Grandes Coleções Opet: Almanaque do Mestre e o Calendário Interativo ganham edição sobre a Cultura Digital

Nos últimos quarenta anos, desde que os computadores chegaram às casas das pessoas, teve início a chamada “Cultura Digital”. Um movimento que foi acelerado pela popularização da internet e dos smartphones. Essa revolução, é claro, já havia chegado à educação, mas ganhou uma força enorme com a pandemia de Covid-19, que transferiu as aulas para dentro do ambiente digital.

No caso da Editora Opet, que leva serviços educacionais digitais para pelo menos 140 mil pessoas em todo o país – entre estudantes, professores, gestores e famílias –, ela também foi acelerada pela pandemia. Com a plataforma educacional Opet INspira e uma parceria estratégica com a Google Workspace for Education, a Editora promoveu uma verdadeira “operação de guerra” que há mais de um ano garante a continuidade das aulas com conteúdos, contato e qualidade.

Foi exatamente nesse movimento que nasceu a edição do “Calendário Interativo” e do “Almanaque do Mestre” dedicada à Cultura Digital. O “Calendário” e o “Almanaque” são obras especialmente desenvolvidas pela Editora Opet para apoiar o trabalho dos professores da Educação Infantil e do Ensino Fundamental.

O “Almanaque do Mestre” é fruto de muito conhecimento sobre a Cultura Digital.

Na verdade, a ideia da produção nasceu um pouco antes, dentro de um movimento da própria Editora em relação à importância da Cultura Digital. A Cultura Digital, vale observar, é a quinta competência da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e está assim definida: “Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.”

Soluções Integradas – Quem conta essa história é a autora do material, Cristina Pereira Chagas. Ela é mestra em Educação e Novas Tecnologias, colaboradora da equipe de Tecnologias Educacionais da Editora e analista de Tecnologia Educacional da plataforma Opet INspira.

“Em junho de 2019, a gerência do departamento editorial da Editora entrou em contato comigo com o convite para produzir as obras. Foi desafiador porque são soluções educacionais integradas”, explica. “O Calendário Interativo faz provocações e convida ao trabalho com as propostas do Almanaque do Mestre, além de uma ‘camada digital’ com conteúdos para a plataforma educacional Opet Inspira. Me senti desafiada, honrada e muito grata pelo convite!”.

Cristina Pereira Chagas, a autora dos materiais, com sua criação.

 

Cristina acredita que a pandemia acelerou um processo que era necessário à educação brasileira: o de desenvolver competências digitais em docentes e estudantes – e de valorizar e promover a Cultura Digital no ambiente escolar. “Ou seja, o Almanaque do Mestre chegou na hora certa”, avalia.

E como funciona? – A “dobradinha” Calendário Interativo/Almanaque do Mestre oferece aos professores da Educação Infantil e do Ensino Fundamental muitas possibilidades de reflexão e, principalmente, de trabalho em sala de aula – digital, presencial ou híbrida.

“São materiais completos”, explica Cristina. “Eles abordam a Cultura Digital, as habilidades socioemocionais, a educação inclusiva, a valorização das mulheres nas ciências e tecnologias, propostas com temáticas como educomunicação, educação midiática, cidadania digital, letramento digital e pensamento computacional. Além de metodologias ativas como a aprendizagem baseada em jogos digitais, gamificação, STEAM – sigla em inglês para Artes, Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática – e aprendizagem criativa.”

O Almanaque aborda os principais temas da Cultura Digital em uma linguagem amigável.

 

Em cada nível de ensino são trabalhados aspectos associados à faixa etária e ao desenvolvimento. “Na Educação Infantil, é possível estimular o pensamento crítico e lógico, a curiosidade e a criatividade, o desenvolvimento motor e a linguagem, propiciando às crianças uma educação inclusiva e integral. E, no Ensino Fundamental, proporcionar aos estudantes, com a mediação docente, a utilização das novas tecnologias de forma ética, crítica, segura e responsável em todos os âmbitos da vida”, explica Cristina.

Trilha de Aprendizagem – Os materiais “conversam” entre si e com a plataforma educacional Opet INspira, onde está uma Trilha de Aprendizagem gamificada – ou seja, lúdica – composta por treze Roteiros de Estudos, sendo um de Apresentação e doze abordando cada temática do Almanaque. “Essa Trilha contém doze vídeos exclusivos que orientam os docentes na utilização do Almanaque e do Calendário e, também, na realização das propostas com as tecnologias digitais.” Lá também estão um webinar, um podcast e materiais diversos com a curadoria da própria Cristina. “É um material complementar riquíssimo, que merece ser conhecido e explorado junto com o Almanaque!”, observa.

Quadrinhos Digitais: uma opção pedagógica para encantar e engajar!

Imagens, textos, roteiro, arte sequencial e histórias envolventes sobre os mais diferentes temas, de super-heróis a temas históricos e literários. Há mais de cem anos, desde que surgiram, as histórias em quadrinhos são um caminho certo para o entretenimento e para uma conexão muito especial com a cultura. Em tempos mais recentes, elas também passaram a fazer parte do arsenal de recursos pedagógicos utilizados por professores em todo o mundo. Em especial, como objeto de leitura e interpretação. Seus limites, porém, não param por aí. Que tal pensar na hipótese de fazer com que professores e alunos produzam suas próprias histórias em quadrinhos? E que tal fazer isso usando recursos digitais, que dinamizam o facilitam o processo?

Pois é exatamente esse o caminho que está sendo seguido pela equipe pedagógica da Editora Opet, que participou recentemente de um curso para a produção de HQs digitais com o professor Marciel Oliveira Rocha, da Nuvem Mestra. A Nuvem Mestra é parceira da Editora Opet na implementação das ferramentas Google Workspace for Education, utilizadas por cerca de 140 mil estudantes e professores que utilizam as coleções Sefe e Opet Soluções Educacionais.

Esse aprendizado, é claro, será replicado nas formações pedagógicas para que professores parceiros de todo o país também possam “mergulhar” no universo criativo e pedagógico das histórias em quadrinhos.

“Nossa equipe de assessores e supervisores está em constante aprendizado, justamente para oferecer esses recursos aos nossos professores parceiros”, explica a gerente pedagógica da Editora Opet, Cliciane Élen Augusto. “E fazemos isso com uma antecedência considerável em relação às formações pedagógicas, que é justamente para abranger todas as possibilidades de uso, os níveis mais adequados de aplicação, as dificuldades e as vantagens.” No caso das histórias em quadrinhos digitais, elas entrarão na programação das formações pedagógicas a partir do segundo semestre.

Gênero textual – Os quadrinhos são um gênero textual apontado pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) dentro dos objetivos de aprendizagem, práticas de aprendizagem e habilidades nos três níveis de ensino – Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. Cliciane acredita que as HQs são especialmente interessantes para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental, etapa que abrange, entre outros conhecimentos, a alfabetização.

Nessa etapa, o diálogo texto-imagem proposto pelos quadrinhos, em especial no formato online, pode ser muito enriquecedor. “Tudo depende da abordagem e da ênfase que se dá aos elementos que envolvem essa forma de comunicação”, observa.

