A Editora Opet participa, nos dias 23 a 25, em Gramado no “Educação para Transformação”, evento que vai reunir professores, gestores e palestrantes brasileiros e estrangeiros para debater alguns dos principais temas da educação brasileira na sede da FAURGS.
Um modelo de educação humana, cidadã e que aproxima as pessoas do conhecimento e as famílias da escola. Com essa proposta, a Editora Opet – empresa paranaense que é uma das mais tradicionais do país no segmento de sistemas de ensino – está ampliando sua presença no Rio Grande do Sul. Nos dias 23 a 25, estará em Gramado no “Educação para Transformação”, evento que vai reunir professores, gestores e palestrantes brasileiros e estrangeiros para debater alguns dos principais temas da educação brasileira na sede da FAURGS. Fundada há 26 anos em Curitiba e parte do Grupo Educacional Opet, a Editora Opet atua em todas as regiões do país, atendendo redes públicas de ensino com o selo Sistema Educacional Família e Escola – Sefe e escolas privadas com o selo Opet Soluções Educacionais. Em seu estande em Gramado, a Editora apresentará seus materiais para os dois segmentos. Parceiros – Entre os municípios que adotam os sistemas de ensino da Editora Opet estão campeões da educação como Sobral (CE), melhor IDEB do país, Santana de Parnaíba (SP) e Fortaleza (CE). “Ao longo dos anos, reunimos uma vasta experiência com a educação. Com materiais de alta qualidade, formações pedagógicas presenciais que são um diferencial e um trabalho que respeita as características de cada região”, observa o gerente comercial da Editora para o segmento público, Roberto Costacurta. Especificamente na Região Sul, a Opet mantém parcerias educacionais com municípios há muitos anos. “Atualmente, atuamos em várias redes municipais de ensino do Paraná e de Santa Catarina oferecendo materiais para a Educação Infantil e o Ensino Fundamental.” Entre os parceiros da Editora nos dois Estados estão Chapecó, Vargeão, Braço do Norte, Paranaguá, Irati e Cafelândia. Em terras gaúchas – “Agora, estamos ampliando nossa presença a partir de um evento educacional que já é tradicional no Rio Grande do Sul. Acreditamos ter muito a agregar em um Estado que já faz um trabalho importante com a educação.” Ele destaca a aproximação entre as escolas e as famílias, que permeia a proposta pedagógica Opet, e a atualização permanente das coleções e ferramentas pedagógicas segundo as leis que regem a educação brasileira. Entre os materiais que serão apresentados no estande da Opet no “Educação para Transformação”, em Gramado, estão as coleções “Entrelinhas para Você”, “Caminhos e Vivências” e “Trilhas”, que são carros-chefes no segmento público. “São materiais com uma proposta de trabalho muito rica, que fortalece o processo de ensino aprendizagem e valoriza a criatividades dos professores”, observa Roberto. Valor – Para o realizador do “Educação para Transformação”, Paulo Ferraz (da Ferraz Eventos), a participação da Editora Opet agrega valor ao evento e à experiência dos participantes. “Teremos representantes de 13 Estados, pessoas que estão em busca de atualização de conhecimentos, de produtos e serviços de qualidade. E, nesse sentido, a Editora Opet oferece qualidade.” Serviço – O “Educação para Transformação” acontece de 23 a 25 de julho na sede da FAURGS, na Rua São Pedro, 63, Centro, Gramado. Informações sobre o evento podem ser obtidas em https://www.ferrazeventos.com.br/events/educacaoparatransformacao/.
A aproximação com os parceiros é um diferencial da Editora Opet. A partir dela, estamos atendendo a um pedido de escolas privadas que utilizam os materiais da Coleção Cidadania – Anos Finais. De olho na preparação dos estudantes para o Ensino Médio, o vestibular e o Enem, elas solicitaram a inclusão de conteúdos de Biologia ao livro de Ciências do 9º ano do Ensino Fundamental, que tem como foco a Física e a Química.
