App do inDICA acelera resultados da avaliação em Xaxim (SC)

Leitor de cartões-resposta do app inDICA agiliza o processo de transferência dos dados das avaliações. Foto: Editora Opet.

Comodidade, segurança e transferência instantânea dos dados de avaliação: equipes gestoras, coordenadores e professores aplicadores das provas inDICA já estão usando o app oficial do Programa para fazer a leitura digital dos cartões-resposta. Com a funcionalidade, que foi desenvolvida pelo setor de Tecnologia Educacional (TE) da Editora Opet, há uma redução de 15 dias na entrega dos relatórios da avaliação.

Na rede municipal de ensino de Xaxim, no Oeste de Santa Catarina, a avaliação mais recente, realizada em outubro, contou com o recurso. E agradou às equipes. “O aplicativo trouxe mais praticidade e agilidade para a correção das avaliações”, conta a coordenadora pedagógica Indiaiane Nunes. “Antes, os cartões-resposta precisavam ser organizados e encaminhados fisicamente, o que tornava o processo mais demorado, do envio à conferência dos resultados. Com o aplicativo, ficou muito mais rápido e acessível.”

Coord. Indiaiane Nunes.
Foto: Acervo pessoal

Facilidade

Essa, reforça a coordenadora do inDICA, Silneia Chiquetto, é uma das grandes vantagens da leitura digital pelo app. “Esse ganho de tempo é estratégico. Como os dados chegam mais rápido e geram os relatórios, as redes podem iniciar as ações de intervenção pedagógica mais cedo”, observa. “Sem contar o fato de ser uma funcionalidade acessível, no aplicativo, que dispensa o uso de equipamentos específicos para a leitura de cartões.”

“Sim, os professores tiveram facilidade na utilização do aplicativo”, confirma Indiaiane. “O processo de baixar e utilizar a ferramenta foi bastante simples e intuitivo. Auxiliei os professores dos 6º ao 9° anos no lançamento das avaliações e conseguimos realizar o procedimento tranquilamente.”

Para ela, o principal ganho na leitura dos cartões foi a agilidade no acesso aos resultados. “À medida que os cartões-resposta eram escaneados já conseguíamos visualizar o número de acertos de cada estudante. Isso nos permitiu uma primeira percepção do desempenho das turmas e identificar os alunos que apresentaram mais ou menos dificuldades, possibilitando pensar em estratégias de intervenção pedagógica desde já”, relata. “Embora ainda não tenhamos acesso a um diagnóstico completo, com todos os dados necessários para uma análise mais aprofundada, essas informações já oferecem uma boa base para orientar nosso trabalho pedagógico.”

Como funciona?

Quem explica é a assessora de TE da Editora, Rogéria Nassarden, que esteve em Xaxim para ajudar a equipe na “ambientação” para o app. “Os usuários cadastrados pela escola ou rede municipal baixam o aplicativo, acessam a funcionalidade e selecionam a turma correspondente na escola. A câmera do celular é usada para escanear os cartões-resposta”, ensina. “Além disso, o sistema possui etapas integradas de conferência e verificação que permitem uma comparação visual entre a tela e o cartão. Nessa etapa é possível fazer eventuais ajustes e validar as respostas – e, então, enviar a leitura para o sistema.”

Rogéria destaca o caráter intuitivo do aplicativo. “O uso é muito simples, com etapas claras de conferência e verificação. Em Xaxim, por exemplo, a receptividade dos professores foi excelente. A adaptação foi rápida e eles mostraram facilidade no manuseio e navegação já no primeiro contato.”

Otimização dos processos

Prof. Fernanda Sanssanoviez.
Foto: Acervo Pessoal.

A professora Fernanda Sanssanoviez, da Escola de Educação Básica Custódio de Campos, é uma das usuárias do app em Xaxim. E gostou do recurso. “O tutorial explicativo, com orientações passo a passo, foi fundamental na utilização da ferramenta e trouxe maior clareza na execução dos procedimentos”, avalia.

“Eu destacaria, também, a agilidade na correção. Após o lançamento dos gabaritos, o aplicativo apresentou automaticamente o número de acertos de cada estudante”, analisa. “Isso otimizou o processo de análise dos resultados, permitindo maior praticidade na identificação do desempenho individual.”

O aplicativo do Programa inDICA está disponível para download gratuito em dispositivos Android e iOS no Google Play Store ou App Store.

Novembro Azul: pela saúde do homem!

Na psicologia das cores, o azul está associado a calma, confiança, segurança e inteligência. Nos últimos anos, ganhou um significado adicional: tornou-se a cor da conscientização sobre a saúde masculina. Essa conexão surgiu com o Novembro Azul, movimento internacional voltado à prevenção de doenças que afetam os homens, especialmente o câncer de próstata.

Neste especial da série #EducaçãoHumaniza, reunimos informações importantes sobre a campanha, a doença e o valor do cuidado preventivo.

🟦 Uma ideia que ganhou o mundo

O Novembro Azul surgiu em 2003 na Austrália, quando os amigos Travis Garone e Luke Slattery decidiram criar uma campanha de conscientização voltada à saúde masculina. Inspirados pelo sucesso do Outubro Rosa, eles lançaram o movimento que ficou conhecido como “Movember”, junção das palavras inglesas moustache (bigode) e November (novembro). O bigode virou símbolo da campanha e a iniciativa se espalhou pelo mundo.

🟦 Por que falar sobre saúde masculina?

As estatísticas mostram que os homens, em média, vivem menos que as mulheres. Diversos fatores contribuem para isso:

  • Maior exposição a situações e profissões de risco;
  • Maior incidência de doenças cardiovasculares;
  • Taxas mais elevadas de suicídio;
  • Menor procura por acompanhamento médico preventivo.

Embora essas questões também afetem as mulheres, os dados indicam que os homens tendem a procurar menos os serviços de saúde e a adiar cuidados importantes.

🟦 Conhecendo a doença

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de próstata está entre os tipos mais frequentes entre os homens brasileiros. Apesar dos avanços no diagnóstico e no tratamento, a doença ainda causa milhares de mortes todos os anos.

Além dos desafios médicos, existem barreiras culturais que dificultam a prevenção. O medo associado à palavra “câncer”, os preconceitos relacionados à masculinidade e a resistência em realizar exames fazem com que muitos homens adiem consultas que poderiam ser decisivas para a detecção precoce da doença.

🟦 O que é a próstata?

É uma glândula do sistema reprodutor masculino localizada abaixo da bexiga e à frente do reto. Sua principal função é produzir parte do líquido que compõe o sêmen e ajuda a proteger e nutrir os espermatozoides.

Com a idade, é comum que a próstata aumente de tamanho. Essa alteração, por si só, não significa câncer, podendo estar relacionada a condições benignas bastante frequentes.

🟦 O câncer de próstata

O câncer de próstata ocorre quando células da glândula passam a se multiplicar de forma desordenada, formando um tumor. É um dos tipos de câncer mais comuns entre os homens.

Na maioria dos casos, seu desenvolvimento é lento e silencioso, sem apresentar sintomas por longos períodos. Em situações mais agressivas, entretanto, a doença pode evoluir rapidamente e atingir outros órgãos. Por isso, o acompanhamento médico regular é fundamental.

🟦 O que é câncer?

Câncer é o nome dado a um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento descontrolado de células do organismo. Quando os mecanismos naturais de regulação desse crescimento falham, podem surgir tumores capazes de comprometer o funcionamento dos tecidos e órgãos afetados.

