O Enem está cada vez mais perto, você está se preparando com todo capricho, estudando muito, lendo, resolvendo questões de outros concursos… muito bom! Mas, fique atento: não dá para acertar no mais importante e errar naquelas “pequenas coisas” que fazem toda a diferença! E é justamente disso que vamos tratar nesta edição do Opet 2022: dos dias da prova até a cor da caneta, contamos tudo!
Datas e horários das provas Em 2022, o Enem acontece nos dias 13 e 20 de novembro. São dois domingos. Os portões dos locais de prova serão abertos às 12h – pelo horário de Brasília – e fechados rigorosamente às 13h, e as provas começam às 13h30. No primeiro dia do exame, o período para a realização da prova acaba às 19h. No segundo dia, um pouco mais cedo, às 18h30. Assim, não perca a hora! Pesquise os horários do transporte coletivo e, mesmo se for de carro ou bicicleta, chegue cedo. Vale a pena ir ao local da prova antes, para conhecer e ficar mais seguro. Lembre-se: nos dias de prova, o trânsito fica mais complicado! No primeiro dia de prova (13.11) acontecem a Redação e as avaliações de “Linguagens e suas Tecnologias” e “Ciências Humanas e suas Tecnologias”. No segundo dia (20.11) acontecem as avaliações de “Ciências da Natureza e suas Tecnologias” e de “Matemática e suas Tecnologias”. Site oficial do Inep/Enem: https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/avaliacao-e-exames-educacionais/enem
“Documento, por favor” Leve um documento oficial de identificação com foto, como a carteira de identidade, motorista, de trabalho, o certificado de reservista ou o passaporte – e que esteja dentro do período de validade. Mas, fique atento: a organização do Enem só aceita o documento original. Assim, nada de levar fotocópia, mesmo que seja autenticada! Dica: leve o seu cartão de confirmação impresso para consulta. O Inep não cobra, mas, como ele contém dados sobre o seu local de prova (endereço e sala), é uma boa ideia.
A cor da caneta… e por que ela é importante Para transcrever as respostas das provas objetivas e para o texto da redação do Enem, os candidatos devem usar caneta esferográfica de cor preta, fabricada em material transparente. Em relação à cor da tinta, ela é necessária para que não haja erros na leitura óptica dos cartões durante o processo de correção. Quanto ao corpo transparente da caneta, é para evitar fraudes, mesmo!
Sem lápis nessa hora… Lápis, lapiseiras, estojos, borrachas, livros, cadernos, corretivos, “colinhas” e outros objetos também são proibidos. Assim, leve só a caneta – teste-a antes para ver se está funcionando – e peças iguais de reserva, para o caso de necessidade. E uma bolsa, pode levar? Pode, mas os fiscais vão pedir que você a deixe em um lugar à parte, na própria sala de prova. Ou seja, você não poderá acessá-la durante a realização da avaliação.
Alô, alô, responde! E quanto ao celular: pode usar? Não! Como medida de segurança contra fraudes, celulares e outros dispositivos mecânicos e eletrônicos (inclusive, relógios de pulso) são expressamente proibidos durante a realização das provas. Os aparelhos celulares devem ser desligados e colocados em envelopes (porta-objetos) que são entregues aos candidatos pelos fiscais de prova antes do início da avaliação. A mesma proibição de uso vale para outros adereços que, em tese, podem esconder “colas” ou pontos eletrônicos, como bonés, lenços de cabeça e óculos escuros. Sugestão básica: não leve! A exceção fica por conta dos candidatos que, por orientação religiosa, usam adereços de cabeça como lenços/véus ou solidéus (chapéu típico do Judaísmo). Nesse caso, os participantes podem usar, mas as peças devem ser examinadas pelo coordenador antes do início da prova.
Água e comida Em uma prova de longa duração como o Enem, é importante se manter bem em relação à energia – e a organização da prova sabe disso! Assim, você pode – e deve – se alimentar e hidratar. Água, suco, barra de cereal e sanduíche natural são boas opções. Evite alimentos “complicados”, melados, gordurosos e farelentos.
Uma boa prova Lembre-se: quando você se prepara em relação a essas “pequenas” coisas – que, na verdade, são importantíssimas –, evita problemas e fica mais tranquilo para focar na realização do Enem. Assim, evite ansiedade, estresse e problemas… e boa prova!
Domingo, 13 de novembro. Para quem vai fazer o Enem em 2022, esta é a data crítica: o dia da primeira prova da maior avaliação do Brasil! A segunda prova do Enem 2022 acontece uma semana depois, no dia 20 de novembro. Ou seja: a contar de hoje, 19 de agosto, estamos a exatos 87 dias da primeira prova. Até lá, você pode avançar bastante em seus estudos. Como, por exemplo, em relação à Matemática, componente curricular essencial aos candidatos que miram vagas em cursos de Ciências Exatas. Ir bem em Matemática, na verdade, representa uma enorme vantagem para os candidatos a cursos de todas as áreas – o importante é adquirir conhecimentos e mostrar isto somando o maior número possível de pontos na avaliação! O componente de Matemática, aliás, pertence à área do conhecimento “Matemática e suas Tecnologias”, e é cobrado em 45 questões no segundo dia do exame – neste ano, no dia 20 de novembro.
