“Conectar para Transformar”: formação pedagógica reúne 1.900 educadores em Cotia (SP)

Uma formação pedagógica especial, realizada dentro de um grande evento da educação municipal. Assim foi o trabalho da segunda e terça-feira (06 e 07) da Editora Opet no município parceiro de Cotia (SP), que reuniu nada menos do que 1.900 participantes dentro do 3º Encontro de Formadores – Conectar para Transformar.

A ação, que pela Editora teve a coordenação de Fabíola Schiebelbein e a supervisão regional de Daiane Veiga, levou a Cotia 26 formadores, que trabalharam diretamente com os professores e os gestores. O foco? Proporcionar aos educadores do município conveniado a ampliação para o uso dos recursos educacionais Opet – os livros, os recursos digitais e as interações entre impresso e digital.

Uma etapa fundamental

O secretário municipal de Educação de Cotia, Luciano Corrêa, destaca a importância dessa primeira formação pedagógica do ano. “Chamamos esse momento de ‘Encontro de Educadores’ e o consideramos uma etapa fundamental para iniciar bem o ano, garantindo que o trabalho em nossas escolas se desenvolva com qualidade”, explica.

“É, também, uma oportunidade para nossos educadores se atualizarem e se capacitarem, uma ocasião para trocar ideias e experiências. Isso fortalece ainda mais a equipe educacional da nossa rede.”

Nesse processo, observa Luciano, a parceria com a Editora Opet ocupa um lugar especial. “A parceria com a Editora tem sido excelente desde o início. O material Opet, bem como as formações, têm se mostrado ferramentas essenciais para o sucesso da educação em Cotia”, avalia.  “Acreditamos que essa união de esforços nos permite oferecer aos nossos alunos materiais de qualidade pedagógica, o que contribui para o pleno desenvolvimento das habilidades e conhecimentos necessários a uma formação de excelência.”

O secretário Luciano Corrêa acompanhou a formação de perto.

Luciano participou da formação e viu de perto o trabalho desenvolvido pelos professores e pelos formadores. “Vejo com grande satisfação essa interação e o engajamento dos participantes com os materiais e as ferramentas da Editora. A dedicação dos nossos educadores é fundamental para o sucesso da educação em Cotia. Estamos muito animados com o impacto dessa parceria em sala de aula.”

Sobre o ano letivo que está se iniciando agora, o secretário afirma que o maior compromisso é o desenvolvimento e a recomposição, quando for necessária, das aprendizagens dos alunos. “Nossa meta é ampliar a qualidade da educação que oferecemos, preparando os alunos para o futuro e garantindo que eles tenham as habilidades e os conhecimentos necessários para ser bem-sucedidos na vida”, conclui.

Parceria e avanço

A gerente pedagógica da Editora Opet, Cliciane Élen Augusto, destaca o engajamento dos gestores e dos professores de Cotia em relação à educação. “Os educadores do município de Cotia participam das formações pedagógicas com a equipe Opet com muito engajamento e comprometimento. Desfrutam do momento para se manter atualizados com as últimas tendências e práticas pedagógicas, bem como desenvolvem novas habilidades e competências que reverberam em suas salas de aula. Juntos, sabemos que a formação continuada é uma peça-chave para garantir uma educação de qualidade!”.

Professor da rede municipal de Entre Rios do Oeste participa de curso nos Estados Unidos

Fabio Gonçalves Fernandes, professor de Língua Inglesa da rede municipal de ensino de Entre Rios do Oeste (PR), município parceiro da Editora Opet, já está nos Estados Unidos para um curso de seis semanas na Kansas State University.

O docente, que no final do ano passado foi um dos vencedores do Prêmio Ação Destaque – promovido pela Opet para valorizar e divulgar projetos educacionais de alta qualidade –, foi aprovado dentro de um programa Internacional de cooperação educacional. Ele é formado em Letras Português/Inglês pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), possui mestrado em Letras pela mesma instituição e, desde 2017, é docente na rede municipal de ensino de Entre Rios do Oeste.

Para ser aceito pelo programa, ele precisou atender a alguns pré-requisitos, como a pontuação mínima no Test of English as a Foreign Language (TOEFL – Teste de Inglês como Língua Estrangeira), exame de proficiência exigido por mais de duas mil universidades nos Estados Unidos e no Canadá.

“De acordo com a pontuação, fomos separados em grupos para diferentes tipos de curso”, explica Fabio. “O curso que estou realizando é um programa de metodologias para professores de Língua Inglesa.” Ao final das seis semanas, os participantes deverão apresentar um projeto de conclusão de curso que será colocado em prática – no caso de Fabio, no Brasil.

Crescimento

Fabio acredita que a formação nos Estados Unidos vai colaborar para seu crescimento profissional e pessoal. “Estar imerso em outra cultura, dessa forma, traz desafios. Desenvolver estratégias e habilidades para transpor essas dificuldades possibilita muito crescimento”, avalia.

Outros pontos importantes, destaca, são a melhora do nível no idioma, a imersão na cultura e o estudo e aprendizagem do que há de mais novo em relação às metodologias de ensino da Língua Inglesa. O programa da Kansas State University prevê uma série de atividades, como visitas a escolas públicas, trabalho voluntário e visitas a lares de idosos para interação e imersão.

“Toda essa experiência, tenho certeza, vai impactar de maneira significativa no meu planejamento e na prática docente em Entre Rios do Oeste”, pondera.

Retribuição

“O primeiro passo após meu retorno para o Brasil é aplicar da melhor maneira possível os conhecimentos adquiridos e compartilhar com meus colegas as incríveis experiências didáticas que estou tendo aqui”, diz Fabio.

“Quero retribuir ao meu município, à minha comunidade e aos meus alunos o investimento que o MEC e a administração municipal de Entre Rios do Oeste estão fazendo na minha formação.” Fabio também planeja fazer um doutorado em Linguística nos próximos anos.

Inspiração

Em seu trabalho docente, Fabio utiliza os materiais didáticos Sefe, da Editora Opet, em especial a coleção “Joy!”. “Além de oferecer um suporte concreto para as aulas, esses materiais proporcionam um ótimo espaço para aprimoramento profissional”, avalia. “O nível teórico incorporado à Coleção ‘Joy!’, assim como as referências para o preparo das aulas com auxílio do livro do professor, abrem muitos caminhos para o aprimoramento didático do professor.”

Ele também destaca a importância das formações pedagógicas feitas pela autora da coleção, a professora Vera Rauta. “Muito do que é discutido nas formações e nos materiais da Editora Opet/Sefe também está presente no curso de metodologias da Kansas State University. Isso me ajuda muito, uma vez que já estou familiarizado com os elementos teóricos e práticos aplicados durante o curso aqui.”

Ação Destaque

No final de 2022, Fabio participou do 12º Prêmio Ação Destaque, da Editora Opet – uma das mais importantes premiações nacionais do segmento de sistemas de ensino para a área pública. Com o projeto “O meu quintal é o mundo, aprender inglês é uma viagem”, ele conquistou o segundo lugar na categoria “Professores Especialistas”, que engloba os docentes de Língua Inglesa, Arte e Educação Física. Em 2018, ele havia conquistado o primeiro lugar no Ação Destaque, na categoria “Língua Inglesa”, com o projeto “English Farm”.

Para a gerente pedagógica da Editora Opet, Cliciane Élen Augusto, professores como Fabio são uma inspiração para seus pares. “Em nossas parcerias com os municípios e as escolas públicas, encontramos muitos professores talentosos e, principalmente, um enorme potencial. Docentes como o Fabio, que fazem esse potencial se converter em conhecimento e em ação, são uma enorme inspiração. Ele mostra que, sim, é possível sonhar, planejar e conquistar. E, é claro, contribuir para o mais importante, que é o sucesso da educação.”

CONFIRA O DEPOIMENTO DADO POR FABIO NA ETAPA FINAL DO 12º PRÊMIO AÇÃO DESTAQUE

Extra, extra! Saiu a lista dos trabalhos do Prêmio Ação Destaque!

A Editora Opet acaba de divulgar os projetos recebidos para a etapa de leitura e apreciação do 12º Prêmio Ação Destaque, que envolve os professores e gestores parceiros Sefe – área pública. Ao todo, 297 trabalhos (de um total de 350 inscritos) de municípios de todas as regiões do país tiveram suas inscrições deferidas. Confira o nome dos autores e os títulos dos projetos:

CATEGORIA 01 – EDUCAÇÃO INFANTIL
(COLEÇÃO PRIMEIRA INFÂNCIA +0, COLEÇÃO ENTRELINHAS PARA VOCÊ! [INFANTIL 1, 2, 3] E COLEÇÃO FEITO CRIANÇA [INFANTIL 1, 2, 3])

