrar estratégias, agir e superar as dificuldades a partir de uma construção coletiva, conjunta.”

Cliciane observa que sua equipe faz uma busca ativa dos professores com deficiência, para que, durante as formações, eles possam receber o mesmo tratamento dos demais docentes. Para isso, os gestores são contatados. “Essa aproximação é extremamente importante. As pessoas não devem se constranger. Nós estamos aqui para trabalhar juntos”, finaliza.

Os recursos adicionais que “turbinam” a plataforma educacional Opet INspira

“Dize-me com quem andas e te direi quem és!”. Você provavelmente já ouviu esse ditado, um dos mais tradicionais e antigos da Língua Portuguesa. Pois, ele cabe perfeitamente à leitura das novas tecnologias educacionais. E isso porque, em um tempo convergência digital, plataformas de conteúdo buscam incorporar aplicativos e conteúdos produzidos externamente. E, ao fazer isso, agregam valor, competências e conteúdo ao seu próprio trabalho.

É exatamente o “com quem andas” do ditado: os conteúdos externos agregados devem ter qualidade e dialogar com os recursos, fundamentos e princípios didático-pedagógicos que norteiam a plataforma de recepção. “Esse processo de seleção e escolha dos recursos adicionais externos é chamado de curadoria”, explica Luciano Rocha, coordenador de Tecnologias Educacionais da Editora Opet e da plataforma educacional Opet INspira.

“Na Opet, nós damos preferência à produção própria de conteúdos, que permite um alinhamento metodológico e didático-pedagógico em relação à proposta de trabalho da Editora. Assim, a maioria dos conteúdos da nossa plataforma é própria. Esse, aliás, é um grande diferencial”, destaca Luciano. “Mesmo assim, não podemos e nem devemos fechar os olhos a recursos externos de qualidade. Se eles agregam valor, se dialogam com a nossa proposta de trabalho e colaboram para o ensino-aprendizado, podem, sim, ser incorporados.”

No caso da Opet, a curadoria envolve uma equipe de especialistas editoriais que verificam desde a acuidade das informações às possibilidades de agregação dos conteúdos. “Essa leitura é decisiva para que o aplicativo ou recurso seja agregado à plataforma. É um selo de qualidade.”

Uma integração poderosa – A agregação mais “famosa” da plataforma educacional Opet INspira é a dos recursos Google Workspace for Education. Na verdade, o que temos aqui não é exatamente uma “agregação”, mas uma poderosa integração de funcionalidades. “A plataforma educacional Opet INspira oferece os conteúdos educacionais e o Google Workspace fornece as ferramentas de comunicação, compartilhamento e desenvolvimento das aulas online, como as salas de aula virtuais, o Drive, o e-mail, o Meet e o calendário, por exemplo”, explica Luciano.

Interface da plataforma educacional Opet INspira com um dos menus do Google Workspace for Education.

Nos últimos meses, aliás, a integração das plataformas está caminhando a passos largos. No início do processo, no ano passado, houve a unificação dos e-mails de ingresso, que passaram a ser compartilhados pelas duas plataformas, facilitando a vida dos usuários. Na mais recente, concluída há cerca de duas semanas, a plataforma educacional Opet INspira recebeu menus específicos para o trabalho com as ferramentas Google Workspace for Education. Mais rápido, prático e amigável, como você pode conferir acessando a plataforma ou lendo a reportagem especial que produzimos a respeito.

Os recursos adicionais – Chegamos, então, aos recursos adicionais “por excelência” da plataforma educacional Opet INspira. Quais são eles? Para começar, a Britannica Escola, versão online da mais famosa de todas as enciclopédias estudantis – a Enciclopédia Britânica –, nascida na Grã-Bretanha há 253 anos. Na Britannica Escola, os usuários podem encontrar milhares de temas de pesquisa. Eles são organizados de diferentes maneiras, desde a busca dicionarizada até a temática, e incluem itens como busca biográfica, atlas, videoteca, jogos, conteúdos curiosos e links para notícias do jornal “Folha de S. Paulo” dirigidas a crianças e adolescentes.

Tela de abertura da Britannica Escola.

O segundo recurso é o dos simuladores desenvolvidos pelo PhET, laboratório da Universidade do Colorado (EUA) especializado em simulações interativas de Ciência (Física, Química, Ciências da Terra) e Matemática. “São simuladores de alta qualidade, que despertam o interesse e engajam os estudantes”, observa Luciano.