Mas, o que engloba, exatamente, “Matemática e suas Tecnologias”? A área do conhecimento “Matemática e suas Tecnologias” engloba todos os conteúdos da disciplina vistos e aprendidos no Ensino Médio, em especial os seguintes: • Aritmética • Estatística • Funções • Geometria Plana e Espacial • Gráficos e Tabelas – leitura e interpretação • Juros Simples e Compostos • Lógica • Medidas • Porcentagem • Probabilidades • Razão e Proporção • Regra de Três • Sistema Numérico (números naturais, inteiros, irracionais, frações).
E o quê, da Matemática, mais tem caído nas avaliações do Enem? Uma análise das edições do Enem mostra uma “preferência” dos organizadores em relação à Matemática. E que preferência é essa? A preferência por aproximar os temas do componente de questões do cotidiano. Assim, espere trabalhar com assuntos que possam ser “visualizados” de forma mais fácil. Isso, porém, não significa que as questões são mais fáceis! E o que tem sido pedido? Vamos saber. Como esses temas são “frequentadores assíduos” da prova, é provável que eles voltem a aparecer: • Funções de 1º e de 2º grau • Leitura de gráficos • Trigonometria • Geometria • Porcentagem • Estatística e probabilidade • Razões e proporções • Prismas Como dissemos, o foco está, em grande parte, no cotidiano. Assim, é possível esperar por questões relacionadas a obras, objetos, finanças, além de questões mais “clássicas”.
Exercícios, muitos exercícios! E como se preparar? O grande caminho é, mesmo, o da realização de exercícios, especialmente das questões de provas anteriores do Enem. Algo que, como já informamos, está disponível na própria internet, em portais como o do Inep. Além disso, há muitos recursos digitais de qualidade, como, por exemplo, vídeos produzidos por universidades e instituições sem fins lucrativos voltadas ao fortalecimento e à difusão da educação. Vamos listar cinco endereços que vale a pena conhecer: • Khan Academy (em português) – https://pt.khanacademy.org/ • Banco de Questões da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) – http://www.obmep.org.br/banco.htm • Banco de Questões da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) – https://www.obm.org.br/como-se-preparar/provas-e-gabaritos/ • Banco de Questões da Olimpíada de Matemática do Estado de Goiás – https://omeg.ime.ufg.br/p/403-banco-de-questoes
Além de resolver, procure examinar seus acertos, seus erros e, especialmente, sua linha de raciocínio.
Dica: estude resolvendo, também, questões dos vestibulares Os vestibulares oferecem uma fonte interessante de questões e exercícios para o Enem. Não são, evidentemente, as questões do próprio Enem, mas estão no mesmo nível e, em alguns casos, acima dele! A seguir, reunimos os endereços de algumas instituições que oferecem suas provas e gabaritos dos anos anteriores para consulta e realização de exercícios. Como as provas são completas, você vai precisar selecionar o componente de Matemática. Vai lá! • INSPER • Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) • PUC-MG • UERJ • UFSC • USP • UTFPR
Estude utilizando os recursos Opet! A Editora Opet é parceira de milhares de estudantes e professores em todo o país. Além de oferecer materiais didáticos de alta qualidade, também desenvolvemos uma das melhores plataformas educacionais do país, a Opet INspira. Lá, os estudantes têm acesso a milhares de objetos de aprendizagem – de vídeos a simuladores. São materiais originais e integrados aos materiais didáticos, o que fortalece ainda mais o estudo. Você ainda não é parceiro da Editora? Então, entre em contato conosco!
Em um momento de tantas transformações, de mudanças climáticas a dramas geopolíticos como a guerra da Ucrânia, a Geografia assume uma importância ainda maior. É preciso conhecer, refletir e ter as informações na ponta da língua!
Essa demanda não “passou batida” pelos organizadores do Enem 2022, que vão caprichar na formulação das questões desse componente curricular – o que, aliás, já vem acontecendo nas últimas edições da prova!
A Geografia, você sabe, faz parte da área do conhecimento “Ciências Humanas e suas Tecnologias”, junto com os componentes de História, Sociologia e Filosofia. Ao todo, os quatro componentes são cobrados em um total de 45 questões. Ou seja, é de se imaginar algo como onze questões de Geografia – fora as questões em que ela aparece de forma incidental, mesclada com outros temas.
Mas, o que esperar no Enem 2022? Para que temas da Geografia devemos olhar com mais atenção? Com base em uma retrospectiva das avaliações e olhando para o momento atual, podemos relacionar quatro temas que certamente vão aparecer nas questões. Observe que eles se entrelaçam: ou seja, é possível estudá-los de forma sistêmica, relacionando as discussões e fortalecendo os conhecimentos. Vamos conhecê-los:
1) – Questões, Problemas ou Desafios Ambientais:
Esse é um tema campeão do Enem! Aquecimento global, desmatamento, extinção de espécies e extremos climáticos são apenas alguns dos assuntos de todos os dias no noticiário. Dominá-los e, especialmente, refletir a respeito dos caminhos para frear e reverter a destruição da natureza, é uma boa forma de ter sucesso nas questões de Geografia do Enem.