1. ADRIANA DE OLIVEIRA FARIAS – COMER BEM, QUE MAL TEM?
2. ADRIANA EIKO KAKAZU CAPELLO – ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
3. ADRIANA PONSKOSKI DE AVILA – FAMÍLIA: AMOR E RESPEITO, UM ELO PERMANENTE
4. ANA CAROLINA DE CASTRO BATISTA – FAZENDO ARTE É QUE SE DESCOBRE O MUNDO
5. ANA VITÓRIA DO NASCIMENTO SILVA VIEIRA – EU VEJO, SINTO E EXISTO
6. CONCEIÇÃO FERREIRA DA SILVA – VIVENDO A NOSSA NATUREZA
7. CRISTIANE ALVES DE SOUSA – APRENDENDO COM OS BICHOS
8. CRISTIANE SCHARF – PLANTAS POR TODA PARTE
9. CRISTIANI GOMES DE OLIVEIRA – BRINCANDO E APRENDENDO, CRIANÇA, FAMÍLIA E ESCOLA PRESERVANDO VALORES
10. DAIANE STRUJAK – CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS, UTILIZANDO ELEMENTOS NATURAIS
11. DAYSIE STTEPHANNY VIEIRA SILVA – MINI CHEFE
12. DÉBORA DE OLIVEIRA LUCÉKI – AS BORBOLETAS
13. DEVANIR MARTINS – MÃOS QUE SE COMUNICAM
14. EDIMARA JOSIANE DE SOUZA – SABORES DA HORTA
15. FABIANI MAGRI – COISARADINHA
16. FERNANDA PINHEIRO ZANELATI – EXPLORANDO NOVOS SABORES
17. FRANCISCA DAS CHAGAS BRITO DE MESQUITA – BRINCAR DE FAZER ARTE: CRIATIVIDADE SEM LIMITES
18. FRANCISCA FRANCILENE SENA CARNEIRO – BEBÊS PESQUISADORES
19. GRASIELLE FRANCISQUINI MAGALHÃES – A IMPORTÂNCIA DAS VIVÊNCIAS FORA DA SALA DE AULA
20. ISABEL PEREIRA DA SILVA – FAMÍLIA E ESCOLA JUNTAS NO DESENVOLVIMENTO E NA CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA
21. IVONETE MANSO DO NASCIMENTO – CRESCENDO FORTE E SAUDÁVEL
22. IZABELLE COELHO RODRIGUES LIMA – MEUS SENTIMENTOS
23. JORDANA TASCA GONÇALVES – VIVENCIANDO OBRAS DE ARTE
24. JOSIANE DE OLIVEIRA COSTA – ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL E EMPREENDEDORISMO DENTRO DA EDUCAÇÃO INFANTIL
25. JUCELIA GONÇALVES DE LIMA – GABY: A TUA HISTÓRIA E A MINHA…
26. LIZIANE DOS SANTOS – BRINCANDO E APRENDENDO COM OS ELEMENTOS DA NATUREZA
27. LÚCIA DE FÁTIMA LINHARES LIRA – ALIMENAÇÃO SAUDÁVEL: CONSTRUINDO DESDE CEDO A IMPORTÂNCIA DESSE HÁBITO
28. LUCIANA COSTA ANDREOTE – NOSSO JARDIM ENCANTADO
29. LUCIANE CHIMEL – DO CAMPO À MESA: UM PROJETO VOLTADO À ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
30. MARCIA MARIA HEI WIKUATS – A MAGIA DAS HISTÓRIAS INFANTIS
31. MARIA DANIELI FERREIRA DE SOUZA – CRIANÇA SEGURA, BRINCAR É COISA SÉRIA
32. MARIA DE LOURDES GODOY DE OLIVEIRA – O SONS DAS ÁGUAS
33. MARIA ERLENE TEIXEIRA DE AGUIAR PRADO – LAÇOS E APRENDIZAGEM
34. MARIA REGINA DA SILVA FRANKLIN – TIPOS DE MORADIAS
35. MARINEIZ MOREIRA LIMA MENESES – COMER, UM ATO DE BRINCAR
36. MARLENE STIPP – LEILÃO DE JARDIM
37. MICHELE MARIA DA SILVA SANTOS – UM MUNDO DE POSSIBILIDADES
38. NATALI HELENA SALKOVSKI – MÃO NA MASSA
39. NICOLE MALAQUIAS STOLARCZKI – DESLIGA, DESCONECTA E VEM BRINCAR!
40. ROSA DA LUZ TORTATO CEDORAK – UM MUNDO DE TEXTURAS E SENSAÇÕES
41. ROSEMEIRE MARTINS DE OLIVEIRA RODER – APRENDENDO A ARTE COM A ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
42. SIDINEIA APARECIDA BRAZ DA COSTA – BRINCANDO NA NATUREZA
43. SUSANE MARIA DA SILVA LOPES GOMI – DE MÃOS DADAS
44. TAIANE DEMKO BUENO – ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
45. TIELY LETICIA DA SILVA SALES ARAÚJO – O NOSTÁLGICO UNIVERSO DAS BRINCADEIRAS POPULARES
46. VERA LÚCIA DA SILVA – A NATUREZA COMO RECURSO NA APRENDIZAGEM
47. VIRGÍNIA MARIA COSTA DE OLIVEIRA – ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

CATEGORIA 02 – EDUCAÇÃO INFANTIL
(COLEÇÃO ENTRELINHAS PARA VOCÊ! [4 E 5] E COLEÇÃO FEITO CRIANÇA [4 E 5])

1. ADRIANA LIMA BARBOSA – PROJETO MEIO AMBIENTE – BRINCAR E CUIDAR FAZ PARTE DA GENTE
2. ALINE RODRIGUES DOS SANTOS GOUVEA – PROJETO PEQUENOS EXPLORADORES!
3. AMANDA CRISTINA LOPES BATISTA DE SANTANA – DA TERRA À MESA
4. CELENE TABORDA – INTERAÇÕES E BRINCADEIRAS: APRENDER E BRINCAR, É SÓ COMEÇAR!
5. CINTHYA PRISCILA FERREIRA VERASTEGUI – OS ALIMENTOS E AS CULTURAS: PESQUISAS E EXPERIMENTAÇÕES NA EDUCAÇÃO INFANTIL
6. CLAUDETE TRENTO – CONECTANDO SABERES E AFETO NAS ENTRELINHAS DO BRINCAR
7. CLAUDIRENE CARDOSO DA SILVA – SE ESSA HISTÓRIA FOSSE AGORA?
8. CRISNEIDE POLICARPO DA CUNHA DOS SANTOS – EXPERIÊNCIA COM MATERIAL DIDÁTICO E FERRAMENTAS PEDAGÓGICAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
9. CRISTIANE SILVA DE SOUZA NOVAES – A RIQUEZA NAS ENTRELINHAS: VIVÊNCIAS ALÉM DAS PÁGINAS
10. DIEKISLEY ALVES DA SILVA – A ROÇA DA PRÉ-ESCOLA ERMINDO MENDEL
11. ELESSANDRA MARISA FERRARI GAZOLA – ARTE EM MOVIMENTO
12. ELIANE BASÍLIO DE MELO – TRILHANDO SENSAÇÕES
13. ELIS REGINA DA LUZ BAGIO – BRINCADEIRAS DE TODO CANTO
14. FABIANA SUZANO JIMENEZ – O QUE TEM NA SUA CESTA, CHAPEUZINHO VERMELHO?
15. FRANCIELE ALVES DE GOIS – ARTE E CULTURA POPULAR, NA MINHA CIDADE, ONDE ELAS ESTÃO?
16. FRANCIMAR PEREIRA DA SILVA – O MUNDO MÁGICO DOS BRINQUEDOS E DAS BRINCADEIRAS
17. FRANCINNE NOGUEIRA MONTIBELLER DA SILVA – SOMOS NATUREZA!
18. FRANCISCA JÉSSICA COSTA DA SILVA – SENTINDO A ÁGUA: DANÇANDO NA CHUVA
19. GECIONE GOMES DOS SANTOS – APRENDENDO O ALFABETO COM SOPA DE LETRINHAS
20. JOSELAINE GENEVRA BLOCH – DE ONDE VEM?
21. JOSEMAR SILMARA GALIANI VIANA – NO MEU CMEI TEM HORTA E POMAR
22. JOSIANE APARECIDA DE ANDRADE – PROJETO BERNARDO: FORTES COMO O HULK
23. JOYCE MARTINS DOS SANTOS TALAMINI – UMA DOCE MORADIA
24. JULIANA GOMES FERREIRA – AS AVENTURAS DA CHAPEUZINHO PELO BAIRRO DO ÓLEO
25. KARINE ALESSANDRA DOS SANTOS SIMBA – PROJETO CONVIVER: AMIGO NÃO TEM IDADE
26. KELLEN FERREIRA KMETH – BRINCANDO E PINTANDO
27. LAIZ CAROLINY DA SILVA – GRATIDÃO – SENTIMENTO QUE TRANSBORDA EM NOSSO CORAÇÃO
28. LUCIANA PEREIRA DE LIMA ZARANSKI – BRINQUEDOS QUE AQUECEM O CORAÇÃO, ALEGRAM A ALMA E ENRIQUECEM O SABER!
29. LUCIMAR DE SOUZA RODRIGUES THEODORO – DE ONDE VEM?
30. LUZIA SANTOS DA SILVA – UM JARDIM PARA OS PEQUENOS ANIMAIS
31. MARCELA CRISTINA GONÇALVES DE OLIVEIRA – TEMPO: INTEGRANDO E (RE) CONSTRUINDO HISTÓRIAS
32. MARCELA DOS SANTOS IMOTO FREZATTI – CIDADE MAIS BELA NÃO HÁ
33. MARCIA DAMASCENO DE SOUSA – É BRINCANDO QUE EU APRENDO
34. MÁRCIA MELO DA SILVA – BRINCADEIRAS DE CRIANÇA
35. MÁRCIA MOREIRA SILVA – CONSTRUINDO UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA ATRAVÉS DO BRINCAR
36. MARIA DA CONCEIÇÃO BARBOSA DO NASCIMENTO – EU CUIDO, VOCÊ CUIDA E NÓS SOBREVIVEMOS
37. MARIA LUCIMAR DA CUNHA – DESCOBRINDO TALENTOS
38. MARIA LUIZA FERRARI – DESVENDANDO CORES, FORMAS E SABORES: ALIMENTANDO O PRESENTE E O FUTURO
39. MARIA SILVANA GODOY DE PAULA – AS MARAVILHAS DA NATUREZA
40. MARIA SUELI DO PRADO AMARAL – PLURALIDADE CULTURAL BRASILEIRA
41. MARIA VIVIANE MARTINS FERREIRA – MEU NOME, MINHA HISTÓRIA
42. MARIANE PEREIRA DE CARVALHO DIVINO – PRECISAMOS SABER MAIS SOBRE ÁGUA
43. MICHELLE BEZERRA SANTIAGO – DE MÃOS DADAS COM A NATUREZA
44. PATRÍCIA DA SILVA MENDES – PROJETO IDENTIDADE
45. PATRICIA VEIGA DE ANDRADE – CAMPO E CIDADE
46. PAULO JORGE DIAS FILHO – TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: OBSERVANDO A NATUREZA ATRAVÉS DA REALIDADE AUMENTADA
47. RAIMUNDA NONATA DO REGO PEREIRA CRISTINO – RESTAURANTE LITERÁRIO: ABRINDO O APETITE PELO UNIVERSO DA LEITURA
48. REJANE DE LIMA ETELVINO – MEU LANCHINHO DO BEM
49. ROSA MARIA RIBEIRO BARROS BARBOSA – FAMÍLIA E ESCOLA: CONSTRUINDO SORRISOS, GERANDO APRENDIZAGENS
50. ROSA RAMOS DA ROCHA OLIVEIRA – RESGATANDO AS BRINCADEIRAS
51. ROSEMARY GONÇALVES DE OLIVEIRA – LER E IMAGINAR, É PRECISO COMEÇAR
52. SABRINA DE LIMA WITKOWSKI – AJUDAR FAZ BEM, DESENVOLVENDO EMPATIA AO PRÓXIMO
53. SAMARA DA SILVA BEZERRA – A MAGIA DA NATUREZA, ESTRELANDO JOÃO E O PÉ DE FEIJÃO
54. SANDRIELLI APARECIDA GERALDO SANTANA – ARRAIÁ DO VOLPI
55. SILVANA OLIVEIRA AGUIAR – ALIMENTAÇÃO
56. SUELEN CAPOTE – LER É VOAR POR CAMINHOS INFINITOS
57. TAMIZIA DOS SANTOS CHAVES – DETETIVES DA NATUREZA
58. VALDIRENE AVELINO ZAKENAEZOKERO – MITOLOGIA DA ORIGEM DA MANDIOCA NO FOLCLORE BRASILEIRO HÁLITI-PARESI
59. VALNEIDE DE AGUIAR LIMA SOUSA – BRINCANDO COM OS SONS
60. VANESSA DAL PIZZOL VIGOLO – PEQUENAS MÃOS MUDANDO O MUNDO
61. VERÔNICA APARECIDA DA SILVEIRA – BRINCANDO E COLOCANDO A MÃO NA MASSA: ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
62. VILMA APARECIDA HUSS PETRIN – PROJETO CANA DE AÇÚCAR
63. VIVIANE RODRIGUES ALVES SILVA – MEU NOME, QUEM EU SOU!