Atrito: exemplo de simulador de Física do PhET.

O terceiro recurso é o portal “IBGE Cidades”, desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Esse é um portal gratuito e de domínio público, que incorporamos na forma de um link à plataforma porque havia uma demanda muito grande de parte dos professores de História e Geografia. Ele traz informações importantes, inclusive, sobre as próprias cidades dos estudantes, o que é interessante na construção de laços entre os conteúdos educacionais e o dia-a-dia”, observa Luciano.

“Descobrir o Brasil”: página do IBGE Cidades traz muitas informações locais e regionais.

No caso da Britannica Escola e dos simuladores Phet, explica o coordenador, eles foram incorporados por meio de uma “API de integração” – recurso de programação na própria plataforma Opet INspira – que permite o compartilhamento direto dos recursos via Google Classroom ou Drive, por exemplo.

Agregações futuras – No futuro, outros recursos adicionais devem chegar à plataforma da Editora Opet. “O processo de pesquisa é permanente. Neste momento, estamos fazendo estudos de viabilidade, parceria e curadoria de materiais”, conta Luciano. Ou seja: a plataforma educacional Opet INspira deve ficar ainda melhor!

A construção de vínculos na educação

Afeto, amor e a construção de vínculos em sala de aula

O processo de ensino-aprendizagem se assemelha a uma estrada que estudantes e professor devem percorrer juntos, rumo a um objetivo comum. Durante essa jornada, o professor assume o papel do guia, uma vez que ele já esteve nesse local e conduziu pessoas por ali. O bom guia, porém, abre espaço para o protagonismo de seus acompanhantes, para a curiosidade e para o interesse pelo caminho. É uma verdadeira viagem, uma jornada repleta de coisas a ver, experimentar e aprender!

Seu sucesso, porém, depende, em primeiro lugar, da confiança. Esse vínculo é essencial para o desenvolvimento pedagógico, sendo considerado um elemento-chave para o processo de ensino- aprendizagem.

Formação de vínculos e aprendizagem

O ser humano é social, ou seja, precisa criar relações para viver bem e feliz. Porém, mais do que se relacionar, ele necessita de bons vínculos e isto se estende ao contexto educacional, uma vez que, para que o aprendizado seja significativo, não basta que professor e aprendiz convivam. Eles devem ter um relacionamento baseado na confiança e no afeto.

Educação e afetividade

A afetividade é um tema clássico da educação. Desde o século 20, teóricos como Pestalozzi se dedicaram a entender a importância de trabalhar o que chamamos de “amor pedagógico” no processo de ensino. Tais elementos vão desde respeitar os estágios do desenvolvimento infantil até a aplicação de uma educação integral que visa não apenas o desenvolvimento do intelecto, mas também a regulação das emoções e a formação da moral.

Fato é que as relações afetivas são essenciais para o desenvolvimento humano e fortalecem sua autonomia. Portanto, elas também devem ser cultivadas nas instituições educacionais.

Para autores como Pestalozzi, uma forma de fazer isso é entendendo que a educação é mais do que transmissão de conhecimentos. Ela é, também, garantir um ambiente seguro e acolhedor. Essa seria, segundo o próprio autor, uma forma de o ensino levar as crianças a desenvolverem suas habilidades naturais e inatas. O amor, por sua vez, estimula a autoeducação.

Construção de vínculos para uma educação integral

Algo a se considerar, quando falamos em educação baseada no amor, é a necessidade de uma educação integral. Não no sentido de educação em período integral, mas, sim, no de considerar a integralidade do humano.

Como já observamos, a relação entre estudante e professor é fundamental para o processo de ensino e aprendizagem. E o fator afetividade colabora para que o aprendiz confie em seu mestre como guia.

O processo educativo integral deve englobar os aspectos físico, psicológico, intelectual e social. Mas, para chegar a ele, é necessária uma relação de amor. Por isso, é importante que o professor tenha em mente algumas atitudes que podem contribuir para a criação e a consolidação desse vínculo de confiança e afeto.

Como construir bons vínculos com os estudantes

Estimular uma educação integral tem a ver, principalmente, com considerar não apenas o externo no processo de aprendizado, mas também a trajetória interna. Por isso, castigos, provas e qualquer tipo de hostilidade em prol da disciplina não devem ser considerados. Para Pestalozzi, por exemplo, tudo isso precisa ser substituído pelo cultivo da disciplina interior.