2) – Desafios das Cidades:
Nos últimos séculos, o meio urbano se tornou o “ecossistema humano” por excelência. Muitas vilas viraram cidades que, por sua vez, se converteram em metrópoles e megalópoles. Outras acabaram despovoadas, deixando amplos vazios humanos – um fenômeno bastante comum, por exemplo, na Europa atual. Os desafios da vida nas cidades e seu contraponto com o mundo rural estão no topo do menu do Enem. Assim, olho no tema!
3) – Globalização:
As últimas décadas foram de aceleração da globalização, cenário em que as relações humanas, econômicas e culturais entre países ganham força em relação às identidades nacionais. Nesse processo há, inclusive, movimentos em sentido oposto, de fortalecimento dos países em detrimento dos blocos, como no caso do Brexit, que marcou a saída do Reino Unido da União Europeia. Interculturalidade, religião, imigrações e relações econômicas são apenas alguns dos temas associados à globalização, que é um tema-chave da Geografia. Não precisamos dizer mais nada!
4) – Geopolítica:
O ano de 2022 deve passar para a história como o “Ano da Guerra na Ucrânia”, quando um conflito bélico de grandes proporções voltou a assombrar o continente europeu. Também neste ano, a temperatura entre China e Estados Unidos voltou a subir por conta da questão de Taiwan, ilha cujo status varia entre os de “país independente” e de “província rebelde” dependendo do ponto de vista. A geopolítica dos conflitos militares, assim como os temas associados, como o das relações econômicas e da dependência energética, são uma “carta certa” no Enem. Assim, estude!
Algumas dicas
Na hora de estudar sobre esses temas, apele aos materiais didáticos e às questões dos exames anteriores, que você pode encontrar no site do próprio INEP (organizador do Enem) ou pesquisando em “provas e gabaritos do Enem” no Google. Como materiais complementares, acompanhe as sessões de notícias internacionais e de meio ambiente dos principais veículos brasileiros de comunicação. Busque, também, documentários, podcasts e artigos de opinião, verificando, antes, se eles são fontes confiáveis. Sem fake news ou teorias da conspiração nesta hora!
Com base nessas informações, você também pode desenvolver seus próprios ensaios, desenvolvendo temas-chave de seus estudos, apresentando e relacionando ideias e argumentos. Dessa forma, você também se prepara para a Redação, em que temas relacionados à Geografia também podem aparecer.
Algumas dicas de sites para consulta e estudo:
Agência Bori – Notícias de Ciência e Meio Ambiente
O estudante José Isaac, do Plenitude, que conquistou medalha de ouro na OBA.Crédito/foto: Plenitude Complexo Educacional.
Plenitude Complexo Educacional, Escola Dom Mota e Colégio Dom Hélder Câmara faturam medalhas e veem estudantes mais próximos das ciências
Um dos grandes desafios da educação é aproximar crianças e adolescentes do conhecimento e do gosto pelas ciências e por outros componentes curriculares. No Brasil, um dos caminhos de maior sucesso para essa aproximação é o das olimpíadas científicas ou de conhecimento, que todos os anos reúnem milhares de estudantes das redes pública e privada de ensino.
Uma das mais célebres é a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica – Mostra Brasileira de Foguetes (OBA/MOBFOG), promovida pela Sociedade Brasileira de Astronomia (SBA) e pela Agência Espacial Brasileira (AEB). Em 2022, em sua 25ª segunda edição, a OBA teve a participação de parceiros da Editora Opet na área privada – com excelentes resultados!
Plenitude: uma estreia dourada
Estudantes com o professor de Ciências Edgar Melo, responsável pelo trabalho com a OBA no Plenitude.Crédito/foto: Plenitude Complexo Educacional.
O Plenitude Complexo Educacional, parceiro da área privada em Angicos, no Rio Grande do Norte, participou pela primeira vez da OBA e, de saída, conquistou uma medalha de ouro com o estudante José Isaac, que alcançou a nota 9,6.
“Além disso, tivemos outros excelentes resultados”, conta a diretora Rosicleide Sebastiana de Melo. “Mesmo não tendo conquistado as medalhas oficiais da olimpíada, esses estudantes se saíram muito bem, tanto que a própria escola concedeu medalhas por seus esforços e como incentivo a futuras participações”, conta.
A diretora destaca o engajamento dos estudantes e a importância da OBA em um processo de aproximação em relação ao conhecimento. “Percebemos uma evolução na autoestima dos alunos, com reflexos na disciplina em sala de aula, assim como no interesse por temas relacionados às olimpíadas”, observa. “Em muitos casos, a busca pelo conhecimento ultrapassou os limites da escola e do material didático”, reflete.