CATEGORIA 03 – ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS – 1º AO 3º ANO
(COLEÇÃO CAMINHOS E VIVÊNCIAS E COLEÇÃO MEU AMBIENTE)

1. ADRIANA CRISTINA DE OLIVEIRA – PROJETO LITERÁRIO: IMERSÃO EM UM MUNDO COR-DE-ROSA
2. ADRIANA MORAES MOTA PIRES – SENSAÇÕES POR TODA PARTE
3. ALCIMERE REZIN VICENTE MELLO – RECICLANDO SE APRENDE!!!
4. ALEXANDRA MACIENTE SILVA – A MENINA QUE ACORDAVA OS MONSTROS
5. ANA CRISTINA BATISTA DA SILVA – EMPODERAMENTO MIRIM                   6. ANA PAULA CORDEIRO – PLANTANDO IDEIAS, ÁRVORES E PENSANDO NO FUTURO
7. ARLETE APARECIDA RETONDO ROZALEN – BIBLIOTECA EM DESTAQUE
8. BÁRBARA TRESSOLDI LIDANI – CRIANÇA NA ESCOLA É CAPAZ DE MUDAR O MUNDO LÁ FORA
9. CAMILA TIEMI IZUMI CRIVELLARI – APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA – TRANSFORMANDO OS ALUNOS EM AUTORES
10. CAROLINA ROCHELLI POLICARPO VENTURA – A, DE AUTISMO, C DE COMUNICAÇÃO; É TEMPO DE ENTENDER ATRAVÉS DA INFORMAÇÃO
11. CLEITON FEITOZA DOS SANTOS – O SOLO EM NOSSAS MÃOS
12. DANIELA PERIN – O AMIGO DA TURMA
13. DANIELLA VIEIRA CAMPOS DE OLIVEIRA – A CULTURA INDÍGENA NAS PRÁTICAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM
14. DÉBORA REDERD FRANÇA VIDAL – FOGO E FUMAÇA: O QUE É BOM E MAU, SOU CONSCIENTE, AFINAL?
15. ELAINE VIEIRA DE ALMEIDA – PODLER: A HISTÓRIA DO ENCONTRO ENTRE CRIANÇAS, A FLUÊNCIA LEITORA E UM PODCAST SOBRE BRINCAR
16. ELIANA ODILA ZANELLA – TRABALHANDO A INCLUSÃO: HÁ MUITAS COISAS AO MEU REDOR
17. EVANDRO ALBINO MEURER – LEITURA EM FAMÍLIA: HISTÓRIAS QUE TRANSFORMAM O MUNDO
18. FÁTIMA CRISTINA DECICINO DE ANDRADE – A ARTE E SUAS EXPRESSÕES INTRÍNSECAS NA APRENDIZAGEM
19. FRANCIELY ROBERTA ALMEIDA LIMA – A LITERATURA INFANTIL COMO FACILITADORA DO APRENDIZADO
20. HELIENE SILVA ALVES – MAMÃE EU QUERO! O IMPACTO DA EDUCAÇÃO FINANCEIRA NO COMPORTAMENTO DE CONSUMO DOS ALUNOS DO 2º ANO E DE SUAS FAMÍLIAS NA ESCOLA MUNICIPAL GODOFREDO DE CASTRO FILHO
21. JAMILE RUTH MENDES DE SOUSA NOBRE – ANIVERSARIAR LETRANDO
22. JÉRSICA GALLEASSI – RESSIGNIFICANDO A PÁSCOA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO SOCIAL A PARTIR DA SALA DE AULA
23. JÉSSICA APARECIDA DE SOUZA – É TEMPO DE BRINCAR
24. JOSELES DE CÁSSIA ANDRADE SCATAMBURLO – EU PLANTO ESPERANÇA!
25. JOSIANE DE CASSIA SINGOLANI – ANIMAIS NOTURNOS: METODOLOGIA ATIVA CONSTRUINDO CONHECIMENTO
26. JOSILENE ALVES – JARDIM SENSORIAL: UM CAMINHO DE VIVÊNCIAS
27. JUILA WEY DZEREN – INCUINDO SABERES
28. JULIANA RUFINO ROSSO – MEU LIXO + SEU LIXO= NOSSO PROBLEMA
29. KEROLYN DE OLIVEIRA MARTINS – UNI, DUNI, TÊ AGORA VOU APRENDER A LER E ESCREVER
30. LUCIENE APARECIDA ROZA CARVALHO – GUARDIÕES DOO MEIO AMBIENTE
31. MARCIA DONIZETI PINTO CONDE – CANTIGA DE RODA
32. MARIA APARECIDA RIBEIRO FERNANDES – PROJETO MÃOS QUE FALAM
33. MARIA ELLEN DO NASCIMENTO HENRIQUE – FEIRINHA DO 2º ANO
34. MARISE BEATRIZ OCCHI – MINHA ROUPA PREFERIDA PARA DORMIR
35. MATEUS LUCAS DE OLIVEIRA TIMÓTEO – JOGOS E BRINCADEIRAS DE ANTIGAMENTE
36. MÔNICA MOGHRABI MARINHO NORATO – LEITURA OU GOSTOSURAS
37. NILVA FERNANDA MOMESSO GARCIA DE PAULA – JARDIM SENSORIAL
38. PRISCILA HEINZ SCHÜTZ – PROJETO PROTETORES DO MEIO AMBIENTE: PLANTANDO UM FUTURO MELHOR
39. RAQUEL RIBEIRO DE SOUZA OLIVEIRA – HORTA E MEU BICHIONÁRIO
40. RAVENA VASCONCELOS SOUSA – SEGUINDO NO CAMINHO DA ALFABETIZAÇÃO, E VIVENCIANDO A LUDICIDADE NA SALA DE AULA
41. REGINA DE JESUS DA SILVA MELO – EU E MEU NOME
42. RENATA DONIZETE RODRIGUES BASTOS – O AR, COMO PROVAR QUE ELE EXISTE?
43. ROSEANGELA GIUSTO DE PAULA – É PRECISO CONHECER PARA TRANSFORMAR
44. SOLANGE SNAK – EU LEIO, TU LÊS, NÓS LEMOS: LOGO, MUDAREMOS O MUNDO!
45. TACILA RODRIGUES GOIS – LUDICIDADE E LEITURA COM DOMINÓ DE PALAVRAS E IMAGENS
46. TATIANE APARECIDA VIOLADO – DONA BRINCADEIRA EM AÇÃO CONTRA DENGUE
47. TIMOTEO DE FREITAS MACIEL – OS PÁSSAROS DAS RUAS DE ARAPONGAS
48. VALÉRIA URBANAS – QUEM CONHECE CUIDA!
49. VANESSA ROSATI PONZIO SILVA – ACOLHIMENTO E AFETO NO RETORNO PRESENCIAL
50. ZILMA SOARES CORREIA – EMPODERAMENTO: VIVA A DIVERSIDADE!

CATEGORIA 04 – ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS – 4º E 5º ANO:
(COLEÇÃO CAMINHOS E VIVÊNCIAS E COLEÇÃO MEU AMBIENTE)

1. ADRIANE FERRARI – SOMOS TODOS MIGRANTES
2. ALESSANDRA MOURA TAMBORRA – AS INCRÍVEIS HISTÓRIAS DOS VULCÕES
3. ALEXANDRO CARDOSO – CORPO HUMANO
4. ALEXSANDRO CARDOSO DOS SANTOS – MURAL DE CARTAS EM MEIO À GUERRA
5. ALINE LAMANA DA SILVA – O MUNDO QUE EU QUERO PARA MIM DERRUBANDO MUROS E CONSTRUINDO PONTES
6. ANDIELLE FAGUNDES RODRIGUES – OLHARES PARA O APRENDER
7. CLAUDIA DE ARAUJO – DO LIVRO PARA AS TELAS: O MUNDO ENCANTADO DAS ABELHAS
8. CRISTIANE SCHOLZE STADLER ALBUQUERQUE – SEMENTES DO AMANHÃ
9. DAVID LUCAS SILVA FERREIRA – UR MININO: DESENVOLVENDO O PROTAGONISMO DISCENTE
10. DIOGO DA CUNHA DO NASCIMENTO – GAMIFICAÇÃO DO ENSINO: RECOMPOSIÇÃO DE APRENDIZAGENS MATEMÁTICAS
11. ELI JOCELI RUPPENTHAL MALTA DE OLIVEIRA – O MUNDO MÁGICO DA LEITURA
12. ELIANE MARIA KREMER – A TERRA POR DENTRO E POR FORA
13. EMANUELLY MARIA DOS SANTOS – MUSEU NA SALA DE AULA
14. FABIANA EVELIN PALERMO – CRIAR MEMÓRIAS E FAZER HISTÓRIA
15. FABIULA REGINA DALSASSO – MUSEU É HISTÓRIA VIVA
16. FRANCIELI APARECIDA DE SOUSA – EXPLOSÃO DE CONHECIMENTO: UMA EXPERIÊNCIA VULCÂNICA
17. GABRIELA CRISTINA DA SILVA MENEGAZZO – PROJETO LITERÁRIO: A VIDA ATRAVÉS DOS LIVROS
18. GISELLE MARIA RIBEIRO DE SOUZA – PROJETO LEITURA E VIVÊNCIA
19. GIZELLI DE OLIVEIRA VALENTE – PROJETO HORTA DO FUTURO EDUCAÇÃO, SAÚDE E TECNOLOGIA
20. HAVANA FERREIRA ANDRADE DOMINGUES – ESTAÇÃO PARA ROTAÇÃO EM MATEMÁTICA
21. IGNEZ SILVA DE ABREU – HORTA ESCOLAR
22. ILDA MAURILIA CAVALHEIRO SIQUEIRA – VIDA SUSTENTÁVEL: UM COMPROMISSO DE TODOS
23. ISAURA SILVA XAVIER NUNES – OFICINA DE JOGOS: CRIANDO E COMPARTILHANDO SABERES
24. JESSICA SILVA DE FREITAS – FRAÇÃO E A CULINÁRIA AFETIVA
25. JULIANA APARECIDA DO CARMO – A TERRA POR DENTRO E POR FORA
26. LUANA VIEGAS DE PINHO APOLINÁRIO – ORIGENS DO BRASIL
27. LUCIANE REGINA JACINTO SMANIOTO – SISTEMA MONETÁRIO = CIDADANIA + UNIÃO + SOLIDARIEDADE + UNIÃO
28. MARCIA DOLORES CAVASSINI PALOMBIT – HISTÓRIAS SÃO MEMÓRIAS QUE FAÇO PARTE, O MEU MUNDO EM UM LUGAR!
29. MARCIA GADOTTI CALDONHO – AO INFINITO E ALÉM
30. MÁRCIA REGINA VIEIRA COELHO SACCON – FÁBULA
31. MARCIA RIBEIRO CUNHA – DO LIVRO PARA A REALIDADE, AS HISTÓRIAS QUE A ARTE CONTA
32. MARIA DO CARMO CROSATTI GAZOLA – JORNAL ESCOLAR – FREI
33. MARTA DAYANE MIRANDA DOS SANTOS – VIDA QUE DA VIDA
34. MIRA CAROLINA DOS SANTOS ZELA – RECEITA PARA MUDAR O MUNDO
35. MISLAINE DO CARMO CARDOSO – EDUCAÇÃO FINANCEIRA E SUSTENTABILIDADE: FORMANDO CIDADÃOS RESPONSÁVEIS E CONSCIENTES
36. NATALIA JAQUELINE DE DEUS PEREIRA – EDUCANDO ATRAVÉS DA EVOLUÇÃO DO TRANSPORTE E A COMUNICAÇÃO NO TRÂNSITO
37. PAOLA BIANCA DA SILVA – EM BUSCA DE UM MUNDO NOVO E SUSTENTÁVEL
38. PATRICIA LINARES DE OLIVEIRA – DESVENDANDO A STEAM COM HARRY POTTER
39. POLIANA ZACARIAS VERDIANO – MORRO INGLÊS: SEU POVO, SUAS RIQUEZAS E SEUS ENCANTOS; EU CUIDO E PRESERVO
40. REGIANE MARIA SENES FRANZ – QUEBRANDO PARADIGMAS
41. ROBIANI LUCI DA ROSA AYRES – INTERAGINDO COM A MELHOR IDADE
42. ROSANGELA DAS GRAÇAS NOGUEIRA DE MEIRA – PRESERVAR A NATUREZA FAZ O MUNDO MARAVILHOSO
43. ROSELENE DAS GRAÇAS BELLO – SOLIDARIED’ARTE
44. ROSELI MARLA DE OLIVEIRA ANTONIK – SEMENTINHA DA LEITURA
45. SANDRA CAMARGO DE SOUSA – JOVENS EMPREENDEDORES – LOCAÇÃO DE BRINQUEDOS
46. STEFANY MATTEI PRACZUM – NOSSO PAÍS IMAGINÁRIO
47. TAINE DE SOUZA – O FUTURO DO PLANETA TERRA ESTÁ EM NOSSAS MÃOS!
48. TAISE MACHADO KUBENECK – POLÍTICA, INCLUSÃO E TECNOLOGIA: UMA JANELA PARA O FUTURO
49. TATIANE NICARETTA LUZ – A TERRA POR DENTRO E POR FORA
50. THAIS CRISTINA MORAES SACCHI – EXPLORANDO GÊNEROS TEXTUAIS EM UM APLICATIVO MÓVEL
51. VALDIRENE DONIZETTI DE FREITAS CARDOSO – A ESCRITA DE UM VOO PELOS LUGARES, HISTÓRIA E SONHOS
52. VÂNIA DE PAULA MENEZES FERREIRA – FAMÍLIA NOTA 10
53. VÂNIA LÚCIA BORGES – O MEU SONHO QUANDO EU CRESCER É SER!
54. VIVIANE THAIS SOUZA SILVA – MATEMÁGICA