Outro aspecto destacado pela gerente pedagógica da Editora Opet é o fator afetivo que nos conecta aos quadrinhos. “Essas histórias permitem revisitar uma memória afetiva que é tanto dos estudantes quanto dos professores. Afinal, são poucas as pessoas que não tiveram contato – e não se divertiram – com os quadrinhos.”

Ferramentas – E a equipe pedagógica da Editora se divertiu – e aprendeu bastante – com a formação. “É diferente trabalhar com essas ferramentas. É sempre um formato muito lúdico, muito prazeroso”, observa Cliciane. Segundo ela, o trabalho pedagógico envolveu ferramentas e aplicativos gratuitos, que permitem trabalhar de forma descomplicada.

Uma dessas ferramentas é o Pixton, desenvolvido em parceria por instituições como o Departamento de Educação de Nova Iorque, as escolas públicas de Chicago e as universidades de Harvard, Michigan e Stanford. “O acesso é bem fácil e, apesar de o site estar em inglês, ele é muito amigável e pode ser aprendido e utilizado rapidamente”, explica Cliciane.

Exemplos de telas de trabalho do Pixton. Ferramenta foi desenvolvida por universidades e escolas dos Estados Unidos.

Com o Pixton, é possível criar histórias em quadrinhos do zero, selecionando todos os elementos – como personagens e cenários – com muitas possibilidades de edição. “O Pixton é apenas uma entre muitas opções com que vamos trabalhar em nossas formações”, antecipa. E os professores interessados em começar já podem encontrar tutoriais interessantes disponíveis na internet, como o desenvolvido pelo Espaço de Apoio ao Ensino Híbrido da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), em São Paulo – clique aqui e acesse!

Cliciane reforça a necessidade de, neste momento de ensino remoto, conhecer e acessar novas formas de engajamento e encantamento dos estudantes. “Proporcionar boas histórias, por exemplo, é algo importante. E os quadrinhos nos fornecem essa possibilidade de uma forma muito rica por meio das imagens, personagens e enredo. E também da memória afetiva que nos conecta aos quadrinhos.”

Dia Mundial da Infância, momento de refletir

Em 21 de março, comemora-se o Dia Mundial da Infância, data criada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) para promover uma reflexão a respeito das condições de vida das crianças no mundo. A data também é um convite para a compreensão da importância desse período de vida e para que as pessoas lutem pelos direitos das crianças.

É um tempo, sem dúvida, de celebrar as belezas e a magia de uma etapa tão especial da vida. Mais do que isso, porém, é um tempo de recordar e lutar pelas crianças em situação de vulnerabilidade, que não possuem o mínimo para se desenvolver plenamente. Em todo o mundo, elas são milhões – inclusive, no Brasil.

Direito das crianças no Brasil: ECA e marco da primeira infância

No Brasil, os direitos das crianças são assegurados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), publicado em 1990. Nele, foi determinado que pessoas de até 12 anos incompletos são consideradas crianças e, portanto, devem ter oportunidades e facilidades que assegurem o pleno desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social em condições de liberdade e de dignidade.

Além dos direitos já estipulados no ECA, em 2016, o Brasil teve ainda um outro avanço em relação aos direitos das crianças. Nesse ano, foi criado o Marco Legal da Primeira Infância (Lei Federal Nº 13.257/2016), que contempla as crianças de zero a seis anos. Essa lei, que foi adicionada ao ECA, estipulou, dentre vários outros termos, as seguintes diretrizes:

  • Aumento da licença-paternidade para 20 dias;
  • Direito ao brincar;
  • Conjunto de direitos a gestantes;
  • Prioridade para formação de profissionais envolvidos com a Primeira Infância;
  • Necessidade de expandir a educação infantil.

A importância da Primeira Infância

Investir nos primeiros anos de vida das crianças é crucial para a formação dos indivíduos. Os primeiros mil dias de vida – da gestação até os dois anos de idade – é uma janela única de oportunidades para o desenvolvimento neurológico, cognitivo, psicomotor e emocional das crianças. Infelizmente, apesar de todos os marcos legais, projetos públicos e datas especiais, muitas crianças não gozam desses direitos. Isso é o que mostram algumas pesquisas recentes.

Dados sobre os direitos gerais das crianças no mundo

Em 2018, um relatório publicado pela UNICEF mostrou que, de cada 10 crianças, 6 vivem em situação precária. Quase 12 milhões não têm a maioria de seus direitos assegurados, sendo que pelo menos 6 milhões vivem em situação de extrema pobreza (em famílias que sobrevivem com menos de US$ 1 por dia).

Em 2019, outra pesquisa trouxe dados a respeito da situação nutricional das crianças ao redor do mundo. Os resultados mostraram que 1 em cada 3 crianças com menos de 5 anos não recebiam nutrição adequada para crescer bem.

Situação geral das crianças no Brasil

Infelizmente, os dados de pesquisas feita especificamente no Brasil são tão desanimadores quanto os dados recolhidos ao redor do mundo. Para se ter ideia, em 2019, foram registradas 159 mil denúncias de violação dos direitos humanos, sendo que desse total 86 mil envolviam crianças e adolescentes. Das denúncias que envolviam crianças e adolescentes, 4,2 mil estavam relacionadas com trabalho ilegal.

Cerca de 17 mil dessas denúncias têm relação com violência sexual. Quanto a esse tipo de violência, há ainda o agravante de que, muitas vezes, é um tipo de violação de menos visibilidade.

Violência contra a criança e a pandemia

Segundo dados do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, o número de denúncias relacionadas à violência contra crianças e adolescentes caiu 12% na pandemia. Essa notícia, no entanto, não tem relação com a diminuição da violência, mas com a redução de sua percepção e denúncia. Isso porque, com o fechamento das escolas, boa parte dos casos – que eram descobertos por educadores e cuidadores – estão ficando sem registro. Isso é algo muito sério.

Campanhas e projetos do governo para assegurar os direitos das crianças

Existem diversas políticas e campanhas em prol dos direitos das crianças. Todas elas visam combater as formas de violência e chamar a atenção das pessoas para o assunto. A campanha “Maio Laranja”, por exemplo, tem como escopo o desenvolvimento de atividades que conscientizem, informem, mobilizem e sensibilizem a comunidade no combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.

Há, ainda, o Programa Criança Feliz , uma ferramenta que ajuda as famílias, com crianças entre zero e seis anos, a receber recursos para o desenvolvimento integral dos filhos.

Denunciar é fundamental

Além das campanhas e dos programas, é fundamental que a sociedade saiba como denunciar qualquer tipo de maltrato infantil. Inclusive as denúncias podem ocorrer de forma anônima. Canais como o Disque 100, o aplicativo Direitos Humanos e o site da ONDH são gratuitos e funcionam 24 horas por dia, mesmo em finais de semana e feriados.

Direitos à educação, cultura e lazer para todos, sem discriminação

Segundo o Artigo 4º do ECA, os direitos à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária devem ser prioridade.