E nós atendemos à demanda: nos últimos meses, o professor de Biologia José Augusto Real Limeira, um dos nossos editores, está trabalhando bastante para oferecer materiais complementares de alta qualidade. “Estamos resgatando conteúdos de Biologia abordados no 6º, 7º e 8º anos, e agregando a eles conceitos centrais da área de conhecimento que serão vistos no Ensino Médio. A proposta é instrumentalizar os alunos do 9º ano com os principais fundamentos das Ciências da Natureza, proporcionando o seu ingresso no Ensino Médio com uma boa base para estudos mais aprofundados, incluindo conteúdos e resolução de situações-problema apresentados por questões de vestibulares e de Enem”, explica José Augusto.
Os conteúdos, que estão sendo oferecidos em formato digital – e que em 2020 serão agregados aos livros físicos –, compreendem temas de Citologia, Genética, Ecologia e Evolução. A sequência didática proposta, explica José Augusto, visa otimizar o estudo e fazer os estudantes raciocinarem de forma mais aprofundada. “Oferecemos uma proposição teórica, provocações para o estudo por meio de atividades de complexidade gradativa e sugestões de conteúdo digital, como vídeos e animações, que possibilitam o estudante concretizar de forma mais dinâmica a aprendizagem de conceitos centrais da Biologia abordados na unidade. As atividades propostas iniciam com questões que solicitam a construção de conceitos centrais, passando pela resolução de questões abertas que instigam a análise e a interpretação, culminando na resolução de questões de vestibulares e de Enem. Nessa perspectiva, pretende-se mobilizar e instrumentalizar gradativamente os estudante em seu processo de aprendizagem.”
Para a Editora Opet, é fundamental debater temas ligados à escola. Aproximar pessoas, dialogar e trazer informações que permitam avançar cada vez mais na direção de uma educação humana, cidadã e transformadora. Foi com essa perspectiva que, no último sábado (06) realizamos em Natal a edição de 2019 dos “Diálogos Pedagógicos”, que reuniu cerca de 160 participantes. Em sua maioria, mantenedores, gestores e professores de escolas privadas que utilizam os materiais e ferramentas pedagógicas Opet Soluções Educacionais no Estado do Rio Grande do Norte.
Ao longo de toda a manhã, os participantes puderam debater dois temas importantes da educação brasileira. O primeiro foi a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e as competências do professor, apresentado pela professora, pedagoga e psicopedagoga Rúbia Cristina dos Santos, supervisora pedagógica da Editora Opet. E o segundo foi a Inteligência Socioemocional em uma perspectiva da escola, trazido pelo professor Julio César Luchmann, mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).
Conhecimento que agrega – Janaína Ferreira de Oliveira é mantenedora da escola Cardoso Júnior, de Natal. Segundo ela, eventos como os “Diálogos Pedagógicos” agregam bastante ao trabalho dos educadores. “Estamos aqui ganhando e multiplicando conhecimentos. Isso nos motiva muito!”, observa. Ela, que é parceira da Editora Opet há pouco mais de um ano, destaca o valor do trabalho realizado até agora. “A parceria com a Editora Opet é muito proveitosa. Temos respaldo em nossas questões e um apoio importante da assessoria pedagógica.”
Para Maria Cláudia da Silva, coordenadora e orientadora pedagógica da Educação Infantil do Colégio Prince, também de Natal, os “Diálogos” trazem algo diferente ao trabalho pedagógico – uma perspectiva mais ampla. “Ao reunir educadores de várias instituições, com suas questões e olhares, esse encontro fortaleceu o processo educacional. Isso é muito importante.”
Edilma da Silva Cortez, do Centro Integrado de Vivências Educacionais (CIVE), parceiro no município de Currais Novos, ressaltou a importância do tema do encontro deste ano. “A reflexão sobre a BNCC e as competências que devem ser desenvolvidas com o estudante é essencial. Temos focado muito essas habilidades em nossa escola.” Ela também destacou a importância da parceria com a Editora Opet, iniciada em 2017. “A filosofia da Editora Opet é muito próxima à filosofia da nossa escola, de experimentar e vivenciar os conhecimentos. Isso fortalece muito o trabalho pedagógico.”
Um diálogo especial – A supervisora pedagógica da Editora Opet no Rio Grande do Norte, Janaína Bezerra, destaca o valor dos Diálogos Pedagógicos na parceria com as escolas. “É um momento coletivo de diálogo e trocas com os mantenedores. Esse trabalho, aliás, é diferente do trabalho formativo e de assessoria que realizamos com cada escola ao longo ano. Ficamos muito felizes em observar que os participantes gostaram. Eles saíram satisfeitos!”, observa.