O aparecimento da doença está relacionado à combinação de fatores genéticos, ambientais e comportamentais. Hábitos de vida, exposição a agentes nocivos e predisposição hereditária podem contribuir para seu desenvolvimento.

🟦 Fatores de risco

Conhecer estes fatores ajuda a identificar a necessidade de acompanhamento médico mais próximo:

  • Avanço da idade, especialmente após os 55 anos.
  • Histórico familiar da doença.
  • Sobrepeso e obesidade.

🟦 Prevenção

A principal estratégia de prevenção começa com o autocuidado:

  • Praticar atividades físicas regularmente.
  • Manter alimentação equilibrada.
  • Não fumar.
  • Evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas.
  • Cuidar da saúde mental.
  • Procurar assistência médica sempre que necessário.
  • Realizar exames preventivos periodicamente.

Entre os exames mais conhecidos estão a dosagem sanguínea do PSA (Antígeno Prostático Específico) e o exame de toque retal, realizados conforme orientação médica.

O exame de toque ainda gera desconforto em muitos homens por razões culturais e preconceitos. No entanto, trata-se de um procedimento rápido e essencial para a avaliação da próstata. Mais importante do que o exame em si é compreender que ele pode contribuir para a identificação precoce de alterações que exigem investigação especializada.

Também é importante lembrar que alterações na próstata nem sempre indicam câncer. Condições benignas como a hiperplasia prostática benigna e a prostatite são relativamente comuns. Quando existe suspeita clínica, exames complementares podem ser necessários para confirmar ou descartar o diagnóstico.

🟦 Sinais e sintomas

Em seus estágios iniciais, o câncer de próstata pode não causar sintomas. Quando eles aparecem, os mais comuns incluem:

  • Dificuldade para urinar.
  • Demora para iniciar ou concluir a micção.
  • Diminuição do jato urinário.
  • Necessidade frequente de urinar, inclusive durante a noite.
  • Presença de sangue na urina.

Esses sinais não confirmam a existência da doença, mas indicam a necessidade de avaliação médica sem demora.

🟦 O câncer de próstata tem cura?

Sim. Quando diagnosticado precocemente e tratado nas fases iniciais, apresenta elevadas taxas de cura, superiores a 90% em muitos casos. A detecção precoce continua sendo uma das principais aliadas da medicina no combate à doença.

🟦 Onde buscar mais informações?

Para aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, vale consultar fontes confiáveis:

📌Fundação Movember

📌Instituto Lado a Lado pela Vida

📌Instituto Nacional do Câncer (INCA)

📌Instituto Vencer o Câncer

🟦 Conclusão

O Novembro Azul vai muito além do combate ao câncer de próstata. A campanha é um convite para que os homens desenvolvam uma relação mais consciente com a própria saúde, adotem hábitos de vida saudáveis e realizem acompanhamentos médicos de forma regular.

Quando o assunto é prevenção, informação faz diferença. Quanto mais cedo uma alteração é identificada, maiores são as chances de tratamento bem-sucedido e qualidade de vida. Por isso, converse sobre o tema, incentive quem está ao seu redor a cuidar da saúde e não deixe os exames preventivos para depois.

Conhecimento salva vidas.

História: novos caminhos para conhecer a Proclamação da República!

Nos últimos anos, a popularização das mídias digitais e das ferramentas de IA revolucionou a forma de se contar histórias. E de se examinar, conhecer e contar a História.

Hoje, é perfeitamente possível encontrar podcasts e videocasts sobre muitos episódios da nossa História e da História global. E, também, exposições virtuais, documentos e livros online sobre vários temas – como a Proclamação da República, celebrada no domingo, 15 de novembro.

As mesmas ferramentas digitais oferecem recursos extraordinários para professores e estudantes, como o de criação de podcasts e videocasts.

🎧 Criando um podcast

Você já pensou em criar um podcast usando recursos de IA, por exemplo? É sensacional! Usando uma ou várias ferramentas, é possível:

  • Pesquisar um tema histórico partindo de fontes confiáveis, como as de universidade e museus nacionais ou regionais.
  • Elaborar e submeter um roteiro à revisão pela IA.
  • Gravar ou simular vozes e trilhas sonoras a partir de prompts incluídos no roteiro.
  • Editar, publicar e compartilhar o episódio.

Nesse processo, eles aprendem simultaneamente História, pesquisa, letramento digital, produção de conteúdo e uso crítico da IA.

A qualidade informativa de tudo o que é visto, ouvido, lido e produzido depende, sempre, de uma curadoria cuidadosa, que pode ser feita e ensinada pelos professores.

Nesta edição “republicana” da série #EducaçãoHumaniza, vamos conhecer algumas dessas novas produções. Para você curtir – e curtir ainda mais a nossa História!

Vamos lá?

🎧 Podcasts de História perfeitos para ouvir

História FM – Criado por Icles Rodrigues – doutor em História pela UFSC -, o podcast “História FM” possui mais de 460 mil seguidores e é, provavelmente, o mais popular do segmento no Brasil. Com uma análise alinhada à historiografia contemporânea, traz especialistas e pesquisadores. Em seu episódio 76, focou especificamente a Proclamação da República, focando seus motivadores e protagonistas. Disponível no YouTube e no Spotify.

Fronteiras do Tempo – Criado pelo doutor em História pela UNEP Cesar Agenor com apoio de uma equipe de historiadores, o podcast Fronteiras do Tempo já lançou 236 episódios em vários núcleos temáticos (como História Moderna, História do Brasil, Cultura e Sociedade), com mais de um milhão de reproduções. Os temas são tratados com rigor acadêmico, em uma linguagem acessível. Disponível no site oficial. Episódios focados na Proclamação da República e no sistema político da Velha República: #34 e #58.

Presidente da Semana – Lançada em 2018,a série de podcasts criada pelos jornalistas do jornal Folha de S. Paulo traz todos os presidentes da República do Brasil. Disponível no Spotify. Para o período da Proclamação, focar nos três primeiros episódios, que trazem Deodoro da Fonseca, Floriano Peixoto e Prudente de Morais.

Câmera na mão e muita alegria: uma tarde com a Galera do Flash na Editora Opet!

Uma tarde de muita energia, descobertas e, principalmente, muito conhecimento para a inclusão. Nesta semana (na segunda-feira, 19), a Editora Opet recebeu a visita especial da Galera do Flash, grupo de estudantes neurodivergentes que usam a fotografia para promover habilidades sociais e desenvolvimento integral.

Ao longo da tarde, eles conheceram todos os setores da Editora, conversaram com os colaboradores e, de quebra, receberam um convite especial: participar da cobertura fotográfica da final do 16º Prêmio Ação Destaque, que será realizada pela Editora nos dias 23 e 24 de novembro em Curitiba.

A fotografia como caminho

A ideia da “Galera” nasceu em 2018 com a psicopedagogoga Déborah de Araujo Maia (Neuroeducação – Instituto Somos todos Brasuca), que em sua trajetória profissional percebeu uma grande demanda, por parte de famílias com crianças, adolescentes e adultos neurodivergentes, de ações que fortalecessem elementos como a comunicação, a sociabilidade e a inserção no mundo.

A proposta, explica Déborah, é fazer com que eles atuem como como fotógrafos e videomakers em eventos sociais, corporativos e familiares, preparando-os para a empregabilidade e o empreendedorismo. Tornando-os, enfim, protagonistas de suas histórias e eliminando o capacitismo.