O professor Edgar Melo, de Ciências, foi o responsável por “mostrar” a olimpíada aos estudantes do Plenitude e prepará-los para a avaliação. “Tudo começou quando comecei a perceber o interesse e a curiosidade dos alunos pela ciência. Foi justamente aí que apresentei a OBA”, conta.
Para sensibilizá-los, enviou depoimentos de medalhistas disponíveis no Youtube e perguntou se queriam participar. Para aumentar a motivação, criou grupos no Whatsapp e passou a dar dicas de estudos, enviar matérias e testes simulados. E a coisa engrenou! “Quando percebi, já tinha tomado uma proporção incrível! Todos os alunos começaram a entrar no grupo e sentiram vontade de participar”, recorda Edgar.
Nesse movimento, comemora, muitos estudantes se apaixonaram pelo estudo da Astronomia e da Física. Ele conta que o professor que faz a inscrição da escola e dos estudantes fica responsável pelo acompanhamento de todas as informações enviadas pela organização da OBA.
No processo de preparação dos estudantes, explica Edgar, os materiais didáticos e ferramentas digitais oferecidos pela Editora deram uma boa ajuda. “Nós usamos os materiais nos simulados e, também, para trabalhar o lúdico com os nossos estudantes.”
A diretora Rosicleide destaca a convergência entre as propostas da escola e da Editora. “O incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento da capacidade de expressão de cada aluno, o ensinar a aprender, é um dos nossos pilares pedagógicos”, observa. “O material didático Opet trabalha na mesma linha de pensamento, o que se reflete no desenvolvimento do educando, na sua participação em sala de aula, em eventos científicos e no resultado de avalições a que são submetidos”.
Ela destaca, ainda, o papel da plataforma educacional Opet INspira. “Ela universalizou o uso da tecnologia, que, quando utilizada sob orientação, expande o universo de cada aluno, criando possibilidades de aquisição de conhecimento”, finaliza.
Crédito/foto: Plenitude Complexo Educacional.
Dom Mota: experiência e muitas conquistas
Localizada em Afogados da Ingazeira, Pernambuco, a Escola Dom Mota é uma parceira Opet com grande experiência em participações e vitórias na Olímpiada Brasileira de Astronomia e Astronáutica. Na edição de 2021, como noticiamos há um ano, por exemplo, a instituição recebeu várias medalhas.
Em 2022, não foi diferente. “Nossos estudantes conquistaram seis medalhas de ouro, treze de prata e quatro de bronze”, conta a gestora Magally Zuza de Queiroz. Para ela, a participação na OBA é uma oportunidade valiosa que os estudantes têm de ampliar os próprios conhecimentos.
“Além disso, os estimula a participarem de outras olimpíadas, com a possibilidade de inspirar carreiras ligadas às ciências”, analisa. Segundo Magally, os alunos que participam das olimpíadas do conhecimento demonstram um alto grau de engajamento e protagonismo em relação aos estudos.
Ela também observa a importância dos materiais didáticos e das ferramentas educacionais digitais Opet Soluções Educacionais. “Esses recursos facilitam a apropriação dos conhecimentos sistematizados e abordados em avaliações como a OBA, por exemplo.”
A professora Edilaine Maria de Oliveira Almeida foi a responsável, na Escola Dom Mota, pelo trabalho com os estudantes que participaram da OBA.
Ela conta que a preparação da equipe começou por meio de vídeos, apostilas e do próprio módulo. “Realizamos simulados e dinâmicas para testar o conhecimento dos alunos. O conteúdo abordado no módulo do 4° ano estava dentro da proposta da OBA.”
A participação dos alunos foi intensa – “eles são participativos, dedicados aos estudos e curiosos. E a maioria demonstra interesse nas disciplinas de exatas”, conta Edilaine.
Edilaine diz ainda que os materiais da Editora ajudaram na preparação dos alunos. “Os materiais Opet são riquíssimos. Eles abordam boa parte dos conteúdos da OBA com sugestões de pesquisa, instigando a curiosidade das crianças.”
Dom Hélder: engajamento, saberes e vitórias
Vídeo que celebra os vencedores de 2022 da OBA no Colégio Dom Hélder Câmara.Crédito/vídeo: Colégio Dom Hélder Câmara.
E as boas notícias não param de chegar de Afogados da Ingazeira: outra importante instituição de ensino da região, o Colégio Dom Hélder Câmara – parceiro Opet desde 2020 –, conquistou nada menos do que 18 medalhas na edição de 2022 da OBA: foram seis ouros (com três notas dez), dez pratas e dois bronzes.
“O desempenho do Dom Hélder nesta edição da Olimpíada foi bastante satisfatório, tendo em vista o número de participantes e o número de estudantes medalhistas”, destaca a professora Cláudia Valéria da Silva Campos Barros, diretora administrativa e pedagógica do Dom Hélder. “É importante destacar, ainda, que tivemos um alto percentual de estudantes com notas superiores a 6,0”.