Ainda de acordo com o Estatuto, tais direitos se aplicam a todas as crianças e adolescentes, sem discriminação. No entanto, na prática, a situação – infelizmente – é outra.

Direito à educação é negligenciado, mesmo sendo garantido no ECA

No site da UNICEF, é possível ver que, em 2019, 1,5 milhão de crianças e adolescentes, com idade entre 4 e 17 anos, não frequentavam a escola no Brasil. Sendo que a exclusão escolar afeta principalmente as crianças mais vulneráveis da população, já privadas de outros direitos. Ainda de acordo com UNICEF, outro problema relacionado ao direito de acesso à educação é a qualidade do ensino. Muitas crianças, apesar de matrículas nas escolas, estão sem aprender, pois o sistema de educação brasileiro não tem obtido êxito em garantir oportunidades de aprendizagem a todos.

Dados de 2018 mostram que 6,4 milhões de estudantes das escolas estaduais e municipais tinham dois ou mais anos de atraso escolar. Sendo que uma das principais consequências dessa má qualidade do ensino é o abandono escolar, já que, após ser reprovados diversas vezes, muitos abandonam a escola.

Discriminação piora o acesso à educação

Conforme citamos acima, o ECA prevê direitos para todos, sem discriminação – outra situação que, na prática, é bem diferente. A UNICEF afirma que, por trás desses problemas relacionados à educação, estão temas complexos, dentre eles o fato de que crianças e adolescentes pobres, LGBT, com deficiências, entre outros, sofrerem discriminação.

Programas da UNICEF para garantir os direitos das crianças no Brasil

A UNICEF também criou diversas iniciativas no Brasil, visando o direito à educação para as crianças. A Busca Ativa Escolar,  por exemplo, é uma plataforma que ajuda a identificar crianças e adolescentes fora da escola.

Já a estratégia Trajetórias de Sucesso Escolar tem o objetivo de construir boas práticas nas escolas públicas, para que as crianças com atraso escolar consigam superar suas dificuldades educacionais.

O Portas Abertas para a Inclusão  visa formar professores, em todo o Brasil, capazes de incluir crianças com deficiência nas aulas de Educação Física.

Além desses, há ainda o Qualidade na Educação, o Globo Educação e o Programa Itaú Social UNICEF . Cada um direcionado à solução de um aspecto da educação.

Educação humana e cidadã: facilitando o acesso à educação através das tecnologias digitais

A plataforma educacional Opet INspira, da Editora Opet, conta com diversos recursos digitais para a promoção de uma educação humana e cidadã a todas as crianças. Nela há um acervo de conteúdos, material didático, ferramentas de apoio e objetos educacionais digitais que permitem ao educador desenvolver aulas para trabalhar diversos aspectos, sempre visando o desenvolvimento pleno da criança.

Recursos educacionais digitais colaboram com o pleno desenvolvimento das crianças

Dentre os recursos educacionais disponíveis, destacam-se opções como vídeos, áudios, jogos, quizzes e histórias infantis. Afinal, trabalhar a ludicidade, a imaginação e as brincadeiras pedagógicas é essencial para o desenvolvimento neurológico, cognitivo e motor das crianças.

A INspira dispõe ainda de objetos educacionais que permitem a inclusão de crianças com deficiência. Ao acessar a plataforma INspira, o educador encontra um Menu de Acessibilidade que dá acesso a diversas funções personalizadas, como teclas de navegação, leitor de página, tamanho do texto e do cursor, espaçamento de texto, contraste, entre outros.

“Cartões digitais” aproximam supervisores dos parceiros públicos e privados

Os cartões de visita ou apresentação cumprem um importante papel nas relações profissionais. Esses pequenos retângulos de papelão com dados profissionais essenciais – empresa, nome, cargo, telefone e e-mail – ajudam a estabelecer a primeira comunicação e facilitam contatos futuros.

Em tempo de pandemia e de avanços digitais, porém, os cartões estão mudando para oferecer ainda mais aproximação, mesmo que à distância. A começar pela eliminação do elemento físico, o papelão. Os supervisores regionais da Editora Opet, por exemplo, já estão usando “cartões digitais”, com foco em smartphones e e-mails – esta, aliás, é uma tendência global.

As peças foram especialmente criadas pelo Pedagógico da Editora em parceria com o Marketing. Em formato 100% digital, trazem uma breve apresentação do supervisor em vídeo, assim como seus contatos.

Amigáveis, digitais – “Os supervisores regionais são responsáveis pela primeira instância do atendimento, que precisa ser assertiva e amigável”, explica a coordenadora pedagógica Silneia Chiquetto, que coordenou a produção pelo Pedagógico.

Silneia destaca a excelente receptividade dos cartões digitais. “Nossos parceiros das escolas privadas e das redes municipais estão dando excelentes devolutivas. Eles gostaram do modelo pelo tipo de apresentação – que é ágil e pessoal – e também pela facilidade em termos de compartilhamento, como no Whatsapp, por exemplo”. Essa, aliás, é outra vantagem dos cartões digitais: eles podem ser rapidamente compartilhados com toda a equipe de uma escola ou secretaria municipal de Educação, sem custos e com impacto ambiental zero.

Silneia também destaca a facilidade de edição dos cartões. “A produção envolveu muito trabalho, em especial porque era a primeira vez que estávamos criando algo assim. Mas, com os cartões digitais formatados, fica mais fácil aprimorá-los sempre que for necessário.”

Praticidade digital – A professora Francieli Axman Tavares Duarte é secretária municipal de Educação de Cambará, município situado no chamado “Norte Pioneiro” do Paraná. Segundo ela, o cartão digital trouxe mais dinâmica e mais segurança para o relacionamento. “O cartão digital atende as necessidades do momento. Neste ano, não podemos ter contato presencial com os supervisores da Opet, e a apresentação digital facilitou muito a comunicação com os supervisores”, observa. “É algo que já fica salvo no celular, proporcionando praticidade aos usuários. Outro fator interessante é a possibilidade de reenvio do cartão para equipe pedagógica – muito mais fácil e rápido.”

Confira um dos cartões, da supervisora regional Daiane Veiga:

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BOX

Para ir mais longe: Cartões de vista: próprios para a vida na metrópole

Quando surgiu a ideia de se usar cartões de visita ou apresentação? Eles surgiram em meados do século XIX na França, em um momento em que as cidades começavam a se tornar metrópoles, com muitos negócios e, principalmente, um aumento da velocidade nas relações pessoais. Os primeiros cartões – as chamadas “cartes-de-visite”, em francês (foto) – foram inventados por André Adolphe-Eugène Disdéri. Eram, na verdade, cartões fotográficos, pequenas fotografias (10 cm x 6,5 cm) que as pessoas distribuíam aos seus amigos. Desde o início, esses cartões foram um sucesso retumbante!

“Cartes-de-visite” emolduradas. Fonte: Wikipedia.