No início, conta ela, eram apenas oito participantes. Hoje, são 25, mulheres e homens com idades entre 18 e 42 anos. Com o apoio de cinco professores, eles desenvolvem habilidades sociais tendo como fio condutor a fotografia e os recursos audiovisuais. Em seu percurso de desenvolvimento estão os parques e pontos turísticos de Curitiba – que são fotografados e transformados em camisetas, eco bags, canecas, cartões postais, quebra-cabeças – e, também, as instalações do Centro Universitário UniOpet, em Curitiba.

Parceria com a Opet

“Nossa parceria com a Opet nasceu em 2018. Na época, tivemos o apoio do saudoso professor José Antônio Karam, que nos acolheu com entusiasmo. E esse apoio foi renovado pela professora Adriana Karam, atual presidente do Grupo Opet”, explica Déborah.

Para além da possibilidade de utilização dos auditórios e salas de aula do Campus Rebouças do Centro Universitário UniOpet, a parceria abrange o contato e a convivência com os colaboradores e os estudantes do centro universitário.

“Para uma inclusão verdadeira, é essencial levar essas pessoas para dentro de espaços da sociedade. E a universidade é o espaço social por excelência”, reflete Déborah. “Assim, só tenho a agradecer a todos da Opet, dos gestores aos estudantes, que sempre nos recebem muito bem.”

Desenvolvimento integral

Carolina Ruaro de Paula, 30, mais conhecida como Cacá, é uma das integrantes da Galera do Flash. Podcaster e fotógrafa, ela se surpreendeu com a Editora. “É muito legal conhecer outros lugares. Eu nunca tinha visitado uma editora”, conta. Marília Iarocrinski, influenciadora digital, também ficou feliz por encontrar os colaboradores. “Com a Galera do Flash, a gente tem a oportunidade de conhecer empresas grandes, como a própria Opet. E isso é muito bom”, conta.

Aprendizado

Rogéria Nassarden, colaboradora da Editora, atua como professora na área de Tecnologias Educacionais (TE) e Inovação dentro do Galera do Flash. Para ela, o grupo tem um papel essencial para a inclusão, o protagonismo e o empreendedorismo dos jovens neurodivergentes.

“Ao colocá-los em contato com o ecossistema de TE, plataformas digitais e recursos de inteligência artificial, abrimos caminhos para o desenvolvimento de habilidades práticas e de sua própria autonomia”, explica. Segundo ela, o relacionamento com os participantes envolve aprendizado contínuo, transformação e autenticidade.

“Conviver com a Galera do Flash me ensina a olhar o mundo sob uma nova perspectiva, valorizar cada progresso e praticar uma escuta verdadeiramente atenta. A dedicação e o carinho que eles demonstram renovam o meu propósito na educação. Lembrando que a inovação só faz sentido quando acompanhada de empatia, inclusão e muito amor.”

Serviço

Famílias interessadas em saber mais sobre o trabalho do Galera do Flash podem entrar em contato com a professora Déborah Araujo Maia pelo telefone (41) 98424-4565. Para participar, é preciso ter 18 anos ou mais.

IACAT 2026: Opet no centro das discussões globais sobre avaliação para aprendizagem

O IACAT é o principal fórum global de discussões e apresentação de trabalhos sobre avaliação em várias áreas. Foto: Opet.

As grandes novidades da tecnologia, como a IA e novos modelos computacionais, estão trazendo mais precisão e recursos para uma das áreas mais importantes da educação, a da avaliação diagnóstica da aprendizagem. E a Editora Opet, que com o Programa inDICA oferece avaliação às redes pública e privada de ensino, está muito atenta a isso – para incorporar essas novidades a suas ferramentas e serviços.

No período de 28 a 30 de setembro, a coordenadora do inDICA, Silneia Chiquetto, participou na cidade de São Paulo da 10ª Conferência da International Association for Computerized Adaptive Testing (IACAT), principal instituição global de estudos e pesquisas sobre avaliação diagnóstica. Neste ano, o tema foi The Next Generation of Research in Adaptive Testing (A Próxima Geração de Pesquisas em Testes Adaptativos). O evento, bianual, teve suas últimas edições realizadas no Reino Unido (2015), Japão (2017), EUA (2019), Alemanha (2022) e Coreia do Sul (2024).

“Esse encontro é um marco histórico para a psicometria e a tecnologia educacional. Pela primeira vez, aliás, ele foi realizado na América Latina – uma oportunidade única de ouvir e dialogar com os maiores especialistas do mundo no tema!”, conta Silneia. Ela acompanhou com especial atenção os painéis voltados à área da educação.

Silneia Chiquetto. Foto: Opet

Temas

Entre os temas, o uso da IA e da Psicometria na geração automatizada de itens, calibração e correção de avaliações, além de discussões sobre o uso de algoritmos avançados de Testes Adaptativos Computadorizados (CAT) – avaliações que se adaptam em tempo real às respostas do estudante, tornando a medição da aprendizagem mais precisa – e Testes Multiestágio (MST) – avaliações estruturadas em etapas, nas quais o percurso do estudante é ajustado conforme seu desempenho ao longo da prova.

“Participar desse encontro trouxe insights valiosos sobre como podemos unir evidências estatísticas, tecnologia de ponta e equidade para transformar a forma como avaliamos e impulsionamos a aprendizagem”, diz Silneia. “Essas mudanças, com certeza, serão trazidas para as soluções inDICA. Não apenas para as tecnologias que oferecemos às redes, mas à metodologia. Em um trabalho ainda mais personalizado e preciso.”

Avaliação em evolução

Desde seu lançamento, o Programa inDICA já chegou há mais de 700 escolas de todo o país, nas redes pública e privada. E, ao longo de sua trajetória, vem incorporando conhecimentos e tecnologia às avaliações. Elas incluem o uso de ferramentas de IA, aplicações em prova impressa e ambiente digital e o uso de um aplicativo para a leitura dos cartões-resposta. “Somando esses recursos à escuta permanente dos gestores, professores aplicadores e estudantes, estamos construindo um sistema de avaliação que está fazendo a diferença na aprendizagem e na estruturação da educação”, diz Silneia.

Em primeira mão: os finalistas do 16º Prêmio Ação Destaque!

Saiu! A Editora Opet acaba de divulgar os nomes dos 19 finalistas nas 6 categorias do 16º Prêmio Ação Destaque! Os autores participarão das etapas online (dia 18 de novembro, às 19h30) e presencial (dias 23 e 24 de novembro em Curitiba). Parabéns a todos os finalistas!

Confira a lista dos autores que chegaram à grande final:

CATEGORIA 1 – EDUCAÇÃO INFANTIL

HELANI CRISTINA FORTALEZA DA SILVA, Itabirito (MG)

MARIANE GOMES, Matos Costa (SC)

SABRINA CARDOSO TAVARES, Santa Cruz do Rio Pardo (SP)

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CATEGORIA 2 – ENSINO FUNDAMENTAL – ANOS INICIAIS(*)

ADRIANA SILVA LOPES MUNIZ, Andradas (MG)

KELI CRISTINA BRUMATI OSTROSKI, Arapongas (PR)

LEONIRA OFRUNÃ RODRIGUES BRESCIANI, Vilhena (RO)

RAQUEL SILVIA DE PAULA, Cerejeiras (RO)

(*) – Nesta categoria, dois dos trabalhos com as maiores notas alcançaram a mesma pontuação, o que determinou a inclusão de um quarto finalista.