O que malabarismo tem a ver com educação? Quando pensamos nas muitas tarefas de um professor, gestor ou assessor pedagógico, a comparação com um artista capaz de lançar e controlar bolinhas ou malabares faz todo sentido. Foi essa a tônica do “Malabarizando”, vivência lúdica baseada em progressões pedagógicas que, na última segunda-feira, reuniu a equipe do departamento pedagógico da Editora em Curitiba. A formação abriu as atividades formativas do segundo semestre.
“Em relação à fundamentação e estudos, nós já havíamos feito formações. Seria necessário refletir sobre a dinâmica do trabalho. E foi daí que surgiu o tema do malabarismo e a transposição simbólica dele para o que fazemos”, explica a gestora do Pedagógico, Cliciane Élen. Cada assessor produziu suas próprias bolinhas e, com o apoio de um facilitador – o professor Danilo Faria, professor de Educação Física -, começou a lançá-las. A meta: lançar e controlar três bolinhas, primeira etapa do aprendizado do malabarismo. Durante o processo, eles refletiram sobre motivação, qualidade, mudanças e trabalho em equipe, relacionando cada elemento à tarefa realizada. Aos poucos, foram dominando as técnicas básicas em um processo que também mostrou o valor do compartilhamento. “Em termos simbólicos, cada bolinha representa um elemento da nossa existência. O trabalho com os dois selos educacionais (Sefe e Opet Soluções), mudanças nas leis educacionais e outras demandas que surgem no dia a dia, por exemplo.” Em um segundo momento, os assessores escreveram uma lista de suas “bolinhas”, ou seja, de seus principais desafios na empresa. Cliciane destaca o valor da atividade, especialmente, em relação ao fortalecimento da equipe e do trabalho conjunto. “Com as bolinhas, conseguimos fazer uma transposição simbólica dos desafios. A cada técnica nova, parávamos e fazíamos uma observação. E vimos como, com apoio mútuo, fica muito mais fácil controlar as próprias bolinhas, ou seja, as próprias tarefas que constituem o nosso trabalho”, observa Cliciane.
Esse trabalho, vale observar, pode e deve ser compartilhado pelos assessores nas muitas formações que serão realizadas no segundo semestre. O malabarismo é considerado um instrumento pedagógico criativo e instigante em várias áreas do ensino.
Fortaleza, capital do Ceará, anunciou na última semana uma grande conquista em sua educação pública. Em seis anos, de 2012 a 2018, o município saltou 81 posições no ranking cearense de alfabetização, passando da última posição (184ª) para a de número 103. Uma evolução importante, muito mais em um Estado que, nos últimos anos, promoveu grandes avanços na educação a partir de iniciativas como o Programa de Alfabetização na Idade Certa (PAIC) e viu municípios como Sobral assumirem grande protagonismo na educação. Sobral, que é parceiro da Editora Opet na Educação Infantil e no Ensino Fundamental, ocupa a primeira posição no ranking do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, o IDEB, com um índice de 9,1. Para a Editora Opet, os avanços na educação em Fortaleza mostram, em primeiro lugar, a seriedade com que o tema é tratado pelos gestores municipais. Demonstra, também, o sucesso da parceria entre o município e a Opet. “Somos parceiros desde 2013. Atendemos o segundo ano dos Anos Iniciais com materiais didáticos e formações pedagógicas com os professores, além de fazer as visitas regulares de acompanhamento técnico pedagógico nas escolas”, explica o supervisor regional para o Estado, Francisco Glaylson Rodrigues. Ele lembra que o segundo ano representa um momento crítico para a alfabetização, que é o foco do ranking que envolve os 184 municípios cearenses. A Editora Opet, por meio do selo educacional Sefe, fornece os materiais da Coleção “Caminhos e Vivências” para todos os professores e estudantes. As formações mensais, que contemplam a utilização desses materiais, envolvem os professores e os gestores pedagógicos. Esse trabalho é feito por uma equipe de dez profissionais da