Com o passar do tempo, porém, as fotografias conquistaram seu espaço próprio e os cartões também ganharam outras características. Mudaram, aliás, de finalidade: já não eram “presentes”, mas canais de comunicação. Neles, as fotos deram lugar a informações mais específicas, como nome, endereço e contatos. E assim eles ficaram por muitas décadas até que, recentemente, começaram a ser substituídos por peças digitais, que podem ser distribuídas e consumidas pelo smartphone – caso dos cartões dos supervisores da Editora Opet.

(Para saber mais, acesse: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2021. Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/termo84/cartao-de-visita)

Família por perto, educação de sucesso!

Família por perto, educação de sucesso!

Uma relação de proximidade com os estudantes e suas famílias é essencial. É ela que define, na origem, o sucesso da parceria família-escola. A partir dela, é possível engajar ainda mais os familiares, com foco no sucesso de uma educação plena e cidadã. E a comunicação ocupa um lugar central nesse processo.

Questão de estímulo

Ao estimular a participação da família no processo de aprendizagem – oferecendo empatia, atenção e informações –, é comum notar um grande avanço no desempenho acadêmico das crianças, bem como uma maior motivação para aprender novos conteúdos. Sem contar que, normalmente, há ainda um ganho em relação à frequência escolar, melhora no comportamento em sala de aula e o despertar de uma atitude mais positiva em relação às tarefas para casa e com a escola em geral.

Comunicação assertiva é o primeiro passo

A boa comunicação é a base para o envolvimento da família na educação dos filhos. É fundamental garantir a presença dos familiares em eventos escolares e fazer com que eles sejam proativos em relação a eventuais questões da criança ou adolescente na escola. A abertura para isso, porém, deve partir da escola. Faz sentido: em nosso país, muitas famílias ainda não estão acostumadas com essa dinâmica.

Então, assim que a criança entra na turma, é preciso que o professor realize o primeiro contato com a família. E há vários meios de se fazer isso, de chamadas em vídeo a ligações telefônicas – o importante é estabelecer um primeiro contato, engajar e ir avançando.

A princípio, a ideia é apresentar-se, explicar a dinâmica da sala de aula, deixar claro que a família tem um canal aberto para comunicar algo ou oferecer sugestões, e falar sobre as expectativas de aprendizagem. Assim, os familiares se sentem mais confortáveis para entrar em contato com a escola quando perceberem que os filhos não estão com o rendimento adequado.

O primeiro contato, vale reforçar, serve apenas para “quebrar o gelo”: é essencial que o professor crie uma rotina de envio de feedbacks – assim, a família compreende a importância de seu papel educacional no contexto doméstico.

Feedback positivo estimula a família a participar

É claro que, quando o estudante não entrega o resultado esperado, a escola precisa se comunicar com a família para que, juntos, eles estabeleçam as melhores estratégias de ação. É preciso ter em mente, porém, que o contato feito pela escola não é igual a “notícia ruim” – esta imagem, aliás, deve ser desconstruída.

Em outras palavras: os contatos devem ser feitos para compartilhar as dificuldades e, também, os avanços das crianças e dos estudantes. Notícias boas devem ser compartilhadas – elas sempre geram bons retornos por parte da família.

Ao longo do ano, é importante que o professor também dê ideias de como a família pode ajudar as crianças e mostre como funciona o currículo escolar. Sendo assim, fica ainda mais claro aos familiares qual é exatamente o papel da escola e da família no processo de ensino-aprendizagem.

Benefícios para os professores

A participação da família no aprendizado do estudante não garante apenas benefícios acadêmicos, mas melhora também sua relação com o professor. Esse tipo de parceria evidencia aos familiares – e à própria sociedade – a importância do papel do docente, melhorando a percepção a respeito deste profissional.

Outro ponto positivo é a comunicação mais amigável entre os dois lados, até porque a frequente troca de informações permite que professores e familiares se conheçam melhor e criem laços, o que contribui para o respeito mútuo. A família deve ver o professor como o que ele é: uma pessoa de grande importância na educação e no futuro dos filhos.

A ação do professor vai além de entregar devolutivas

Com a parceria estabelecida, fica mais fácil para o professor entender aspectos específicos de cada aluno. Afinal, cada família é única, com seus hábitos, visões e idiossincrasias.

Elementos domésticos – objetos e coisas do dia a dia – devem ser considerados pelo professor no momento de criar atividades. Isso facilita enormemente o processo educacional, muito mais em um momento em que muitas crianças e jovens estão desenvolvendo suas atividades a partir de casa.

Estratégias para estreitar as relações com a família

Formar os professores e mostrar como eles também podem formar os pais é o primeiro passo para criar laços mais profundos entre escola e família. Quanto à comunicação, não há uma única maneira de fazê-la. Como já citamos, cada família possui peculiaridades, portanto, o tipo de abordagem deve ser considerado a partir disto.

Em alguns casos, a ligação telefônica é a melhor maneira de manter contato com os familiares. Mensagens ou chamadas de vídeo, é claro, também podem funcionar.

Outras famílias respondem melhor ao chamado de parceria acessando o portal da escola, um ambiente virtual onde o professor insere todas as informações e as deixa à disposição, para acesso a qualquer tempo.

O papel do gestor

Apesar de o professor ser peça essencial na relação família e escola, é o gestor quem deve garantir as ferramentas necessárias para que ela aconteça.

O desenvolvimento de um portal escolar e ferramentas para chamadas de vídeos, por exemplo, devem ser disponibilizados por ele. Graças à parceria com a Google Workspace for Education, os parceiros da Editora Opet têm acesso a ferramentas digitais de alta qualidade, que aproximam e permitem uma comunicação de alto nível.

Além disso, o gestor também deve estabelecer maneiras de facilitar esse processo em situações mais específicas, como é o caso dos estudantes de inclusão. Aqui, as atividades escolares ou para casa, assim como as estratégias de ensino durante o ano letivo, precisam de atenção redobrada junto à família.

Onde encontrar ferramentas para melhorar a relação entre escola e família

Manter um diálogo com a família é um grande desafio, ainda mais agora, com a necessidade do distanciamento social. Mesmo assim, existe uma série de ferramentas no ambiente on-line que facilitam essa relação família e escola.

Na Opet INspira, plataforma educacional de recursos digitais desenvolvida pela Editora Opet, é possível encontrar vários recursos para facilitar essa comunicação e também o engajamento dos familiares na educação. Entre eles estão animações, mapas mentais, banco de imagens, vídeos, áudios e quizzes.

Essas e outras ferramentas podem ser usadas para informar como estão o rendimento dos filhos, as atividades aplicadas durante as aulas e até para criar tarefas específicas para casa que devem ser feitas com ajuda dos familiares.

Na plataforma há, ainda, um acervo riquíssimo de conteúdos, materiais didáticos e objetos educacionais digitais. Todos podem ser utilizados para potencializar o aprendizado do estudante e a relação com a família.

A relação com a família de estudantes da educação inclusiva

Na plataforma, também são disponibilizados recursos de tecnologia assistiva, no Menu de Acessibilidade, para garantir um ensino inclusivo de qualidade. Nesse espaço, há instrumentos como teclas de navegação, leitor de página, contraste, entre outros. Assim, os familiares conseguem ajudar os filhos de forma ainda mais assertiva.