Desse modo, o aprendizado deixa de ser apenas o que é dito pelo professor e se torna, também, experimentação prática, considerando elementos sensoriais e emocionais na construção do conhecimento. Ou seja, “aprender fazendo”.

Elogiar o estudante também é um aspecto importante na educação que considera o amor em seu processo. Desde que feitos no momento certo, elogios são pequenos gestos que quebram barreiras entre docente e discente e preparam o ambiente para a estruturação de um vínculo mais forte entre eles. Sem contar que melhoram a autoestima do indivíduo, o que também é essencial para o aprendizado.

Outro ponto importante: apesar de ainda existir uma ideia de que para “disciplinar” uma criança ou ensinar-lhe regras sociais e de convivência é preciso ser duro, ríspido e até castigá-la, não há nada mais equivocado. Muitos pensadores da educação têm comprovado que, quanto mais um estudante se sente amado, mais receptivo estará para receber o conteúdo do professor.

Por fim, quando se fala em vínculos saudáveis entre estudante e professor, é fundamental que, além de considerar aspectos emocionais na educação, considere-se o estágio de desenvolvimento em que a criança se encontra. É preciso estar atento às necessidades de cada momento, bem como às aptidões que o indivíduo vem desenvolvendo.

Pedagogia do amor: uma ferramenta de inclusão

A afetividade na educação também é determinante para o sucesso da educação inclusiva. Aqui, mais do que nunca, é crucial estabelecer uma relação sólida e de confiança entre discente e docente, uma vez que este aprendiz se depara com ainda mais desafios em sua jornada. Portanto, além de entender o estágio do desenvolvimento em que a criança está, o docente deve se ater às particularidades de alguma deficiência, transtorno ou síndrome que porventura o estudante tenha.

Quando falamos de inclusão, é preciso ampliar o olhar e pensar além. Afinal, a inclusão tem também um aspecto social, geográfico e regional muito importante. Entender que cada criança vem de um lugar, de uma realidade, e que possui uma história de vida única ajuda o professor, no processo de ensino, a ter um ponto de partida para a aplicação de conteúdos e a entender as potencialidades e dificuldades de cada um.

Novas tecnologias: educação atual e pedagogia do amor

As novas tecnologias são grandes auxiliares na promoção de uma educação baseada no amor, pois as ferramentas digitais favorecem a elaboração de um ensino mais exclusivo, considerando não apenas cada etapa do desenvolvimento do estudante, mas, também, as peculiaridades de cada um.

Sem contar que as novas tecnologias educacionais possuem recursos que facilitam a educação inclusiva, permitindo que as crianças tenham melhor aproveitamento do conteúdo e interajam mais com os colegas, melhorando questões relacionadas à autonomia e sociabilidade.

Na Opet INspira, a plataforma educacional de recursos digitais desenvolvida pela Editora Opet, o educador encontra uma série de ferramentas que contribuem para a aplicação de um ensino integral. Os livros de histórias infantis, por exemplo, são boas opções para ajudar as crianças a entender suas emoções. Já os vídeos e os áudios disponibilizados na plataforma ajudam o professor na elaboração de aulas mais interativas, assim como as ferramentas de sequência didática, trilhas de aprendizagem, roteiros de estudos e avaliações. O recurso de quizz, por sua vez, contribui para as atividades em grupos, permitindo que os estudantes também criem laços entre si.

E, para promover a educação inclusiva como ela deve ser, a plataforma disponibiliza recursos como teclas de navegação, leitor de página, tamanho do texto e do cursor, espaçamento de texto, contraste, entre outros. Clique aqui e saiba mais!

O papel do professor

Com as ferramentas da Opet INspira, o educador consegue utilizar os recursos digitais educacionais para mediar e incentivar o aprendizado, bem como garantir uma melhor receptividade da parte das crianças frente a um novo conteúdo.

Além dos recursos já citados, há uma série de outros materiais didáticos, ferramentas de apoio e objetos educacionais digitais.