Editora e tem o suporte da matriz, em Curitiba. Além disso, ao longo do ano a equipe pedagógica Opet faz inúmeras visitas a escolas da rede consideradas prioritárias por suas características. “Nessas escolas, fortalecemos nossa ação propondo atividades e encaminhamentos, cooperando e dando suporte às equipes”, observa Glaylson. “Assim, potencializamos o trabalho do professor com o uso dos materiais.” Mensalmente, Glaylson também se reúne com a gerência de formação da Secretaria de Educação para fazer o planejamento e para ter um feedback e fazer uma avaliação do trabalho pelos gerentes. “Dessa forma, conseguimos monitorar o trabalho e fazer os ajustes necessários.” Os materiais – Glaylson destaca o valor dos materiais para o sucesso da parceria com Fortaleza. “Os livros da Coleção Caminhos e Vivências são muito bem estruturados, com uma fundamentação teórica muito consistente. Eles proporcionam a formação de sujeitos críticos, reflexivos, que dão suporte para o trabalho do professor mediador. Esse professor acredita no diálogo entre o alfabetizar e o letramento e os vê como processos indissociáveis e essenciais para a alfabetização verdadeira.” Glaylson acredita que, em pouco tempo, Fortaleza será uma referência para as outras capitais e cidades nordestinas no tema alfabetização. No ano passado, Fortaleza passou a ocupar o 1º lugar na taxa de sucesso escolar das cinco maiores redes municipais das capitais, com 96%, à frente de São Paulo (95,8%), Belo Horizonte (93,7%), Manaus (92,9%) e Rio de Janeiro (91,7). A taxa de reprovação também caiu de 4,4%, em 2017, para 3,4%, no ano passado.
Na terça-feira (28), os colaboradores da Editora viveram uma tarde diferente. A partir de uma iniciativa do Pedagógico, houve uma celebração do Dia Internacional do Brincar, data que faz parte do calendário do UNICEF desde o ano 2000. Para a comemoração, o auditório da Editora foi transformado em uma sala de jogos, com brinquedos tradicionais – como jogos de tabuleiro, cartas e quebra-cabeças – e eletrônicos. A equipe foi dividida em grupos que brincaram por trinta minutos.
A atividade foi organizada pela assessora pedagógica Milena Nichel, responsável pelas formações da área de Educação Física. “Pensamos em fazer esse momento para comemorar a data e para liberar a criança que existe dentro de cada colaborador”, explica Milena. “E também para fortalecer a interação entre as pessoas.” Outros aspectos relevantes do brincar são o estímulo à criatividade e o compartilhamento de ideias entre colaboradores de diferentes setores, elementos essenciais em uma empresa que trabalha com educação. Milena lembra que o brincar tem uma enorme importância no contexto da educação – “brincar é aprender”, resume –, e que jogos e brincadeiras também fazem parte do trabalho pedagógico da Editora Opet com os parceiros públicos e privados. Entre os jogos compartilhados com os professores nas formações estão o tangram, o xadrez e o betes.
A manhã de quarta-feira foi de muita educação e de muita aproximação no estande da Editora Opet na BETT Educar 2019! A começar pela oficina ministrada pelo secretário de Educação de Sobral (CE), Herbert Lima. Ele falou sobre o sucesso da educação pública de Sobral, que alcançou o IDEB de 9,1, o maior do Brasil e um dos melhores do mundo! Sobral valoriza os professores, o currículo, as avaliações e os materiais didáticos! O município é parceiro da Editora Opet – juntos, atendemos 3.200 estudantes da Educação Infantil e do 2º ano do Ensino Fundamental.
Oficina com o secretário de Educação de Sobral, Herbert Lima.
Lucimari Hernandez, professora do Colégio Adventista de São José, participou da oficina e gostou muito. “A oficina foi de grande valia e mostrou que a aprendizagem significativa é possível em qualquer âmbito escolar, e serve de lição. Na rede privada, muitas vezes temos mais recursos e nem sempre alcançamos a nota do IDEB alcançada por Sobral. A palestra do secretário Herbert Mostrou que é possível chegar lá, sim!”