CATEGORIA 05 – ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS E MÉDIO:
(COLEÇÃO SER E VIVER CIDADANIA, COLEÇÃO CIDADANIA E COLEÇÃO MEU AMBIENTE)

1. ALESSANDRA MARIA GASPARETTO BAGIO – REPELA BEM
2. ALEXSANDRA DE LIMA RAMOS SILVA – UMA EXPERIÊNCIA PRAZEROSA NAS PRODUÇÕES DE HQS
3. ANDERSON ANTONIO FERREIRA DE ALMEIDA – OPERAÇÃO INCLUSIVA – RESSIGNIFICANDO A MATEMÁTICA POR INTERMÉDIO DA APRENDIZAGEM ADAPTATIVA
4. CAMILA DE SOUZA PEREIRA – MODA, CULTURA E ESTÉTICA: MULHERES ASIÁTICAS
5. CLEBERSON SCHNEIDER – PLANO E PROJETO DE VIDA
6. EWERTON EUZEBIO DE JESUS – METODOLOGIAS ATIVAS NO ENSINO DA GEOGRAFIA
7. GEOVANA MULINARI STUANI – CHEIROS, MEMÓRIAS E HISTÓRIAS
8. IVANDRO FINARDI – NUTRIÇÃO HUMANA: MAIS QUE CULTURA, UMA QUESTÃO DE SAÚDE
9. JULIANA MAGANHA ABREU – SISTEMAS DO CORPO HUMANO: UMA PROPOSTA DE AULA PÓS-PANDEMIA
10. KARINA PERPÉTUA MENEGHETTI DA SILVA – PÃO E POESIA
11. LUCIANA MARTINES DO NASCIMENTO – QUADRINHOS: UMA ESTRATÉGIA DE ENSINO
12. MARCEL CARLOS CARDOSO – SAÚDE: DA ESCOLA PARA A MESA
13. MARTA FERREIRA ROSA – ROTA DA SEMENTE AO PARO DO BRASILEIRO
14. MAYARA RANGEL COGO MAGNONI – JOGOS MATEMÁTICOS: UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA
15. ORLETE ZANINI CARRER ALEXANDRE – FESTIVAL ESCOLAR
16. RAFAEL JOSÉ PASINI RIZZO – CÁLCULO MENTAL DE PORCENTAGEM
17. REINALDO JOSÉ SILIO – HORTA CIENTÍFICA NA ESCOLA
18. RODRIGO APARECIDO GOMES – ROTAÇÃO POR ESTAÇÕES: QUÍMICA IMANENTE
19. ROSIMAR DE FÁTIMA FERREIRA – LAPBOCK GUERRA FRIA
20. SIMONE LAZZAROTTO ALVES – RELATOS DA GUERRA: UM OLHAR EMPÁTICO À HISTÓRIA
21. SINARA FELISBINO DE SOUZA – GEOMETRIA E DIVERSÃO
22. SOLEANDRO ZAMBON – GLOBALIZAÇÃO – ROMPENDO BARREIRAS ENTRE COMPONENTES CURRICULARES
23. SUELEN MARTINI AZAMBUJA – INTRODUÇÃO À ÁLGEBRA
24. TIAGO LA SERRA BONEBERG – ANIMANDO A HISTÓRIA E ASSIMILANDO O CONHECIMENTO
25. VIVIANE JUSTINO DE FIGUEIREDO CANTARINO – LEITURA DE MUNDO POR MEIO DA ARTE

CATEGORIA 06 – AÇÕES COM FAMILIARES
(COLEÇÃO ENTRELINHAS PARA FAMILIARES E/OU COLEÇÃO FAMÍLIA E ESCOLA E/OU ENCONTRO COM FAMILIARES E/OU FAMÍLIA PRESENTE)

1. CARMEN RAYMUNDI – FAMÍLIAS QUE CUIDAM
2. DAIANE PEREIRA SOARES – SAIBA MAIS: ESCOLA E FAMÍLIA CONSTRUINDO NOVOS CAMINHOS
3. EDIANA MARI SANTIN DA SILVA – COMPARTILHANDO CONHECIMENTOS E SENTIMENTOS
4. JAINE NUNES ALBERTON JOCHEN – RESGATANDO BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS ANTIGAS
5. MARIA RAYLANE SILVA MESQUITA – PRODUZINDO SABERES: MINHA FAMÍLIA, MINHA HISTÓRIA
6. ODETE APARECIDA SILVESTRE SANTOS – FAMÍLIA PRESENTE E PARTICIPATIVA
7. PATRICIANA RIBEIRO DE SOUSA – CONSTRUINDO VALORES: FAMÍLIA E ESCOLA
8. ROBERTA TAVARES CARDOSO BOARETO – PROJETO VILAREJO
9. ROSANA KERKHOFF GOULART – DIVERSIDADE SIM, BULLYING NÃO!
10. SILVIA MARA GUERLINGER – RAÍZES DO TEMPO
11. SÔNIA REGINA PEROLE – RESGATES DAS BRINCADEIRAS ANTIGAS EM TEMPOS DE TECNOLOGIAS
12. TATIANI CHAGAS ALBERTO – ESCOLA DE RESPONSÁVEIS: REENCONTRO

CATEGORIA 07 – ESPECIALISTAS (ARTE, EDUCAÇÃO FÍSICA E LÍNGUA INGLESA)
(COLEÇÃO JOY, COLEÇÃO CAMINHOS E VIVÊNCIAS, COLEÇÃO SER E VIVER CIDADANIA)

1. ADRIANA PATRÍCIA SENA CORDEIRO – RECRIANDO LAÇOS: PELA MÚSICA E DANÇA NO PÓS ISOLAMENTO SOCIAL!
2. ANA CLAUDIA MONARI – INTERCÂMBIOS FOTOGRÁFICOS: RETRATO E AUTORRETRATO NA ARTE
3. ANDRÉA PEREIRA MARTINS VINHAS – O FOLCLORE E A EDUCAÇÃO FÍSICA OS JOGOS E AS BRINCADEIRAS: UM RESGATE QUE UNE, DIVERTE E AMPLIA AS POSSIBILIDADES DE PRÁTICAS CORPORAIS E CULTURAIS
4. ANDRESSA CRISTINA VANI – FORMAS, CORES E FLORES A ARTE TRANSFORMANDO ESPAÇOS!
5. ANDRESSA VEDOVATTO RAYZER – BRINCAR COMO CRIANÇA
6. ARTHUR EMILLIO PEREIRA DE PROENÇA – COMER BEM
7. CRISTIANE HERMANN – A GRAVURA E SEUS ENCANTOS
8. DAIANE DE CÁSSIA MARTINS FAZAN – A WINDOW FOR US!: NOSSO ITINERÁRIO INTERNACIONAL
9. DIANA LETICIA CHIODELLI – ARTE INDÍGENA: PROCESSOS DE PESQUISA ENTRE O HISTÓRICO E O CONTEMPORÂNEO
10. ELIANA DE OLIVEIRA LOUREIRO – MOSAICO ARTE CONSCIENTE
11. ELIANE FÁTIMA BRUGNERA – O ENIGMA DAS MÁSCARAS, COSTUMES E TRADIÇÕES DE UMA CULTURA
12. ELIAS NEPONUCENO DA SILVA NASCIMENTO – STOP MOTION: PREVENÇÃO E COMBATE AO USO DE DROGAS
13. FABIO GONÇALVES FERNANDES – O MEU QUINTAL É O MUNDO, APRENDER INGLÊS É UMA VIAGEM
14. LILIANE MONTEIRO CEZAR BRIZOLA DA ROSA – LUTAS NA ESCOLA
15. NELI CAPELI – PRÁTICAS CORPORAIS DE AVENTURA TREKKING E PRESERVAÇÃO AMBIENTAL; UMA PERSPECTIVA A PARTIR DA EDUCAÇÃO FÍSICA
16. RENATO PEREIRA – EDUCAÇÃO FÍSICA INCLUSIVA: CRIANDO POSSIBILIDADES
17. RICARDO MANOEL DA SILVA – ARTE DE FAZER: APRENDENDO A SER – ESTAÇÕES POR ROTAÇÃO
18. ROSANA APARECIDA CAETANO – O BAILE DOS NÚMEROS
19. ROSIMARI DE OLIVEIRA PECHINI – EU O OUTRO E NOSSAS DIFERENÇAS
20. SAMIRA MOHAMAD SATI ALOISE – CAPOEIRA & CIDADANIA: VEM ENTRAR NESTA RODA?
21. SONIA A FLORES GONÇALVES – CUPCAKES DAY!