E lembre-se: mesmo com tantas opções tecnológicas, o professor não deve se esquecer de que o fator humano é o mais importante para o processo de ensino e aprendizagem. As tecnologias dão apenas instrumentos para ajudá-lo a conviver melhor com os estudantes. Para um ensino de sucesso, é preciso observar, conversar, perguntar, abrir espaço ao protagonismo, deixar-se questionar e participar das experiências. Elementos que, há décadas, fazem parte do fazer pedagógico e do trabalho da Editora Opet!

Facilidades Opet INspira: agora, todas as ferramentas do Google Workspace for Education estão na tela!

A Plataforma Educacional Opet INspira acaba de dar mais um passo em seu processo de integração com as ferramentas Google Workspace for Education. Agora, os usuários Opet INspira podem acessar todas as ferramentas do Google diretamente por meio de menus na própria plataforma – fácil, rápido e descomplicado.

Os professores, por exemplo, têm acesso às ferramentas que mais utilizam no dia-a-dia (sala de aula, Drive, calendário, Gmail, apresentações e Meet) em um menu individual na tela principal da plataforma – é o chamado “Menu Geral”. “Nesse menu, que aparece na primeira linha da tela de opções, o docente vai encontrar todas as ferramentas de comunicação e compartilhamento do Google. Isso dinamiza o uso da tecnologia”, explica Luciano Rocha, coordenador de Tecnologias Educacionais da Editora Opet e do trabalho na plataforma. “Se ele quiser, pode, por exemplo, realizar a alteração da senha da sua conta Google sem sair da plataforma.”

Além desse menu, há outro, disponível a todos os perfis de usuário (professor, estudante, gestor) – é o “Menu de Etapas”. Ele fica localizado no alto, na barra de acesso aos conteúdos por nível de ensino. “Aqui, dispusemos as ferramentas do Google Workspace for Education de uma forma diferente, segundo a finalidade: colaboração, comunicação, organização e de gestão. Nele, os usuários vão encontrar vinte e uma ferramentas, do Classroom ao Youtube, passando pelo Gmail e por outros recursos. É clicar e acessar”, conta Luciano.

Amigável, útil, necessária – Upgrades como esse, planejados e programados cuidadosamente, são essenciais para que a plataforma Opet INspira se torne cada vez mais amigável, útil e necessária. Uma ação que, como explica Luciano, faz parte de um plano de convergência tecnológica. “Na verdade, nós não vemos a INspira e o Google como duas plataformas educacionais, mas como plataformas que oferecem serviços diferentes e complementares. A Inspira fornece conteúdos de alta qualidade, integrados aos nossos materiais didáticos, e a Google fornece ferramentas de colaboração e comunicação. Ao agregá-las, reunimos o melhor dos dois mundos em uma plataforma educacional muito poderosa.”

Sobre a posição da plataforma Opet INspira no cenário educacional brasileiro, Luciano – que acompanha de perto o que acontece no mundo em relação a tecnologias digitais – observa que ela já está entre as principais. “Temos cerca de um ano e meio de uso efetivo. Nesse período tão curto de tempo, conseguimos construir uma plataforma robusta. Temos muito a caminhar, até mesmo porque as atualizações e o acréscimo de conteúdos são permanentes”, avalia. “Mas, estamos caminhando para nos tornar a maior e a melhor plataforma educacional do mercado brasileiro. Com a parceria com o Google, o potencial de desenvolvimento é muito maior.”

E você, já experimentou os novos menus do Google Workspace for Education na plataforma educacional Opet INspira? Acesse agora e experimente ou entre em contato conosco para conhecer!

Live da Editora Opet reúne 12 mil professores em Maringá (PR)

Nesta semana, na segunda-feira (26), a Editora Opet promoveu uma live para os professores da rede municipal de ensino de Maringá, um dos principais municípios paranaenses. O encontro, que teve como tema “Por uma Educação Inovadora” – com foco nas metodologias ativas e nos modelos híbridos no processo de ensino-aprendizagem – envolveu nada menos do que 12 mil participantes, nas duas sessões realizadas ao longo do dia. O trabalho foi coordenado pela supervisora pedagógica da Editora, Rúbia Cristina.

“É uma grande responsabilidade falar para tantas pessoas. Mais do que isso, é uma responsabilidade porque o que trazemos fica gravado e vai influenciar o trabalho desses professores. É por isso que nos esforçamos para oferecer o nosso melhor, seja no cenário presencial, seja no remoto”, observa Rúbia. A live foi aberta aos professores, ou seja, a participação era voluntária – e, mesmo assim, foi muito expressiva, envolvendo outros docentes além dos abrangidos na parceria com a Editora, da Educação Infantil 02 a 05.