Recursos para educadores

Todos os recursos da plataforma educacional Opet INspira, inclusive os da Google Workspace for Education, também estão disponíveis para os professores, com elementos específicos que os auxiliam em sua missão de ensinar.

Como utilizar os recursos da Opet INspira

Para acessar os materiais didáticos, conteúdos pedagógicos, instrumentos de inclusão, vídeos, áudios, banco de imagens e PDFs com diretrizes para usar a plataforma, tanto estudante quanto educador devem usar os dados de usuário (login) e senha individual. Esses dados são de acesso exclusivo das escolas conveniadas à plataforma. Para maior segurança, a Opet INspira possui os Termos de Uso e as Políticas de Privacidade de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, a LGPD n.º 13.709/2018. Ou seja: pode usar – o sistema é amigável, seguro e de alta qualidade!

Digital, presencial, híbrida, inclusiva: a Educação Infantil e a “nova escola”

Com o início da pandemia do novo coronavírus, em março de 2020, as escolas precisaram migrar as aulas presenciais para o ambiente on-line. Uma situação que trouxe muitos desafios para professores, estudantes e familiares.

Na Educação Infantil, os desafios foram ainda maiores. Afinal, nessa etapa do ensino há a agravante de que os estudantes estão em uma fase delicada do desenvolvimento, adquirindo não apenas conhecimentos pedagógicos, mas também habilidades cognitivas, sociais e motoras.

Em 2021, com a chegada da vacina, o cenário da educação começa a mudar, mas alguns desses desafios continuam a fazer parte da realidade de professores e estudantes. Por isso, é necessário encontrar formas eficientes e duradouras de superá-los.

 

Desafios da Educação Infantil na retomada

Em muitas escolas, as aulas presenciais já voltaram, mas várias estão optando pelo ensino híbrido, adequado ao momento. Esse modelo de ensino propõe mesclar o ensino presencial com as aulas on-line de uma forma inteligente e dinâmica, aproveitando o melhor de cada ambiente de trabalho.

Por conta das características especiais da Educação Infantil, os professores devem encontrar maneiras de evitar ou reduzir os impactos negativos no desenvolvimento das crianças.

Como citamos, uma das peculiaridades da Educação Infantil é o foco na aquisição de habilidades cognitivas e motoras, como resolução de problemas, noção corporal e espacial, percepção sensorial e equilíbrio, entre outras.

Logo, o professor deve trabalhar não apenas os aspectos pedagógicos, mas também o desenvolvimento humano através do incentivo da interação entre os colegas e a aplicação de atividades lúdicas.

 

Parceria com a família

Os professores precisam trabalhar em parceria com a família. Então, um dos principais desafios é estimular sua participação nas atividades escolares da criança, bem como traçar um plano que facilite esta dinâmica, uma vez que os pais não têm as mesmas habilidades que os professores.

Outro desafio é pensar maneiras de trabalhar as habilidades através das atividades propostas. Sugerir experiências e interações a partir de brincadeiras é sempre uma excelente ideia. Afinal, as crianças tendem a se interessar muito mais por atividades nesse formato, além de ser algo que os pais conseguem aplicar facilmente.

Só é preciso que os professores tenham o cuidado de planejar e elaborar brincadeiras que trabalhem, de fato, todas as habilidades necessárias para cada fase do desenvolvimento.

Com atividades musicais e livros, por exemplo, é possível auxiliar na aprendizagem das múltiplas linguagens, estimulando a oralidade.

Jogos que exigem movimentos corporais permitem a exploração do meio ambiente. Isso contribui para ensinar as noções de grande e pequeno, alto e baixo, fino e grosso, por exemplo.

O melhor é que várias dessas atividades podem ser adaptadas ao ambiente virtual. Jogos educacionais digitais e atividades on-line podem suprir, em parte, a falta do contato presencial.

 

Desafios para os professores de Educação Infantil

O ensino híbrido tanto contribui com o aprendizado e desenvolvimento de habilidades relacionadas ao processo cognitivo quanto com o processo de recuperação da aprendizagem no momento em que as aulas já estiverem totalmente na modalidade presencial.

Isso, no entanto, exige que o professor planeje muito bem suas ações, uma vez que o ensino presencial, aliado às aulas on-line, não implica apenas uma fusão entre duas modalidades de ensino em que é possível manter as estratégias específicas de cada uma.

A fusão do presencial com o on-line exige novas formas de planejar as aulas. É preciso entender quais temas e atividades são melhores para o digital e quais devem ser aplicadas presencialmente. E, o mais importante: garantir que o estudante consiga associar as informações e aplicá-las nos trabalhos, avaliações e projetos.

Também é preciso pensar no formato de aula: diferente das aulas presenciais, as aulas on-line e gravadas tendem a ser maçantes para as crianças – seu potencial de retenção é menor. Por isso, essas aulas devem ter um tempo menor de duração, conter elementos visuais que captem a atenção e outros aspectos que mantenham o interesse até o final.

Isso exige não apenas capacidade de planejamento, mas utilizar as ferramentas digitais em prol do ensino.

Outro desafio para o professor é sanar as dúvidas das crianças nas aulas on-line. Isso pode ser feito rapidamente, mas as questões relacionadas aos exercícios precisam ser resolvidas por meio de troca de mensagens. Esse é outro momento em que o docente precisa ser criativo e conhecer técnicas e ferramentas que facilitem o entendimento pelas crianças.

 

Educação inclusiva e tecnologias educacionais: desafios e oportunidades

A Educação Infantil inclui o ensino inclusivo. Nesse caso, além de todas as questões já apresentadas, há ainda a necessidade de se pensar formas de adaptar o ensino.

Aqui, o professor pode encontrar vários caminhos para o ensino. A tecnologia tem sido uma grande aliada do ensino nos últimos anos e, na educação inclusiva, não é diferente. Muitas atividades em Libras, com recursos para estudantes cegos e outras deficiências, são desenvolvidas a partir de jogos educacionais e recursos on-line.

 

Educação pós-pandemia: o que esperar do retorno presencial

Ainda é cedo para se falar em educação pós-pandemia, uma vez que boa parte da realidade continua semelhante à do ano de 2020. Mas, já podemos vislumbrar algumas possibilidades.

Fato é que novamente os estudantes vão se deparar com a mudança brusca de suas rotinas. Isso pode ser bastante estressante, especialmente para estudantes com algum transtorno ou deficiência.

Para resolver essa questão, o corpo docente também pode utilizar os recursos on-line como forma de preparar o estudante para esse momento. As aulas em tempo real podem ajudar, assim como utilização de salas que permitam a interação entre os participantes, no caso, os estudantes.

Nos dias de aulas presenciais, é fundamental oferecer, também, apoio emocional, propor atividades de integração escolar e seguir os protocolos de segurança.

Por fim, é preciso ter um cuidado específico com estudantes que estão migrando da Educação Infantil para o Ensino Fundamental.

Nesse contexto, a parceria entre professores é essencial, além da aplicação das orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) sobre como tratar da mudança das crianças para uma nova etapa de vida escolar.