Na avaliação da diretora, a OBA é uma excelente oportunidade de fazer um diagnóstico externo dos níveis de aprendizagem. “Ela proporciona uma mobilização diferenciada e eficaz. Por ser uma olimpíada, dinamiza o trabalho educativo, envolvendo toda a comunidade escolar em práticas de pesquisa, estudo e aprendizagem”, observa. “Os docentes intensificam e ampliam os estudos nas áreas de ciências, matemática, história e geografia, e, consequentemente, melhoram o desempenho escolar”.
A diretora Cláudia Valéria destaca, também, o valor da olimpíada em relação ao protagonismo dos estudantes. “Atividades educativas como a OBA os motivam em práticas de estudos para a vida. Os estudantes tornam-se mais disciplinados e conscientes em relação aos estudos.”
Para ela, a parceria com a Editora Opet tem sido importante para a melhoria do trabalho pedagógico no colégio, com reflexos, por exemplo, sobre o desempenho na olimpíada. “Os materiais didáticos e as ferramentas digitais sistematizam e direcionam práticas inovadoras que viabilizam a melhoria significativa do trabalho pedagógico no colégio.”
Olimpíadas potencializam a educação
A professora Adriana Fialho, supervisora pedagógica regional da Editora Opet, é responsável pela parceria com duas das três instituições vencedoras, o Colégio Dom Hélder Câmara e a Escola Dom Mota. Ela vê com bons olhos o trabalho desenvolvido em ambas as instituições em relação às olimpíadas do conhecimento. “A OBA, por exemplo, não é apenas um caminho para ampliar e fortalecer conhecimentos. Ela também possibilita inquietação e reflexão a partir da participação da escola e do estudante”, avalia.
“Da inscrição ao resultado percebe-se a importância da orientação ao estudante, seja da escola ou do professor responsável pela olimpíada. O resultado é um somatório do que se aprendeu em todo processo. E todos ganham em aprendizagem: estudante, docente e escola.”
A gerente pedagógica da Editora Opet, Cliciane Élen Augusto, destaca a importância das olimpíadas de conhecimentos em relação ao protagonismo dos estudantes, na aproximação discente em relação às ciências e, também, no fortalecimento da própria comunidade escolar.
“Competições como a OBA têm grande valor em vários níveis, em especial por sua capacidade de engajar os estudantes, os professores, os gestores e as famílias. São experiências e conhecimentos que ficam e despertam o desejo de ir além, de conectar saberes e realidade, o que é um dos objetivos da educação. Nossas parceiras estão de parabéns pelos resultados. Contem conosco nessa jornada!”.
Novos vídeos têm como foco os Anos Finais do Ensino Fundamental e, especialmente, o Ensino Médio.
Boa notícia na volta às aulas! A plataforma educacional Opet INspira, da Editora Opet, recebeu nesta semana o último lote de um total de mil vídeos educacionais licenciados, desenvolvidos pela empresa Desenrolado, de Fortaleza (CE), uma das principais produtoras de objetos educacionais digitais do país.
Esses vídeos, explica a coordenadora de Projetos em Tecnologia Educacional da Editora Opet, Cristina Pereira Chagas, são dirigidos aos professores e estudantes do Ensino Fundamental – Anos Finais (6º ao 9º ano) e do Ensino Médio. O principal foco da aquisição, observa Cristina, foi nos temas e conteúdos curriculares de todos os componentes da 3ª série do Ensino Médio.
Cristina explica ainda que a incorporação gradual dos vídeos à plataforma está relacionada tanto à produção quanto à curadoria dos conteúdos, que é feita pela equipe da Editora Opet. Um trabalho que envolve atenção aos conteúdos, à produção e às conexões com os materiais e a proposta pedagógica dos selos Sefe e Opet Soluções Educacionais.
“Somos parceiros da Desenrolado desde 2019, ou seja, é uma empresa da nossa confiança. Mas, mesmo assim, é importante avaliar e, especialmente, estabelecer os pontos de contato para fortalecer a nossa educação digital”, observa.
Um trabalho meticuloso
Cristina Chagas e Roger Wodzynski, da equipe de TE da Editora Opet.
Mas, como funciona esse processo? Inicialmente, a Desenrolado enviou para a Editora, a pedido, uma lista com todos os temas que eles tinham disponíveis no final de 2021, alguns com vídeos prontos e outros em fase de produção, gravação ou edição. Em seu trabalho, a empresa atua com os briefings, criação do roteiro, gravação com professores especialistas, edição e disponibilização dos links dos vídeos para a plataforma.
“A partir daí, fizemos uma avaliação cuidadosa, selecionamos as produções que nos interessavam e as distribuímos para as séries e níveis de ensino de destino”, conta Roger Wodzynski, analista de objetos educacionais digitais da Editora.
Lousa, giz e vídeo
Os vídeos incorporados ao acervo são do tipo “Videoaula teórica – lousa e giz”. Esse formato ou linguagem, explicam Cristina e Roger, oferece uma experiência mais próxima à vivida presencialmente em sala de aula. Nele, usando um quadro negro, o professor especialista explana o tema de forma didática e profunda. “Como o público-alvo é formado especialmente por estudantes e docentes do Ensino Médio, a linguagem dos vídeos é mais direta e objetiva – ideal para aprender, memorizar e esclarecer dúvidas”, explica Cristina.