“Em nossas parcerias, nos preocupamos muito com a formação continuada, com o acolhimento, o diálogo e a conversa, e estamos conseguindo fazer isso a distância com muito sucesso.” Rúbia destaca o engajamento dos professores, que trouxeram relatos e expressaram dúvidas e opiniões por meio do chat. Eles falaram sobre suas experiências com as metodologias ativas, os modelos híbridos e as coleções e recursos utilizados nas aulas da Educação Infantil.

Ao longo da live, Rúbia abordou vários aspectos da temática, como por exemplo o significado de educação inovadora. “Educação inovadora não é ‘fazer tudo de novo’, reinventar a roda”, observa. “É ressignificar metodologias e recursos que já conhecemos, incorporando elementos novos, para garantir uma educação de qualidade.”

Educação para todos no DIA DA EDUCAÇÃO

Educar é, por princípio, transmitir os conhecimentos acumulados pela humanidade ao longo da história. Esse “transmitir”, porém, vai muito além de uma simples entrega. A verdadeira educação abrange vários elementos, como o cultivo da empatia, do espírito crítico, do olhar complexo para o mundo e da capacidade de se surpreender. Educar é ensinar protagonismo e valores. É estimular a curiosidade, a descoberta e a ação.

A educação, enfim, é a base da sociedade. A partir dela é que se forma cidadãos socialmente ativos, capazes de analisar, compreender e intervir no meio em que vivem.

Educação dentro e fora da escola

O termo educação é constantemente associado ao espaço escolar. De fato, educar passa pelos limites físicos da instituição. Porém, também se estende para além deles. A família, por exemplo, possui um papel crucial na educação das crianças e dos adolescentes. Junto com a escola, ela contribui diretamente para o desenvolvimento adequado dos estudantes. Essa é uma parceria incrivelmente importante, que a Editora Opet faz questão de estimular em seu trabalho com municípios e escolas.

Todos devem compreender o papel da educação na sociedade

A importância do papel da educação deve ser clara para toda a sociedade e não apenas para quem trabalha diretamente com ela. Ao perceber e valorizar a educação, as pessoas aprendem a lutar por ela, a promovê-la, a cobrar qualidade e investimentos públicos.

A partir da educação, a ciência evolui, mas evoluem também os valores de cada pessoa. É possível, a partir do ensino, promover liberdade, autonomia e inclusão.

A educação também é um caminho para o desenvolvimento econômico e social, na medida em que agrega valor ao trabalho e ao que é produzido.

Porém, para que a sociedade olhe para a educação e entenda sua importância – e para que atue de modo a garantir educação de qualidade para todos –, é importante conscientizá-la. Por isso foi criado o Dia da Educação.

Dia da Educação

O Dia da Educação foi criado no ano 2000, após o Fórum Mundial de Educação realizado em Dakar, Senegal. Na ocasião, 164 países – entre eles, o Brasil – se comprometeram em levar a educação básica e secundária a todas as crianças e jovens do mundo. A data é comemorada no dia 28 de abril e tem como objetivo mostrar às pessoas a importância de se valorizar a educação como caminho para um mundo melhor.

Como conscientizar a sociedade sobre o ato de educar

Para promover essa reflexão, as instituições de ensino podem organizar atividades e ações que mostrem à comunidade como os valores educacionais colaboram para a formação da criança e do adolescente e, consequentemente, de um país melhor. O Dia da Educação também busca mostrar que as ações educativas não devem estar restritas ao ensino formal, podendo – e devendo – ser praticadas nos espaços familiares e sociais. A educação é formada por muitos saberes!

Educação e transformações sociais

Nessa data podemos refletir, ainda, sobre as mudanças educacionais dos últimos anos. Desde os anos 2000, quando ela foi estabelecida, houve uma grande transformação na educação escolar, baseada sobretudo nas novas mídias e na difusão cada vez maior da internet e de seus recursos.

Benefícios da tecnologia para a educação

Os meios digitais trouxeram inúmeras possibilidades para o trabalho dos professores. Apenas em relação aos conteúdos, por exemplo, houve um avanço extraordinário, com a chegada de livros digitais, animações, trilhas de aprendizagem, arquivos sonoros, podcasts, jogos e simuladores. Eles fortalecem o engajamento e o protagonismo do estudante.