Em relação ao conteúdo escolar, a preocupação dos professores deve estar direcionada para a observação de quais foram as conquistas de cada estudante durante a pandemia, usando isto como ponto de partida para as novas propostas.

 

Recursos educacionais para o ensino híbrido: como e onde encontrá-los

Existem diversas estratégias que os educadores podem utilizar para aplicar o ensino híbrido nas aulas da Educação Infantil. Animações, mapas mentais, banco de imagens, vídeos, áudios, apresentações e quizzes são ótimas soluções.

Na Opet INspira, plataforma educacional de recursos digitais desenvolvida pela Editora Opet, é possível encontrar um acervo desses conteúdos, materiais didáticos, ferramentas de apoio e objetos educacionais digitais. Todos podem ser utilizados nas aulas do ensino híbrido.

Os conteúdos da plataforma educacional Opet INspira são muito ricos. Nela, os educadores encontram materiais educativos e orientações para o desenvolvimento de avaliações e sequências didáticas. Além disso, há ferramentas para que gestores e professores criem não apenas as aulas, mas uma estratégia completa para determinadas etapas, como trilhas de aprendizagem e roteiros de estudos.

Além disso, há uma série de recursos que também são ofertados aos estudantes. Assim, eles podem usar a plataforma para realizar atividades e acessar o conteúdo criado pelo professor. Por falar em conteúdo, a plataforma conta ainda com diversas histórias para as crianças da Educação Infantil.

 

Educação inclusiva precisa de ferramentas educacionais digitais específicas

A educação inclusiva também é contemplada pela plataforma. Lá, o educador encontra, por exemplo, recursos de tecnologia assistiva. Basta clicar no Menu de Acessibilidade para ter acesso a instrumentos como teclas de navegação, leitor de página e contraste, entre outros.

 

Apoio ao docente com conhecimentos tecnológicos básicos

Como muitos docentes e gestores ainda estão iniciando o contato com a tecnologia digital educacional, a Opet INspira disponibiliza ainda tutoriais em formato de vídeo e PDF com diretrizes para o uso das ferramentas da plataforma.

 

Como utilizar os recursos Opet INspira

Para acessar a plataforma, os parceiros precisam usam seus dados de usuário (login) e a senha individual. Quanto à segurança, as escolas e os educadores podem ficar tranquilos: a Opet INspira possui Termos de Uso e as Políticas de Privacidade de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, a LGPD (Nº 13.709/2018). Em outras palavras: a plataforma educacional Opet INspira soma conteúdos de alta qualidade, navegabilidade amigável e segurança para o usuário!

Ensino digital, ensino híbrido: é tempo de engajar!

Participar com o estudante da jornada rumo ao aprendizado requer do professor a escolha adequada do método de ensino. Ela é o primeiro passo para se iniciar o planejamento pedagógico. O professor, porém, também pode e deve incluir nos seus preparativos um repertório de recursos como jogos, vídeos, imagens e áudios – algo que ficou mais fácil graças à popularização da educação digital.

Esses recursos trazem os conteúdos em formatos que despertam o interesse, estimulam o engajamento e aproximam os temas da realidade dos estudantes, facilitando a aprendizagem. Além disso, deixam as aulas mais dinâmicas e podem promover a interdisciplinaridade.

 

Tecnologia digital, aliada do ensino – Desde que, no ano passado, as aulas presenciais deram lugar às videoaulas – e agora, com o ensino híbrido –, vimos o tema tecnologia e educação ganhar força nos debates sobre ensino no Brasil. Já havia muitos estudos sérios sobre o tema, assim como pessoas e ferramentas capazes de fazer a educação “navegar” remotamente; por conta da própria cultura presencial, assim como de questões estruturais do país, porém, o modelo seguia a passos lentos. Em muito pouco tempo, contudo, ganhou uma força extraordinária nas redes pública e privada. Hoje, sabemos muito mais sobre – e aplicamos muito mais – suas ferramentas, meios e lições.

 

Tempo de ensino híbrido

Em termos gerais, o ensino híbrido é uma “fusão” entre a educação presencial e o ensino on-line. Sua aplicação prevê que o aluno estude parte do conteúdo, normalmente a teoria, em casa, fazendo uso de ferramentas digitais, com e sem a participação remota do professor. Já o tempo das aulas presenciais, com o docente junto, é utilizado para atividades práticas e solução de dúvidas.

Como grande diferencial do modelo de ensino híbrido, destaca-se o papel mais ativo que o educando exerce em seu próprio processo de aprendizagem. O afastamento do professor em certos momentos das aulas a distância leva o estudante a assumir o protagonismo no estudo, além de buscar fontes, informações e referências. Sem contar que, quando chega na escola, suas dúvidas já estão prontas para o professor, o que produz um contexto fértil para debates e atividades em grupo.

O ensino híbrido pode garantir ainda maior dedicação às aulas práticas. Afinal, com o conteúdo teórico estudado previamente e as dúvidas esclarecidas junto com o professor, os estudantes dispõem de mais tempo para desenvolver projetos baseados em seus novos saberes.

 

Recursos educacionais para o ensino híbrido

Existem muitas estratégias que os educadores podem utilizar para trabalhar com o ensino híbrido. Para as aulas on-line, por exemplo, as animações e os mapas mentais são ótimas soluções.

Já nas aulas presenciais, como o estudante já chega munido de informações, é interessante propor o desenvolvimento de projetos ou resolução de problemas inspirados na vida prática.

Outro recurso interessante é a gamificação, estratégia que pode ser usada em ambos os casos. A proposta, que vem sendo utilizada com bastante sucesso já há alguns anos, é incorporar os jogos ao ensino de determinados conteúdos.

 

Gamificação, uma estratégia que une presencial e on-line

Jogos educacionais são excelentes ferramentas para tornar as aulas mais atrativas e estimulantes, especialmente as desenvolvidas on-line. Contudo, a gamificação vai além do uso de jogos. O ponto chave da ferramenta está em aplicar o conceito dos games – com seus elementos lúdicos e desafiadores – em qualquer tipo de atividade, inclusive as não digitais.

Elementos como ranqueamento, vidas, etapas e trabalho cooperativo, por exemplo, podem compor atividades fora do universo digital.

Aqui, cabe ao educador usar a imaginação para criar a melhor estratégia possível. Ele pode até mesmo unir os mundos real e virtual! Um bom exemplo é o uso do QR code – com ele, é possível decifrar pistas e missões que devem ser realizadas em sala de aula.

 

Maneiras de gamificar as aulas

O primeiro passo para gamificar as aulas é ter clareza do objetivo de aprendizagem pretendido. Engajar os estudantes, estimular a competição saudável, o trabalho cooperativo e trabalhar o pensamento “fora da caixa” podem ser algumas opções.

Com o objetivo estabelecido, é hora de escolher as ferramentas para o processo. Elas podem ser avatares, roteiros, medalhas e adesivos de motivação, por exemplo. Lembrando que, mesmo que instrumentos digitais como jogos e aplicativos não sejam as únicas opções de trabalho gamificado, eles são os que mais oferecem recursos para as atividades – eles, afinal, foram desenvolvidos exclusivamente para isto!