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CATEGORIA 3 – ENSINO FUNDAMENTAL – ANOS FINAIS & ENSINO MÉDIO

CARLOS ANDRÉ LOURENÇO E SILVA, Santana de Parnaíba (SP)

ELIANE ALVES QUEIROZ JARANDIA, Santana de Parnaíba (SP)

MARIA LUISA AUGUSTO DOS SANTOS, Santana de Parnaíba (SP)

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CATEGORIA 4 – GESTÃO EDUCACIONAL

JULIANA ISABEL ABREU GENESI, Lavras (MG)

JULIANA SPURI LOPES, Varginha (MG)

REJANE RODHIGUERO LUNARDI, Xaxim (SC)

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CATEGORIA 5 – CONEXÃO FAMÍLIA-ESCOLA

ASTRIT MARIA SAVARIS TOZZO, Chapecó (SC)

EDICLEIA KULKAMP, Ivaiporã (PR)

EMILA LEMOS PÓVOA, São Lourenço (MG)

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CATEGORIA 6 – ESPECIALIDADES (ARTE, EDUCAÇÃO FÍSICA E LÍNGUA INGLESA) E PROJETOS INTEGRADORES

ALICE PEREIRA DE BRITO AZEVEDO, Varginha (MG)

JOSÉ DE BARROS SILVA NETO, Chapecó (SC)

MÁRCIO DALMAZZO SATO JUNIOR, Colombo (PR)

#EducaçãoHumaniza: Outubro Rosa é informação!

Quando falamos em saúde e ciência, falamos de conhecimento que transforma. Em um primeiro nível, é ele que vai permitir o desenvolvimento de tratamentos, terapias e medicamentos. E, em um segundo nível, não menos importante, ele vai produzir esclarecimento, trazendo esperança e afastando o medo, o preconceito e o obscurantismo.

Quando falamos em Outubro Rosa, os dois níveis se complementam. Afinal, a campanha global de saúde da mulher mobiliza a sociedade civil, instituições e governos para financiar pesquisas e tratamentos em muitos países. Mais do que isso, porém, ela traz a saúde da mulher para o centro das atenções, gerando esclarecimentos que previnem e salvam milhares vidas todos os anos.

Neste artigo, vamos trazer algumas das principais fontes nacionais relacionadas ao Outubro Rosa e, principalmente, à prevenção e tratamento dos cânceres de mama e de colo de útero. Para ler, conhecer e compartilhar!

🎀 “Juntos somos mais fortes”

Portal desenvolvido pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FebrasGo), Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO), Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM), Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) e Sociedade Brasileira de Radioterapia (SBRT). Traz números dos cânceres que mais atingem as mulheres, assim como dicas práticas de prevenção e matérias jornalísticas verificadas sobre o tema.

🎀 Instituto Nacional do Câncer (INCA)

Ligado ao Ministério da Saúde, o INCA é o responsável, no Brasil, por coordenar e executar a política nacional de prevenção, diagnóstico, tratamento e controle do câncer no Brasil. Em seu site oficial é possível encontrar fatos e estatísticas sobre o câncer no Brasil, assim como dados importantes para pessoas em tratamento ou que buscam saber mais sobre as formas de prevenção.

🎀 Instituto Vencer o Câncer

Fundado em 2014 pelos oncologistas Antonio Buzaid, Fernando Maluf e Drauzio Varella, o Instituto Vencer o Câncer é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público com o objetivo de informar e construir políticas públicas eficazes para pacientes oncológicos. No site, é possível acessar muitas informações sobre o câncer – fatores de risco, manifestações, prevenção, tratamentos – transmitidas de forma amigável e precisa.

🎀 Fundação Laço Rosa

Na conta de Instagram da Fundação, instituição civil criada há 15 anos, o foco é a proximidade e o acolhimento de mulheres que estão tratando o câncer.  Dicas, cuidados, recursos de prevenção e mais, em linguagem acessível e calorosa.

🎀 FEMAMA – Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama

A FEMAMA é uma associação civil sem fins econômicos que busca ampliar o acesso ágil e adequado ao diagnóstico e ao tratamento do câncer de mama para todas as pacientes. Presente na maioria dos estados brasileiros por meio de ONGs associadas, articula uma agenda nacional única para influenciar a criação de políticas públicas de atenção à saúde da mama. Em seu site oficial, é possível encontrar diversos dados relevantes, começando pelas relativas ao câncer de mama. De forma clara e acessível.

Vale observar que, além de oferecer conteúdos valiosos, todos os sites indicados também trazem referências, links e programações para a mobilização das mulheres e de toda a sociedade em eventos, marchas, encontros e seminários.

Em síntese: com informação, a prevenção e a cura estão muito mais próximos! Feliz Outubro Rosa!

Reconhecimento: Vilhena premia seus “Alunos Nota 10”

Município parceiro da Editora Opet em RO avançou significativamente na Educação nos últimos anos

Previsto em lei, o “Aluno Nota 10” valoriza os estudantes e o trabalho das escolas. Fonte: SMCS/Vilhena

A noite de ontem, quarta-feira (24), foi de celebração em Vilhena, um dos principais parceiros da Editora Opet em Rondônia. Em uma cerimônia realizada no salão nobre da Faculdade Favoo, a prefeitura diplomou os 138 “Alunos Nota 10” da rede municipal de ensino.

O evento teve a presença do prefeito Flori Cordeiro e do secretário municipal de Educação, Flávio de Jesus, além de gestores, professores, estudantes e familiares. A entrega dos certificados foi realizada por ano escolar, com chamada dos estudantes por escola e turma. Foram 87 alunos do 1º ano, 25 do 2º ano, 19 do 3º ano, cinco do 4º ano e dois do 5º ano.

As famílias dos estudantes se emocionaram com a diplomação. Fonte: SMCS/Vilhena.

Aluno Nota 10

A homenagem é prevista pela Lei Municipal nº 6.907, que institui o Diploma “Aluno Nota 10” e estabelece critérios para o reconhecimento dos estudantes que se destacaram na Rede Municipal de Ensino. Entre eles estão o desempenho com nota 10 (100% de acerto) nas avaliações do PAIC/PROALFA, as melhores médias bimestrais das turmas e a manutenção de média superior a 9,0.

Evolução e valorização

O prefeito Flori Cordeiro destacou que os resultados da educação municipal refletem o trabalho desenvolvido nas escolas e a valorização da aprendizagem.

“Vilhena tem, hoje, a maior rede municipal de ensino do Estado, tanto em número de alunos quanto pelos resultados nas avaliações. Alcançamos a maior nota da nossa história no Saeb: 6,37 nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, um resultado que nos posiciona entre os municípios com melhor desempenho de Rondônia. Isso mostra que estamos avançando e que o investimento em educação precisa continuar”, enfatizou.

O estímulo da Opet

Além dos diplomas, os alunos receberam um presente especial da Opet: sacolas com agenda, caneta e o estojo. Um reconhecimento por seu esforço e um estímulo para que sigam nesse caminho de desenvolvimento por meio da educação.

A Editora Opet presenteou os alunos nota 10 com kits. Fonte: Editora Opet.

“Essa premiação, que está em seu terceiro ano, representa muito mais que a entrega de um certificado”, observa o secretário municipal de Educação, Flávio de Jesus. “O ‘Aluno Nota 10’ é a forma que encontramos de dizer a cada estudante: seu esforço, dedicação e disciplina valem a pena e são reconhecidos por toda a cidade.”

O secretário destaca o papel das escolas, equipes gestoras e da Secretaria de Educação nessa conquista. “De forma muito especial, nessa conquista, estão os nossos professores, que tanto se dedicam para que nossos discentes aprendam da melhor maneira. Essa premiação é deles também.” Flávio de Jesus reforça a opção do município pela educação, pela criação de uma cultura que valoriza a aprendizagem e o mérito.