Esses recursos estimulam a criatividade, a imaginação e a vontade de aprender. Esse cenário contribui ainda mais para o ato de educar, uma vez que trabalhar boas emoções no processo de aprendizagem garante maior retenção do conteúdo.

Educar é encontrar formas de incluir e respeitar a individualidade

Sendo a educação um instrumento para formação do indivíduo, ela deve estar diretamente ligada à inclusão. É preciso incluir de modo que, independentemente de qualquer transtorno ou deficiência, a criança encontre um jeito próprio de superar seus obstáculos e participar ativamente da vida em sociedade. Isso traduz perfeitamente o significado de educar.

Nesse contexto, os recursos digitais educacionais também colaboram de forma significativa, pois permitem a elaboração de conteúdos totalmente adaptados às necessidades específicas de cada educando.

A Editora Opet e o momento da educação

Há décadas, a Editora Opet trabalha para oferecer materiais didáticos, formações pedagógicas, acompanhamento técnico e avaliações da mais alta qualidade. No campo das tecnologias educacionais, vem avançando muito rápido para oferecer os melhores recursos. Sua plataforma educacional, a Opet INspira, já é uma das melhores do Brasil. Ela se conecta aos nossos materiais didáticos e à nossa proposta de trabalho, oferecendo conteúdos educacionais exclusivos e ferramentas que potencializam a educação remota, híbrida e presencial.

Além disso, está conectada aos recursos Google Workspace for Education. A Editora Opet é, hoje, uma das principais parceiras do Google no Brasil no segmento educacional! Seus recursos abrangem desde as coleções didáticas até simuladores e jogos educativos, passando por trilhas educativas, quizzes e mecanismos de busca inteligente. Você precisa conhecer!

Educação para todos no dia 28 de abril

Os recursos Opet INspira também permitem um alto grau de inclusão. Há, por exemplo, funções personalizadas para estudantes que utilizam a língua de sinais ou precisam de áudio. Dentre os recursos, podemos citar ainda teclas de navegação, leitor de página, tamanho de texto e do cursor, espaçamento de texto e contraste.

A plataforma educacional Opet INspira foi pensada para uma educação atual, significativa e que respeita a individualidade, reforçando assim, nosso compromisso com os princípios de educar. Nós somos a Editora Opet!

CHA: Conhecimento, Habilidade e Atitude na gestão educacional

“Parabéns, você é muito competente!” – Quem não gostaria de ouvir um elogio como esse? E ele só é tão bom de ouvir porque a ideia de competência é central nas nossas vidas. Nós queremos ser competentes e, principalmente, nós precisamos ser competentes porque isso ajuda muito.

Mas, o que é competência? Fácil: uma competência é um conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que alguém deve ter para atuar em alguma coisa. Para se comunicar, por exemplo, ou para desempenhar uma função profissional com sucesso. Competência é algo aprendido e, assim, faz parte da cultura.

Só que competência não vem sozinha! Para viver, é preciso adquirir uma série delas – e isso é assim porque, em nosso dia a dia, assumimos lugares diferentes em diferentes contextos. No trabalho, na faculdade, na cozinha e até nos momentos de lazer! E a necessidade de tê-las também é dinâmica: ao longo da vida, são muitas as situações que pedem novas competências, que vão sendo adquiridas e acumuladas. E isso é bom! Elas são essenciais para tomada de boas decisões e enfrentamentos dos diversos desafios encontrados ao longo da rotina de uma organização.

O famoso “CHA” – Esse conjunto de características, em especial no campo profissional, é chamado, no universo da Administração, de CHA – a soma de Conhecimentos, Habilidade e Atitudes. E ele é adaptável a qualquer tipo de negócio e área de atuação.

Segundo essa perspectiva, quem quer ter sucesso profissional precisa, necessariamente, “firmar-se bem” em cada um dos pontos do tripé.

Na Editora Opet, nós trabalhamos com educação. Assim, vamos transportar o conceito para dentro das escolas. Os gestores escolares podem se beneficiar bastante do CHA. Com base nas ideias de Conhecimentos, Habilidade e Atitudes, é possível estabelecer critérios para contratação, escolhas de treinamento interno e até formas de gerenciamento. O CHA é uma forma de potencializar as competências dos educadores e exercer uma liderança mais eficaz!