Onde encontrar recursos educacionais para atualização do modelo de aulas?

A plataforma educacional Opet INspira foi desenvolvida pela Editora Opet. Nela, o docente encontra um acervo gigantesco de conteúdos, material didático, ferramentas de apoio e objetos educacionais digitais como vídeos, áudios, apresentações, jogos  e quizzes. Esses recursos estão relacionados aos materiais didáticos físicos e, principalmente, à proposta pedagógica que norteia o trabalho da Editora Opet. Ao mesmo tempo em que fazem essa conexão, eles favorecem a criatividade do professor.

Seja na modalidade presencial, a distância ou híbrida, o uso desses recursos contribui para as práticas educacionais e para o desenvolvimento da Cultura Digital – a competência 5 da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

 

Tipos de ferramentas educacionais digitais disponíveis na plataforma

Os conteúdos da Opet INspira auxiliam os educadores no desenvolvimento de avaliações e sequências didáticas. Também permitem que os docentes criem trilhas de aprendizagem e forneçam roteiros de estudos aos alunos.

Recursos como áudios, banco de imagens e vídeos são ofertados tanto para os professores quanto para os estudantes. Por falar em conteúdo para os estudantes, a plataforma traz, por exemplo, diversas histórias infantis, assim como vídeos e simuladores de experimentos científicos.

 

Recursos digitais e educação inclusiva

As escolas possuem papel fundamental na inclusão de crianças e adolescentes. Por isso, quando falamos em recursos educacionais, o tema educação inclusiva está sempre presente. Sendo assim, a plataforma educacional Opet INspira conta ainda com recursos de tecnologia assistiva que apoiam a educação inclusiva.

Na plataforma INspira, o educador encontra um Menu de Acessibilidade, recurso que permite a seleção de funções personalizadas aos usuários, como teclas de navegação, leitor de página, tamanho do texto e do cursor, espaçamento de texto e contraste, entre outros.

 

Opções para escolas nas etapas iniciante e avançada de implementação dos instrumentos tecnológicos

Como já observamos, apesar de o tema educação e tecnologia já ser debatido há algum tempo, muitos docentes e gestores ainda estão em processo de aproximação em relação à tecnologia digital educacional. Na medida, aliás, que as tecnologias evoluem rapidamente, esse é um processo permanente e que vale para todos os envolvidos, sejam eles iniciantes ou avançados. Pensando nisso, a plataforma educacional Opet INspira traz tutoriais em formato de vídeo e PDF que auxiliam e orientam na utilização dos recursos oferecidos.

Para acessar a plataforma, é preciso que a escola seja conveniada da Editora Opet, sendo necessário ao usuário ter login e senha individuais. Os Termos de Uso e as Políticas de Privacidade da Opet INspira estão de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, a LGPD n.º 13.709/2018, garantindo a segurança dos dados de estudantes, professores e gestores.

Parceiro da Editora Opet: a plataforma educacional Opet INspira é sua grande aliada! Acesse, utilize, explore e faça uso de todo o potencial dessa incrível ferramenta!

E, se você ainda não é parceiro da Editora Opet, entre em contato conosco para conhecer!

English Party for Teens: a nova coleção de Língua Inglesa da Editora Opet!

Good News! A Editora Opet está iniciando o ano letivo de 2021 com uma grande novidade no ensino de Língua Inglesa: a coleção English Party for Teens, desenvolvida para os estudantes e os professores dos Anos Finais do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano). A Coleção completa as propostas adicionais de Língua Inglesa da Editora para a Educação Básica, somando-se às coleções English Party (para crianças de 3 a 5 anos) e Joy!, para os estudantes dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano).

A editora Gabrielle Caroccia coordenou o projeto de desenvolvimento da Coleção English Party for Teens. Ao longo de dez meses, ela “mergulhou” no projeto para produzir livros que oferecessem uma proposta de vanguarda no ensino de Língua Inglesa. Dentre as principais características da Coleção, ela destaca o diálogo estreito entre os livros impressos e as ferramentas digitais da plataforma educacional Opet INspira.

“Essa integração é extremamente importante e auxilia muito em relação à usabilidade e à prática da língua inglesa no cotidiano”, analisa Gabrielle. “Os arquivos de áudio, vídeos, jogos e quizzes estão interligados aos temas desenvolvidos em cada unidade. Por meio das videoaulas da plataforma, por exemplo, o aluno tem o conhecimento fixado e, na maioria das vezes, ampliado, porque há uma contextualização do conteúdo aprendido na prática.”

Gabrielle Caroccia: integração entre materiais físicos e ferramentas digitais expande as possibilidades de trabalho da Coleção.

No caso das faixas de áudio, que também são integrantes do livro didático, elas permitem aos estudantes exercitar a escuta e a fala do inglês, o que fortalece e refina o aprendizado. Todos esses recursos, observa Gabrielle, também reforçam as possibilidades de trabalho do professor, que pode propor aulas mais ricas e significativas. Os recursos aos docentes, aliás, abrangem as orientações metodológicas presentes nos próprios livros do professor, assim como sugestões de trabalho em sala de aula presentes em vídeos e planos de aula em formato PowerPoint.

“Com todos esses recursos e encantos, o professor vai acabar se inspirando e soltando ainda mais sua criatividade durante o processo de planejamento e realização de suas aulas”, diz Gabrielle. “Acredito que a missão da plataforma é justamente esta: INspirar professores e alunos para, assim, enriquecer ainda mais a recepção e a produção de conhecimentos – em especial aqueles relacionados à Língua Inglesa!”

O projeto gráfico foi cuidadosamente planejado para engajar os estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental.

Lúdica e intercultural – Em termos metodológicos, a Coleção parte da percepção da dinâmica do idioma, que pode e deve ser trabalhada por meio de jogos e atividades lúdicas. O objetivo é fazer com que os estudantes assumam protagonismo, expressando-se com naturalidade, criatividade e sem receio de se comunicar. Além disso, a Coleção também trabalha com a interculturalidade, propondo ao estudante uma reflexão sobre a própria cultura e sobre a cultura do outro, o que leva à compreensão de um dos grandes desafios da nossa época, o da aceitação e valorização da diversidade linguística e cultural.

Por dentro da Coleção – A Coleção English Party for Teens é formada por quatro livros anuais do estudante organizados em oito unidades temáticas cada (quatro bimestres letivos), cujos conteúdos estão alinhados às competências gerais da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e às competências específicas de Língua Inglesa para o Ensino Fundamental – Anos Finais.

Os livros do professor (quatro volumes anuais) trazem os fundamentos e referenciais teóricos que nortearam a elaboração dos conteúdos da Coleção, os objetivos das unidades e as orientações metodológicas organizadas ao longo das páginas correspondentes às do livro do aluno. Além desses itens, na plataforma educacional Opet INspira o docente tem disponível o mapeamento dos conteúdos de acordo com a BNCC para cada livro.