Parceria de valor

Questionado sobre a parceria com a Editora Opet – que oferece as coleções, formações pedagógicas e acompanhamento técnico para os Anos Iniciais (1º ao 5º) do Ensino Fundamental, o secretário de Educação de Vilhena diz que ela se mostra uma experiência de fortalecimento das nossas práticas pedagógicas.

O parceiro comercial da Opet em Rondônia, Gilberto Muniz, prestigiou a diplomação. Fonte: SMCS/Vilhena.

“Não se trata apenas de fornecimento de material, mas de uma parceria pedagógica de verdade. A Opet trouxe para a nossa rede um material didático com boas possibilidades, moderno, contextualizado e alinhado à BNCC, que oferece ao professor diversas ferramentas para trabalhar em sala de aula e ao aluno um conteúdo muito mais atrativo e significativo”, avalia.

“Isso tem contribuído para alavancar os nossos indicadores de aprendizagem. E esse trabalho se materializou em resultado concreto: a melhoria no IDEB do nosso município, que nos elevou ao patamar de maior índice entre os maiores municípios do estado de Rondônia”, reforça. “Esse resultado não é por acaso, é fruto de trabalho sério, de investimento contínuo e de parcerias certas como a que temos com a Opet.”

(*) – Com informações e imagens da SMCS/Vilhena.

Varginha (MG): 8,5 mil estudantes participam da avaliação do Programa Indica

Leitura dos cartões de resposta foi feita com o app do Indica, que agiliza processo e garante mais segurança

A nova etapa de avaliações diagnósticas do Programa inDICA em Varginha (MG), realizada nos dias 15 e 16 de setembro, envolveu nada menos do que 8,5 mil estudantes do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental. Ao todo, foram 17 mil avaliações!

A avaliação, explica a coordenadora do inDICA, Silneia Chiquetto, foi a segunda deste ano – e vai trazer dados estratégicos. “É uma avaliação que chamamos ‘de saída’ porque ela nos permite comparar os dados e conhecer a evolução dos estudantes em relação à primeira avaliação do ano, realizada no 1º semestre”, observa.

“Estamos no quinto ano de aplicação das avaliações Indica na rede municipal de Varginha. Desde o início, temos utilizado essas avaliações como referência para acompanhar o desenvolvimento dos nossos estudantes em relação às habilidades que precisam ser construídas”, conta Rosana de Almeida Resende Lima, coordenadora pedagógica dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental.

“A segunda aplicação é de extrema importância, pois permite comparar os resultados com os do início do ano, ou seja, avalia a evolução da aprendizagem ao longo do período e sinaliza quais habilidades ainda exigem maior atenção, enquanto ainda há tempo de trabalhá-las até o final do ano letivo. Dessa forma, a intencionalidade das ações pedagógicas torna-se muito mais certeira”.

Novidade digital

Em Varginha, a avaliação também trouxe uma novidade: a leitura digital dos cartões-resposta foi realizada com uso do aplicativo do Programa inDICA, pelos professores aplicadores, coordenadores e equipe da Secretaria de Educação. A funcionalidade fortalece ainda mais a segurança do processo e, principalmente, a velocidade de transferência dos dados para a geração dos relatórios com os resultados.

App transforma smartphone em um leitor ótico de cartões

“O app de leitura dos cartões foi desenvolvido pelo setor de Tecnologia Educacional (TE) da Editora para facilitar e agilizar o processo. Ele é muito amigável e teve grande aceitação”, conta Silneia. “Nossa assessora de TE, Rogéria Nassarden, esteve com os aplicadores e passou todas as informações. E as próprias equipes, as coordenadoras do Ensino Fundamental, trabalharam para compartilhar informações. O resultado foi excelente”, avalia Silneia.

“Contar com a presença da Silneia e da Rogéria durante a aplicação é essencial: qualquer dúvida ou eventual problema é resolvido na hora, algo que não ocorre nas avaliações aplicadas por grandes institutos. É a verdadeira personalização do atendimento”, observa Rosana.

Aceleração do processo

Com a nova funcionalidade há uma redução de 15 dias na entrega dos relatórios da avaliação. Um tempo precioso e que permite que as ações de intervenção pedagógica comecem mais cedo. “Varginha é o sétimo município parceiro do Indica a receber a leitura dos cartões via aplicativo, e é uma das nossas maiores redes parceiras. Nossa meta é levar essa mudança a todos os parceiros nos próximos meses”, explica Silneia.

“É inegável que a utilização do aplicativo agiliza consideravelmente o processo, que antes dependia do recolhimento dos gabaritos, do envio pelos Correios e de vários dias de espera até a chegada à editora para digitalização. Contudo, todo novo processo exige um período de adaptação, e estamos passando por ele”, destaca Rosana. “Temos um canal direto com a equipe de TE, que nos auxilia em tempo real diante de qualquer dificuldade.”

Silneia, Rogéria e a equipe da Escola Municipal Domingos Ribeiro de Rezende, em Varginha.

Segundo a coordenadora, a maioria das dúvidas está relacionada ao manuseio do novo instrumento ou ao cadastro de professores – intercorrências comuns que, com o tempo e o costume, serão reduzidas. “Acreditamos também que aprender faz parte da formação permanente dos educadores. O domínio de uma nova ferramenta tecnológica pode, inclusive, inspirar novas estratégias aplicáveis na própria sala de aula”, analisa.

Uma cultura avaliativa

Para Rosana de Almeida Resende Lima, há alguns anos Varginha trabalha na perspectiva de criar uma cultura da avaliação diagnóstica. Segundo ela, não é possível desenvolver um trabalho educacional de qualidade sem evidências, e as avaliações são justamente o instrumento que as coleta. “Os resultados disponibilizados na plataforma e as análises feitas pelos formadores nas devolutivas pós-aplicação são fundamentais para compreender os avanços e as dificuldades de cada estudante, de cada turma, de cada escola e da rede como um todo”, pondera.

“Esse trabalho de análise dos resultados está em fase de consolidação. Trata-se de um processo contínuo no qual avançamos a cada edição, conquistando a clareza necessária para que o planejamento e as práticas pedagógicas sejam cada vez mais pontuais e assertivas.”

#PrêmioAçãoDestaque: em primeira mão!

A Editora Opet acaba de divulgar os projetos educacionais que tiveram a inscrição aceita para a primeira etapa, de leitura e apreciação, do 16º Prêmio Ação Destaque. Ao todo, 169 projetos de municípios parceiros tiveram a inscrição aceita. Agora, esses projetos passarão pela etapa de leitura. Ela envolve três leituras críticas, independentes, feitas por pareceristas – professores especialistas nas etapas representadas em cada uma das 6 categorias do Prêmio.

Com base nessas leituras e na pontuação dada pelos pareceristas será construída a lista dos trabalhos finalistas – que será divulgada nas próximas semanas. Assim, fique atento!

Confira a relação de projetos aprovados para leitura e apreciação:

1. Adelaine de Oliveira Pires, Santana de Parnaíba (SP) – “Programa Chá Inclusivo – Família Presente, Aprendizagem Potente”

2 Adilaine Nadia Dos Santos Vieira, Lavras, (MG) – “Descobrindo a Multiplicação (aprender, representar, resolver e criar)”

3 Adriana Aparecida De Oliveira Silva, Andradas (MG) – “Ecos da imaginação: pequenos exploradores em uma aventura sonora.”