A “receita” do CHA

Antes de entender como as competências podem guiar as decisões tomadas em uma escola e quais são essenciais para os profissionais que atuam nela, é preciso entender o que significa cada um dos elementos do CHA. Vamos conhecê-los:

Conhecimento (C)

Conhecimento tem a ver com o repertório pessoal de cada profissional. É aquela soma de conteúdos aprendida durante o processo de educação formal, em cursos, leituras, palestras e outros meios de aquisição de conteúdos. No caso dos educadores, o conhecimento específico para o desempenho profissional pode ser entendido como toda a teoria relacionada à didática, compreensão dos métodos de ensino e novas tecnologias, como os indivíduos aprendem e os benefícios da ludicidade na educação infantil.

Habilidades (H)

No contexto das competências, somar teoria e prática é algo essencial.

Uma competência só se desenvolve, afinal, se os conhecimentos correspondentes aprendidos forem colocados em prática. A essa capacidade de praticar damos o nome de habilidade.

Os conceitos vistos na faculdade e na educação continuada devem servir para que o professor, por meio de ferramentas educacionais, consiga levar o estudante ao desenvolvimento de suas próprias competências.

Aqui, por exemplo, o educador deve associar informações sobre como o cérebro aprende as metodologias de ensino e aplicar o conteúdo da aula através de ferramentas de que dispõe. Isso é a habilidade, a capacidade de usar o que foi internalizado durante anos de estudo em prol de algo, nesse caso o aprendizado das crianças.

Atitude (A)

Atitude é agir. Ela tem relação com a disposição, a intenção e a vontade que o professor tem de aprender, característica que influencia o indivíduo a adotar determinado comportamento frente às novidades e em relação aos demais profissionais e situações pertinentes à função.

Essa competência, apesar de ser comportamental e, portanto, depender quase que exclusivamente da própria pessoa, pode ser estimulada. Os meios certos, inclusive em relação ao apoio das pessoas, podem “desatar nós” e “libertar” as atitudes. Escolas que oferecem uma estrutura de qualidade, recursos tecnológicos, bons materiais didáticos e um bom nível de diálogo e sinergia têm mais facilidade em manter seus professores motivados e “cheios de atitude”.

Relação entre boa liderança e desempenho dos educadores

Tanto os conhecimentos quanto as habilidades podem ser desenvolvidos ao longo da carreira. Claro que o educador já tem um pouco de cada quando inicia sua vida profissional – afinal, as graduações, cursos e estágios servem para fornecer esta base.

No entanto, especialmente com o avanço tecnológico permanente, torna-se necessário adquirir novos conhecimentos e habilidades. Existem diversos fatores que contribuem para a formação contínua de um profissional da educação. Dentre eles, o comprometimento da liderança escolar em oferecer treinamento, formações e recursos pedagógicos eficientes para a realização das aulas. Algo que funciona bem se vier acompanhado, da parte do professor, de uma atitude de assumir esses novos conhecimentos.

Liderança, gestão por competências e os papéis dos gestores escolares

Uma excelente maneira de gerenciar uma escola, considerando as competências dos educadores, é usar o modelo “gestão por competências”. Nele, o gerenciamento de pessoas deve ser focado em entender os pontos fortes e pontos a serem desenvolvidos no profissional.

A liderança deve realizar um mapeamento das competências necessárias para atuar na escola, aplicar avaliações de desempenho e comparar o perfil da instituição com o perfil dos colaboradores.

A partir disso, os gestores elaboram relatórios e planos para o aprimoramento das competências de cada educador, a fim de melhorar a qualidade de ensino na instituição. Essa é uma das melhores formas de entender quais treinamentos e formações são os mais indicados e quais aprimoramentos tecnológicos devem ser feitos nos ambientes da escola.

Como mensurar as competências dos educadores

Ao optar pela gestão por competências, os gestores conseguem mensurar com mais clareza onde o profissional está e onde ele precisa chegar. Por exemplo: um educador pode ser avaliado com nota 10 no quesito conhecimento, mas obter 6 em habilidades devido à pouca experiência ou à falta de conhecimento dos métodos específicos da instituição. Diante disso, o líder terá um gap – do inglês, “lacuna” – e o educador precisará evoluir quatro “pontos” para oferecer a educação esperada na organização em que atua.