Os conteúdos digitais associados à Coleção estão na plataforma educacional Opet INspira e podem ser acessados com login e senha do aluno ou professor. São arquivos de áudio (que podem ser ouvidos online ou baixados em tablets, celulares e computadores), videoaulas em diferentes formatos e quizzes – jogos de perguntas e respostas, com placar de desempenho do estudante.

Os quizzes de Língua Inglesa da plataforma educacional Opet INspira fornecem uma análise dos resultados do estudante.

Integração Opet INspira e Google for Education fortalece o ensino digital!

Você é professor. Imagine chegar à sua sala de aula passando antes por um laboratório repleto de recursos, de jogos educacionais e áudios a apresentações multimídia, de simuladores a sequências didáticas de alta qualidade. Você pode escolher todos os recursos que irá utilizar e, se quiser, pode até adaptar alguns deles especificamente para a sua aula. Não seria fantástico trabalhar assim?

Pois é exatamente essa a ideia da integração das plataformas educacionais digitais Opet INspira, da Editora Opet, e Google for Education, parceira oficial Opet desde o ano passado na oferta de ferramentas digitais como salas de aula para o ensino remoto. A partir de agora, os professores e os estudantes parceiros dos selos Opet Soluções Educacionais e Sefe vão acessar as duas plataformas usando uma única conta de e-mail – @opeteducation.com.br no caso dos docentes e @souopet.com.br no caso dos estudantes.

Ao ingressar, os usuários terão acesso aos milhares de conteúdos da plataforma educacional Opet INspira, que poderão ser utilizados de forma direta dentro do ambiente Google for Education, mais exatamente nas salas de aula Google Classroom e no Google Drive.

“Essa integração tem a finalidade de tornar ainda mais amigável a relação entre os nossos parceiros e as ferramentas digitais”, observa a gerente pedagógica da Editora, Cliciane Élen Augusto. “Ela desburocratiza, dinamiza e potencializa diferentes usos e combinações de recursos para a educação.”

Recursos disponíveis – Cliciane explica que a maioria dos recursos da plataforma educacional Opet INspira já está disponível para uso integrado com as ferramentas Google for Education. “Todos os recursos das seções de jogos, avaliações, apresentações, vídeos, áudios e simuladores já podem ser utilizados pelos professores em suas salas de aula virtuais.” A ideia é facilitar a vida dos usuários e tornar a experiência de educação digital mais significativa e “sem atrito”.

“O objetivo dessa integração foi facilitar a experiência desse usuário. Nós sabemos que, hoje, a informação está disponível para todos no meio digital, mas nem tudo o que está na rede é de qualidade”, explica Cliciane. “Foi pensando nisso que unimos as plataformas. Para fazer uma curadoria dos conteúdos de forma muito significativa e, principalmente, com muita qualidade. Os professores não vão encontrar esses conteúdos, que foram desenhados a partir dos nossos materiais e da nossa concepção teórico-metodológica, em outro lugar.”

Trabalho conjunto – O coordenador de Tecnologias Educacionais da Editora Opet, Luciano Rocha, explica que essa integração é resultado de um trabalho iniciado no ano passado junto com o setor Pedagógico, quando tanto a plataforma INspira quanto a parceria com a Google for Education passaram a apoiar o trabalho de milhares de professores e estudantes parceiros em todo o Brasil.

“Percebemos essa necessidade e, a partir daí, desenvolvemos o módulo integrador que permite ao professor usar todos os objetos educacionais INspira em ferramentas do Google for Education como o Google Classroom, que é a sala de aula virtual. O grande avanço, enfim, é possibilitar ao professor o acesso às plataformas e o compartilhamento de conteúdos entre elas.”

Conteúdos que, vale observar, estão diretamente vinculados aos materiais didáticos da Editora (Sefe e Opet Soluções Educacionais), devidamente revisados, validados e em consonância com a proposta pedagógica oferecida pela Editora. “Ou seja, o professor não perde tempo buscando materiais de qualidade fora, o que toma tempo”, observa Luciano. “E, se ele quiser, no caso de várias sequências didáticas, ele pode fazer o download em seu próprio computador, ajustá-las para sua própria aula e enviar aos seus alunos.”

(*) – Parceiro Opet: se você ainda não configurou o seu e-mail para uso na Plataforma, entre em contato com o seu supervisor regional Opet-Sefe.

Educação Infantil: crianças e professores digitais na Plataforma Opet INspira!

“Os olhos examinam atentamente o cenário, ao mesmo tempo em que os dedinhos ágeis deslizam pela tela, movimentando personagens, colorindo ou relacionando objetos…”. As crianças de nossa época têm uma intimidade fantástica com o universo digital. Sua familiaridade com as telas só não é maior que seu desejo de brincar nesse novo e incrível ambiente. Esse interesse, evidentemente, deve ser acompanhado com atenção pela família para evitar excessos e a exposição a conteúdos inadequados à faixa etária.

Ele também pode – e deve – ser direcionado para a educação. Ao unir interesse, habilidade e conteúdos educacionais de alta qualidade, as ferramentas digitais dirigidas à Educação Infantil atraem e engajam as crianças, colaborando para o seu desenvolvimento cognitivo, para o protagonismo e para o aprendizado.

Há vários meses, os parceiros da Editora Opet na educação pública e privada vêm utilizando a plataforma educacional Opet INspira em suas aulas e momentos de estudo. A plataforma foi desenvolvida pelos setores de tecnologia educacional e editorial da Editora e traz centenas de conteúdos, de sequências didáticas a vídeos, de quizzes a jogos educacionais. A INspira, enfim, oferece um apoio extraordinário ao trabalho dos professores e aos estudos de milhares de estudantes em todo o país.

A boa notícia é que, a partir de agora, os educadores, as crianças e suas famílias têm acesso a uma seção exclusiva da Educação Infantil. “A INspira está em constante aprimoramento, em constante ampliação. E essa nova seção faz parte desse processo”, explica Cristina Pereira Chagas, analista de Tecnologia Educacional da plataforma que atuou na equipe de desenvolvimento desses recursos.

Histórias, músicas e mais: menu de apresentação dos conteúdos da seção da Educação Infantil da Plataforma INspira.

Cristina destaca que a interface da nova seção foi especialmente concebida para permitir o acesso mais amigável pelas crianças. “Elas têm acesso a objetos educacionais que potencializarão suas aprendizagens de forma lúdica”, conta Cristina. São músicas, histórias, vídeos e várias atividades que colaboram para o desenvolvimento cognitivo, a descoberta do mundo e o aprendizado. E há, também, os jogos educacionais digitais voltados a essa faixa etária, que, além de encantar, desenvolvem habilidades e trazem informações sobre vários temas. “Com esses conteúdos, os educadores e as crianças ganham muito. Em ludicidade, em atenção e em aprendizado. Esse é o melhor tipo de uso que se pode fazer da tecnologia pela educação”, conclui Cristina.

Amigáveis e educativos: exemplos dos conteúdos que podem ser acessados pelas crianças e suas famílias.

Para acessar a seção, basta entrar em https://opetinspira.com.br/login, digitar os dados de acesso e, depois, clicar no ícone “Educação Infantil”.