4 Adriana Silva Lopes Muniz, Andradas (MG) – “Gibiteca Viva”

5 Adriane Ranieri Valente, Santana de Parnaíba (SP) – “Colecionando conhecimentos para desenvolver habilidades”

6 Alex Sandra Taís Dociatti, Quilombo (SC) – “A cultura que vive em nós”

7 Alice Pereira de Brito Azevedo, Varginha (MG) – “Um espetáculo de cores e vozes”

8 Aline Cristiane Gomes de Souza, Lavras (MG) – “Agrupamento Temporário por Hipóteses de Escrita: a gestão pedagógica que transforma a heterogeneidade da sala de aula em instrumento de aprendizagem”

9 Aline Risso Sousa Rodrigues, Santana de Parnaíba (SP) – “Pontes de afeto, fronteiras sem fim: A Interculturalidade no Acolhimento Escolar”

10 Amanda Aparecida Taveira Silva, São Lourenço (MG) – “Oficina da Fluência Leitora e Escrita: Recomposição da Aprendizagem à Prosódia e Autonomia no 3º Ano”

11 Amanda Bastos Souza, Santana de Parnaíba (SP) – “‘Olhos d’água’ e ‘Olhos de quem?’: da escrita de Conceição Evaristo à dos alunos do 8º ano”

12 Amélia Cândida Ferreira Lara, Itabirito (MG) – “A Lagarta do Manacá”

13 Ana Cristina Aguiar de Lima da Costa, Varginha (MG) – “Quando o cheiro virou pergunta: Uma investigação sobre nossas escolhas e os caminhos dos resíduos”

14 Ana Flávia de Souza Rodrigues Cruz, Andradas (MG) – “Comer bem é uma aventura!”

15 Ana Paula Avi, Colombo (PR) – “Brincadeiras nas obras de Ivan Cruz”

16 Ana Paula Couto, Andradas (MG) – “Do campo à escola: Memórias”

17 Ana Paula Lucas Pereira, Loanda (PR) – “Contos que moram na memória”

18 Anderson Franciosi, Arroio Trinta (SC) – “Transforma + Arroio Trinta”

19 Andréa Moutinho do Nascimento, Santana de Parnaíba (SP) – “Minha Voz Também Conta”

20 Andrea Rodrigues Abdalla, Santana de Parnaíba (SP) – “Do Planejamento por Habilidades ao Uso Intencional da IA”

21 Andréia Rangel Santos, Santana de Parnaíba (SP) – “A Geografia na Copa do Mundo (As Américas entram em campo)”

22 Andréia da Silva, Lavras (MG) – “Laboratório de Informática potencializando os saberes”

23 Andressa Maria Ferreira de Souza Oliveira, Lavras (MG) – “Do Livro ao Território”

24 Angélica Barbosa da Silva, Santana de Parnaíba (SP) – “A arte em movimento (Vicent Van Gogh)”

25 Antonio Flávio Maciel de Souza Júnior, Redenção (CE) – “Estratégia de gestão para documentar, valorizar e compartilhar as experiências das infâncias na rede municipal de Redenção/CE: mostra de práticas pedagógicas”

26 Arethuza Antunes dos Santos, Itabirito (MG) – “Horta Vertical: Cultivando Alimentos, Valores e Afetos”

27 Ariana Aparecida dos Santos Rodrigues, Santana de Parnaíba (SP) – “Vivenciar para Experienciar”

28 Arminda Amarante Cruz Panseri, Andradas (MG) – “Quintal da Anninha: “Do campo à escola: um espaço de descobertas, leitura e aprendizagem”

29 Astrit Maria Savaris Tozzo, Chapecó (SC) – “Família Presente: Escola Forte”

30 Beatriz de Paula Vieira Silqueira, Santana de Parnaíba (SP) – “O que nos torna únicos”

31 Beatriz Molina Pizapio Rizzo, Cerejeiras (RO) – “Cidadania em ação: conhecer o sistema político para participar, transformar e acreditar em um futuro melhor”

32 Beatriz Schneider da Costa Pasierppski, Chapecó (SC) – “Sentir para entender e respeitar”

33 Bruna de Oliveira Lage, Itabirito (MG) – “Nosso bairro, um lugar para viver e amar”

34 Bruna Maria Nascimento Orlando, Lavras (MG) – “Laboratório das Chances: quando a matemática encontra palavras”

35 Bruna Nátali da Rosa, Chapecó (SC) – “Mãos que Contam Histórias: Conhecendo a Cultura Brasileira através do Artesanato”

36 Bruna Pereira da Costa, Itabirito (MG) – “Tantas coisas para fazer – o brincar como centro da prática pedagógica”

37 Camila di Lorenzo Oliveira Lago, Varginha (MG) – “Projeto Cultura Maker Sem Fronteiras: Uma Abordagem STEAM Interescolar com MicroPython, C++ e Sustentabilidade”

38 Carlos André Lourenço e Silva, Santana de Parnaíba (SP) – “Cultivando Saberes (Quando o Conteúdo ganha sentido)”

39 Carolina Pauly Silveira, Chapecó (SC) – “Projeto: pequenos pontos, um grande universo”

40 Cinara Rosa Galdino de Lima, Varginha (MG) – “Galopinhos do Saber”

41 Claudia Kely Enderle, Quilombo (SC) – “Do planejamento à experiência: uma gestão presente que articula pessoas, espaços e aprendizagens”

42 Claudia Pacheco dos Anjos, Colombo (PR) – “Educação é reciclar”

43 Cláudia Regina Ribeiro, Pouso Alto (MG) – “África em nós: Raízes que transformaram o Brasil”

44 Conceição Aparecida Martini Matos, São Sebastião da Amoreira (PR) – “Brincadeiras Cantadas”

45 Crislane de Sousa Gonçalves Reis, Santana de Parnaíba (SP) – “Eu Sou Natureza”

46 Cristiana da Silva Norberto Domanski, Colombo (PR) – “The Lost World”

47 Cristiane Juvêncio da Silva, Varginha (MG) – “Pequenos gestos, grandes valores”

48 Daniele de Fátima Vieira Seco, Andradas (MG) – “O Tempo Deixa Marcas”

49 Dayana Graça da Silva, São Lourenço (MG) – “Operação matemática: do cotidiano ao campo de batalha”

50 Débora Aparecida Siqueira André da Silva, Pouso Alto (MG) – “Entre folhas, frutos e cores – natureza, sabores e arte nas descobertas da infância”

51 Denise Aparecida Costa Silva, Santana de Parnaíba (SP) – “Descobrir, Brincar e Investigar: O pensamento computacional como estratégia para investigar, brincar, explorar e construir significados”

52 Diego Marques Ribeiro, Loanda (PR) – “A Criança e a Natureza: Experiências Sensíveis de Cuidado, Descoberta e Pertencimento”

53 Edicleia Aparecida Pilar, Colombo (PR) – “Brincando e explorando a África: África – cores, sons, histórias e culturas”

54 Edicleia Kulkamp, Ivaiporã (PR) – “Além dos Muros da Escola: Amor, Cuidado e Educação Compartilhada na Primeira Infância”

55 Edilaine Rodrigues Coimbra Antunes, Santana de Parnaíba (SP) – “Do Argumento à Poesia: a Palavra em Movimento”

56 Edilene Jesus de Araújo, Vilhena (RO) – “Expressão e Cores: Regulação e Afeto”

57 Edineia Nunes da Silva Lima, Astorga (PR) – “Vovô e Vovó: Tesouros da Nossa História”

58 Edrise de Cássia Araújo Domiciano, Itabirito (MG) – “Chapeuzinho, o lobo no reino do Cinderela”

59 Eliana Márcia Alberton, Chapecó (SC) – “Da Balança à Equação: Construindo o Conceito de Igualdade Matemática”

60 Eliane Alves Queiroz Jarandia, Santana de Parnaíba (SP) – “Clique sem idade: Saberes que Conectam Gerações”

61 Emila Lemos Póvoa, São Lourenço (MG) – “Entre laços e histórias (A literatura como ponte entre criança, família e escola)”

62 Emily Bomfim Souza, Santana de Parnaíba (SP) – “Caminhos sensíveis: O Pequeno Príncipe pelo Brasil”

63 Emily Garcia Batista Souza, Santa Cruz do Rio Pardo (SP) – “Inclusão: Missão (Im)possível?”

64 Érika Santicioli de Lima, Andradas (MG) – “Entre Livros, Vozes e Histórias (Como nasce um Leitor?)”