CATEGORIA 08 – GESTORES

1. ADALBERTO BASTOS NETO – CONSTRUÇÃO DE UM SISTEMA DE AVALIAÇÃO PARA A APRENDIZAGEM                                                                      2. ADRIANE PEREIRA BORGES SCUDELER – FORMAÇÃO CONTINUADA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
3. ADRIANE RANIERI VALENTE – SINERGIA PARA VIVENCIAR HISTÓRIAS E TRANSFORMAR CIDADÃOS
4. ALESSANDRA MARINS GOMES – PROJETO QUEM FALTA, FAZ FALTA!
5. ANA PAULA LIMA OLIVEIRA DA SILVA – PROJETO INTERDISCIPLINAR: LIXO ZERO
6. ANDRESSA FRANCINE PAES RIBEIRO – EXPO ENGLISH’S WORK
7. ARIANE CRISTINA XAVIER – FAMÍLIA: OS LAÇOS COLABORATIVOS NA RECOMPOSIÇÃO DAS APRENDIZAGENS
8. BÁRBARA CUNHA DA SILVA MENDES – ESPAÇOS QUE CONTAM, CANTAM E ENCANTAM
9. CLAUDIANE GIACON ALVES MIRA – REFORÇO LÚDICO
10. CRISTIANE CESÁRIA PABLOS ROSSETTI – JUNTOS SOMOS MAIS FORTES
11. ELIENE DE CÁSSIA ROQUE ESTEVES – GESTÃO HUMANIZADA & PROFESSORES SATISFEITOS
12. EMANUELA CEDRO FARIAS NOBRE – COMPROMISSO COMPARTILHADO: EXPERIENCIAR A COPARTICIPAÇÃO ENTRE A FAMÍLIA E A ESCOLA
13. FÁBIO DE OLIVEIRA BIZARRIA – RETALHOS DE UMA VIDA INTEGRADOS AS MÚLTIPLAS LINGUAGENS
14. FABRICIO FONTANA – ALIMENTAÇÃO COMO TRAÇO CULTURAL
15. JUCINARA ALVES PEREIRA DAMASCENO – ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL: COMER BEM PARA ESTAR BEM
16. KELLY CHRISTINE MEDEIROS – NOVOS SUPER HERÓIS
17. MARIA ANGÉLICA REGO – PENSANDO E REPENSANDO NOSSA PRÁTICA: FORMAÇÃO DE GESTORES
18. MARILENE DE SOUZA DO CARMO – CAMPESTRINHO – NOSSA HISTÓRIA, NOSSAS VIVÊNCIAS, NOSSA ESPERANÇA.
19. ROBERTA SILVA DE ALMEIDA – EDUCAÇÃO QUE TRANSFORMA
20. ROGÉRIO DA COSTA RIBEIRO – RODA DE LEITURA: BRINCAR DE LER, QUE PRAZER!
21. ROSELY QUEIROZ FERREIRA – PROJETO UBUNTU, HUMANIZAÇÃO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL, NAS ESCOLA, CAMINHANDO JUNTOS
22. SEBASTIANA MARIA DE OLIVEIRA DIAS – PROJETO ALFABETIZAÇÃO PERSONALIZADA
23. SILVANA BEZERRA SILVA – NÓS SOMOS ÚTEIS/INTEGRAÇÃO DOS PROFESSORES READAPTADOS
24. VÂNIA FERRONATTO – UMA ESCOLA DE TODOS PARA TODOS
25. VIVIAN LEITE PEREIRA MONTANHER – COMPARTILHAMENTO DE EXPERIÊNCIAS: ATOS E FATOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Batendo recordes

“Do meu registro pessoal como organizadora do Prêmio ação Destaque, esse foi o maior número de projetos aceitos em uma edição, o que mostra o engajamento dos educadores. Temos, também, uma diversidade em relação à origem desses trabalhos, o que é muito bom”, comemora Cliciane Élen Augusto, gerente pedagógica da Editora e organizadora do evento.

Avaliação rigorosa

Os trabalhos aceitos para leitura e apreciação, como frisa Cliciane, atenderam a todos os critérios estabelecidos no regulamento. A partir de agora, eles passam por uma nova etapa avaliativa. “É um trabalho cuidadoso e rigoroso”, explica. Cada projeto será lido e apreciado, de forma independente, por três pareceristas externos (num total de 903 leituras).

Essa avaliação será feita digitalmente e às cegas, ou seja, os pareceristas não se conhecem e também não conhecem a identidade dos autores dos projetos. E também será feita por categoria, ou seja: cada uma das oito categorias do prêmio tem uma comissão específica de pareceristas, que são especialistas no nível de ensino ou tema.

Dessa análise, que será feita ao longo das próximas semanas, sairá a lista de projetos finalistas do Prêmio. “Assim que essa leitura for feita e os pareceres forem concluídos, vamos divulgar amplamente os finalistas”, explica Cliciane. “E eles devem se preparar para a etapa presencial, que acontecerá em Curitiba.”

Um bom trabalho

Cliciane observa que o próprio nome do prêmio indica quais os critérios para que um projeto seja finalista e vencedor. “Primeiramente, é preciso observar que todos os trabalhos aceitos para apreciação já têm um grande valor. Os trabalhos finalistas, que vão concorrer aos prêmios, são os que mais se destacam por seus objetivos claros, critérios metodológicos bem definidos, registro significativo das ações e impacto sobre a educação e sobre a comunidade.”

Valorizar, reconhecer, brilhar: o Prêmio Ação Destaque e seu impacto sobre os municípios parceiros!

Hoje (12) é o último dia para as inscrições de um dos principais prêmios educacionais do país.

Professores e gestores parceiros da Editora Opet na área pública em todo o país estão se inscrevendo e preparando projetos para o 12º Prêmio Ação Destaque, que acontece em Curitiba nos dias 23, 24 e 25 de novembro com transmissão simultânea pelas redes sociais.

Toda essa movimentação faz muito sentido: ao longo de suas onze edições, o Ação Destaque se consolidou como um dos principais prêmios da educação brasileira no segmento de sistemas de ensino públicos. Ele reconhece, divulga e premia o talento dos educadores que utilizam os recursos Sefe com resultados significativos na educação e mesmo no dia a dia de suas comunidades.

“O impacto é maior do que podemos imaginar à primeira vista”, avalia a gerente pedagógica da Editora Opet, Cliciane Élen Augusto. “Isso porque o Ação Destaque também mobiliza as comunidades de professores e educadores dos municípios parceiros, fortalecendo os objetivos em comum de uma comunidade escolar, a coesão do grupo e o orgulho pela participação e pelas conquistas. São torcidas apaixonadas”, observa.

A mensagem de Sobral (CE)

Sobral, município cearense parceiro da Editora Opet, é reconhecido há vários anos como detentor da melhor educação pública do país. E registra uma participação importante de professores e gestores no Prêmio Ação Destaque.

Para Herbert Lima, secretário de Educação de Sobral (foto), essa presença funciona ao mesmo tempo para promover a educação e para estimular os educadores rumo a novos avanços. “O Ação Destaque é uma grande oportunidade porque divulga e promove o compartilhamento de experiências educativas inovadoras. Portanto, ele culmina as ações que nossos profissionais estão desenvolvendo dentro da sala de aula.”

Um trabalho que, observa, mira em uma educação cada vez mais alinhada às transformações da sociedade, fazendo com que os estudantes adquiram as mais diversas habilidades e competências socioemocionais.

Herbert também destaca a importância do compartilhamento dos projetos, algo que está na concepção do Prêmio Ação Destaque. “É importante que todos os profissionais acompanhem os projetos apresentados. É assim que novas ideias vão surgindo, sendo multiplicadas e aprimoradas.”

Vargeão: envolvimento e resultados

A professora Carmen Raymundi (foto) é secretária municipal de Educação de Vargeão, município do oeste catarinense. E ela ocupa uma posição privilegiada de observação do Prêmio Ação Destaque: além de estimular seus professores e equipes a participarem, ela mesma já participou mais de uma vez, tendo conquistado o primeiro lugar no ano passado, na Categoria 02 (“Ensino Fundamental Anos Iniciais”) com o projeto “Cuidando de quem cuida”.

Ela considera o Prêmio Ação Destaque um momento de agregação e de estímulo à comunidade de docentes e gestores. “Para nós, é de grande importância que os professores e os gestores do município inscrevam seus projetos. Isso impacta diretamente sobre a educação. Pelo que está sendo realizado e pela oportunidade de mostrar práticas importantes e exitosas que que desenvolvemos com nossos estudantes, famílias e comunidade”, observa.

Ela conta que o município acompanha todas as edições do prêmio desde 2017, sempre com uma grande participação dos professores e gestores. “É um evento de impacto nacional, ou seja, sua relevância é muito grande”, avalia Carmen. “Eu sou uma prova disso. Depois de apresentar nosso projeto no ano passado, também o levamos à Universidade Federal de Santa Catarina, a associações de municípios, à Assembleia Legislativa e ao Inep, em Brasília. Graças ao incentivo e à oportunidade dados pela Editora Opet.”

FAÇA AGORA A SUA INSCRIÇÃO!

As inscrições para o Prêmio Ação Destaque se encerram hoje, dia 12 de setembro. Assim, gestor parceiro Sefe: não perca essa oportunidade de fazer o seu município brilhar!

Acesse agora o site, converse com sua equipe e estimule seus professores! O que é bom deve ser mostrado – a educação do seu município!

E saiba tudo sobre o Prêmio Ação Destaque nesta edição especial do Opetcast, o podcast da Editora Opet:

Presencial, virtual, plural: as formações pedagógicas da Editora Opet no pós-pandemia

A pandemia da Covid-19 provocou grandes transformações na educação. A principal foi a aceleração e a implantação do ensino remoto digital, que acompanhou professores e estudantes de todo o mundo – como modelo principal – por dois anos.

Foi um período de dúvidas e desafios que teve, entre tantos aprendizados, a conquista da aquisição de um novo e precioso campo de conhecimentos, circulação e troca de informações. 