Professora Lucimari Hernandez: “A palestra do secretário Herbert mostrou que é possível, sim, chegar lá em relação ao IDEB.”Entrevista do secretário Herbert para o canal de vídeos da Editora Opet.
O valor do material – O secretário Herbert Lima destacou a importância dos materiais da Editora Opet utilizados pelos professores e pelos estudantes de Sobral. “Os materiais da Editora Opet são de altíssima qualidade. Eles vão além, diversificam os conteúdos, contemplam todos os elementos e outras atividades. E também trazem o lúdico de uma maneira que promove o aprendizado. Estamos muito satisfeitos com os resultados desta pareceria!”. Ainda na manhã desta quarta-feira, professores e mantenedores puderam participar da oficina com a professora Marina Rhinow, assessora pedagógica da Editora Opet. Ela falou sobre a implementação da BNCC para a Educação Infantil. À tarde, as oficinas continuam!!
Nesta semana, o país comemorou o Dia do Livro e dos
Direitos do Autor. Até por uma questão de proximidade física, as comemorações
focaram muito mais os livros. Os autores, porém, são um componente-chave em
todo esse “processo bibliográfico” e, é claro, merecem ser celebrados. No caso
dos livros didáticos, os autores desempenham um papel extraordinariamente
importante. E foi sobre isso que conversamos com a gerente editorial da Editora
Opet, Eloiza Jaguelte Silva, que há muitos anos trabalha – e aprende – com os
autores. Confira a entrevista!
Entrevista a Rodrigo Wolff Apolloni
Qual a
importância dos autores para o trabalho das editoras? Quem são esses
profissionais e que tipo de conhecimento eles nos trazem?
Eloiza –
Os autores que produzem os livros didáticos são extremamente importantes para o
processo editorial. Tudo começa com a escolha de um bom autor. Com domínio do
componente curricular, do conteúdo, e que tenha, preferencialmente, experiência
de sala de aula; isto, com certeza, se reflete na escrita do livro didático.
Podemos dizer que a escolha de um bom autor é a garantia da qualidade da obra. Ele
deve ter outras características: deve reunir muito estudo, muito conhecimento
do que vai produzir, e deve ter experiência de sala de aula, até para saber
como os conteúdos chegam da melhor maneira aos estudantes. Também deve entender
a encomenda e saber se relacionar com a equipe de produção editorial, que
trabalha com os demais elementos que constituem a obra: edição e revisão de
texto, adequação à proposta pedagógica, iconografia e projeto gráfico.
Quem são os
autores com quem trabalhamos?
Eloiza – A
Editora Opet trabalha com autores locais de referência, um grupo de cerca de 60
profissionais que atendem os selos Sefe e Opet Soluções Educacionais. É
interessante lembrar que Curitiba é um polo nacional de produção educacional, o
que faz com que nossos autores sejam muito reconhecidos.
3. Como
funciona o relacionamento entre os autores e a equipe do editorial?
Eloiza – Essa
relação deve ser muito boa, muito assertiva. Isso porque, antes de a produção
começar efetivamente, nós vamos trabalhar por um bom tempo juntos. Temos que
conhecer esse autor e ele deve conhecer a proposta da Editora, os princípios e
os fundamentos teórico-metodológicos. Também temos que ter a certeza de que ele
desenvolverá o trabalho de acordo com o que foi encomendado e no prazo determinado.
A partir do momento em que ele assume o compromisso com a equipe da Editora,
recebe o manual do autor com orientações técnicas e o cronograma de trabalho. Ele
deve produzir e apresentar um plano de obra que a equipe acompanha regularmente,
em reuniões mensais. Ele então produz uma unidade inicial, que vem para edição.
O plano da obra e a unidade produzida serão analisados e acompanhados
regularmente pelos editores e por uma consultoria pedagógica, que verificam as
conexões com a proposta inicial e com os demais componentes curriculares. A
ideia é de que os trabalhos tenham um caráter interdisciplinar e sigam
conceitos e temas articuladores e bimestrais. Isso faz com que todos os autores
trabalhem dentro de uma linha, o que harmoniza os projetos. Nós sempre
trabalhamos com os temas principais, como cidadania, trabalho e identidade
sociocultural, por exemplo, e deles nascem os temas articuladores e os temas
bimestrais. Todos os autores seguem esses temas, mas cada um dentro do seu
foco, que é o seu conteúdo.