A plataforma também oferece vídeos em outros formatos/ linguagens – CONFIRA AQUI!
Você já ouviu falar a respeito da Teoria de Resposta ao Item, ou TRI? Se nunca ouviu falar, fique atento porque ela tem tudo a ver com o Enem… e, especialmente, com a nota da sua prova!
O que é? A Teoria de Resposta ao Item é um modelo matemático – e uma metodologia de correção de provas – desenvolvido para tornar o processo de correção de provas mais justo e preciso. Ele é usado em exames importantes em vários lugares do mundo e foi adotado pelos organizadores do Enem a partir de 2009 em substituição à Teoria Clássica dos Testes (TCT), em que o que valia, para efeito de nota, era a soma total dos acertos, independentemente dos “chutes” bem-sucedidos. A premissa da TRI é interessante: a partir de uma análise do desempenho do candidato no conjunto da prova, é possível verificar se ele demonstrou seus conhecimentos de forma coerente e consistente – o que é decisivo para a nota final. E essa “firmeza de conhecimentos” é construída com a colocação, nas avaliações, de questões fáceis, médias e difíceis sobre um determinado assunto, que permitem detectar com precisão o verdadeiro grau de conhecimento do candidato sobre um tema. Vamos saber mais a esse respeito.
Como funciona o TRI? Como observamos, a TRI é um modelo matemático. E é bem sofisticado, na verdade, uma vez que permite avaliar o grau de proficiência do candidato em um ou mais temas. E tudo se baseia na ideia de coerência, que é a chave para se entender a avaliação. A nota ou pontuação final é atribuída a partir do conjunto de três elementos: . A capacidade de discriminação da proficiência dos candidatos em um ou mais temas; . O grau de dificuldade das questões (fácil, médio ou difícil); . O controle sobre os “chutes” (tecnicamente chamados de “acertos casuais”).
Parte-se do princípio lógico segundo o qual o candidato que consegue acertar as questões mais difíceis sobre um determinado tema ou componente naturalmente saberá responder também as questões médias ou fáceis, enquanto que o mesmo não acontece com aquele que não tem um domínio profundo do assunto. Se o estudante, por exemplo, acertar apenas as questões mais difíceis sobre um tema e errar as mais fáceis, isso indica uma alta probabilidade de o sucesso ser decorrente de “chutes” ou acertos casuais. Se, por outro lado, ele acertar apenas as questões fáceis e/ou medianas, mostrará um conhecimento menos profundo, porém mais coerente em relação ao seu domínio do assunto. E essa coerência, essa solidez em relação aos conhecimentos, tem um peso importante na nota! Em síntese: • Chute = pontuação mais baixa para o acerto; • Resposta certa consciente = pontuação padrão para o acerto.
Isso significa que, se eu não souber a resposta, não devo “chutar”? Não! Significa apenas que, se você “chutar” e acertar, receberá uma pontuação menor na questão – e, isso, porque não tem o mesmo domínio sobre o assunto que aquele candidato que respondeu a questão de forma correta e com conhecimento. O que é justo! E é por isso que, no Enem, há candidatos que têm o mesmo número de acertos, mas notas diferentes – o que acontece porque as notas não nascem da soma das respostas individualmente contempladas, mas sim do padrão de respostas detectado em toda a prova. Vale lembrar que, se você deixar a questão em branco, não receberá pontos por ela – assim, entre o “zero” e um possível acerto, mesmo com a nota menor… chute!
Mas, por onde começar? Na hora da prova, comece respondendo as questões que considerar mais fáceis, sem “se enroscar” nas mais difíceis. Trabalhe em camadas, das questões mais fáceis às mais difíceis. Com isso, você não apenas ajusta seu tempo de prova, como também pode mostrar coerência em relação à execução da avaliação e, especialmente, aos seus conhecimentos – o que, como vimos, conta pontos na nota final!
Quer saber mais? Se você é professor, gestor, familiar ou candidato ao Enem e quer saber mais sobre a Teoria da Resposta ao Item (TRI) – incluindo, avançando em relação aos elementos de estatística associados ao modelo –, indicamos duas publicações: • “Teoria da Resposta ao Item – Conceitos e Aplicações”, de Dalton Francisco de Andrade, Heliton Ribeiro Tavares e Raquel da Cunha Valle, SINAPE, 2000, disponível em https://docs.ufpr.br/~aanjos/CE095/LivroTRI_DALTON.pdf • “Tri – teoria de resposta ao item: teoria, procedimentos e aplicações”, de Luiz Pasquali, Appris, 2018.
Recentemente, a empresa britânica de consultoria e serviços educacionais Quacquarelli Symonds publicou o “QS World University Rankings”, considerado há vários anos como a principal referência em relação à qualidade das universidades em todo o mundo.