É possível afirmar que hoje, no pós-pandemia, a comunidade escolar está muito mais conectada e preparada para transitar entre os universos analógico e virtual, integrando-os e colhendo bons resultados em relação ao processo de ensino-aprendizagem.

A Editora Opet viveu cada um desses momentos com seus parceiros e também precisou aprender. Trabalhou intensamente com sua própria equipe pedagógica, editorial e de tecnologia educacional. 

Logo no início da pandemia, fechou uma parceria histórica com o Google para o fornecimento das ferramentas digitais para a realização de aulas e lançou a plataforma educacional Opet INspira, uma das mais avançadas do mercado brasileiro, com milhares de objetos educacionais e recursos. E integrou os dois recursos.

E, assim, conseguiu manter e ampliar o trabalho com milhares de professores, estudantes, gestores e familiares em todo o país. Um trabalho que abrangeu as aulas e, também, os momentos de implantação, formação pedagógica e acompanhamento do trabalho.

Agora, a Editora está colhendo um fruto fantástico com os professores e gestores parceiros: a oportunidade de oferecer formações pedagógicas presenciais e virtuais, síncronas e assíncronas (ou seja, em tempo real ou não) de acordo com os interesses e as possibilidades de cada parceiro. 

“Como educadora e gestora pedagógica da Editora Opet, eu vejo que esse foi o grande aprendizado: a partir do trabalho digital, ampliamos a utilização de recursos pedagógicos digitais que complementam, facilitam e potencializam nossas mediações como educadores”, observa a gerente pedagógica da Editora Opet, Cliciane Élen Augusto (foto).

Mas, existem diferenças de qualidade entre as formações presenciais e remotas? “Eu diria que não existe um modelo de formação ‘pior’ ou ‘melhor’. Elas, na verdade, se complementam, muito mais quando o foco é um só: o da formação continuada dos professores”, avalia Cliciane.

O modelo certo para cada parceiro

Pensando, por exemplo, nas dez competências estabelecidas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) – que, envolvem por exemplo, a Cultura Digital –, a gerente pedagógica da Editora Opet observa que, antes de serem trabalhadas com os alunos, elas devem fazer parte do olhar dos docentes, e isto é algo muito trabalhado nas formações pedagógicas, independentemente do formato.

“Em relação ao formato digital, a diferença está na forma de oferecer e de receber os recursos tecnológicos, digitais e midiáticos – neste caso, acontece uma apropriação diferente dos recursos”.

Na verdade, reflete, o ponto principal não reside no formato, mas nas demandas de cada parceiro público ou privado. “Nós temos municípios, por exemplo, que ainda estão em processo de digitalização, e precisamos respeitar isso”, observa.

“Temos parceiros que, por critérios de planejamento, preferiram retomar as formações presenciais. Para outros, as formações digitais, síncronas e assíncronas, são a melhor opção para a formação continuada. Nós respeitamos isso e oferecemos planejamentos adaptáveis a cada caso.” 

E há, é claro, soluções híbridas, em que momentos presenciais e digitais são estabelecidos a partir de um planejamento prévio – esta, aliás, é uma das tendências para a educação a partir de agora.

Mobilidade

Cliciane lembra que, em seu funcionamento e dinâmica, as escolas seguem as demais instituições da sociedade. Assim, seus protagonistas estão sujeitos às mesmas situações, muito mais na relação com as tecnologias recentes.

“Vivemos um momento de multitarefas, multialfabetizações e do desenvolvimento de múltiplas competências. E trazemos isso para as nossas formações, sejam elas digitais ou presenciais. Adotamos metodologias ativas e recursos de aprendizagem criativa para que os professores parceiros possam ter a formação mais significativa e mais prazerosa. Caminhamos juntos e aprendemos juntos. São muitas as possibilidades!”, finaliza.

Olho no olho! A primeira formação presencial em Cotia (SP)

Formação presencial em Cotia (SP) reuniu 1.800 professores.

A quinta e sexta-feira (5 e 6) foram muito especiais para a parceria entre a Editora Opet e o município paulista de Cotia. Foi quando aconteceu o Encontro de Educadores, evento da secretaria municipal de Educação especialmente programado para o trabalho dos professores com os formadores pedagógicos da Editora. O foco: os materiais do selo Sefe, utilizados por toda a rede municipal. Em 2022, a parceria entrou em seu terceiro ano.

Ao todo, participam nada menos do que 1.800 professores, além de uma equipe de trinta assessores pedagógicos Opet e duzentos profissionais de apoio. A parceria com Cotia contempla a Educação Infantil, os Anos Iniciais e Finais do Ensino Fundamental.

Equipe da da Editora com o secretário municipal de Educação de Cotia, Luciano Corrêa.

“Somos parceiros desde 2020 e esta é a primeira vez que nossos formadores se encontram presencialmente com os professores. Olho no olho, sem a mediação das telas e dos recursos digitais que foi tão necessária durante a pandemia”, conta Cliciane Éllen Augusto, gerente pedagógica da Editora. Ela esteve em Cotia para acompanhar as formações e conversar com os gestores.

Cliciane explica que o Encontro de Educadores foi especialmente concebido para o trabalho com os materiais da Editora. “A primeira edição foi realizada no ano passado, em modo remoto, e teve uma grande participação dos professores. Eles se engajaram muito! Agora, na segunda edição, demos continuidade ao trabalho, com o mesmo espírito de aproximação. E é uma aproximação de possibilidades, de saberes e dessas trocas tão ricas que nascem do discutir e do refletir com os professores.”

O secretário municipal de Educação de Cotia, Luciano Corrêa, exalta a qualidade do trabalho realizado pelos formadores da Editora Opet.

“Só tenho a agradecer a todos os colaboradores da Editora Opet. O encontro foi um sucesso!”, avalia. “Estou realmente muito feliz pelos resultados. Vários participantes comentaram comigo sobre a importância desse encontro, que foi um marco. E isso é fruto de parceria, de compromisso. Muito obrigado!”

Equipe da Editora com participantes do 2º Encontro de Educadores de Cotia. Evento foi um grande sucesso.

Formação pedagógica e interculturalidade no trabalho com os Háliti-Paresi

Os professores indígenas das aldeias Háliti-Paresi, de Campo Novo do Parecis (MT) com a formadora Daniele Pires Dias.

Imagine só os desafios educacionais de um país de dimensões continentais, com características físicas únicas, pessoas e saberes riquíssimos. Um caldeirão cultural cheio de vida, fantástico e desafiador. Como oferecer educação de qualidade, respeitando, valorizando e, especialmente, aprendendo com essas características?

Ao longo dos anos, esse tem sido um dos grandes desafios – e uma das grandes alegrias – da equipe pedagógica da Editora Opet. Que, recentemente, teve uma oportunidade fantástica de avançar ainda mais nesse aprofundamento intercultural.

Foi a partir de um trabalho proveitoso com os docentes de Campo Novo do Parecis, município parceiro da Editora Opet no oeste do Estado de Mato Grosso. Um trabalho que envolveu, também, professores indígenas da etnia Háliti-Paresi, donos de uma cultura poderosa!

Os Háliti-Paresi estabeleceram contato com os colonizadores portugueses há, pelo menos, trezentos anos e, desde então, trabalham incansavelmente para preservar e transmitir seus valores culturais, visão de mundo e idioma – que pertence à família Aruak – em uma região que é, hoje, uma das principais fronteiras agrícolas do país. E têm tido sucesso nisso!

A formação – Em Campo Novo do Parecis, nos dias 07 e 08 de abril, aconteceu a formação de implantação da Coleção Entrelinhas para Você, que passou a ser utilizada pelos professores e pelas crianças da Educação Infantil 4 e 5 (quatro e cinco anos).

Participaram da formação todos os professores desse nível de ensino, entre eles os 11 docentes de três escolas indígenas: da Escola Indígena Sacoré Kase Weteko – das aldeias Morrinho, Otyhaliti, Bacaiuval e Sace II –, da Escola Municipal de Educação Indígena Seringal – aldeias Chapada Azul, Seringal e Quatro Cachoeiras – e da Escola Municipal Indígena Bacaval – aldeias Bacaval e Wazare.

“São professores de uma comunidade extremamente importante na região”, conta a professora Daniele Pires Dias, responsável pela formação em Campo Novo do Parecis. “Ao todo, são 79 aldeias Háliti-Paresi, das quais nove são atendidas dentro da parceria com a Editora”, explica.

Em Campo Novo do Parecis, o trabalho tem a supervisão regional da professora Danuza Peracetta. “Como formadores, aprendemos sempre com os docentes”, observa Danuza. 

No caso de Campo Novo do Parecis, esse aprendizado é ainda mais especial, uma vez que nos conectamos a uma cultura ao tão rica, tão original e tão brasileira. Só temos a agradecer! Nos colocamos à disposição do município para que, juntos, possamos avançar ainda mais na educação de toda a comunidade.”

Valdirene Avelino Zakenaezokero (foto) é professora na Escola Municipal Indígena Wazare, na aldeia Wazare, e líder em sua comunidade. Ela ficou satisfeita com a implantação dos materiais e com a troca cultural durante a formação.

“Eu vejo como um trabalho muito proveitoso para ambos os lados. Nós ficamos felizes em fazer parte desse processo de implantação dos materiais didáticos da Educação Infantil. E ficamos muito satisfeitos com a atenção dada pela professora Daniele. Foi uma verdadeira troca de conhecimentos”, avalia.

Valdirene considera importante a chegada da Coleção Entrelinhas para Você às escolas das aldeias. “Vamos ter um conteúdo adequado, de qualidade, para a nossa Educação Infantil, e também poderemos acrescentar elementos da nossa própria cultura ao trabalho”, explica.

Ela destaca a presença do ensino bilíngue em todas as escolas indígenas, que cumpre um papel importante no processo intercultural. As aldeias, aliás, dispõem de materiais didáticos próprios, escrito em Aruak, de alta qualidade.

Interculturalidade: livro didático produzido pelos indígenas Háliti-Paresi com conteúdos bilingues.

“Nós trabalhamos com nosso próprio livro, em nosso idioma, e também com materiais em português, para que os jovens tenham pleno domínio da língua quando forem estudar na cidade. Nesse contexto, a integração com os materiais da Editora Opet é muito tranquila.”

Os materiais da Coleção Entrelinhas para Você contemplam brincadeiras indígenas, de etnias como a dos Xavantes e de outros grupos. “Fico feliz em ver essas brincadeiras nos livros. Meu desejo é que, cada vez mais, conteúdos ligados à interculturalidade e às culturas indígenas estejam nos livros. São muitas as possibilidades de trabalho com todas as crianças”, avalia Valdirene.

Crianças com a professora Valdirene. Valorização e afirmação da cultura são uma parte fundamental da educação nas comunidades Háliti-Paresi.