Quanto tempo
dura essa relação, do primeiro contato com o autor até a materialização do
livro ou coleção?
Eloiza – Se
consideramos uma coleção completa, que contemple os cinco componentes
curriculares, por exemplo, o mínimo de trabalho é de um ano. É até possível
fazer trabalhos em prazos menores, mas o processo vai exigir mais parcerias e
mais custos. No caso dos autores, a maioria deles não está só escrevendo, mas
trabalhando em sala de aula. E, para produzir em tempo hábil, ele deve reservar
algumas horas por dia para a escrita do livro. Além disso, precisamos estar
sempre em contato, nas reuniões de trabalho.
Você trabalha
há muitos anos com autores. O que eles ensinam para você e para a equipe
editorial da Editora Opet?
Eloiza – Aprende-se
todos os dias em um processo que é compartilhado. O trabalho que eles desempenham
é de responsabilidade, de qualidade, o envolvimento é total e existe harmonia.
Eu tenho tido experiências gratificantes com autores que se comprometem a fazer
a melhor obra possível. Eles fazem isso e têm a sabedoria de receber indicações
críticas e acatá-las em nome de uma obra ainda melhor. Muitas vezes, inclusive,
são autores de grande talento e reconhecimento pelo mercado. Mas o fato de eles
saberem que precisam fazer certos ajustes também é um indicativo de qualidade.
Um exemplo: hoje, estamos “virando a chave” para os materiais digitais, que
estão ocupando espaços que, antes, eram das obras físicas. E vemos autores
estudando muito esse tema para oferecer obras de alta qualidade nos novos
formatos – como livros digitais, atividades em plataforma, microlearning e gravações. São pessoas que estão sempre se
atualizando. São responsáveis, conscientes do trabalho que realizam e muito
talentosas. Pessoas que já tiveram uma vivência de sala de aula e, hoje, podem
colocar nos livros didáticos o melhor que podem dar em termos de trabalho.
Vida de autor: escritores dos livros da Editora Opet falam sobre seu trabalho
Justina Motter Maccarini em formação pedagógica com professores.
Graduada em Matemática e mestre em
Educação Matemática, a professora Justina
Motter Maccarini é autora de livros didáticos desde o início dos anos
noventa. Ela começou produzindo uma apostila para funcionários de uma unidade
da cervejaria Brahma e, desde então, contribui para oferecer livros de
qualidade sobre um dos componentes curriculares mais fascinantes e
desafiadores: a Matemática.
Com obras publicadas por várias
editoras, ela trabalha com a Opet desde 2002. “De todas as experiências com editoras, posso falar que vivida com a
Opet é diferenciada. A Editora dá um suporte diferenciado, abre espaço para o
diálogo e para trocas com a equipe que conduz a produção editorial. Isso, sem
contar o trato com a direção da empresa, que nos conhece e nos trata pelo nome
desde o começo, lá atrás. Isso é muito bom!”, observa.
Justina também trabalha com formações
pedagógicas nos municípios e acompanha de perto a reação dos professores aos
livros de sua autoria. “Fico feliz porque
vejo que eles gostam dos materiais que produzimos. E isso acontece porque, nos
recortes com que trabalhamos, buscamos conectar as coisas, os conteúdos com a
época e as questões que estamos vivendo. Os professores – e, sem dúvida, os
autores dos livros didáticos – devem estar muito conectados com a realidade
para oferecer uma educação de qualidade.”
Marta Brodbeck
Um trabalho fundamental – Formada em História e professora por trinta anos, Marta de Souza Lima Brodbeck é autora de livros didáticos há duas décadas. Começou ajudando uma colega na produção de um livro e, desde então não parou: escreveu coleções para várias editoras e também escreve para o MEC, dentro do Programa Nacional do Livro Didático, o PNLD. Seu trabalho autoral com a Editora Opet começou em 2017, mas desde 2015 já trabalhava com a formação de professores, a partir de livros de outros autores. “Trabalhar com a Editora Opet é muito bom. São muito profissionais em tudo o que fazem, com grande respeito pelo trabalho do autor, que sempre dá a última palavra. O respaldo técnico é muito grande. Posso dizer que, em termos de produção, a Editora Opet foi a melhor parceria que já tive”, afirma.