O Brasil aparece com 35 instituições públicas e privadas. Nesta publicação, você vai conhecer as dez melhores universidades do país segundo o ranking, com suas respectivas datas do vestibular de 2023 (anual ou de verão) e os links oficiais para informações completas e atualizações. Confira!
É tudo, em princípio, uma questão de escolha: há quem goste de estudar usando o smartphone, navegando na praticidade e na mobilidade que caracterizam esta tecnologia. Há, também, aqueles que preferem apelar ao desktop, com sua tela mais ampla e o teclado mais “espaçoso”. E existem, ainda, os pragmáticos, que usam as duas tecnologias de acordo com as possibilidades de momento: em casa, no laboratório da escola, no ônibus, no metrô…
Para todos os perfis, a plataforma educacional Opet INspira é uma opção incrível de recurso educacional digital. O aplicativo da plataforma está disponível para download nos formatos Android e iOS, e ela também pode ser acessada diretamente em sua página oficial na web, www.opetinspira.com.br. Em ambos os casos, o acesso à plataforma é feito por usuários cadastrados – estudantes, professores, gestores – com login e senha. Em todo o Brasil, são milhares de pessoas!
Questão de escolha
A coordenadora de projetos em Tecnologias Educacionais da Editora Opet, Cristina Pereira Chagas, conta que, atualmente, os usuários preferem usar a plataforma Opet INspira “na telona”, ou seja, no desktop. “Essa preferência, na verdade, não é uma característica específica da nossa plataforma. Ela aparece, de modo geral, em relação às tecnologias de informação e comunicação, as chamadas TICs”, conta.
Isso pode ter relação, por exemplo, com o tamanho maior da tela ou mesmo com a “imobilidade” do computador, que, no caso da educação, proporciona uma experiência mais focada, imersiva e assertiva para o estudo.
Cristina Chagas: usuários ainda preferem usar plataformas como a Opet INspira “na telona”.
E certamente tem a ver com a tecnologia de transmissão dos dados em nosso país: segundo dados do Painel TIC-COVID19, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), órgão ligado ao comitê gestor da internet no Brasil (CGI.br), a internet por cabo ou wi-fi oferece mais estabilidade e velocidade durante a conexão na comparação com as redes móveis, que, em muitos casos, são o principal meio de conexão dos smartphones.
“Esse é um elemento da nossa realidade tecnológica atual, que tende a mudar na medida em que houver um fortalecimento da infraestrutura de redes móveis no Brasil. Nesse cenário, eu acredito que a preferência do uso de aplicativos como o da plataforma Opet INspira passará a ser via smartphone, até pela facilidade de acesso”, avalia Cristina. “No smartphone, a informação está ali, na ponta dos dedos.”
Mas, há diferenças de conteúdo quando o acesso é feito via site ou via aplicativo?
Sim e não! Explicamos:
SIM, por uma questão associada à oferta de internet no Brasil, a que já nos referimos: existem recursos da plataforma que, no acesso pelas redes 2G ou 3G, ainda comuns entre nós, ficam muito “pesados”, o que provoca uma demora de resposta da plataforma. “Por essa razão, podemos considerar a Opet INspira app como uma versão light, mais leve do que a versão web”, explica Cristina.
E NÃO, porque a Editora Opet tomou o cuidado de manter no aplicativo todos os elementos essenciais para o dia a dia de professores e estudantes. Para garantir, enfim, que a plataforma garanta toda a qualidade educacional no contexto digital.
Vamos atualizar o aplicativo!
Cristina conta que, dentro do processo de desenvolvimento e atualização permanente da plataforma, recentemente foi lançada uma nova versão do aplicativo. Essa atualização reforça a segurança dos dados da aplicação, em especial a privacidade das credenciais dos usuários (login e senha).
“Atualizações desse tipo são comuns no universo dos aplicativos e estão ligadas à própria evolução tecnológica, que é permanente. Assim, recomendamos aos nossos usuários da plataforma via aplicativo que façam o download da versão mais recente”, explica.
Nesse espírito das atualizações, Cristina lembra que a plataforma educacional Opet INspira está em atualização permanente, especialmente em relação aos objetos de aprendizagem. “Nossa equipe editorial e de Tecnologia Educacional trabalha incansavelmente para oferecer mais e mais recursos, mais e mais conteúdos originais e integrados aos materiais impressos. É um trabalho cuidadoso e competente, que enriquece a plataforma e os recursos de ensino-aprendizagem”.
O que, aliás, acompanha o conceito da Editora: “educação que aproxima – tecnologia que humaniza”.
Você já ouviu falar em “Aprendizagem Phygital”? É um nome um tanto “diferente” para uma ideia inteligente nascida com os avanços tecnológicos das últimas décadas. O termo “Phygital”, do inglês, surge da junção entre “physical” (“físico”, “material”) e “digital”. Sua proposta é somar recursos físicos e digitais de forma inteligente para que a aprendizagem seja a mais rica possível. Um exemplo: quando você aciona um aplicativo de GPS para encontrar um endereço e, ao fim do trajeto, contribui enviando a programa uma foto do local de chegada – um museu ou loja, por exemplo –, isto já seria uma experiência phygital! Você, afinal, fez uso de um recurso digital para se guiar no mundo físico e, no fim, colaborou para aprimorar a experiência digital. Ou seja: essas experiências estão muito mais perto do que imaginamos! E o mesmo vale para outras vivências possíveis graças à internet e aos smartphones, como imersões a partir da “fotografia” de QR Codes, reconhecimento digital de imagens e músicas e muito mais!