Intercultural – Daniele explica que essa não foi a primeira vez que a Editora trabalhou com a formação de professores indígenas. “A presença indígena é muito importante em todas as regiões do país. Assim, já trabalhamos com professores indígenas anteriormente. Contudo, foi o primeiro trabalho específico com os Háliti-Paresi, que têm uma presença cultural e demográfica poderosa nessa região do Mato Grosso.”

O trabalho formativo, como observado anteriormente, envolveu os professores das escolas indígenas, urbanas e rurais do município, com foco nos elementos e nas possibilidades de trabalho da Coleção Entrelinhas para Você. “Como as escolas indígenas também começaram a utilizar os materiais didáticos, foi importante ter os professores conosco, inclusive para o diálogo e para a construção conjunta do uso dos recursos e do conhecimento”, observa Daniele.

Crianças na escola: a formação escolar bilíngue fortalece e promove os valores culturais indígenas, com foco na interculturalidade.

Vale salientar que, no caso dos povos Háliti-Paresi, a identidade cultural é um elemento poderoso. No contexto escolar, que é bilíngue (paresi-português), ela é trabalhada em todo o processo de alfabetização, o que ajuda a fortalecer e a expandir a cultura para as próximas gerações.

Assim, como foi trabalhar com a Coleção Entrelinhas para Você? “Trabalhamos, evidentemente, com todo o respeito, pedindo licença para entrar em seu contexto e dialogar, mas dentro de um universo mais amplo. Estávamos, enfim, entre professores”, conta Daniele.

“No caso das escolas indígenas, os materiais poderão ajudar os docentes a organizar o cotidiano das crianças, como acontece em todas as escolas onde a coleção é utilizada. Sendo oferecida em português e em contato com materiais próprios desenvolvidos pelos próprios Háliti-Paresi, a coleção, com certeza, também vai colaborar para um processo de interculturalidade”, avalia.

Ampliar o olhar – Maria Edilene Mateus do Nascimento (foto) é diretora pedagógica da Educação Infantil Secretaria Municipal de Educação de Campo Novo do Parecis.

Ela acompanhou o trabalho de implantação dos materiais com os professores e se disse satisfeita com a parceria.

“A formação foi muito enriquecedora e atendeu as expectativas dos nossos professores e gestores”, avalia. “Pudemos ampliar o olhar em relação às possibilidades de inovação e à apropriação dos materiais pelos professores”.

Ela destaca a importância dos materiais Sefe no processo de interculturalidade na educação indígena na rede municipal. “A utilização dos livros vai permitir um universo de conhecimento, integração e vivências de diferentes culturas. Estamos felizes com a possibilidade de realizar um trabalho integrador e norteador para a educação infantil indígena, e garantir que lhes sejam assegurados os direitos de aprendizagens com devido respeito e valor à cultura dos povos indígenas.”

Segundo Edilene, a integração dos materiais e ferramentas é possível e necessária. “Desde a pré-escola, os indígenas devem estar integrados e convivendo com a língua portuguesa, relacionando esses conhecimentos com a língua materna, buscando as habilidades necessárias para consolidar o processo de alfabetização e letramento. Primamos pela identidade, os saberes, o respeito e os direitos dos povos indígenas, reconhecendo e assegurando sua diversidade.”

Dislexia ou dificuldade de leitura? Diferenças e semelhanças entre os transtornos de leitura

Não é incomum que transtornos de leitura sejam confundidos com dislexia. Ambas as manifestações costumam ser utilizadas para os mesmos sintomas. No entanto, existem diferenças bem acentuadas que precisam ser compreendidas para solucionar o problema. Compreender as diferenças entre os diagnósticos é parte fundamental de intervenções eficazes na prática escolar.

Então, vamos entender mais a fundo as diferenças entre dislexia e outras manifestações de dificuldade de leitura?

O que é um transtorno de leitura?

Em primeiro lugar, não é preciso temer a palavra “transtorno” – em termos técnicos, ela designa uma gama muito grande de condições que afetam humor, raciocínio e comportamento. “Transtorno de leitura” é um termo “guarda-chuva” que engloba uma gama de distúrbios – inclusive, a dislexia – que afetam a capacidade de leitura de um indivíduo. Dentro desse espectro, é preciso ser específico e assertivo em relação à identificação, uma vez que ela guiará todo o tratamento e as práticas de leitura desenvolvidas na alfabetização da criança.

De acordo com a American Speech-Language-Hearing Association, além da dislexia, no espectro de distúrbios de leitura, estão inclusos também os seguintes transtornos:

  • deficiência de leitura;
  • transtorno de leitura;
  • transtorno específico de leitura;
  • déficit específico de compreensão de leitura.

Definição de distúrbio de leitura

De acordo com a Encyclopedia of Mental Disorders, um distúrbio de leitura “envolve uma deficiência significativa na precisão, velocidade ou compreensão da tecnologia leitura, na medida em que a deficiência interfere no desempenho acadêmico ou nas atividades da vida diária”.

Um indivíduo com transtorno de leitura terá algum grau de prejuízo nas suas habilidades de processamento fonológico, compreensão de leitura e/ou fluência de leitura, sendo que eles podem aparecer juntos ou separadamente. Além disso, nem sempre a origem da dificuldade específica de leitura reside em si mesma.

É comum, por exemplo, como veremos mais à frente na dislexia, que os prejuízos se manifestem não pelo estudante ter uma dificuldade específica em tal área, mas podem decorrer de outra dificuldade.

 Tipos de dificuldades de leitura

Processamento fonológico

Pessoas com prejuízos nessa parte da leitura vão apresentar dificuldades em:

  • detectar e criar palavras que rimam;
  • realizar divisões silábicas;
  • identificar os sons individuais no início ou no final das palavras;
  • isolar, substituir ou excluir esses sons individuais dentro da palavra.

As habilidades que chamamos de processamento fonológico são conhecidas como os “blocos de construção” do sucesso na leitura. São áreas afetadas na dislexia.

Compreensão de leitura: já um indivíduo com dificuldade na compreensão da leitura vai se deparar com prejuízos quanto à compreensão do conteúdo escrito.

Fluência de leitura: a dificuldade no âmbito da fluência da leitura implica problemas com a precisão e a velocidade do indivíduo enquanto lê.

 Como esses tipos de dificuldades de leitura podem se manifestar?

Dificuldade em qualquer uma dessas três habilidades pode ser classificada como um transtorno de leitura e se manifestar em conjunto ou isoladamente.

Um estudante pode, por exemplo, ser fluente na leitura, sem, porém, compreender o significado do texto, algo que seria para a fase escolar em que se encontra. Ou seja, ele lê, mas não “decifra” o significado.

 O que é dislexia?

A dislexia está dentro do que chamamos anteriormente de distúrbio de leitura. Então, toda dislexia será um distúrbio/transtorno de leitura, mas nem todo transtorno de leitura será dislexia.

De acordo com o Decoding Dyslexia Healthcare Screening, “a dislexia é uma deficiência de aprendizagem específica que é de origem neurológica. Caracteriza-se por dificuldades com o reconhecimento preciso e/ou fluente de palavras e por habilidades de ortografia e decodificação deficientes.”

A dislexia está associada, principalmente, àquele distúrbio do processamento fonológico e da fluência de leitura – precisão e velocidade.

A maioria dos indivíduos com dislexia possui grande dificuldade para identificar os sons de uma determinada letra ou segmentar um grupo de letras, bem como associar tais sons com o código escrito – no caso, a palavra.

Em função disso, o estudante que possui dislexia acaba tendo a fluência da leitura comprometida. Mas a dificuldade em decodificar e identificar sons também costuma afetar a compreensão da leitura.

E aqui é muito importante ficarmos atentos à origem das dificuldades de leitura. Perceba que as habilidades relacionadas à fluência e, principalmente, à compreensão, não são dificuldades primárias, mas questões que decorrem naturalmente da dificuldade neurológica desse indivíduo em decodificar palavras, identificar sons e/ou associar os sons às palavras de forma adequada.

É importante notar essas nuances entre os tipos de dificuldades de leitura e escrita, pois a intervenção em um estudante que tem dificuldade na fluência de leitura não é a mesma que deve ser feita naquele indivíduo que tem prejuízos nessa mesma fluência, mas que é uma questão originada na decodificação e não na fluência em si.

Então, os educadores não podem deixar de compreender a sutil diferença entre a dificuldade de ler palavras e parágrafos fluentemente, soletrar palavras e usar palavras por escrito que ocorre por conta apenas de um problema de fluência e compreensão e a dificuldade decorrente de uma questão neurológica.

Veja, se um estudante tem a fluência – precisão e velocidade – abaixo da média esperada, mas tem boa compreensão do conteúdo escrito, é possível que seu caso esteja associado à dislexia, se esse indivíduo apresentar ainda muitos prejuízos em:

  • rimar;
  • pronunciar palavras com várias sílabas;
  • conectar sons a letras;
  • reconhecer palavras que começam com o mesmo som;
  • bater palmas no ritmo de uma batida;
  • aprender a escrever;
  • identificar sons diferentes em palavras;
  • ter dificuldade em aprender os sons das letras;
  • inserir letras extras, excluir letras ou usar a ordem das letras ao soletrar.

Perceba: as dificuldades de leitura na dislexia sempre estão associadas a uma série de questões neurológicas de decodificar palavras e identificar sons.

Em resumo, quando usamos o termo dificuldades de leitura, transtorno de leitura ou distúrbios de leitura, estamos usando um termo genérico para uma educação com deficiência de aprendizagem específica que pode afetar:

  • áreas de processamento fonológico;
  • compreensão de leitura;
  • fluência de leitura.

A dislexia é um termo especializado para um tipo específico de deficiência de quem tem uma leitura caracterizada por dificuldades com processamento fonológico e fluência de leitura e dessas podem surgir outras dificuldades. Mas a origem do transtorno deve ser identificada com precisão para que as práticas pedagógicas sejam escolhidas com precisão.

A importância de um diagnóstico correto

As práticas pedagógicas devem ser aplicadas adequadamente em qualquer caso de dificuldade de leitura. Ocorre que, no caso da dislexia, essas intervenções precisam ser mais profundas.

Devido à sua origem neurológica, existem diversos softwares de leitura, práticas de alfabetização e, até mesmo, métodos de ensino e avaliação focados nesse modo de funcionamento cerebral.

 Dislexia pede intervenções mais estruturais no processo de alfabetização 

Sim, o estudante com dislexia possui uma estrutura cerebral que “funciona” diferentemente da estrutura cerebral dos estudantes que não sofrem com o transtorno. Inclusive, vale aqui explorar outras habilidades desses indivíduos. É sabido, por exemplo, que crianças com dislexia possuem excelentes habilidades de comunicação.

Tanto que muitos professores acabam substituindo a avaliação tradicional escrita pela avaliação oral.

Viu como identificar a origem da dificuldade de leitura é importante?

Se a dislexia não fosse diagnosticada nesse exemplo mencionado, o estudante poderia facilmente ser reprovado em razão de o professor pensar que o aprendizado não foi bem-sucedido. O que não é verdade nesse caso. O indivíduo aprendeu, sim, mas tem dificuldade em colocar em palavras.