Marta vê o trabalho dos autores
como fundamental. “Os livros mudaram.
Hoje em dia, não produzimos apenas conhecimento, mas debates e reflexões sobre
o conhecimento. Socializamos atividades e ajudamos os professores a refletir.”
Rossana Pacheco
Trabalho de muita responsabilidade – Professora por quarenta anos, Rossana Pacheco possui graduação em Letras: Português-Inglês pela
UNESP – Araraquara (SP) e especializações lato sensu em Português e em Contação
de histórias e Literatura Infanto-juvenil.
Desde 1997,
escreve sistemas de ensino na cidade de Curitiba. Há dois anos e meio, deixou a
sala de aula para dedicar-se exclusivamente à produção de materiais didáticos.
Autora da Editora Opet desde 2017, ela escreveu, em coautoria com Vera Lucia
Bianchini Martins, todos os volumes de Português da Coleção Cidadania – Ensino
Fundamental Anos Finais.
“Escrever implica, em primeiro lugar,
responsabilidade”, observa
Rossana. “A escrita de um material didático de Língua Portuguesa requer
que o autor esteja sempre realizando pesquisas e se informando a respeito das
concepções de linguagem atuais, do documento da BNCC, dos parâmetros
curriculares e dos exames nacionais. Necessita, também, conhecer e estudar os
autores de peso nas áreas da Linguística, Sociolinguística, Análise do Discurso
e Semiótica, bem como acompanhar as pesquisas e publicações de obras de autores
nacionais e internacionais sobre os gêneros textuais. É trabalhoso, exige
dedicação e estudo diários, mas gera muita satisfação.”
Para a autora, a parceria com a Editora Opet lhe traz
grande satisfação e encantamento. “A organização, a objetividade nas
decisões entre direção, coordenadores e autores constituem um importante
diferencial. Além disso, a equipe envolvida na produção dos volumes das coleções
didáticas é muito coesa, o que favorece o processo da escrita e da edição dos
materiais didáticos”.
As últimas semanas foram de muito trabalho pela educação
pública no Ceará! Estivemos em três municípios – Ipu, Itaitinga e Sobral – para
implantações e formações pedagógicas. As ações foram coordenadas pelo supervisor
regional para o Estado, Francisco Glaylson Rodrigues.
Ipu – Em Ipu, município situado no noroeste cearense, o trabalho de implantação de materiais aconteceu nos dias 04 e 05. Participaram 42 professores, dois coordenadores pedagógicos e 22 diretores de escolas. “A parceria do Sefe com Ipu existe desde 2016 e, agora, foi renovada para mais um ano”, explica Glaylson. Lá, são atendidos 450 estudantes do segundo ano dos Anos Iniciais, uma etapa crucial no processo de alfabetização. “A receptividade aos materiais e ao trabalho Sefe é sempre muito grande em Ipu”, conta Glaylson. “Desde que fechamos a parceria, em 2016, a educação municipal melhorou muito em avaliações como a do SPAECE-ALFA. Tanto que, hoje, Ipu é o primeiro colocado da região.” O SPAECE-ALFA é o Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica do Ceará (SPAECE) voltado aos alunos do segundo ano dos Anos Iniciais.
Momento de formação pedagógica com professores em Ipu. Entrega simbólica dos materiais para as crianças em Itaitinga.
Itaitinga – Situado na região metropolitana de
Fortaleza, Itaitinga é um dos mais novos parceiros da Editora Opet. Lá, o
trabalho de implantação dos materiais aconteceu no último dia 08. “A formação envolveu 32 professores e 21
coordenadores”, explica Glaylson. No município, serão atendidos 600
estudantes do segundo ano dos Anos Iniciais. Algo importante a observar sobre a
parceria com Itaitinga é que ela foi fechada dentro das diretrizes do Projeto
Novos Rumos, que fortaleceu a transparência e o compliance no segmento
comercial privado.