Um fenômeno da nossa época O termo “phygital”, aliás, não aparece apenas na educação – ele é um fenômeno integral da nossa época e está cada vez mais presente em todas as áreas da vida, do marketing à saúde, do entretenimento ao meio ambiente. Áreas como a da publicidade, por exemplo, vêm investindo muito em campanhas do tipo phygital, que envolvem experiências imersivas. A ideia, ao fim e ao cabo, é oferecer uma experiência ampla e envolvente pautada na hiperconectividade.
Muitos pontos de contato E é exatamente esse o significado de hiperconectividade: muitas conexões entre os universos físico e digital! As experiências de hiperconexão do mundo phygital são construídas por meio de tecnologias como QR Codes, Internet das Coisas e Realidade Aumentada (RA), entre outras. Na educação, é claro, a convergência entre esses espaços produz um novo campo de ação repleto de possibilidades.
Criando um ambiente phygital em Educação Para o ensino phygital tenha sucesso, é importante que os educadores pensem nas aulas em termos de convergência e diálogo. Em como aproximar os recursos tecnológicos das aulas físicas, presenciais, valorizando cada momento no que ele tem de melhor. Ao utilizar um aplicativo de reconhecimento de plantas em uma aula no jardim da escola, por exemplo, o professor pode começar apresentando o espaço com uma experiência sensorial que envolva o ver, o cheirar, o ouvir e o tocar, para, então, acionar digitalmente as informações sobre as espécies ali presentes. E, depois, voltar ao presencial para destacar a importância daquelas árvores ou plantas.
Benefícios do Phygital para a Educação A tecnologia digital também pode desempenhar um papel importante na criação de atividades para estudantes com problemas de aprendizagem. Isso porque ela amplia as possibilidades de personalização do ensino, tornando o processo de aprendizagem mais acessível. A aprendizagem individualizada, vale observar, também potencializa habilidades e competências, contribuindo para o desenvolvimento integral do estudante.
Recursos imersivos e realidade aumentada Quando falamos em “recursos imersivos”, estamos nos referindo a tecnologias que “mergulham” os sentidos e a atenção do usuário em um universo ou em elementos digitalmente construídos. Esse universo ou esses recursos podem ampliar ou simular uma realidade, sendo “lidos” pelo cérebro como se fossem reais. E isso acontece pelo uso de sensores e câmeras – instalados em capacetes ou luvas, por exemplo – que funcionam como interfaces para os sentidos. Esses gadgets, por sua vez, conectam os sentidos e o cérebro a ambientes digitais ultrarrealistas fornecidos por aplicativos, jogos, sites ou plataformas. E é nesse campo que entra a Realidade Aumentada (RA), recurso tecnológico que promove a integração de elementos ou informações virtuais, digitais, no mundo físico a partir de câmeras e sensores de movimento. Com ela, o professor consegue demonstrar cenários e representações digitais no espaço físico e objetos 3D. Pode, ainda, “levar” os estudantes para conhecer um ponto turístico, reviver um momento histórico ou visitar um museu. Ou, então, propor simulações incríveis. Cria-se, então, um espaço de aprendizagem significativo, já que a tecnologia melhora as experiências visuais e as deixam mais contextualizadas.
Transformação Digital e Educação 4.0 O advento da Transformação Digital trouxe muitas mudanças para o setor de educação. Hoje em dia, cada vez mais as aulas precisam ser modificadas e equipadas com materiais didáticos e recursos digitais. Dentre eles estão plataformas escolares com atividades integradas, mídias de streaming, softwares em nuvem, quadros interativos e projetores. Foi pensando nesse tipo de contexto de educação, nesse tipo de ambiente que privilegia uma educação tecnologicamente convergente, que a Editora Opet desenvolveu a plataforma educacional Opet INspira. Ela oferece uma série de recursos, de objetos de aprendizagem a elementos de conexão para as aulas e a comunicação, de simuladores a acervos de áudio e vídeo. São ferramentas que também permitem a elaboração de aulas inclusivas, uma vez que permitem ao professor trabalhar com diferentes estratégias de ensino para crianças e adolescentes com deficiência ou transtornos de aprendizagem.
Editora Opet e o Educador 4.0 Além de todos os instrumentos disponíveis para o desenvolvimento de aulas na plataforma, há também recursos para ajudar os professores no uso desses materiais. São diversos tutoriais em formato de vídeo e PDF para orientá-los na utilização desses recursos disponíveis e da plataforma. A Opet INspira é completa e está em constante atualização para garantir todas as condições para uma educação humana, cidadã, transformadora, inovadora e protagonista. Uma educação que aproxima a partir de uma tecnologia que humaniza!