Sendo assim, com base nas dificuldades e necessidades reais do corpo docente, é preciso elaborar formas de desenvolver as competências profissionais.

Gestão pedagógica e gestão escolar: o papel de cada gestor no desenvolvimento dos educadores 

Antes de entender como cada gestor pode contribuir para diminuir o “gap” entre as necessidades e os valores da instituição e o que cada educador entregar, é preciso saber o papel de cada profissional. Somente com uma liderança escolar competente – organizada, adequada e ciente de suas funções – é possível obter os melhores dos colaboradores.

O gestor pedagógico e a parceria com os professores

As atividades do gestor pedagógico têm relação com as escolhas de ações, métodos e práticas de ensino e aprendizado, assim como dos recursos digitais e estilos de educação.

É esse profissional que pensa e estabelece formas e ferramentas para fomentar a educação da maneira mais adequada, atual, assertiva e atraente para os estudantes.

Esse gestor também lida com a equipe escolar, orientando e implementando melhorias ou alterações no currículo conforme a necessidade das turmas e dos professores.

Gestor escolar e a busca por melhores treinamentos e recursos pedagógicos

Já o gestor escolar lida com questões mais administrativas, como o suprimento de suprimentos básicos, softwares, materiais didáticos e demais ferramentas educacionais.

Ele deve estar sempre a par das atividades escolares para gerenciar com eficiência todos os setores da instituição e garantir a melhor experiência de ensino.

Também é de competência do gestor escolar o controle financeiro, a gestão de estoque, o monitoramento do desempenho dos estudantes, a gestão de contratos, o controle de matrículas. E ele ainda funciona como elo de comunicação entre equipe, discentes, pais e responsáveis.

Como gestores educacional e pedagógico atuam juntos

Como se pode perceber, o gestor escolar deve estar a par de tudo o que acontece no âmbito escolar. Mas ele deve ter em mente que, apesar de também precisar entender das questões pedagógicas, seu trabalho deve estar mais direcionado para o aspecto administrativo.

Sendo assim, o gestor escolar precisa saber delegar algumas funções gerenciais, porém com forte apelo pedagógico, para o gestor educacional, cujo trabalho consiste em manter maior contato com os professores.

Isso permite que o gestor pedagógico avalie e averigue se o educador está desempenhando suas funções adequadamente. Algo que deve ser repassado ao gestor escolar para que este execute as ações necessárias para suprir os déficits encontrados pelo gestor pedagógico.

Onde encontrar recursos e materiais para potencializar as competências dos professores

Uma das melhores formas de trabalhar as competências dos educadores é oferecendo possibilidades de capacitação e excelentes recursos para o trabalho em sala de aula. Na Opet INspira, plataforma educacional de recursos digitais desenvolvida pela Editora Opet, é possível encontrar todo o conteúdo necessário para esse processo.

Há, por exemplo, um acervo gigantesco de objetos de aprendizagem, materiais didáticos, ferramentas de apoio e objetos educacionais digitais – vídeos, imagens, áudios, apresentações e quizzes – que ajudam o educador a colocar todo o seu conhecimento em prática.

Sem contar que os conteúdos da Opet INspira auxiliam os professores na elaboração de avaliações, sequências didáticas e trilhas de aprendizagem, que são formas eficazes de transmitir o conhecimento aos estudantes.

Além das ferramentas para que o professor possa aplicar seus conhecimentos e, assim, demonstrar suas habilidades, a plataforma também dispõe de materiais de apoio para que ele aprenda a utilizar aqueles recursos que ainda não conhece.

Sem contar que há diversas opções de tecnologias assistivas para a promoção de uma educação inclusiva, como teclas de navegação, leitor de página, tamanho do texto e do cursor, espaçamento de texto, contraste, entre outros. Mais uma forma de otimizar o ensino em sala de aula.

Ao utilizar os instrumentos disponibilizados pela plataforma educacional Opet INspira, o professor terá seus resultados potencializados durante as aulas, uma vez que, não apenas ele, mas também os estudantes se sentirão mais motivados. Cenário que estimulará uma atitude mais positiva da parte de todos e, consequentemente, a aquisição de novos conhecimentos e habilidades.

Professores que possuem as características do CHA estão mais aptos a guiar os estudantes por um caminho em que eles também consigam desenvolver suas próprias competências! E nós podemos auxiliá-los neste processo