“Itaitinga é um município com bons
resultados na alfabetização, que fechou uma parceria conosco para consolidar e
ampliar estes dados”,
explica Glaylson. A coordenadora pedagógica da rede municipal de ensino, professora
Agnalda Castelo, diz que a formação foi enriquecedora em relação aos usos e à
apropriação dos materiais pelos professores. “Os professores e coordenadores consideraram o material como de
excelência. E ele é, de fato muito bom, e foi construído a partir das
orientações da BNCC, a Base Nacional Comum Curricular. Em 2019, podemos e vamos
melhorar nossos índices, que já são bons”, observa. Em Itaitinga, a Editora
Opet também fez a entrega simbólica dos materiais para as famílias de três
estudantes.
Professores participantes da formação pedagógica em Sobral.
Sobral – O município de Sobral é o campeão
brasileiro em qualidade na educação pública. Desde 2018, sua rede municipal de
ensino mantém uma parceria com a Editora Opet. O projeto-piloto envolveu
inicialmente a etapa inicial da Educação Infantil e, neste ano, cresceu. Foi
ampliado dentro da própria Educação Infantil e também passou a atender os
estudantes do segundo ano dos Anos Iniciais.
A formação desta semana teve a participação de 52 professores
que atendem as crianças da Primeira Infância. “Em Sobral, a parceria é muito interessante. Os professores são
participativos e se envolvem muito com todas as ações”, conta Glaylson. A
professora Daniele Pontes, técnica da secretaria de Educação de Sobral, foi uma
das participantes. “Pudemos perceber,
nesta formação, o empenho dos professores. Colocando-se, questionando, tirando
suas dúvidas. Enfim, foi um momento muito rico de diálogo e troca de
conhecimentos.”
No próximo dia 29, Sobral terá um segundo momento de
formação, mais exatamente de implantação dos materiais do segundo ano. O
momento é tão importante que, no dia 16, o secretário municipal de Educação,
Herbert Lima, terá uma agenda especial com a superintendente da Editora Opet,
Cristina Swiatovski, e o presidente do Grupo Educacional Opet, professor José
Antônio Karam. Na ocasião, também será feita a entrega simbólica dos materiais
produzidos pela Editora Opet.
A semana que passou foi de muito diálogo, aprendizado e troca
de experiências para os professores e gestores da rede municipal de ensino de
Santana de Parnaíba. Ao todo, 2.400 profissionais participaram da primeira
formação pedagógica de 2019, realizada dentro da parceria com a Editora Opet.
Santana é um dos principais parceiros da Editora Opet no Estado de São Paulo, e
utiliza os materiais do selo Sefe – Sistema Educacional Família e Escola. A
parceria abrange da Educação Infantil, a partir de três anos, até o Ensino
Médio.
A gestora pedagógica da Editora Opet, professora Cliciane
Élen, conta que a formação foi realizada por um grupo de 32 formadores e
supervisores regionais, que conduziram o trabalho com os professores e os
gestores (diretores, supervisores e equipes).
“Neste ano, também tivemos um momento muito especial, que foi
uma palestra voltada especificamente aos funcionários das escolas não ligados
diretamente à sala de aula”, explica Cliciane. “São pessoas que desempenham um
papel importante para o bom funcionamento das escolas, e que também são
educadores.”
Outro momento importante foi com os gestores, com foco para
aqueles que entraram recentemente na rede municipal. “Esses coordenadores,
diretores e vice-diretores estão aprendendo todos os processos da gestão. Nós,
como parceiros, fazemos parte dessa orientação e dessa reflexão sobre a função.”
Cliciane se disse muito satisfeita com o que viu e ouviu nas
várias salas de aula e espaços que receberam a formação. “Ouvi, de professores
e gestores, que nós, da Editora Opet, somos uma parte importante da construção
da educação em Santana de Parnaíba. Isso nos anima a avançar cada vez mais”,
observa.
Cada vez melhor – “O material vem melhorando a cada
ano e nos proporciona a ampliar o conhecimento e, com isso, aplicá-lo da melhor
forma possível”, diz a professora Val Lage, do Colégio Luís Carlos Barbosa.
“Juntando isso ao ambiente e às condições de trabalho, vemos porque a educação
em Santana de Parnaíba vem melhorando a cada ano. Estão de parabéns.”
Confira imagens da
formação!
(*) – Com informações
da ASCOM/Santana de Parnaíba