65 Evandra Barankevicz, Colombo (PR) – “World Cup”

66 Fabia Pacheco Alves Lobo, Itabirito (MG) – “O livro viajante: Despertando mentes criativas e mãos produtivas”

67 Fábio Delmonico, Vilhena (RO) – “Culinária afro-brasileira: sabores, memórias, identidade e valorização da cultura negra”

68 Gabriel Candido Costa, Jaboti (PR) – “O Caminho do Alimento até a Nossa Mesa: cultivando conhecimento, sustentabilidade e alimentação saudável”

69 Gabriely Cristine de Souza, Jundiaí do Sul (PR) – “A Lua está me seguindo?”

70 Giovana Gomes da Silva Bueno, São Sebastião da Amoreira (PR) – “Contos da Infância”

71 Giovana Moreira Januário, Lavras (MG) – “Mercadinho consciente”

72 Grace Pinto Nasario, Chapecó (SC) – “My body, my love (aprendendo inglês de corpo e alma)”

73 Helani Cristina Fortaleza da Silva, Itabirito (MG) – “Crianças que investigam, crianças que transformam: Descobrindo novas formas de cuidar do corpo, da natureza e da vida!”

74 Helen Esther Reinbold Arcega dos Santos, Colombo (PR) – “Our mascots, our story – Celebrando 70 anos de identidade e pertencimento.”

75 Hellen Priscila Soares, Jaboti (PR) – “Nosso mercadinho: brincar, aprender e descobrir”

76 Iracema Noronha de Oliveira Linhares, Colombo (PR) – “Brincar é bom demais!!!”

77 Ivanete Pedroso Pompeo da Silva, Chapecó (SC) – “Caminhos de Leitura, Vivências de Aprendizagens”

78 Jakeline Mendes, Chapecó (SC) – “Habilidades pré-alfabetização e ensino de línguas: uma abordagem interdisciplinar com o primeiro ano do ensino fundamental”

79 João Batista Soares de Souza, Aquiraz (CE) – “A caixa matemática: aprender, explorar e resolver”

80 João Carlos de Souza, Ivaiporã (PR) – “O silencioso mundo de Maria: Família, escola e inclusão”

81 Joice Gaspari Kaefer, Xaxim (SC) – “Toda semana uma nova história para explorar”

82 José de Barros Silva Neto, Chapecó (SC) – “Huka-Huka: corpo, cultura e ancestralidade na Educação Física”

83 José Fernando Ribeiro de Sousa, Colombo (PR) – “Entrelinhas do conhecimento infantil, professora e coordenação escrevendo o conhecimento com o olhar da criança”

84 Josemar Silmara Galiani, Arapongas (PR) – “Somos natureza: Pomar e Pasto Apícola para abelhas Jataí”

85 Josiane Azevedo da Silva, Ivaiporã (PR) – “Entre vivências e páginas: Escola e família juntas”

86 Josiane Weber Sehnem Ferreira, Ivaiporã (PR) – “Identidade no Berçário”

87 Joyce Vanessa de Oliveira Santos, Loanda (PR) – “Desconecta e Brinca”

88 Julia Maria Gomes da Silva, Santana de Parnaíba (SP) – “Jogando com Números”

89 Juliana Isabel Abreu Genesi, Lavras (MG) – “Caminhos que transformam: gestão democrática com propósito”

90 Juliana Lima de Almeida Schneider, Quilombo (SC) – “Geração Sustentável”

91 Juliana Spuri Lopes, Varginha (MG) – “Inovação, IA e Cultura Digital: o Plano de ação para a transformação tecnológica da rede municipal de Varginha”

92 Julio Cesar Silva, Chapecó (SC) – “Lutas que ensinam: culturas indígenas e africanas e jogos digitais”

93 Jussara Ott Bandeira dos Prazeres, Colombo (PR) – “Moradias”

94 Karla Alessandra Bomfim Sales, Colombo (PR) – “Pequenos Exploradores do Jardim: A Lente do Caracol e o Voo da Libélula”

95 Katrini de Godoi, Chapecó (SC) – “Corpo que dança, corpo que aprende”

96 Keli Cristina Brumati Ostroski, Arapongas (PR) – “Quando Campo Floresce na Cidade: a força da avicultura transformando espaços, pessoas e comunidade”

97 Kelimar Silva Reis, Vilhena (RO) – “Apostila de Ensino Religioso ‘Valores para a vida’”

98 Larissa de Lara Bonierski Ribeiro Colombo (PR) – “Pequenos bichinhos, grandes descobertas”

99 Laura Riva, Matos Costa (SC) – “Um Mate de histórias: crianças, cultura e descobertas”

100 Leonira Ofrunã Rodrigues Bresciani, Vilhena (RO) – “Conectando territórios, saberes e aprendizagens: a parceria com a editora Opet e o AEE como espaço de inclusão, protagonismo e transformação”

101 Lilian Cristina Ribeiro Garcia, Santana de Parnaíba (SP) – “Feira de profissões: construindo projetos de vida e conhecendo o mundo do trabalho”

102 Liliane Henrique Torres, Lavras (MG) – “Nossas Raízes, Nossa História: Aprendendo com José Luiz de Mesquita”

103 Lorena Cezario Alves da Silva, Colombo (PR) – “Paws of support”

104 Lucas Silva de Souza, Santana de Parnaíba (SP) – “Escrita à vista de todos: família e escola acompanhando juntos os avanços do Pré II”

105 Lucia Bueno Ribeiro, Arapongas (PR) – “Da horta para nossa mesa: plantando, cuidando e compartilhando”

106 Luiza Fabiana Dias Megliato, Ivaiporã (PR) – “Economizar Hoje, Sonhar Amanhã”

107 Lurdete Heiderscheidt Griga, Rancho Queimado (SC) – “Construindo Caminhos na Educação Infantil: Formação e Planejamento Coletivo em Rancho Queimado/SC”

108 Maitê Santos da Silva, Colombo (PR) – “Da estratégia à pratica: vivenciando e fortalecendo a aprendizagem”

109 Márcia Aparecida Ayala Braga, São Sebastião da Amoreira (PR) – “Movimento que Conecta”

110 Márcia Mara Campolina Cordeiro Coelho, Itabirito (MG) – “Pequenos Guardiões do Planeta”

111 Márcia Tezza Re, Meleiro (SC) – “People Who care for you”

112 Márcio Dalmazzo Sato Junior, Colombo (PR) – “Ocean Creatures!’

113 Maria Angélica Rego, Santa Cruz do Rio Pardo (SP) – “Família presente, escola que acolhe: construindo juntos caminhos para aprender e crescer”