Recursos tecnológicos em que o estudante lê enquanto ouve também são boas soluções nesse caso. O que talvez não seria necessário quando estamos falando especificamente de uma dificuldade de compreensão de leitura.

 Intervenções em outros distúrbios de leitura podem ter cunho unicamente pedagógico

No caso de outros transtornos de leitura, o educador pode optar por conversar com a criança sobre o livro antes de ela iniciar a leitura de fato. Adotar livros com imagens – a fim de melhorar a contextualização – e debater os temas abordados na história logo após a conclusão da leitura já podem ser suficientes aqui.

Por fim, vale ressaltar que também é crucial que sejam analisadas as práticas de alfabetização executadas. Alterar elementos envolvidos nos métodos de ensino, utilizar recursos tecnológicos e metodologias ativas também podem contribuir muito em todos os casos de distúrbios de leitura, sejam eles dislexia ou outro transtorno.

É essencial ao educador e à família respeitar o ritmo de cada indivíduo: isso é a base para qualquer prática pedagógica e metodologia de ensino.

Por fim, é importante ter em mente que algumas crianças só precisam de mais tempo e prática do que outras para desenvolver plenamente suas habilidades de leitura. Entender o ritmo dos estudantes, quando a dificuldade de leitura não está associada à dislexia, também é necessário para ajudá-los.

Então, quando você, educador, identificar que o distúrbio de leitura não tem origem neurológica, considere também que nem todas as crianças se desenvolvem no mesmo ritmo.

Opet Soluções Educacionais avança no NE

Os materiais didáticos e ferramentas digitais Opet Soluções Educacionais, direcionados ao ensino privado, estão cada vez mais presentes em escolas de todas as regiões do país. Um destaque são as instituições de ensino dos Estados do Nordeste, que estão aderindo à proposta de educação humana, cidadã e protagonista da Editora Opet.

Nos últimos dias, supervisora pedagógica regional Adriana Fialho esteve em Pernambuco para implantar o sistema de ensino em escolas de Recife (Escola Talentinho), São José da Coroa Grande (Colégio Joaquim Santiago Ramos) e Lagoa de Itaenga (Educandário José Ferreira Costa). As implantações abrangeram desde a Educação Infantil até o nono ano do Ensino Fundamental.

Receptividade – “Em todas essas escolas, encontramos um ambiente muito receptivo aos materiais e à proposta Opet”, conta Adriana. “As equipes demonstraram muito interesse pela proposta de uma educação com foco na formação humana e cidadã.”

Outro ponto alto, segundo Adriana, foi a percepção das equipes docentes e de gestão a respeito do suporte pedagógico personalizado, que é um dos diferenciais do trabalho da Editora. “As pessoas se sentiram acolhidas em suas dúvidas, que nós buscamos responder juntos. O objetivo da Editora é fornecer subsídios, apoio e diálogo para que a educação seja uma construção conjunta”, observa Adriana.

Implantações – Maria Dulce Ramos da Silva é diretora do Colégio Joaquim Santiago Ramos, de São José da Coroa Grande. Ela se diz satisfeita com o trabalho. “A formação oferecida pela Editora Opet foi maravilhosa. Trouxe bastante segurança e esclarecimentos em relação ao uso do material e a proposta que deve ser levada para sala de aula. Os professores tiveram a oportunidade de esclarecer suas dúvidas e ficaram satisfeitos.”

Na Escola Talentinho, em Recife, os professores ficaram satisfeitos com a implantação. “Foi maravilhoso”, conta a gestora pedagógica e fundadora da escola, professora Aurilene de Melo Nogueira Brasil Bezerra. “Observamos a organização, a assertividade, a proximidade e a disponibilidade da formadora responsável pelo trabalho. Ela esclareceu todas as dúvidas relativas aos materiais didáticos e mostrou muito conhecimento sobre as leis da educação.” Para a gestora, a perspectiva da parceria é de sucesso, de manter a qualidade do trabalho e crescer. “Só posso dizer que vocês estão de parabéns!”. Vamos em frente!

Confira algumas fotos das formações:

Colégio Joaquim Santiago Ramos:

Escola Talentinho:

Educandário José Ferreira Costa:

Educação Física: lúdica e inclusiva!

Assessora pedagógica responsável pelas formações da Editora fala sobre as novas práticas nesse componente curricular tão importante. Confira!

A escola desempenha um papel importante no processo de conhecimento e desenvolvimento corpo-mente. No Brasil, a Educação Física é um componente curricular obrigatório da Educação Básica desde 1996, quando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação determinou que ela deve estar presente na Educação Infantil, no Ensino Fundamental e no Ensino Médio.

Chegamos, então, a uma questão importante: como fazer com que a Educação Física leve as crianças e os adolescentes a conhecerem e a valorizar o próprio corpo, a saúde e os momentos compartilhados? A resposta começa na escola e no corpo docente: é essencial que professoras e professores encontrem formas de compreender as preocupações, aproximar e motivar os jovens. Uma transformação que se inicia na formação docente.

Milena Nichel é a assessora pedagógica da Editora Opet responsável pelo trabalho com professoras e professores de Educação Física de todo o país, em implantações e formações. Graduada em Educação Física, ela é apaixonada pelo trabalho e considera que o seu componente curricular é um protagonista dentro da escola.

Milena, à esquerda, com professoras durante uma formação antes da pandemia. A busca por recursos e a troca de experiências são constantes nos encontros com os professores de Educação Física.

“As aulas de Educação Física são responsáveis, em grande parte, pelo desemparedamento das crianças e dos jovens. Por romper os limites da sala de aula e encontrar o mundo!”, observa.

“Nas aulas, as e os estudantes deixam a posição sentada, que é comum, e assumem outras posições. Alongam-se, descobrem possibilidades e aproveitem ao máximo essas vivências e experiências em termos teóricos e práticos. Vale lembrar, aliás, que todas essas vivências e experiências são conhecimentos desenvolvidos pela humanidade ao longo do tempo”, analisa Milena.

As formações pedagógicas são momentos de muita animação, que se reflete nas aulas de Educação Física.

Sem receios – Sobre o “fantasma” que ainda ronda as cabeças de alguns estudantes quando o assunto é a Educação Física – o medo da competição, da própria falta de habilidade esportiva e do julgamento dos outros –, Milena afirma que é um tema importante e que deve ser levado em conta pelos docentes. E que há formas de reduzir e mesmo de eliminar esses receios.

“A Educação Física mudou muito nas últimas décadas, quando o cenário formado pelo chamado ‘quarteto mágico’ – futebol, handebol, vôlei e basquete – foi ampliado para outras possibilidades”, explica.

Se, até então, a Educação Física se relacionava a aspectos como a desportivização e a competitividade, hoje as possibilidades vão muito além, e se conectam, principalmente, ao desenvolvimento integral do estudante.

Cruzamento entre Educação Física e Arte: quando os componentes curriculares dialogam, as aulas ficam mais interessantes e os resultados, poderosos.

“Com a Base Nacional Comum Curricular, a BNCC, de 2018, tivemos um grande avanço. A Base propõe seis unidades temáticas a serem trabalhadas nas aulas: brincadeiras e jogos, esportes, ginásticas, danças e lutas e aventuras. A partir delas, as possibilidades de trabalho dos professores são muito grandes. Podemos esmiuçar cada tema e oferecer uma infinidade de conteúdos que proporcionem experiências e conhecimentos para crianças e jovens”, explica.

Em ação – Essas seis unidades e suas múltiplas possibilidades formam a base do trabalho de Milena com os professores das escolas públicas e privadas parceiras da Editora Opet. Lembrando que esse trabalho não implica apenas um “levar conhecimentos”, mas, sobretudo, uma troca de experiências e saberes, uma reflexão e uma reconstrução de conhecimentos. Algo que tem enorme valor, muito mais em um país tão grande e tão rico culturalmente como o Brasil.

“Nós trabalhamos a Educação Física a partir dos materiais didáticos da Editora, ou seja, em conexão com a proposta pedagógica, e também a partir da BNCC e de outras referências. E ampliamos as possibilidades em conjunto com os docentes de cada escola ou município conveniado, de acordo com as necessidades e com os saberes de cada um dos parceiros”, explica Milena.

Desemparedar e proporcionar experiências corporais são expressões-chave nas aulas de Educação Física.

Ao traçar um histórico das formações pedagógicas, Milena reforça o fato de que elas são, sempre, uma via de mão dupla, isto é, de conhecimento e aprendizado construídos conjuntamente. Algo que ganha ainda mais força na percepção de que as e os professores de Educação Física são apaixonados pelo que fazem.

E o que eles mais querem? Segundo Milena, eles se interessam muito por novas práticas que possam enriquecer seus planejamentos e seu trabalho com crianças e adolescentes. “Vejo como muito importante, também, o apoio dos gestores às aulas de Educação Física”, observa.

O reconhecimento do valor desse componente curricular, afinal, é fundamental para a vida e para o desenvolvimento das crianças. “Cada vez mais, as pessoas devem se conscientizar de o quanto o movimento é importante: ele não só é fundamental para o desenvolvimento cognitivo, mas pode salvar vidas!”, garante.

Para a assessora pedagógica da Editora Opet, a Educação Física tem muito a oferecer aos demais componentes curriculares. “Se as e os professores de outros componentes adotassem as estratégias pedagógicas da Educação Física – que incluem o desemparedar, o lúdico, os jogos e o movimento –, os processos de ensino e aprendizagem poderiam ganhar em eficácia”, analisa. A aproximação e o foco transdisciplinar e interdisciplinar, aliás, fazem parte da filosofia de trabalho da Editora: eles estão nas coleções, nos planejamentos, nas formações e na vivência de sala de aula.

Saúde na escola e na vida – Milena destaca os muitos benefícios da Educação Física para a saúde. “As aulas de Educação Física, como outras atividades, ocasionam uma liberação hormonal muito benéfica.” Dopamina, endorfina, adrenalina e serotonina estão sempre presentes nas aulas, trazendo bem estar para as crianças e para os adolescentes. É um verdadeiro “prazer em conhecer” o próprio corpo e suas possibilidades, sempre com muita ludicidade.

“Ser corpo é a realidade da vida neste mundo. O corpo somos nós, nossa identidade como manifestação de vida. O motor de toda a educação, enfim, é o lúdico – e, nisto, a Educação Física dá um show!”, decreta.

A gerente pedagógica da Editora Opet, Cliciane Élen Augusto, destaca a importância das formações pedagógicas para o fortalecimento das aulas de Educação Física:

“No trabalho de formação continuada com as e os professores de Educação Física, é possível pensar e planejar os momentos com os estudantes, garantindo espaços de aprendizagem que desenvolvam o respeito às diferenças, cooperação, solidariedade e criticidade. É importante considerar que essa criança se desenvolve de maneira integral – em termos físicos e mentais.”