114 Maria Daniela Ferreira de Paula, Andradas (MG) – “Laços de Amor: Família e Escola (Cuidar, Educar e Compartilhar)”

115 Maria Eunice de Sousa Azevedo, Lavras (MG) – “Carta ao leitor, uma experiência real de leitura e escrita”

116 Maria Luisa Augusto dos Santos, Santana de Parnaíba (SP) – “Palavras em versos, vozes e histórias: literatura, cultura e diversidade”

117 Maria Luiza Alves Silva, Lavras (MG) – “O uso dos jogos opet em uma turma multisseriada: uma conexão de conteúdos”

118 Maria Paula Queiroz dos Reis, Arapongas (PR) – “Receitas que Contam Histórias: Memórias Afetivas na Educação Infantil”

119 Mariana Ataides e Silva Sperandio, Loanda (PR) – “Pequenos Investidores do Saber”

120 Mariane Gomes, Matos Costa (SC) – “O Morango que Virou Ciência: um percurso investigativo entre cultura escrita e território”

121 Mariane Pereira de Carvalho Divino, Colombo (PR) – “Um Pedrinho para chamar de meu”

122 Marinês de Souza Silva, Vilhena (RO) – “Véstias, adereços e culinária da cultura afro-brasileira”

123 Marlon Eustaquio da Silva, Lavras (MG) – “Fluência Leitora”

124 Maycon Diego Amaral Queiroz, Santana de Parnaíba (SP) – “Slam Jahmaycon”

125 Michele da Conceição Pinto, Santana de Parnaíba (SP) – “Projeto Integradores: Experiência de Ensino-Aprendizagem em Arte no Ensino Médio”

126 Mileny de Macedo Farias, Itabirito (MG) – “Onde cabe uma história? Tecendo novos espaços para ler, brincar e pertencer”

127 Mirian Fumagalli, Chapecó (SC) – “Um Caminho para Todos: Descobrindo, Localizando e Aprendendo”

128 Miriângela Soares Nogueira de Miranda Alves, Pouso Alto (MG) – “O universo saboroso da Magali”

129 Naiara Aparecida Ribeiro, Santa Mariana (PR) – “Cada gota conta: da aprendizagem à transformações sociais.”

130 Natali Amanda Francisco, Varginha (MG) – “Família e Escola Conectadas pela Justiça”

131 Natália da Silva, Rancho Queimado (SC) – “Contadores de histórias”

132 Neusa Claudiana Basilio dos Santos, Itabirito (MG) – “Viagem pelo Céu: Descobrindo Infinitos”

133 Nirisnéia de Souza Estevo dos Santos, Ivaiporã (PR) – “Como Estrelas na Terra (Pequenos Artistas)”

134 Núbia Gomes Luzia da Fonseca Itabirito (MG) – “Leiturinha: formando pequenos leitores”

135 Núbia Rafaela Martins da Silva, Santana de Parnaíba (SP) – “IncluiAção (Adequar para Incluir, Flexibilizar para aprender)”

136 Nubia Rosana Reinher Foschiera, Água Boa (MT) – “Pequenos no Trânsito, Grandes na cidadania”

137 Patricia Lopes de Aguiar Teixeira, Colombo (PR) – “Pequenos Guardiões da Natureza”

138 Patrícia Roberta dos Santos, Diamante do Norte (PR) – “Entre livros e histórias: construímos laços”

139 Priscila Moutinho Pires Vilas Boas, Varginha (MG) – “Expedição Literária 2026”

140 Raquel Aparecida Silva, Santana de Parnaíba (SP) – “Do Rap à Redação”

141 Raquel Silvia de Paula, Cerejeiras (RO) – “Do descarte à inovação: Inteligência que preserva e ação que transforma”

142 Regina Carla Zamprogna Galli, Xaxim (SC) – “Sustentabilidade ambiental através das tampinhas”

143 Rejane Rodhiguero Lunardi, Xaxim (SC) – “Da evidência à gestão da aprendizagem: o Indica em Xaxim/SC”

144 Renata Amarante Cruz Barbosa, Andradas (MG) – “Arte que inspira e vida que pulsa no quintal da Anninha”

145 Renata Donizete Rodrigues, Varginha (MG) – “Por todo canto, me encanto e aprendo”

146 Rogeria Santos Fraga Rosa, Jundiaí do Sul (PR) – “Brincar junto é criar memórias que ficam para sempre”

147 Rosa Ramos da Rocha Oliveira, Jundiaí do Sul (PR) – “Museu Estrela do Amanhã”

148 Rosana de Almeida Resende Lima, Varginha (MG) – “Do contexto ao texto: gêneros textuais e prática social na rede municipal de Varginha”

149 Roseli Rossi Saquet, Xaxim (SC) – “Horta Encantada: Raízes do Futuro – Cultivando Vida, Sustentabilidade e Saberes na Escola”.

150 Rosicler Joana Ribeiro de Moraes, Santana de Parnaíba (SP) – “Fios do Protagonismo: a Cultura Maker e o Letramento Digital na Ressignificação do Recreio Dirigido”

151 Sabrina Cardoso Tavares, Santa Cruz do Rio Pardo (SP) – “Investigação e descobertas: o que uma árvore pode nos contar?”

152 Sabrina Felipe Costa de Mattos, São Sebastião da Amoreira (PR) – “Descobrindo Meu Nome: Entrelinhas, Letras e Brincadeiras”

153 Sarah Danielle Dalla Costa Azevedo, Santa Mariana (PR) – “Eu existo, eu tenho direitos: documentação civil e cidadania desde a infância”

154 Silvane Bianchet, Chapecó (SC) – “Chapecó em foco: história, cultura e desenvolvimento em uma perspectiva interdisciplinar”

155 Stefanie Aparecida Panigaz, Arroio Trinta (SC) – “Nossa história, nossa cultura: A influência italiana na identidade de Arroio Trinta”

156 Stella Vieira Raduy, Colombo (PR) – “Treasure hunt game”

157 Suelen Martini Azambuja, Chapecó (SC) – “Copa do Mundo na escola agropecuária”

158 Susane Aparecida Bertolino, Colombo (PR) – “Alimentação saudável na Educação Infantil”

159 Tayla Jamaira de Aguiar Siqueira Osawa, Arapongas (PR) – “Asas da Descoberta: experiências heurísticas no Jardim das Abelhas”

160 Thais Iane dos Santos, Quilombo (SC) – “Entre Lendas, Brincadeiras e Tradições”

161 Thiago Fogaça Nunes, Santana de Parnaíba (SP) – “Números da Escravidão”

162 Valeska Souza Silva, Lavras (MG) – “Projeto Escola Municipal Doutora Dâmina: Histórias e Memórias para ‘Semear na escola e colher no futuro’”

163 Valquiria Marcilio Chaves de Oliveira, São Lourenço (MG) – “Arquitetos do Saber: Onde a geometria encontra a nossa vizinhança”

164 Vania Dantas Machado, Santana de Parnaíba (SP) – “Cativando Pessoas e Saberes”

165 Vera Clarinda de Siqueira, Pouso Alto (MG) – “Herança, Luta e Cultura ‘Sementes de história, frutos de diversidade’”

166 Viviane Candido Dias, Santana de Parnaíba (SP) – “Conquistas reais, o valor das minhas atitudes”

167 Viviane Justino de Figueiredo Cantarino, Varginha (MG) – “Mão na massa e Troco no bolso: A Matemática da Cultura Mineira”

168 Viviane Rodrigues de Souza, Loanda (PR) – “Literatura e linguagem na Educação Infantil”

169 Yasmim Hélen Quirino, Lavras (MG) – “Gêneros Textuais no Cotidiano. Protagonismo e Intencionalidade na Comunidade Escolar”